ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

Pedra fundamental requerida. IDEEHIA. Centro de Estudos
Local(GPS): 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)

e-mail: exemplodeinconfidentes@gmail.com
Sempre serão bem-vindas toda correção, crítica e aperfeiçoamento.

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sábado, 30 de junho de 2007

Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG

TV-SENADO: Desligada. Até segunda ordem.

Leitura de agora: A atualidade conforme Montesquieu - nada mais atual.

Fotos e Realidade Virtual - palavras e letras transcritas

De: Inconfidentes globalizado. Para: o Brasil globalizado.
De: Inconfidentes: Para: o Mundo globalizado.

De: - Foto 1 - Nova Yorque.






]
Desconhecidos diretores da CEMIG - circundados por desconhecido parasita social - entre mensaleiros, sanguessugas ou ilustres senhores representantes da arqui-famigerada turma do Sr. Renan. Ou de outras turmas em vigor no País.



Para: - Foto 2 - Inconfidentes.
Bastião Bento desligou a TV-Senado. Só as maritacas estão atentas.
Eis: Nova Yorque.
Eis Bolsa de Valores
Nela eis:os ilustres senhores, festivos.
E à volta ilustres gaiteiros no sentido literário do termo, circunvidados.
Enquanto circuncidados, outros gaiteiros - ou dito gateiros estruturais.
Enfim, embasbacados diante do parasitismo global, elegante, uniformizados, todos engravatados.

E eis Inconfidentes. Eis Minas Gerais.
Roça mineira, fios esticados. E nela, atentos só matritacas.
Eis os fios da CEMIG. Pacatas, ainda, são as núvens.
Mas eis o Brasil de hoje. Nuvens no ar.
Empacotados, invernos e trovoadas.

Perdão, senhores. Aqui na roça Bastião Bento desligou a TV-Senado. Aqui iniciamos a Transvaloração de Todos os Valores; e réguas de cálculo melhor ensinadas vos acompanharão.

Aliás, permita-me: eis aplicada à conferência do parasitismo social a vos acompanhar, o instrumento de trabalho da matemática mais transpárente. E eis o exemplo prático da aplicação da Régua de Cálculo mostrado abaixo.


No local em "verde" consta o Preço do Kw -Na conta da Cemig: R$ 0,668717
- Na conta da CPFL: R$ 0,372103

Taxas de iluminação pública: CEMIG: R$ 13,00 (por 117 Kw consumidos)
CPFL R$ 3,37 (por 611 Kw consumidos)

Posicionada a regua: na linha do cursor, os dois valores (preço do Kw), um embaixo, outro em cima. E abaixo do nº "um" da escala superior, lê-se o resultado: 1,85

Não há quem possa desmentir a leitura dessa régua.

Ou seja: o Kw da CEMIG é 85% mais caro do que o da vizinha CPFL.

E a taxa de luz não tem comparação - principalmente pelos valores consumidos: em proporção inversa dispensam qualquer comentário.


E no "site" da CEMIG: Inconfidentes em baixo dos fios


Dispensemos palavras. Enquanto o emblemático Sr. Renan Calheiros lá nos altos da presidência do Senado Federal festeja seu último sucesso após haver "chegado lá" - ajudado bovinamente por legiões de famintos e desesperados atrás do "fome zero". Pois chegaram lá. E lá estavam, cercados de tanto sucesso como nunca - nesse País. Pois eis, sem aqui sem tê-los identificado, pois escondidos atrás de rostos tão sorridentes, cercados, os píncaros do parasitismo social a premiar alguns "acionistas minoritários" - outros privilegiados senhores sem o País e nem os moradores de Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG saberem quais são. Além de outros desconhecidas expressões, porém figuras de proa; senhores, talvez exelências à força de protocolo. Onde? Postados à volta com diretores da CEMIG. Onde? Em Nova Yorque.
Eis as fotos acima! Faziam o que? Todos sorrisos, só foto?
Festejavam tanto o sucesso a si - "empresarial".



E o que tinha ou tem essa foto? Qual "pano de fundo"? A Bolsa de Valores de Nova York.

E o que faziam esses ilustres senhores, junto com a alta direção da CEMIG?

Festejavam a entrada da CEMIG na Bolsa de Nova Yorque, sob perspectivas pelas quais não “estamos” carecas; mas sim, "somos” as próprias “carecas do jegue" agora mais expostas à luz do sol e aos frio da noite - pelo quanto com isso importa reconhecer motivos e finalidades dessa "entrada". Afinal, são empresas públicas, prestadoras de serviços públicos “entrar(?)” nas tais “Bolsas”. Tudo sabido, para rapinar sob chancela oficial. E depois, com desculpas para tudo, “levar vantagem” e ainda especular sobre o resto. Pois depois nas contas de Luz de Inconfidentes, ninguém mais precisar sair atabalhoadamente para explicar alguma origem de arrecadação. Pois noite afora, a cidade dorme. E de dia a dentro, atentas, só as maritacas de Inconfidentes! Pois haveremos de conferir. Embora protocolar, delicadamente foi enviado à CEMIG o seguinte pedido de explicação (e-mail abaixo):



Prezados Senhores

Sou estudioso em estruturas de tarifas públicas, interessado em conhecer o modelo matemático aplicado pela CEMIG aos consumidores das categorias residencial, comercial, industrial pública e outras se houverem. Também há interesse especial em conhecer as estruturas de cobrança das taxas de iluminação pública com os índices respectivos para as várias cidades.

Como no Site da CEMIG tais informações não estão disponíveis ou não foram encontradas solicito especial atenção para o presente pedido, pelo quanto desde já quero manifestar meus agradecimentos.

Atenciosamente

Raul Ferreira Bártholo
Consumidor

Av. Alvarenga Peixoto, 193
Inconfidentes (MG)

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Pois aqui em Inconfidentes, matemática, eu aprendi com o Zé Rodinha.








Lá na louza, ele quiz que eu extraísse raiz quadrada. Fazer aquele algorítmo.








Claro, hoje ´so me lembro é de como se fazia o sinal., com aquela chave. Mas depois ficoumais fácil. Virei engenheiro. E alí achar raiz quadrada não tinha problema: era só ajustar o curson na escala de cima, para ver, na escala de baixo, leitura direta, o resultado.








Depois era só reparar: na escla de cima, havia, duas escalas iguais, repartindo o mesmo espaço de toda a escala de baixo. aliás , podia até tirar a lingueta para fora. Porque a leitura ficava direta de uma para outra: da de cima, para a de baixo. Era só tomar o cuidado de ver: aqueles números (pares de número> ex: 624 é um número "impar", pois são só tres os algarismos (de números. Da mesma forma, 3157 é um número "par" denúmeros, porque só tem quatro algarismos) Assim, se fosse "impar" de número o radicando, esse, na escala de cima ficaria no lado esquerdo da régua. Era só ajustar o cursos em cima desse numero (fosse qual fosse) e, em baixo da linha do cursor ler na escala inferior o resultado.








Do mesmo modo, se fosse "par" de números, passaria a ser na escalinha menor (a de cima) pela direita. E de novo, ajustando o cursos sobre o número em cima desejado, ler, embaixo na escala única de antes, o resultado. E saber que a resposta seria a metade no "número de Algarismos" do que havia acima e somar "mais um". Enquanto se a resposta fossse da de um número "par" de números lidos na escala superior à dieita, a reposta seria só a metade e nada mais. Dali, ambém era só fazer o inverso, se quisesse elevalar algum número ao quadrado.








O curioso, era notar que as escalas eram de "um a dez". E curiosamente os intervalos iam-se estreitando a medida em que os números vão-se tornando mais altos pelos intervalos da escala. Essse fato mostra a variação logarítima a representar o intervalo como "espaço" entre númeos da escada. Assim, era de chamar a a atenção o grande intervalo entre o número "um" e o número "dois" ir-se esteritanto para os intervalos seguintes,pela escla acima até chegar ao menor espaço de intervalos. Pois tal fato ocorria entre os níumeros "nove" e "dez'.








Isso refletia a popriedade logarítmica em escala direta. Pois todo estudante de matemática sabe que dois números ao se multiplicarem, "somam" seus respectivos logarítmos. Assim, se criam réguas justapostas de iguais dimensões e tamanhos entre esscalas lineares - escoregadias uma em relação à outra - ambas sempre justapostas nesse "escorregar" relativo da direita para a esquerda ou se para a direita. E isso facilita o resto pois com esses movimentos de uma régua em relação à outra, pudesse-se "somar" ou "subtrair" intervalos entre números a marcar o fim de cada intervalo - cujos intervalos reflitem a "soma" de intervalos, na verdade estaria a somar os logarítmos desses números. Então (geoméricamente) fica tudo muito fácil: a resposta a ser obtida entre multiplicando e multiplicador sera igual a soma dos respectivos intervalos (com a correspondencia logarítimica) transporados aos números da escala. No processo de multiplicação, por exemplo, basta manter a escala de baixo imóvel, segura pelos dedos e, com a outra mão puxar a lingueta quecontém a escala superior de modo a ajustar o "um" dessa escada exatamente sobre o número que representar o multiplicando na escala inferior. Isso feito, será deslocar o cursor (linha de referencia móvel -comum às duas escalas de cor vermelha, vertical) para fazê-lo assinalar na escala da "lingueta" superior, o número que representar o "multiplicador". A resposta, estará de novo na escala inferior. Basta fazer a leitura exatamente no nùmero assinalado pela linha vermelha do cursor, coincidente com o assinalado acima.








Para finalizar a multiplicação e saber em função dos números em algarismos, a qual acima o exemplo se referia somente há de se tomar o seguinte cuidado: se a "lingueta" correr para a direita, o número de algarismos da resposta, será a soma dos números de algarismos (somados os do multiplicando e do multiplicador) somados dos dois números, "menos um". Se a lingueta escorrer para a esquerda, aí não. Os algarismos da reposta serão a soma direta dos algarismos dos dois números (multiplicando e multiplicador)








Então, Depois do Prof. Zé Rodinha ficou fácil extrair raiz quadrada na Régua de modo direto. Dá pra fazer engenharia. Calcular prédio, arrumar o mundo, ajeitar a planície e, literalmente, fazer chover no tomate pelo cálculo dos encanamentos. Porque até haviam réguas para coisas específicas. Por exemplo, para hidráulica. Haviam réguas a expressar a Fórmula de Hazen Williams (eram coisa comum naquele tempo - não sei onde foi parar a minha!) E aí ficou fácil projetar Estações de Tratamento de Água [só para lembrar: homenagem ao Azevedão, quem me presenteou com a história do Saneamento Básico em Campinas a qual a publico em desagravo o próprio texto -- original datilografado (in:- "Campinas e o Saneamento Básico no Brasil" - Prof. José Martiniano de Azevedo Netto/ Livro autografado: 4ª Ed. Manual de Hidráulica. Homenagem póstuma pelo quanto obrigou decorar: V = 0,355. C. D(**0,63). J(**0,54)]. Claro, também são úteis também para verificar superfaturamentos, desvios, falcatruas em "curvas de custos", ajustes de tarifas, etc. etc. Também haviam as réguas de cálculo para "Concreto Armado". Sempre preferi a Régua comum do cálculo limpo e direto. E detestava as "log-Log" muito mais cheias de recursos Não sei se o Zé rodinha teria também muita paciência. Mas por causa dele, aparece fotografia currículum e a história da matemática com as coisas que estão lá de pé pela ordem dos critério: funcional - seguro - econômico e, pela estética - ajustado a paisagem, . (Tá lá, bonito -pode ver). Pelo menos valeu o esforço do Zé Rodinha.















Vai daí, ainda estou a espera da resposta da CEMIG ao e-mail onde havoa pedido o "modelo Matemático" das tarifas cobradas do povão. Resta aguardar.















Certamente resposta-se vai ter.








Isso não oferece dificuldade aos senhores de terno e gravata às portas da Bolsa de NY a festejarem o sucesso das arrecadações sobre o Povo morador em baixo dos fios da CEMIG, quando a taxa de iluminação pública em Inconfidentes "rende" por kilômetro quadrado de densidade média equivalente - quatro vezes mais do que em Campinas.



Pois agora, em assunto tratado por modelos matemáticos, teses e demonstrações, muito mais importa, agora em favor da teoria do desenvolvimento e, com objetivos muito mais dionisíacos do que apolíneos, lavar a alma do povo através do dinheiro arrecadado sob os fios da CEMIG . Para alguns ilustres senhores servirem-se, alegres, em festas regadas - por uma empresa pública, agora descaradamente disposta a mais lucrar: quanto possa. E a tudo sugar. Sem sequer precisar explicitar o "modelo matemático" nas suas páginas da WEB. Tudo secreto. Tarifa? Curvas de custo? Só cochichado.





Pois além das maritacas atentas, ainda existem, mesmo como exceção numérica mais reduzida, outras espécies são também capazes de verificar vida e inteligência na Terra a partir dos fios da CEMIG.Mas aqui no Grotão, aqui em Inconfidentes, é o Povo quem faz brotar da alma pacífica e submissa tão decantada, a energia presa ao suor e trabalho. E com muito menos alegria do que em Nova Yorque, mas sim, debaixo dos fios da CEMIG tenta sobreviver ao apocalipse - enquanto paga e continuará a pagar contas em Inconfidentes. Aliás, continuarão a pagar muito mais Costureiras, Lavadeiras, Passadeiras de Roupa; medir-se-ão muito mais suores de empregada por metro quadrado de chão do que em Nova Yorque.E onde para produzir o mesmo e miraculoso "efeito" geral não medido, não se precisam esticar tantos fios. E o resto é só desculpa e brincadeira.



Pois a tantos fios esticados, agora se vê, importam lucros! E para comemora-los, eis is senhores nas fotos. Enquanto em Inconfidentes, atentas, só maritacas.



E no mais no grotão, “tá tudo dominado”, como hoje em termos vulgares se transcrevem em outros textos publicados no Diário Oficial da República. Volts vão, dólares vem. Todos pertencentes à mesma idolatria. O mesmo culto ao "bezerro dourado" - pelo imaginário de vossa ficção econômica. através da qual medis vossa biologia pela métrica da mineralogia. sequer para ver, como em tantas maritacas, o compasso alterado. E a liberdade? reduzida à escravidão.

Vossa moeda? Eis vosso servil metal.

E vós, agora a morar embaixo dos fios da CEMIG. Por onde biologias vão, e mineralogias vem. Basta morar debaixo dos dios da CEMIG. E vossos sacerdotes, em fotos. A festejar entradas no antro (Bolsa de NY) onde mineralogia vale mais do que biologia. Pois mais vos vale? Vos vale a inércia do ferro. Ovalor pelo qual vos despresais. E vos demitis, dos sonhos dos deuses. Biologia derissada.

E depois vos quixais pela lei de fero dos salários. Pela biologia em arrocho comprimida. Por acreditar. Pela crença. Pelo mineral. Pela ficção.
Pois os fios da CEMIG vos trazem o castigo pelo fetiche.

Pois a vida se reduz à teimosia. À vontade de viver.
E por vossa economia, vossos tapumes. Para não ver sonhos da humanidade esvairem-se em fumaças ao sabor de vossas crenças. Eis que sois guiados pelas falsidades do vil metal - mera patologia a vos fazer acreditar que sois menores desde a raiz de vossos sonhos. E assim ninfas no céu teceriam novos fios para fazer descansar apolo, repousado sob os sonhos onde Dionísio espreguiça seu gesto. Tudo em equações matemáticas. Gráficos. Exercícios de saber e ciencia acumuladas a inspirar-lhes os novos movimentos.

Pois teria a humanidade alcançado tal sicologismo social. E os deuses, melhor aquinhoados para ver as coisas aqui da Terra tornaram-se enfadados de ver tantos homens deixazrem de acreditarem-se como matéria biológica a valer menos, em arrobas peso, do que seu peso em mineral - fosse qual fosse. Mas desnudar as teorias do Sr. Leon Walrás onde as matemáticas das curvas de custos tinham serventias múlçtiplas, até para descrever os movimentos dessa humana coreografia. E estabelecer pelo estado de consicencia coletiva mover-se politica, economica em ocupação ambientalsobre os meios da Terra, sim, poderiam os deuses te-los poupados do equivoco da alienação fundamental aí estabelecida. E a tal "raridade", conceituação então firmada pelo Sr. Leon nos encômios da economia ainda hoje disposta em prateleiras das mais elogiosas entre clássicos da humanidade estudiosos das curvas de custos e modelos matemáticos de aferição. Pois lá na França, ao princípio do século passado, sua crítica estabeleceu o primado da "raridade" como suprema concepção de valor econômico - valor por valor em si.

Delicadamente, segundo alegava, ponto de vista também partilhado pelo Sr. Burlemaqui e seu pai. Concepção essa hoje, porém, melhor questionada pela crítica ambientalista ao reafirmar o primado da "vitalidade".

Nesse contexto, a crítica do Sr. Walrás, nunca será demais lembrar, referia-se às concepções de valor em tempos de hitória e objetivos firmados. Tempos nos quais movia-se e moveu-se o gigante humano sobre a terra. Gestos e coreografia traduzida pela própria razão motora e operosa do valor. E efeitos considerados no inteior de um sistema em contexto de capital constante (ao qual se refere o Dr. Belluzo - mestre laureado outros tempos no IE/UNICAMP ao admitir em livro anterior à última publicação da obra de Walrás (1983) a "utilidade" como valor superior ao "trabalho". Pois sem haver menção à "raridade" walrasiana, provavelmente pela defasagem no tempo entre as duas publicações, sustentou o ilustre prof. Belluzzo, L. G. M. sua tese a propósito de teorias de valor (in:-"valor e capitalismo" - um ensaio sobre economia e política - UNICAMP- 1998). E sem nessa obra mencionar a raridade walrasiana, fixou-se junto com os respeitáveis senhores conhecidos por Say e Condillac a ele agora relacionados pelo próprio Walrás em sua crítica anterior: por exatamente proclamarem a "utilidade", como aquilo que haveria de conferir valor a algum todos esses senhores acreditarem na mesma coisa. E daí, portas à fora por decorrência, pelo mundo compor-se-ia o bailado da humanidade.

Pois apenas para terminar as referências iniciais em teorias de valor, o Sr. Walrás ainda hierarquizava para baixo da "utilidade" a concepção anterior devalor calcado na quantidade de "trabalho" ao qual se relacionam ilustres nomes do Sr. Marx, K. somados aos testemunhos insuspeitos do Sr. Adam Smith e Ricardo - mencionados aqui pela melhor memória entre filósofos profanos da humanidade; entre outros e mais recente, o Sr. Arno Peters em seu discorrer último sobre o "fim do capitalismo global" - o novo projeto histórico (São Paulo. Xamã - 1998) - entre outros instrumentos de hierarquização. E pelo qual considera a força do trabalho como potência aplicada (unidade biolóogica ressalvada) em unidade de medida pela potência realizadora.

Pois para inferiorizar o "trabalho" alegava o Sr. Walrás o exemplo da montanha de pedras empilhadas; montanhas pelas quais ninguém nada pagaria por mais trabalho quanto tivesse - se não, para elas, houvesse alguma utilidade. Pois do contrário, seriam apenas inúteis. E trabalho (potência unitária com propriedade biológica, auto-expansividade e criação ressalvadas), energia dissipada. Enquanto por fim, calcado por sobre todos os valores encimados aos quais lhes eram superpostos, ao "trabalho" encimava-se a "utildade", enquanto sobre essa rendia-se culto ao valor da "raridade"; pois é bom aqui lembrar, assim se despedia o Sr. Walrás em suas considerações sobre esse assunto, ao qual apenas lhe voltaremos pela crítica o dever de em revisão, hoje pela critica ambientalista o mundo mais amadurecidamente ver-se compelido a considerar a "vitalidade" matéria de maior valor. Aliás, supremo na hierarquia econômica em novo patamar para a civilização - assunto esse porém, a ser tratado já dentro da teoria do desenvolvimento. Assunto para a qual hoje, em Inconfidentes mesmo abaixo dos fios da CEMIG se permitam acender as lâmpadas do Insituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental. para cumprir os intentos da mais profunda revisão em teorias, valores e fatores de indução. E desenvolver em módulos de planejamento, contextos alternativos valorados pelo valor emergente correspondenta ao arranjo global sob a mais valorada "vitalidade" - monetariamente, aliás, traduzida em potencia econômica em unidades de troca a mover a economia: a própria moeda real em trânsito.

Como aliás a humanidade já teve. A qual até incorporava o "almoço gratis" da moeda potencia traduzida em natural - mais isso já é capítulo à parte pois corresponde ao "maná" havido na economia adiabática a mover-se por 40 anos na travessia do deserto. Local onde a mais valia espelhava seu maior valor de troca e progresso: a "vitalidade". Potencia biológica aplicada à mover economia com sucesso durante gerações sucessivas nesse modelo onde o "bezerro de ouro" nada mais oferecia a não ser o brilho da ilusão e o fetiche social da usura, cobiça, inveja e avareza como sub produtomentério a corromper valores, ciência política e aplicação.

Pois bastará, para restaurarem-se as energias vitais do povo e do País, o povo mover-se para recuperar os valores da "vitalidade", traduzidas em moeda de troca, e agora significativamente sugadas pelos fios da CEMIG cultora do "bezerro de ouro" e cercada de sacerdotes desse culto na Bolsa de NY. No entanto a conter a tecnologia útil e necessária para outros fins destinados a prover o banquete mais hedonistico da humanidade enquanto Apolo descansa e Dionísio eleva suas libações de prazer existencial econômico difuso e satisfeito. Pois basta, no modelo aplicado, depois da transvaloração de todos os valores, dispor como por inversão de correntes nos fios da CEMIG sobre os quais só as maritacas de Inconfidentes, prestam atenção - a considerar, a ser considerado tal fato quando a humanidade melhor iluminada pelos fios da CEMIG deixar de se esbulhar pelos sonhos pelos ilustres senhores a povoarem fotos em NY; e sorridentes comemorar valores da "raridade" mineralógica ali chegados sob sangue súor e sacrifícios de Apolo exausto após derrotar Priamo - encarnada pela serpente de anéis mineralógicos a cingir sonhos e energias expansivas da humanidade - sugadora e redutora da "vitalidade" - desvalorada desde direitos e concepções e alienada na foto desses ilustres senhores frente à Bolsa em NY, enquanto Priamo descansa e apolo repousa em baixo dos fios da CEMIG. Os mesmos sobre os quais agora Dionísio pretende juntar oprazer contemplatio da das maritacas: as únicas por enquanto a se preocuparem com os fios da CEMIG por wsua função mais útil no sentidode prover prazer e promover a "vitalidade" a bem dizer, melhor valorada agora desde Kioto traduzida em gráficos e modelos matemáticos tão úteis quanto aos prewtendidos para se sabem em que direção melhor se dirigem os amperer nos fios da CEMIG: se de Inconfidentes para Nova Yorque esticados por Apolo ou, mais satisfatoriamente o conterário se para melhor gelar a cerveja boliviana aqui trazida para libações ao Dionísio.



Pois hoje, do outro lado dos fios da CEMIG sorridentes senhores

Pois para sarar de tantas patologias culturais e estruturais instaladas, a humanidade terá agora de se superpor à "raridade" da mineralogia. Basta do outro lado, ver a vitalidade dissipada sob os fios da CEMIG, postados à margem do "pára-raios" do Bradesco postado na esquina com sua "boca de espera" eletrônica através da qual mais ainda a vitalidade humana se submete à mineralogia da máquina a ao resultado de uns números por ela impressos -folha e papeis quais quer. E eis na raiz de vossas crenças, instalada em Inconfidentes, debaixo dos fios da CEMIG a máquina de arrecadar do Bradesco à guisa de sucursal de Nova Yorque. reponsavel na raiz palo equivoco. Eis no modelo todo o sistema junto. O sorvedouro idolátrico a transitar pelo deserto a capturar a energia. Para o culto a Nova Yorque.

Pois cansaram-se os deuses. E decidiram vos castigar pela raiz de vossas crenças -despresadas vossas noções de ciencia e capacidade de crítica em valor. E decidiram providenciar logo mais uma hecatombe perfeita para vossa economia - sem juízo e sem valor. A mesma que anos atrás vos reunia em fogueiras aladas a reunir vosso gado e vossos bezerros. Para atravessar vosso deserto. Biologia aplicada, ciencia política e econômica capaz de prover, matemáticamente, sustentabilidade social em meio à travessia do deserto por gerações sucessivas.

Pois cansaram-se os deuses. Ensinaram-lhes economia. Até como atribuir maior valor aoagente biológico como moeda de troca - por ciencia de valor. E por representar omineral do bezerro dourado a menos valia -pelo menor significado em ptencia provedora de sua própria demanda -par e passo ajustada aoritmo da natureza. Pelo pulsar biológico transmitido junto ao equivalente em unidade de potência a mover o pulsar de sua própria economia. Pois seria o orfanato dessa Terra depois de vossa emancipação dos deuses o meio adiabático hoje global (visto pelo modelo reduzido. Bíblico, no caso como um fato econômico e biológico onde a economia moveu-se pela crença no valor transcendente: biológico. Moeda de maior valor).

E era ao pensar nisso que Bastião Bento se punha, enquanto umdia sentado junto à pedra o Seu Toninho, matador de formiga subindo a trilha pela grota que dava ao fundo do quintal dessa casa mostrada na foto amarela no cabeçalho desse Blog. Pois ainda trazia a enxada, a qual, depois parada servia de anteparo para o queixo enquanto parava para conversar com Bastião.

Mas Bastião estava tão encantado com seus pensamentos nas conversas dos deuses que a grota inteira parecia ali juntar-se para ouvir os ecos das conversas com os deuses sintonizadas pela pedra sobre a qual se assentara Bastião. Pois as borboletas pousavam sobre o chapéu do seuToninho, outras no ombro, enquanto conversavam.
a enxada, já quatro da tarde

Alí o vil metal era desprezado pela nulidade do prazer sensível como moeda de troca ambiental. Nenhumabiologia nada lhe acrescentaria à contabilidade da vida como prazer e valor existeêncial. ali moeda de troca entr pedra, homem, borboleta e a nascente de água a depois se esparramar por oceanos e contribuir para elevar o nível do oceano atlântico. Pois era dali que a agua vertia em pequena fonte, onde ambos conversabam. E sequer, sem sentir qualquer necessidade de submissão biológica à ficção mineral nenhuma.

Pobre raíz de tantos males. Vossa erótica biologia, derriçada. Atrás da inércia de um simples mineral. Pobre valor mineral ao quanto vos reduzís -diriam poetas menos sinceros. E repetiriam psicanalistas sociais mais sinceros.




Mas eis o Balaio de Gatos instalado em Inconfidentes!

É só deixar escorrer pelos fios meio de arrecadar. Basta comar também um pouco de prudência e cautela para não exagerar em "cima do freguês" segundo recomendam os gateiros mais experientes. Pois o “gato” não pode dar problema. Se fizer malfeito, deixar goteira e etc, vai transbordar... e na conta, melhor verificada, vai aparecer.

E seguem-se pela rotina: dólares arrecadados de um lado (sabe-se a para quem), e de outro, escoado: Sangue de trabalhador, suor de lavadeira, passadeira, arrumadeira, dona de casa e empregada. Tudo medido. Tudo “turbinado” e cobrado no relógio. A moderna “minas de ouro”. Um achado geral. E eis: Tostão por tosão. Pingado, suado, mais chegado. Só resta exclamar: "quanta honra vê-los chegar à Nova Yorque"!

De Inconfidentes, para Nova Yorque? Falar nisso: afinal não era isso o quanto mais se discutia lá na prefeitura dias atrás - empresárias e costureiras - como"novas formas de se chegar ao primeiro mundo"? Uai... então é isso?



* * * * *


Pois tudo ocorre nesse mundo escondido. Tudo atrás de tapumes. E em Inconfidentes já se ergueu o primeiro, mais cortezmente simbólico - pois às janelas da frente foram deixados puxadores para quem quiser abrir a ver, pelo quanto quiserem ver, entronizado, o sofá penhorado. Sendo resto, em dignidade jurídica do País agora assentada sobre os rasgos do meu último Sofá. Pois fica sobre êsse, postado, o parecer da assessoria jurídica da prefeitura de Inconfidentes a tudo sustentar em Juízo. Até, pela falta de juízo, em afirmar que jurisprudência do STF aqui não se aplica - se contrariar sua opinião, duas virgulas depois, escondida natrás dos tapumes logo abaixo. Pois agora cabe em juízo e agora ao povo explicar: Como não se aplica? Porque é "isolada e equivocada", ESCREVEU. E DEPOIS, NADA MAIS DISSE. E sequer mais lhe foi perguntado em Juízo em brilhante aula passada pelo Prof. Nelson Fraga, emérito professor de direito tributário na FDSM da vizinha Pouso Alegre. Pois didaticamente, recusou-se a responder a quaisquer outras impugnações ao embargo original de sua lavra. Para desprezar entre outras provas e documentos, os termos continuados sob outros tapumes ou alegações postadas na tentativqa vã dedesviar o assunto das considerações do Mérito ja feitas e assentadas com suficiente clareza pelo STF. Como se coubesse alí contesta-las em esforço inútil diante de qualquer outra razão aventada - desde o valor da aposentadoria daqueles que moram embaixo dos fios da CEMIG e, se dispoemde umou mais sofás parfa serem penhorados.

Pois aqui em Inconfidentes o STF só diz bobagem, segundo assim compreende a assessoria jurídica da Prefeitura Municipal - ansiosa nos feitos vingativos dessa política interiorana dos grotões. Onde extorquir imposto presumivelmente cabível, (porém no caso inteiramente indevido) servir, aplicado, como exemplar "castigo " ante o mundo circundante. Pedagogia de submissão a ser aplicada contra potenciais críticos e recalcitrantes encontradiçoes me mais afastadas ideologias a poluir as mentes locais ou enfeiar as ruas com chapéus estranhos abaixo dos fios da CEMIG. Pois aqui em Inconfidentes, depois de não se publicarem elis e esconeder aquelas solicitadas em certidões, ainda acha-se indevida indevida a intromissão do STF nas lides forenses de modo até a se cogitar em "extinguir o embargo" como medida cabível para assim livrarem-se de ter de ler oprocesso e julgar pelo que aliestá escrito.

E assim "la nave vá" guada pela esperteza política a sucitar no judiciario caminhos de fuga para não responderem a que escrevem e depois renegam até para apresentar como válidas e motivadoras de suas pretenções: justamente leis confessadamente revogadas em expediente anterior. Reavivadas por um simples carimbo aduzido emxeros para dispensar por outras ainda pendentes de publicação. Certamente o Dr. Nelson Fraga agora consultado em saber se "haveria interesse em manter o embargo" - pois diante da ausência de manifestação posterior diante de quem considera "equivocada e isolada" jurisprudencia do STF para logo em seguida desviar a discussão para outros assentos, a ausência de manifestação por sobre esses outros assunto trazidos a guiza de tapumes paa encher páginas de processos, seria, tal agastada leitura presumida o cogitado "desinteresse" e, pelo assim justificado, "extinto o embargo". Pois ora... Certamente, o Dr. Nelson não haverá de se furtar a atender ao pedido para em confirmando o interesse, solicitar, também o interesse da outra parte pela leitura atenta do processo - conteúdo pelo mérito - dispensadas mais provas e, afastadas as demais pretensões e esconderijos de linguagem - senão a preservação do Estado de Direito e, manutenção do ordenamento e, pelo Direito Positivo, a Engenharia Jurídica aplicada em política, economia e administração no País - no contexto das teorias do desenvolvimento como ciência prospectiva e consenso aplicado.

Pois eis como, em Inconfidentes vivem e sobrevivem quantos moram abaixo dos fios da CEMIG tanta extorção e desvio havidos em finalidades políticas, econômicas, sociais, estéticas e administrativas na urbe, pelo onde se basta a tese da suficiencia da jurisprudência por ele aduzida.

[Aliás, ainda lembro o troar um dia pronunciado no Fórum na tentativa de se contrapor aos primeiros artigos que escrevi, logo após constatar os primeiros desmandos administrtativos locais. E quanto aos desvios de recursos públicos entre capitulações do Código Penal explícitadas em desvirtuamentos de festas religiosas, tida como desculpa para tantos desvios, era assim que esse ilustre senhor assessor juhriídico da prefeitura enunciava seu troar irado ao lembrar do artigo que primeiro escrevi sob o título: "Os Fariseus serão mais sinceros?". Pois sem outro mais a confrontar, troava: "ele não tem trava na lingua!". Em comum, nessa discussão, temos apenas o fato de vivermos sob os mesmos fios da CEMIG e eu, ainda tenho o sofá penhorado. E ele, com as Normas sobre Armazenamento de Lixo Toxico que lhe havia presenteado - para pelo menos assim melhor cuidar do "lixão" de Inconfidentes. Onde também não por acaso para cá vinham sob recomendações em envelopes sepadaros e de cors diferentes. E com instrução, de "caso algum guarda parar nea estrada", apresentar esse - dirigido ao prefeito - segudno consta tomado a termo em BO sobre o assunto como explicação dada pelo motorista. Mas isso é para se avaliar o peso de quanta lingua se trava wquando esse mesmo assessur jurídico ainda proclama que jurispruidencia do STF, só se ele concordar. Senão, é "isolada" e "equivocada". Para logo em seguida acrescentar o ponto final em mais travamentos de lingua. Mas isso já é assunto paralelo fica para outra análise - depois.]

Mas de qual administração pública Inconfidentes se toma por exemplo, enquanto os fios da CEMIG fazem a colheita de tarifas consideradas escorchantes e, as "bocas de caixa" do Bradesco logo se apressam em colocar "pára-raios" abaixo de suas linhas para depois falsificar noções em seguros a vender até contra riscos de incêndios? Certamente foram-se escafeder. Fugiram para trás dos tapumes, localde costume onde abrigam-se intenções sem jamais apresentar explicações.

Pois de trás dos tapumes, fica um outro Brasil agora estampado em faces sorridentes nas fotos trazidas de Nova Yorque. Mundo do qual só pretendo explicação sobre porque não postam no mural da frente o modelo matemático requerido. Ou então explicar os motivos pelos quais não posso fazer contas sobre estranhas contas e sobre estranhas tarifas. Aliás, contas sobre as mesmas tarifas tomadas na "fonte"; as quais, contabilizadas, tanto agradam a esses ilustres senhores da foto. Todo todo santo mês, porém, enviadas a todos quantos moram em baixo dos fios da CEMIG. Ás quais agora também se juntam indignadas mais outras constatações - desta vez quanto à taxa de iluminação pública - jogadas também nas costas do mesmo "freguês" da CEMIG. (Aliás, para bem lembrar - onde após verificar, em Campinas esse valor: pois tal "iluminação pública" não ultrapassou a modestos R$ 3,00 reiais, perto dos cobrados pela CEMIG sob o mesmo título; tudo, aliás, numa conta onde o preço da tarifa aplicada ainda é a metade da cobrada pela CEMIG em Minas Gerais).

Claro, tudo isso fica atrás dos tapumes. Pois agora vivemos no País dos tapumes. E Bastião Bento desistiu. Não aguentou. E mais uma vez desligou a TV-Senado.

Ma ficou por conta com a Telemar. Enquanto nos céus os deuses perguntavam porque tanto fedor vinha da Terra. E principalmente se levantassem

Não havia jeito de completar a ligação. E os deuses ficaram esperando, enquanto Bastião Bento se debatia com a gravação que insistia em perguntar: "fale oque o Sr. deseja"! E Bastião Bento mais uma vez repetia: "Quero falar com Deus"! E a gravação de novo voltava: "não entendi".' Pois com essa modernidade da Telemar, acabou-se a comunicação dom os deuses em Inconfidentes pois ninguém mais poderia imaginar tamanho disparate na Terra: Bastião Bento ficar a dicutir com uma máquina que lhe dizia "não entendi", após Bastião Bento ouvir a gravação perguntar: "fale o que o Sr. deseja"... querer ligar para reclamar das tarifas da CEMIG.

Seria a Telemar um "tapume" telefônico por ondeas vozes do Bastião Bento não alcançariam os céus para reclamar da CEMIG? Pois certamente, concluiu Bastião, nada adiantava reclamar ao Governador que tanto confiava nessa gente chegada às Bolsas de Nova Yorque - as custas da vida do povo de Inconfidentes, onde só as maritacas estão atentas
aos modelos matemáticos assentadas nos fios. Certamente o Governador faria ouvidos moucos, pensou. O jeito era mesmo tentar os deuses pelos fios da TELEMAR e aproveitar o cartão da Oi para falar de graça enquanto durasse a "promoção".

Mas fica a pergunta: porque a CEMIG não traz para fora do tapume o seu modelo matemático da estrutura tarifária? Dá para entender?E por muito mais útil seria traze-lo para a frente do tapume. Para fazer, enfim, o povo conhecer o modelo (matemáticos) dessas formas de arrecadação. E daí para conferir contas, lucros e tarifas. Pois nada se vê em lugar algum. Pois nem na WEB, nada consta. Aliás, local onde nada custaria publicar. Pois, obscuridão total, nada se encontra no "site” da CEMIG". Que coisa mais lamentável!



Pois se ali estivesse oferecido ao público o conhecimento do "modelo matemático", tudo seria um ato normal. Jamais seria ter a coragem de exprimir para vê-lo exposto - reproduzido no mural público em Inconfidentes -onde se escrevem coisas para o"Povo Saber" e a comunicação pelos postes da vizinhança já virou meio de comunicação comercialmente mais disputado, valorizado, concorrido.

E tornou-se local tão frequantado pelo interesse em se conhecer "novidades" quanto antigas fadas da frivolidade social avançavam sob lâmpadas e postes por onde hoje escorrem os fios da CEMIG; por onde ilustres senhores, Mônicas ou “Neides Aparecidas” encontradiças nos salões ornamentados e festejadas por colunistas da mais mundana pretensão. Pois tudo ao final, expressa ou expressava "voz dos manguezais" da qual tanto nos fala a colaboradora "Neide Flávia", correspondente existencial em Guaratinguetá sob asas a
da Aeronáutica - em seu primeiro relatório de conclusões sobre significado das borboletas, entre expressões libertárias de sonhos amores e documentos do maior talento cósmico. Tudo, também no mesmpo afã de recolher tostões para pagar as contas - nesse país de felizes senhores no Senado Federal cercados de felizes empreiteiras destinadas a felizes empreitadas sociais, segundo consta, associadas depois à turbinagem - também de eleitoral - entre babas e pensões às ninfas. Tudo às custas do povo.

Claro, conclui-se: fora dos romances policiais onde o presente se transveste em passado simultâneo ao futuro, esse País - só é levado à sério apenas quando se fala a linguagem dos Arapeches.

Entretanto, para o Povo Saber, nesse mural e nos postes onde as Neides também atentas às maritacas escrevem seus poemas alexandrinos, onde com muita honra poderia estar exposto ao público o "modelo matemático" das tarifas cobradas pela CEMIG. Seria por essa grande causa devidamente assinalado em economia política e prática de controle social com mesma responsabilidade pela fé pública. E pelo caráter emprestado a documento oficial para trazer ao conhecimento público os demais atos de gestão praticados “nesse País”. Mas qual!



E agora ?

Só por curiosidade: pela falta de explicações, onde foi se esconder a CEMIG em Inconfidentes vista nos fios esticados acima, junto ao "pára-raios" do Bradesco -onde o raio chega primeiro no fio para "dar segurança" à máquina da boca do "caixa"?


Certamente vai passar longe e se fingir de morta para não ver também o “pára-raios” do Bradesco colocado ali, abaixo de seus fios. Postado na esquina apenas para melhor proteger o instrumento de arrecadação posto na “boca de espera” bem ali em baixo no nível da calçada? Ah,sim, deve-se desculpar. Até agora, o Bradesco ainda não colocou a sua logomarca. Decerto sua ideologia financeira ficaria manchada pelo escâncaro da função escandalosa agregada ao próprio "pára-raios" – esse também feito às escondidas de seus melhores técnicos.

Pois fosse diferente, tudo estaria aí, público e razo - escrito, "Para o Povo Saber".

E tudo, mesmo circundado pelas expressões alexandrinas de métrica e rima pobre das Neides Aparecidas - sempre poéticamente postadas em postes de iluminação local abaixo dos fios da CEMIG a refletir outros sonhos da humanidade, sempre esse mural manter-se-ia fiel ao valor do documento público. Ou ao transcritos. Ou a medir o valor da palavra oficial exposta em documento público, oficial. Nesse mesmo local, por exemplo estariam entre outros, documentos a conter denúncias ao Ministério Público. E exigências de melhor procedimento administrativo por sobre o interesse público tão apenas. Pois alé, nesse mural, também afixar-se-iam, até para assim o povo saber sobre paradeiros de auditorias desaparecidas em processos anteriores - vinculados por outros modelos a outros sistemas de tarifas como a dos que vivem sob os fios mais bem comportados da CPFL, em melhor exemplo, mas sofrem atrás dos canos d'agua no modelo similar da cidade de Campinas, aqui tão perto dessa Grota, quanto equidistante de Nova Yorque - em pequeno exemplo de difusão e aplicação de costumes em métricas de política social e poder aplicado lembradas em recortes de jornais providencialmente juntados ao modelo de Inconfidentes: pela pedagogia econômica aplicada.

Pois ali o povo de Inconfidentes nada haveria de estranhar. pois nesse mural, sempre foram publicadas coisas de interesse público e a respeito de processos em andamento. E ali sempre, será provada cada vírgula sobre quanto ali se escreva justamente Para o Povo Saber - pois consagradamente o conselho editorial desse Mural e desse Blog sempre atuou e atuará longe da patologia anônima das históricas "Neides do Mangue" com cartazes próprios e linguagem de escol a impregnar vapor em postes antigos versos alexandrinos de melhores rimas. Menos distraídas e embora sempre confirmem presenças, dali sempre se contemplam as maritacas. Os seres viventes mais atentos aos níveis dos fios da CEMIG.

Pois será lamentável, para o Povo de Inconfidentes e para todos quanto moramos em baixo dos fios da CEMIG, deixar de ter exposto no mural "Para o Povo Saber" - o modelo matemático da cobrança de tarifas pela CEMIG - requerido pelo e-mail acima.

Pois apenas vistos pelas maritacas mais atentas postadas acima dos fios da CEMIG: "quanto levavam" e o que faziam ilustres senhores em Nova Yor - vistos a festejar? Enquanto Inconfidentes, agora quer-se saber: "quanta" gota de suor foi arrecadado em baixo do fio ? Quanto rende cada milímetro de fio esticado pela CEMIG em Inconfidentes? Porque não vale o mesmo para Ouro Fino?Virou a CEMIG virtual "máquina caçadora" de níquel? E o Bradesco postado na esquina como mostrado na foto daí de cima: virou a “boca de espera” eletrônica?

Pois esses ilustres senhores agora tomam avião às custas das tarifas. Vão a Nova Yorque e ainda festejam sobre tanto sucesso em lucros obtidos agora na Bolsa de NY: a tarifa arrecadada no grotão. Eis Inconfidentes a participar do (ou no) "primeiro mundo" - em favor de alguns acionistas: ditos "menores".Desconheço nomes e não identifico ninguém entre esses ilustres e festivos senhores saudados nessa foto (extraída do próprio "site" da CEMIG - in:- situação descrita).


* * * * *

Pois moramos em baixo dos fios da CEMIG. E aqui, ostensivamente, só o "pára raios" do Bradesco é quem tenta ficar em cima pois prefere prefere raios em campo aberto onde não tenha perdas porfios elétricos da CEMIG postados acima para roubar-lhes mais esse troco emboa eletricidade para quem melhor puder aproveitar -visto não haver ainda como armazená-la em pilhas para descargas futuras em outros lugares. Certamente algum outro candidato ao novo posto jeca-tatu postado lá na gerência do Bradesco na coidade próxima de Ouro fino ainda achará "bom" o lucro dessa "caixa" ser melhor repartido pelo produto das contas da CEMIG enquanto o milharal do bom Deus continuar a frutificar. E alegará que o “excedente” em matéria circulante irá percorrer de volta os fios da CEMIG em caminho inverso ao das casas por onde chegar. Pois relâmpago e trovoada perdida no espaço ainda será lucro cessante – potência infelizmente ainda distribuída de graça para casas da vizinhança. Mas um dia também haverá tarifas para isso e, seguros de vida a mais para vender como “proteção de famílias” contra raios e trovões invasores pelas “redes” sob os fios da CEMIG. E alguns outros aposentados ainda farão mais alguns empréstimos consignados - para pagar a conta.


* * * * *

Pois só restam duas alternativas: ou continuaremos a ser esse “povo gado, povo marcado” do qual menos poeticamente tanto nos fala o Sr. Zé Ramalho em suas camnções, ou será necessário começar um movimento em Inconfidentes: Mostrar em Público as contas de Luz. E claro, pedir explicações.

Pois em Inconfidentes, nesse "Grotão" tão amado de Inconfidentes, tão à vontade estava a CEMIG que arrecada (ou arrecadava) até seis vezes mais no valor da tarifa do que por sobre os fios esticados sobre os moradores de Ouro Fino. Dá para entender? Se alguém estranhar, pode-se até aventar a hipótese mais coerente de nessa cidade as coisas ainda serem melhor administradas. Pois lá o povo até já se ofendeu uma vez por chamarem Ouro Fino de "Grotão". Pois fique bem claro uma coisa: Inconfidentes gosta. Aliás, com muito orgulho. E a assim chamada "Grota" até já tem marca - registrada com esse nome.

Porém para mais sofrer tudo a padecer perdas para deixar contentes os senhores vistos nas fotos frente à Bolsa de Nova Yorque - ligada pelos próprios fios da CEMIG; gateiros sistêmicos, profissionais engravatados a penetrar sorridentes por portas de bancos. Local de adoração ao “bezerro de ouro”. E local, onde depois mais se lhes esticam tapetes vermelhos entre rendas e homenagens. E local, onde depois, gatos pingados irão também trazer sua contribuição como fazem os eletricistas mais pobres em "gatos" feitos diretamente sobre taboas em “by-pass” aos fios da CEMIG. Tudo feito de modo mais simples – Mas tudo serve. Basta aumentar o tal lucro.


* * * * *

Mas como justificar tal disparidade de tarifas ente cidades vizinhas como Inconfidentes e Ouro fino – ambas servidas a pouca distância pelos mesmos fios da mesma concessionária? Só dá para entender se o Prefeito de Ouro Fino resolver chamar a CEMIG num canto e na linguagem dos Arapeches pedir para ela, CEMIG, ver se dá um jeito de aumentar os "elétrons" do "nêutron" ourofinense sem provocar descarga e conservando a massa dos "prótons" mantidos na grota. Ou então, só se a cidade de Ouro fino (10 Km), é quem estivesse a chamar um bando de gaiteiros mais bem engravatados para fazer um imenso "gato" tarifário - capaz de poupar energia e tudo ainda ficar mais barato!

Nãoseria mais fácil se houvesse alguma "vantagem" escondida nas contas de POurofino que as mesmas informções fossem pyblicadas em todas as contas para todomundosaber porque num lugar pode enooutronão pode? E se assim ficar sabendo ir procurar o modo do "porque pode", para tambémficar "podendo"? Ou porque tudo tem de ficar escondido, secreto? Onde nas contas de Inconfidentes as informações que aparecem nas contas de Ouro Fino são diferentes?

Problema de comunnicação, pensou Bastião Bento. Interessa manter o povo desinformado, concluiu. Se a Telemar bloqueia as ligações com Deus, porque põe uma gravação idiota que só é capaz de perguntar "diga oque o Sr. deseja", a CEMIG, por sua vez não publica as mesmas informações nas contas para todos os consumidores para discriminar mais a vontade ou decerto esconder privilégios de ecionistas minoritários nas Bolsas de Nova Yorque.

Pois não adianta escrever contas em linguagem dos Arapexes para disfarçar. Pois juntadas aas contas de duas cidades vizinhas, tudo ainda agora aparece a mais, cobrado com + 85% do que no Estado de São Paulo se cobra qualquer "tarifa social". E cansado detanas explicações dos homens, Bastião Bento concluiu por hoje: do caixa do Bradesco sobe, contabilizado, transladado pelos próprios fios da CEMIG - afinal, tarifariamente cúmplice ou participante em algum "esquema" como fica desnudado. Afinal, sabe-se: Grotão não reclama. Basta mandar "cesta básica". Daí, volts vão, lucro vem.

Desliguei a TV-SENADO. E até por isso a CEMIG lucrou! Na conta e na TV que nós aqui pagamos. Nós. Os moradores. Os "em baixos do fio" - pela CEMIG.


Com a palvra o Sr. Governador Aécio Neves.
(transcritos em relatórios, telegramas governamentais anteriores sobre desvios em administração pública relativos a assuntos correlatos compõem-lhe anexos e demonstrativos).







Inconfidentes no presente: terra onde leis e normas técnicas não importam. E onde povo só paga conta, sofre e nada vê - acima dos fios da CEMIG

Pergunta-se: qual "esquema" ainda haverá por atrás de tudo isso?



Até o momento o Bradesco ainda se finge de morto com seu falsificado "pára-raios" sem outra finalidade senão mais acrescentar custos sociais. E idem a CEMIG com sua rede onde também suga as energias do povo.

Pois duvido que o BRADESCO tenha coragem de colocar a "Logomarca" naquele suporte, bem juntinho alí do "pára-raios" na esquina, embaixo dos fios da CEMIG!

Seria a foto mais original que esse BLOG poderia publicar nesse "mais um exemplo" de Inconfidentes - "para o Brasil e para o mundo". Será que as diretorias do BRADESCO e da CEMIG iriam gostar de ver o "trabalho" desses gerentezinhos que se acham "donos" do Banco e a agir como "donos" em nome de vil tracados do vil metal - e por lucro a querer demonstrar na conta para o patrão, só para pagar despesa escondida a quem não sagbe o que está fazendo senão acrescentar mais risco à população de Inconfidentes? Porque desprezaram a própria engenharia interna do Bradesco - onde quer que ela estivesse - para impedir esse mal feito?
E depois desprezar vida e inteligência em Inconfidentes a troco de tostão?
E pensar que o Sr. Zé Ramalho ainda pode voltar a Inconfidentes para cantar aquela "musiquinha" onde fala de um tal "povo gado... povo marcado"... Pois é. Depois dessa, só falta uma dessas "Brasílias" parar num canto da praça, abrir a tampa do porta mala, colocar caixas de som na calçadae abrir o som "tecno" ...
Taí tudo tudo vira gado "marcado". Primeiro, pelo desprezo de um: do Bradesco. E depois do outro: pelas contas da CEMIG. Aliás, onde ninguém vê nada! Nada vê enquanto paga tarifa: seis vezes mais cara do que o povo de Ouro Fino!!!
Pode? Tem gente que acha pouco...

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Que o digam: Bradesco e CEMIG sobre "pára-raios" e etc.

Sobre um malsinado "pára-raios"


Inconfidentes tem "novo" pára-raios. Ora veja só!

Poderia ser mais um progresso. Mas, ao contrário demos mais um passo para trás. Aliás, mais um absurdo entre tantos a ser observado aqui em nossa terra, quando a Técnica e a Engenharia é desprezada como coisa menor.

Evidentemente sou engenheiro e, como os deuses deram-me olhos e obrigações de consciência a cumprir, não poderia me omitir diante dos riscos introduzidos por mais essa atividade leiga - a expor de modo grave, populações a situações de risco: sem nenhuma necessidade.



Aliás, trata-se de pára-raios absolutamente desnecessário como soe demonstrado - para as condições presentes.



A respeito desse assunto e de outros, no Blog "Engenharia Indignada" (clique aqui para ver) acrescentei comentário a propósito; assim como cópia do e-mail encaminhado ao CREA-MG junto ao o pedido de providências ao Ministério Público para se obter a mais imediata retirada desse malsinado equipamento.

Embora fosse - antecipadamente - Bradesco por si mesmo.

E depois, arrependido, busque o caminho da redenção: e venha se matricular como aluno interessado em curso de administração pública a ser criado com aproveitamento da estrutura pública disponível em Inconfidentes - com aproveitamento àmelhor prática do sistema bancário - alternativo - sob revisões em teorias de valor. E indução comportamental correspondente para firmar projeto diretor agregado às teorias de desenvolvimento. E pela arquitetura em economia e política pelo engenho correspondente aplicado sob crítica da razão política, econômica e ambiental. Pois se convida o Badesco. Será modo de se redimir em Inconfidentes: ao atuar em favor do Projeto Ambiental de Inconfidentes - não ao contrário como agora.



De outra parte, após provocado pela desfaçatez desse laicismo pretencioso - responsável por tantos males já causados à humanidade e ao próprio progresso de Inconfidentes - como se vê no intento (politico) afastado da ética inerente à técnica expressa em Códigos explícitos - ditados em nome da sociedade. Para pretender pelo laicismo desqualificar quem lhe oponha. E no intento traduzido induz em favor do desconhecimento consignado em documento oficial a duvidosa asserção: "se diz engenheiro".

Ora pois! Quanto indignado mais esteja ou estiver o mundo, mais cumpre esclarecer: se diz, não. Sou engenheiro. E não esqueci a ética vinculada.

Pois olha o tamanho do desaforo ante fato desproposital juntado à documentação pública a resteito. Pois tudo quanto tenho da dizer na esfera pública - melhor âmbito pelo interesse público - como determina o Código Ético, publico como sempre publiquei - razões inerentes à responsabilidade técnica. E até para como agora invalidar pretenso laudo técnico - impossível de ser assim reconhecido pelo sistema CONFEA-CREAs desde a irresponsabilidade técnica final confirmada - em processos a respeito de vícios estruturais pela preponderância do laicismo instalado administração pública. Jamais técnico algum da CEMIG subscreveria tal laudo "técnico" - apenas firmado por um "gerente" comercial - incapaz de entender a gravidade da displicência técnica assinada.

Pois para se redimir, deverá a CEMIG juntamente com o Bradesco enviar representante a Inconfidentes para começar a contribuir para a instalação do ProjetoAmbiental dee Inconfidentes onde ensinam-se melhores modos de se connduzir a adminnistração pública e por ela secundado, o melhor ajuste do interesse privado em âmbito próprio de natureza empreiteira no contexto da teoria do desenvolvimento como matéria a ser tratada. para tratar de

Mas não que venham aom despreso à Engenharia, capaz de conceber sistema e estabelecer arquiteturas - métodos desenvolvimentistas aos quais se apliquem processos sob crítica da razão prática. E pela potência da razão criadora de destinos.

Mas dizia-se em documento oficial: ele "se diz engenheiro".

Pois se à crítica da razão pura se "escafederam" o Bradesco e a CEMIG de expor sua logomarca ao nível do pára-raios em Inconfidentes e, se a CEMIG até hoje não tomou conhecimento por nenhum "fiscal de linha" haver passado para ver tão estranha combinaçaõ de risco à população - eis comomatéria científica a ser ensinada emuniversidades a nova modalidade de gestão alí introdizida.

Não fosse irônico, talvez fossemos saudar essa experiencia pioneira -para ensinarem-se novos métodos de governar estruturas públicas. E depois impor ajustes de conduta ao interesse privado. Arquitetura disposta em Currículum para escola de Aministração públic.


Falar nisso, ao juntar no Blog "Engenharia Indignada" meu próprio curriculum alí, publicado espero haver contribuido para repelir mais esse descaso administrativo contumaz no Brasil; e restaurar, a partir de Inconfidentes, o respeito pela Técnica e pelos técnicos brasileiros. Especialmente aos comprometidos com o progresso e bem estar da coletividade. Exatamente, para bem lembrar, conforme assim estabelece Código Ético desses profissionais. Aliás, para conhecimento público pelo dever de ofício e fiscalização complementar, orgulhosamente também divulgados na INTERNET para conhecimento da sociedade. Pois não me "digo" engenheiro: sou engenheiro. Aliás, aqui está meu currículum. E estou indignado com o que vejo e assisto - pela engenharia menospresada. Para ver, em lugar dela, só descaminhos em arquitetura social. E política econômica.



E sobre a engenharia menosprezada na CEMIG


E para melhor representar os técnicos oprimidos nesse Brasil impedidos de exprimir a potência da boa técnica, seja feita hoje homenagem especial aos técnicos da CEMIG - diante de outra situação reinante em Inconfidentes - quanto à técnica menosprezada.




Rendo homenagem aos engenheiros de Inconfidentes e região, inclusive aos técnicos da CEMIG, os quais jamais subscreveriam o laudo a mim chegado - cópia disponível para o Sr. Governador do Estado de Minas Gerais, Dr. Aécio Neves conferir - inclusive como parte de preocupações expressas em telegrama também anexo. Pois trata-se de pretenso "laudo técnico" à margem das exigencias da Lei Nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966 e, de seu Código Ético - agregado.


Pois foi produzido escrito lamentável, firmado em nome dos técnicos da CEMIG - por sub-gerência comercial; no caso, tecnicamente desqualificada para responder - como agora - se perquirida sobre métodos e processos. Pois falece o valor desse "laudo" - ficção administrativa - quando encerra sua última frase (irresponsabilidade firmada), sem acrescentar a vírgula no caso indispensável. Tudo, para em seguida acrescentar a expressão: "conforme laudo técnico em anexo". Pois caberia mencionar e incorporar às próprias palavras, o laudo técnico de reconhecido valor - conforme exige a Lei. E tudo como devido: firmado por técnico responsável. Jamais, porém, substituí-lo por assinatura leiga - sob presunção de suficiência (própria) ou ignorância (alheia). Tudo, mais uma vez, para firmar expressão incabível: ante a qual bastam simples fotos; dessas a mais dispensar legendas para contradita-la. Assim, requerer-se-á ao CREA exame quanto ao mérito e aspecto ético desse "laudo" sem de valor perante a Engenharia. O Sr. Governador tenho certeza exigirá maior respeito à própria Engenharia interna pelos atos de Governo e agora, especialmente, aos técnicos da CEMIG.



E deve-se lamentar, porém não apenas o fato. Mas também sua abrangência pelo risco difuso instalado: pelo modelo da CEMIG (a exemplo de outras estatais) também se estender, administração pública afora. Tudo, sob risco difuso e ampliado para a sociedade. Pois no caso houve o amadorismo (irresponsável), exatamente visto em sua resposta: pela pétulância de avocar responsabilidade indevida. Ou seja, para firmar e aceitar como "boa" instalação elétrica comprovadamente mal feita em áreas de sua jurisdição pela conformidade técnica. E pior: instalação de má fé e serventia duvidosa. Pois avulta, implícita, a permissão ao aceitar riscos à sociedade: desde falhas em técnicas de verificação como podem comprovar documentos em contrário - sob conferência do CREA/CONFEA.



E no mais, rendo homenagem a todo técnico nesse Brasil - também desconsiderado por suas atribuições - como soe demonstrado. Tudo, enquanto sua ética sucumbe e, povo e País afunda - atôa, como se vê.


Ah, sim. Para quem quiser duvidar: aqui nesse Blog se prova o que se diz. Toda crítica e comentário será publicado pela razão que tiver.


De imediato, espera-se o Governador Aécio venha a corrigir essa pequena situação para a CEMIG voltar a ser respeitada como empresa séria da qual tanto se espera: administrativa e, não apenas, tecnicamente exemplar.

terça-feira, 27 de março de 2007

Homenagem à uma pessoa honesta e trabalhadora

Em meio aos percalços de ordem sociológica pelos quais passa Inconfidentes no presente - dominada pela ignorância, desconhecimento e desprezo à Leis e Normas Técnicas sobre os mais diversos assuntos (para transformar-se em virtual "Balaio de Gatos"), cumpre estabelecer um hiato para mostrar o potencial restaurador de esperanças a partir de exemplos de honestidade pessoal dos próprios cidadãos.

Evidentemente e para tantas mazelas, resta nesse meio lamentar o papel indutor (equivocado), promovido a partir da própria administração pública: justamente a responsável maior pelo atraso político, econômico e educacional. Aliás, administração pública disposta a perseguir e afrontar a inteligência dos cidadãos como o faz em escandaloso processo na justiça. Pois ali ao lado da arrogancia e presunção manifesta, se exalta a própria incompetencia técnica e administrativa singularmente demonstrada a partir de escritos da própria assessoria jurídica. Como esse Blog ira demonstrar, tudo em desperdícios de palavras, tempo e dinheiro do contribuinte.

Evidentemente e, muito diferente das patologias do anonimato destinadas apenas a perpetuar mazelas entre costumes locais, para reversão de expectativas esse Blog como sempre irá publicar provas e documentos e por em fuga palavras irresponsáveis. Pretenderá contribuir para a mais profunda catarse política e social ao promover revisões sobre teorias e valores de modo a superar a moderna "intransparência" da qual nos fala o nosso filósofo contemporâneo Jurgen Habermas (ver artigo aqui postado nesse Blog para reflexões). Evidentemente, mais uma vez, no intento de melhor se estabelecer a vida comum na "urbe" em ambiente de paz e prosperidade geral sob a crítica da razão.

No momento porém, onde primam falsos valores, presunção e desonestidade (principalmente intelectual), cumpre estabelecer esse breve hiato e, aproveitar para homenagear pessoas honestas e trabalhadoras - como as mostradas na foto - capazes de contribuir para restaurarem-se esperanças pelo melhor dos exemplos. Claro, como se espera, tudo em favor de um mundo melhor a partir dos habitantes de Inconfidentes e região.

Assim esse Blog hoje homenageia em "Pessoas Conhecidas - Fotos" um trabalhador honesto, simples e do povo como o mostrado entre colegas na foto, tomado como o melhor exemplo para os dias de hoje (clique aqui para ver) onde a honestidade pessoal mais íntima se torna artigo raro na região. Espera-se que esse pequeno exemplo prospere.

* * * * *







(Xi... E agora?
Vamos sumir?)

quinta-feira, 15 de março de 2007

Para o Povo Saber: palavras reafirmadas

Inconfidentes não pode continuar a ser um "Balaio de Gatos"
A foto ao lado dispensa legendas.
Publicadas no Mural "Para o Povo Saber" as palavras de Fernando Bártholo, são próprias de quem sempre escreve responsavelmente e, assina o que diz. Seus detratores jamais poderão dizer a mesma coisa!
(O texto reafirmado corresponde ao publicado nesse Blog e matéria com os dizeres postados aí embaixo).

segunda-feira, 5 de março de 2007

Breve testemunho sobre o que era Inconfidentes: comentário acrescido por Fernando Bártholo


Comentário a propósito da espantosa verificação sociológica postada em materia anterior (abaixo)

"Raul
Realmente é de se ficar pasmo com tais acontecimentos. Tristes acontecimentos. Certamente a sociologia não explicará, pois ela não trata de psicopatia, mas a psicologia tem respostas pertinentes, assim como a justiça, ao julgar atos criminosos como esses.Foi-se o tempo em que, aquela inocente “esperteza” do povo de Inconfidentes, carinhosamente chamada de Colônia, era apreciada pelas “saídas” inteligentes e honestas, tão bem expressa nas homenagens da coluna “Pessoas conhecidas – Fotos” deste blog. Lamento o “perder” de alguns membros dessa atual geração diante de tantos exemplos de dignidade dada pelos mais antigos. Lamento a transformação dessa legítima e inocente “esperteza” em fanfarronice arrogante e criminosa pelos grupos dominantes, que há tempos permeia as relações sociais, políticas e econômicas. Lamento o individualismo e o egoísmo predominante. Inconfidentes não era assim. O povo de Inconfidentes não é assim. Há que se resgatar a dignidade. Afinal, Inconfidentes não pode ser um “balaio de gato”.Grande abraço e admiração. Do irmão, Fernando Bartholo" - (Quarta-feira, 28 Fevereiro, 2007. )

domingo, 14 de janeiro de 2007

Sobre mau exemplo na EAFI do presente: um curso de Gestão Ambiental às avessas.



Entretanto, importa a necessidade de transcender por sobre esse mau exemplo

No dia 2 de dezembro passado, tivemos, patrocinado pela direção - felizmente ora finda - da Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes (EAFI) o mais acintoso exemplo de arrogância e despreparo funcional proporcionado por uma direção absurdamente lamentável. E cuja visão, simbolicamente, corresponde à estreiteza da ponte por ela mandada construir para dar acesso ao amplo potencial em terras e estruturas existente no interior da fazenda dessa EAFI sob desperdícios humanos e materiais. Pois acrescem mazelas e patologias de poder com as quais tivemos de conviver, entremeado pela vaidade personalista, depois associada à incompetência funcional, para finalmente atingir o desrespeito generalizado às razões do próprio ensino sob o qual teve jurisdição.

Tudo, a bem da verdade, como prática administrativa (também pedagogia aplicada) no interior de uma instituição de ensino antes respeitável - como já foi a antiga Escola Agrícola Visconde de Mauá - saudosa memória. Porém, hoje, sob a denominação de EAFI. Local onde nos últimos anos patologicamente se evidenciaram os piores abusos de poder intramuros denunciados sob ouvidos moucos do MEC. Depois também, pela pedagogia - virtual - ensinada às avessas ou a ensinar.Pois afastado dos propósitos educacionais mais elevados - aos quais deveria se vincular - o curso de "Gestão Ambiental" oferecido por essa instituição precisa recuperar seu próprio sentido. Basta examinar quanto a devastação ambiental ocorre nas terras da EAFI ao arrepio da própria legislação – justamente, também, matéria a ser ensinada; porém, sequer lembrada. Tudo, por ignorância manifesta ou presunção de suficiência de uma diretoria infeliz, finalmente a sair sem deixar saudade: pois para cúmulo da desfaçatez - vista sob tão bizarro final em exercício de poder, derrubam-se árvores por motivos fúteis. Derrubam-se bosques inteiros, como mostram fotos em documento transcrito abaixo.


Raízes de patologias

Resta em tudo isso transcender, aproveitar lições, remover raízes de patologias e retomar o sentido educacional primitivo.

Mas é necessário clarear e remover raízes das mazelas do presente para sanear. E nesse sentido agora educacionalmente proveitoso como preparo para exercícios de poder como prática escolar, observa-se à falta da melhor educação de berço para quem depois for exercer poder administrativo sobre recursos públicos, coisas e pessoas, o fito fútil e vaidoso de "mostrar serviço" para perpetuar nome e, seu interiorizado falso valor evidenciado à comunidade circundante e às esferas superiores. E no caso, a transparecer a insensibilidade ao tornar a extinção da beleza de um bosque o “gran finalle” dessa ópera (bufa) da educação encenada - onde o poderoso corta árvores à toa, apenas para sua majestade “ver” - como se dizia no tempo do império. Claro, as razões egolátricas desse exibicionismo fútil compõem as deficiências da tal educação de berço para explicar o fenômeno político-administrativo observado, emprenhado pelo próprio mau gosto e depois exposto em placas vistosas deixadas por onde passou: sem sequer conhecer ditames éticos obrigatórios, inerentes à função e à própria educação.

Patologia exposta

Ou seja: a própria falta do sentido ético. E as razões ocultas nessa “obra” a mais deseducar. Pois sob intenso abuso de poder e, patologicamente a premiar subserviências em prática de crimes ambientais - as quais altivamente deveriam ser recusadas por subordinados (ensinamento do jurista Hely Lopes Meirelles a propósito – clique aqui para ver), intentou-se exibir como se grande obra fosse um barracão onde se praticam crueldades contra animais - do qual estaríamos cobertos de vergonha se algo ali tivéssemos a subscrever em atenção ao código da engenharia estabelecido pelo CREA: onde o cuidado primeiro, ambiental, virou norma obrigatória para qualquer ato de engenharia ou arquitetura a se praticar no País. Mas, no entanto, sequer lembrado “reformar” esse barracão horroroso em todos os sentidos: bem o mostram as galinhas torturadas nessa foto aí acima. Principalmente pelo prejuízo pedagógico emprestado, deformador da educação no bojo da “Gestão Ambiental” internamente traduzida em “obra pública”. Certamente arquitetura inspirada pelo Sr. Torquemada, aproveitada nesse contexto para alguma ementa de curso ministrado na EAFI referente à criação de galinhas em câmaras de tortura. Pois para mais se torturarem galinhas, acrescentam-se esteiras e automatizam-se os processos com "gaiolas modernas" agora também em dois andares. Tudo, verdadeira “linha de montagem” automatizada, a funcionar como fábrica de ovos.

Ora! Sequer atinam para a exploração animal no contexto do processo biológico alterado. E pelo posicionamento da ave colocada em condições de sofrimento permanente, como ensinado – tudo por mesquinha e equivocada razão de valor monetário. Pois razão essa à parte, trata-se de um barracão horroroso em todos os sentidos como acima afirmado. Apenas antes, talvez com mais pudor administrativo, antes prática escondida em meio ao bosque de Sibipirunas e Ciprestes derrubados sob absoluta desnecessidade - senão mostrar o barracão. Pois trata-se de obra aberrante exposta - desde a estética ambiental afetada, sem acordar para quanta alternativa educacional contrária se pode oferecer para melhor aproveitamento da estrutura existente na EAFI - pedagogicamente corrompida. Pois o desrespeito ao meio ambiente e aos animais se tornou prática virtualmente ensinada. E corriqueira, a prática da vulgaridade aplicada.


A alternativa educacional sequer cogitada


Pois ora veja quanta ignorância e presunção de suficiência terminou por revelar a direção ora finda da EAFI no bojo do ensino de avicultura! Para melhor explicitar sobre quanto o mundo pode ser melhor e mais prazeroso na relação dos homens com os animais entre presa e predador - com melhores resultados finais econômicas, ambientais e ecológicas – aqui incluem-se textos certamente aproveitáveis ao ensino em cursos de "Gestão Ambiental". Pelo menos, espera-se, educacionalmente mais capazes de construir novos estados de consciência em favor do futuro da humanidade e do planeta. No caso, aproveita-se textos produzidos por criadores capazes até de exibir melhores resultados finais -mesmo dentro do contexto da exploração do homem pelo seu semelhante animal. Inclusive, como se vê, por decorrência, benefícios para a saúde humana.

Um desses textos aduzem teses capazes de proporcionar melhor "gestão ambiental em agropecuária". Relatam a experiência dos Yamaguishi, conhecidos criadores de aves no Estado de São Paulo. Pois muito diverso da situação mostrada na foto onde as infelizes galinhas nem tem espaço para esticar as pernas ou mudar de posição, os Yamagushis falam do estado de "felicidade das galinhas" pela simples possibilidade de "ciscar" (pergunto: alguém já se imaginou dentro de uma gaiola sem se poder mover? Como galinha, sem sequer um simples "ciscar" no chão?) E onde ainda acrescentam a recomendação, segundo a qual concentração de aves no aviário não deve ultrapassar 3 aves/m² na fase adulta. E ainda ensinam que os poleiros devem ser elevados em vários níveis, pois isso favorece o comportamento natural das aves, as quais dormem empoleiradas, cada qual a escolher a altura adequada.

Mas como se pode ver pela prática pedagógica a mais ainda promover embrutecimento e insensibilização humana, tudo isso passa longe no vergonhoso barracão da foto (aviário da EAFI) agora exposto após a derrubada do bosque circundante
(clique aqui para ver). Pois essas lições elementares dos Yamagushi podem muito bem passarem a ser ensinadas em substituição hoje visto na EAFI: onde ao final, nessa pseudo "Gestão Ambiental em Agropecuária", termina-se por ensinar a estressar e torturar animais - impiedosamente confinados em gaiolas onde mal podem se mexer - para depois transmitir ao homem os males derivados desse sofrimento.Pois inconformado com essa prática e com a derrubada do bosque para expor um barracão onde se ensinam tantos desvirtuamentos como se fosse uma "grande obra", protocolei junto à diretoria da EAFI no dia 10 de janeiro último o requerimento de "certidão de despacho" através do qual solicita-se à diretoria responsável transcrever as razões explicitadas em processo administrativo exarado pela autoridade responsável pela derrubada das árvores, as quais se acrescem o despautério educacional verificado.


Ao futuro, com carinho

Felizmente, porém em toda essa história há o que se aproveitar, pois mais felizes agora serão os tempos - não obstante, no caso presente ainda tratar-se de reincidência sob danos permanentes pelo significado das árvores e pela prática escolar denunciada. Pois trata-se do desrespeito generalizado e agressivo ao meio ambiente. O mesmo anteriormente denunciado ao Ministério Público no ano passado (clique aqui para ver) em local onde ao invés das mazelas do presente se pretende estabelecer equilíbrio ecológico, sustentabilidade ambiental e, desenvolvimento político e econômico. Ou seja, local onde hoje ao invés de devastações, poderíamos, em sentido contrário, instalar o Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental (IDEEHIA) cogitado como embrião da futura universidade na forma requerida às autoridades do País para melhor ocupação, uso científico, escolar e, proveito educacional difuso.

Pois a partir desse local marcado no ponto pelas coordenadas geográficas correspondentes à uma pedra localizada nos fundos desse imóvel devastado, poder-se-á lançar o Projeto Ambiental de Inconfidentes conforme já está referido mais abaixo aqui nesse mesmo Blog. Pelo menos, melhor poderá se aprender a própria temática da avicultura - assunto específico pelo qual nos servimos do exemplo; ao qual ainda se junta falsificação ideológica em documentos oficiais, derrubada de árvores e, desconhecimento de práticas do ensino onde animais são respeitados como grade curricular.Abaixo, reproduzo os termos do requerimento ainda à espera de resposta nos termos da Lei. Claro, para as providências cabíveis em recurso às autoridades nele indicadas.



São os seguintes os seus termos:



Excelentíssimo Sr. Diretor da EAFI - Escola Agrotécnica Federal de Inconfidentes - MG


Ref. Requer certidão na forma da Lei.





Raul Ferreira Bártholo, cidadão brasileiro, portador da Carteira de Identidade Nº 3.822.433 e Título Eleitoral Nº 109716480159 (Zona199/seção004) - residente à Av. Alvarenga Peixoto, 193 nesta cidade de Inconfidentes, Estado de Minas Gerais, tendo em vista possível reincidência em crime de natureza ambiental e administrativo no interior da fazenda da EAFI, como assunto tratado pelo Inciso I do Art. 15 da LEI Nº 9.605, DE 12 DE FEVEREIRO DE 1998 ao dispor sobre as sanções derivadas de condutas e atividades lesivas ao meio ambiente, entre outras providências; mui respeitosamente, vem requerer certidão sobre despacho exarado em processo administrativo para autorizar os cortes de árvores (Sibipirunas e Ciprestes) conforme mostram registros fotográficos do bosque devastado. Para tanto, abaixo e sob legendas, aduz a foto Nº 1 seguida pela de Nº 2 a evidenciar a necessidade das razões contidas no referido despacho para derrubada do bosque serem - outras - senão apenas deixar exposto simples barracão existente, antes oculto e cercado pelas árvores. Para tanto requer à autoridade em exercício a Certidão do Despacho correspondente no prazo de 15 dias estabelecido pelo Art. 1º . Lei Federal Nº 9.051, de 18 de maio de 1995.

Cumpre informar que a pequena obra anexa ora efetuada e também mostrada na foto, sequer atinge a primeira fila das árvores lindeiras derrubadas. Evidencia, portanto, a inteira desnecessidade dessa devastação - senão expor o barracão agressivo à paisagem ambiental - mostrado na foto. Dada as características da obra, cumpre ainda informar ser essa execução infratora quanto ao cuidado ambiental agora também exigido pelo Código de Ética dos profissionais responsáveis - segundo constata o requerente do ponto de vista técnico e construtivo. Norma essa exigida pelo sistema CREA/CONFEA nos termos da Lei Nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966 – ainda em vigor. Dante do interesse público afetado pelo desvirtuamento dos propósitos educacionais agregados aos futuros profissionais - pela prática desse ensino - cumpre informar ser tal procedimento pautado pela desobediência

ao referido Código Ético, como exemplifica a própria derrubada de árvores protegidas por Lei: sem firme, sólidas e justificáveis razões, além das autorizações do IEF e outras. Pois constitui ato contrário ao espírito da Gestão Ambiental como ensino profissional também visto sob tutela do sistema CREA/CONFEA - para efeitos de registro profissional e limitação de atribuições. Pois questionada pelo mérito e, a menos das razões contidas pela certidão de despacho requerida, a documentação fotográfica aduzida configura o ato de desvirtuamento técnico e administrativo pendente de providencias pela Curadoria do Meio Ambiente quanto à flora por priorizar visibilidade a barracão de questionável estética e prática ambiental. Quanto à fauna, embora, porém, assunto à margem das razões do despacho requerido quanto às árvores, por destinar-se a promover exploração sob sofrimento aos animais. E simultaneamente, estimular embrutecimento e insensibilização humana: direitos dos animais em valores como prática de ensino agregada.

Esclarece o requerente que a finalidade da certidão será compor ementa pedagógica para aproveitamento em curso de Gestão e Engenharia Ambiental a ser ministrado no interior de futura Universidade Federal ora cogitada com melhor aproveitamento de estruturas existentes. As razões pela certidão requerida destinam-se a subsidiar proposta às autoridades do MEC, assim como providencias em instâncias educacionais e administrativas também existentes no município de Inconfidentes. Outrossim, subsidiar representação ao Ministério Público para finalidades previstas no âmbito dessa competência em tutela asseguradora do interesse ambiental ferido sob possível crime configurado.


Foto 1 – Situação anterior. Observa-se o pequeno bosque ao centro da foto. Formado por linha de Sibipirunas à frente, e Ciprestes atrás. Nota-se em seu interior, semi encoberto pelas sombra, o barracão existente destinado à prática de avicultura confinada.








Foto 2 – Situação posterior. Observa-se o efeito da devastação. Foram cortadas todas as Sibipirunas à Frente e as linhas de ciprestes laterais. O barracão ao qual a obra externa se agrega, tornou-se visível por três lados a satisfazer propósito expositor. Certamente obra clandestina, não se identificam placas de profissionais responsáveis pelo descuido ético nos termos da Lei. 5.194/66.









Inconfidentes. 10 de janeiro de 2007

Pelas razões expostas,

Pede Deferimento.

Raul Ferreira Bártholo

terça-feira, 5 de dezembro de 2006

Dos meios aos Fins.


Carta ao Povo de Inconfidentes - Parte I



Se em algum lugar do mundo a luta tiver de ser mais verdadeira no sentido da libertação e emancipação de povos governados sob falsos valores, e sofrer consequencias, até ambientais, este será Inconfidentes. Sem dúvida. Pois aqui nascemos e nos fincamos à Terra. E ao pensar no restante do Brasil onde se repetem mazelas contempoâneas, jamais aceitaremos perde-la, como terra e País, por falso valor empenhado, crença em ficção e poder aplicado - por fútil dinheiro qualquer.

Pois acima de tudo proclamamos a vontade oriunda da potência biológica do próprio ser, saber e produzir destino: pela técnica e consciência de governar com justiça, ciência, filosofia e poder aplicado.

E sobrelevamos a razão meridiana da potencia e poder difuso da educação libertária sobreposta ao discurso da "servidão voluntária" - hoje ainda dominante, às custas do futuro; aliás, promovido pelo próprios representantes desse poder aviltante hoje instalado junto à administração publica. Enfim, por representantes apenas de si mesmos. Apenas herdeiros. Esquecidos da própria história pela energia transformadora despendida desde tempos memoriais - também pelas guerras do passado. E pelos ideais e razões libertárias sobrepostas.Eis o vergonhoso retrato do presente: País sem destino. Acéfalo. Desfibrado.

Pois queremos outro rumo para o Brasil. Também pelo planeta, pelo traçado da curva histórica como projeto e construção. E ajuste dos meios aos fins.

Não será pedir demais à inteligência da humanidade à esta altura da própria história - representada pela parte pregressa da curva - tomada sob equívocos em teorias de valor. E cuja revisão se exige tanto no contexto de Inconfidentes, como no bojo da teoria geral do desenvolvimento como arquitetura histórica a se intentar.

Eis daí, contraposto, quanto importa o Projeto Ambiental de Inconfidentes como contribuição à humanidade. Eis quanto importa o reerguer por nossas próprias fibras, saber e pensar.Dos meios aos fins, portanto.E aí se insere a instrumentalização proposta (universidade especializada por campo de saber LDB – Inciso III; Parágrafo Único – Art. 52) sob intensa crítica ao desvirtuamento da atual EAFI em afastada do fim educacional emancipador, libertário.

Pois urge recuperar o potencial restaurador de energias próprio de Inconfidentes desde sua formação para nos inserimos em nesse campo de luta pelas ciências e ética de aplicação. Força e potencia educadora da qual historicamente sempre fomos capazes em favor da coletividade - desde esse campo de observação humana, investigação tecnológica e, melhor gestão dos recursos públicos. Também pelas estruturas disponíveis entre ociosas ou sub-utilizadas.

Pois eis, de novo, a necessidade de removerem-se patologias do presente - tal como removeram-se grilhões educacionais no passado: quando o aluno, "educando" antes conhecido e designado apenas por número, passou a ter nome próprio, respeito, e assim ser chamado. Cidadão primeiro, desde a nascença. E responsável final por si. Após extinguir a figura do "guarda" de aluno, essa foi a herança estrutural deixada pelo educador João Moreira Bártholo (1912-1988), meu pai, quando aqui passou e instalou a primeira centelha libertária na antiga EAVM (1958) .

Evidentemente hoje a desvirtuada EAFI marca passo pelo tempo, voltada à educação para a submissão. A educação emancipadora para o Poder terá de vencer patologias do presente. E isso é quanto se espera como novo salto qualitativo a modificar estruturas viciadas e ociosas da antiga Escola: é quando dentro do Projeto Ambiental de Inconfidentes retomam-se revisões sobre teorias de valor. E impulsiona-se a teoria do desenvolvimento como ciencia aplicada. Pois como cabe entender, a esta se ajusta a curvatura histórica em proposta - ensaio em arquitetura libertária marcada pelos fins. E desenvolve a Engenharia, marcada pelos meios. Por fim, expressa a utopia e, eleva a consciência motora. Pois em lugar das mazelas do presente, como saneamento básico preliminar e, pelo espírito indutor, crítico e prospectivo, ter-se-á em Inconfidentes, o novo módulo educacional voltado à educação para o futuro; e o destino se tornará projeto aplicado pela potencia da crítica. E por sobre o poder materializador haverá de escorrer a razão (dialógica) e se estabelecer consenso normativo buscado. Pois eis a quanto se ajusta pelo intento o Projeto Ambiental de Inconfidentes.

Pois em favor do Brasil emancipado, aqui firmados no inconformismo ante o presente e com a potencia universal disponível, estaremos a nos expressar (pela práxis) no bojo do debate aberto; dispostos a promover a luta metódica pela liberdade econômica, paz política, justiça e progresso social para todos os povos. E pelo espírito capaz de transcender misérias do presente, o antigo Patronato Agrícola Visconde de Mauá, instituição correcional ante pequenas mazelas humanas do passado – ressurge pelas cinzas dos valores presentes na atual EAFI, agora a enfrentar as grandes questões da humanidade. Requer-se, portanto, onde justamente houve devastação e mau uso, o local para sediar a implantação do projeto embrionário da Universidade Federal de Inconfidentes. Local de onde, em contraposição, se intentará infletir a curvatura da história. Eis o projeto firmado e a perspectiva aberta.

* * * * *

Ensinaram nossos antepassados valores em educação - hoje vencidos pela crise e, reformulados sob crivos de revisão. Cumprimos também essa etapa forçados, até pelo amadurecimento coletivo da espécie (humana). E por eles permeamos nossa transição ao futuro para novo estado de consciência destinado a formar novo patamar de civilização.

E hoje em favor do futuro acumulamos lições do passado. Em termos de aprendizado exemplarmente temos, em Inconfidentes, lutas contra tiranias do poder autocrático, despreparado e imaturo. E nesse contexto, o cerceamento das liberdades de expressão evidenciam o exercício patológico do poder emprenhado de razões subalternas: não ousam sair das sombras. Aliás, atitude pedagogicamente perversa quando, como soe demonstrado, substitui o dever ético pela cumplicidade subserviente ao estabelecer códigos de conduta para subordinados. Pois para atuar na esfera pública, pela práxis pedagógica esse poder haverá de ser educado, desenvolvido e, pela legitimidade, subordinado à razão - capaz de se expor ao sol do grande meio dia.

Em suma: diante dos males do presente, Inconfidentes por sua história e potencial tem muito a ensinar desde a última eleição para a diretoria da EAFI. Em vão esse poder deformado tentou obstar a criação do Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental. Fugiu ao debate aberto. Fraudou editais. Falsificou verdades em documentos oficiais. E foi incapaz de responder. Resta a indignação.

E hoje, impotentes, por vingança cortam árvores e destroem patrimônio histórico.
Foram incapazes de fazer melhor. Portanto, se a isso se resume a patologia estrutural do presente em busca de perpetuação, pedimos licença para apresentar o Projeto Ambiental de Inconfidentes.



sexta-feira, 1 de dezembro de 2006

Direção da EAFI reincide em crime ambiental: Afinal, qual espécie de "Gestão Ambiental" é essa?

"Aprés moi le déluge"
(Depois de mim o dilúvio)

Em termos de educação aplicada, falta de ética e desperdício de recursos públicos, nada poderia ser mais melancólico do que


(Na foto, ao centro, até 02/12/2006: pequeno bosque de Sibipirunas e Ciprestes. Hoje, 03/12/2006: derrubadas para construir barracão no lugar. Ou então atôa, senão desvairada vingança pela derrota)

esse final de mandato da atual direção da EAFI:
após começar, ao início, flagrada e processada na Justiça por práticas de anonimato calunioso - para conseguir o cargo de direção (clique aqui para ver). Cansou-se, de perseguir desafetos entre professores, alunos, funcionários e, deixa como herança verdadeiras aberrações em obras mal projetadas, construídas e outras inacabadas a revelar pela mesquinharia construtiva o próprio tirocínio administrativo diminuto.


E durante esse tempo, pela reduzida serventia educacional e pedagógica - senão pela exaltação personalista, autocrática, sem autocrítica e disposta em placas vistosas - atuou em desfavor das gerações futuras. E acrescentou abusos de poder para mais retardar processos educacionais, além de somar desvios de finalidade em termos de aplicação de recursos públicos. Tudo isso, evidentemente permeado pela criação de cursos de fachada, enganosos, de curta duração: destinados a iludir alunos - como se fossem cursos superiores de capacitação plena. E tudo isso, sem pejo de ainda somar crimes ambientais como prática pedagógica associada (já denunciados às autoridades) . Para agora, em despedida do cargo, coroar-se com derrubada de bosques de árvores copadas (sibipirunas e outras). Tudo, por motivo fútil. Verdadeira satisfação à própria vaidade e ato vingativo de arrogancia nesse final de mandato. Nada poderia ser mais lamentável.

Evidentemente não bastaram os crimes ambientais (cometidos sob responsabilidade) para desqualificar, pelo mérito, o próprio curso de "Gestão Ambiental" hoje oferecido pela EAFI. Aliás, foram crimes denunciados ao Ministério Público (clique aqui para ver). Pois a julgar pelos atos da direção, desde o tirocínio administrativo revelado, indubitavelmente tornou-se o curso mais despropositado (ministrado em escola pública federal) para ensino da tal "Gestão Ambiental na Agropecuária" (sic).


Eis a conclusão às avessas, a exigir providências pelas autoridades superiores do MEC e, outras, também no âmbito policial (clique aqui para ver) depois de se comprovar até falsidade ideológica como outra pedagogia aplicada (inverdade em documento oficial sob solena brazão da República). Pois na atual EAFI, onde se ministram pretensos cursos de "gestão ambiental", para a prática pedagógica ficar mesmo bem assimilada pelos alunos, a própria direção da escola, agora, exemplar e inutilmente derruba bosques (sibipirunas). Enfim, impune reincide e comete o mesmo crime ambiental - antes denunciado!

Pois mais uma vez, como se vê, a título de pedagogia aplicada à essa nefasta "gestão ambiental", se praticam (ainda impunemente) novos crimes para espelhar ignorância ou o intencional desrespeito à Legislação ( ex: Lei Nº 9.605 de 12/01/1988 - Seção II - Dos Crimes contra a Flora: Art. 38. Destruir ou danificar floresta considerada de preservação permanente, mesmo que em formação, ou utilizá-la com infringência das normas de proteção:Pena - detenção, de um a três anos, ou multa, ou ambas as penas cumulativamente. clique aqui para ver).

Pois o bosque de árvores frondosas mostrado na foto (ao centro), já não existe mais. As árvores foram derrubadas. Tudo, para em seu lugar se construir "barracão para caprinocultura", segundo consta. Só mesmo diretoria exemplarmente desqualificada como essa poderia conceber projeto onde se derrubam árvores para construir barracões! Os quais muito bem poderiam ser construídos em qualquer outro lugar no interior imensidão de terras disponíveis da fazenda!

Não há desculpa para esse projeto tão sem ética profissional desde a concepção. E irracional pela finalidade em si!

Ora! A "coisa" antipedagógica não termina aí. Trata-se do desvirtuamento da própria engenharia em si.
Pois a tanto gaba-se a própria direção escolar por esse título honroso do qual seria portadora. Pois agregada às finalidades do ensino e pesquisa, trata-se do próprio exercício profissional da engenharia espelhada como atividade no interior da EAFI em conformidade com letras da Lei Federal Nº 5.194 de 24/12/1966 [ Clique para ver: Art. 1º e Art. 7º - Letra (d)].
Tanto mais, quanto o próprio CONFEA/CREA recentemente introduziu como postura obrigatória a exigência do melhor cuidado ambiental. "Coisa" exata e objetivamente inserida entre disposições do novo Código de Ética dos engenheiros. Pois o autor ou responsáveis por esse projeto, além de desconhecerem a própria "gestão ambiental" em si, ainda mostram desconhecer o próprio código ético ao qual estão obrigados a cumprir. No caso, nada poderia ser escolarmente mais criminal. Lamentável! Sinceramente, como pena acessória, pedagógica, para se aplicar em favor das futuras gerações, seria o caso, sim, de cassar registro profissional: pela nocividade da atuação!




* * * * *


Pois em seguida, nesse blog estarão publicadas fotos da derrubada com motosserras.

Ah, sim. Foi acionado o CODEMA e a Policia Florestal para constatar a devastação.
Certamente a melhor e mais correta pedagogia em "Gestão Ambiental" por parte das autoridades superiores, será agora aplicar à lamentável direção da EAFI a punição exemplar merecida.

Ora, com tanta área disponível, a proposital derrubada e de árvores só se explica como forma da mais mesquinha vingança pessoal (depois de mim o dilúvio) pelo fato de haver perdido a eleição pr 75% dos votos!

Ao sucessor, a terra arrazada.

sábado, 25 de novembro de 2006

Para efeito de registro

Aspectos da reunião no CODEMA

Após divulgar Carta Aberta aos Professores da EAFI dias antes relativa ao projeto ambiental de Inconfidentes, o qual importa em criar a Universidade Federal no contexto desse projeto agregado às teses iniciais da Engenharia Ambiental a melhor aproveitar próprios federais, disponíveis, devo agradecer à Profª Leila, presidente do CODEMA a gentileza do convite encaminhado pela administração pública de Inconfidentes - segundo seus próprios termos, para o "bom andamento da consciência ambiental". E devo agradecer a honra de haver-me proposto a eventual presidência local desse órgão criado pela Lei Municipal Nº 743 de 16 de julho de 1997 - cópia manuscrita compartilhada, sem menção à local e data de publicação.

Evidentemente agradeci e declinei a deferência - dada a impossibilidade de assumir esse encargo; pois seria desviar tempo e dedicação a assuntos essenciais tratados pela tese acima relativa ao projeto em andamento a propósito de Economia, Ambiente e Administração Pública. Exatamente, o objeto da carta aberta supramencionada: como engenharia e arquitetura política e social. Pois para mim, estaria já suficientemente gratificado após havê-la exercida na cidade visinha de Borda da Mata e, permenecer como conselheiro solidário à ação (exemplar, diga-se de passagem) do Ministério Público local no trato da questão ambiental.

Enumerou a Prof. Leila a série de problemas locais enfrentados ainda a espera de providências pela administração pública municipal; conforme se sabe, desde o problema do "lixão", do tratamento de esgotos, arborizações, etc.

E as decisões sobre escolha de novo presidente transferiam-se para datas posteriores.
De minha parte, encareci o apelo à permanencia da Prof. Leila.
Até mesmo, como agora, ao lembrar a possível falta de fundamentação legal para impedimento - como quero crer, sob evidente constrangimento. Pois a lei, manuscrita não traz sequer registro de publicação. Como considera-la válida? Pois no município, sabe-se, as leis não são publicadas. Aliás, tal fato já comprovei para contestar processo que a prefeitura tentou mover para cobrar imposto indevido: documentos objetivos e certidões do poder público municipal confessam a inépcia administrativa até então revelada e o desconhecimento das leis.

E para o melhor andamento da consciencia ambiental, cumpre lembrar a importancia da Lei do CODEMA. Pois essa lei atribui poderes até para depois de "exercer poder de polícia" (Art. 2º - Inciso VII) e, "dosar e julgar penalidades previstas na legislação ambiental do município" (idem, Inciso VIII) . Se faltar publicação, faltará tudo. E para valer, terá de estar cuidadosamente publicada para vigorar e assim salvaguardar o interesse difuso por ela tutelado - através do CODEMA. Certamente tal verificação será um primeiro passo, para as ações adminstrativas, econômicas e ambientais obterem o melhor andamento possível - em termos de consciência ambiental aplicada ao processo. Resta ver.

quarta-feira, 15 de novembro de 2006

Prefeitura e Codema convidam para "bom andamento da consciência ambiental"


Civilização: o novo patamar

Pelas mãos do Vereador João Carlos Rabelo, (ontem, sob protocolo) , recebi da Prefeitura Municipal e do CODEMA de Inconfidentes honroso convite para reunião marcada (17/11/2006), com o objetivo de estabelecer o "bom andamento da consciência ambiental"; pelo mote, convite esse a se retransmir de modo amplo.

Agenda para avanço: Para o dia seguinte, na sequencia de datas continua confirmada a reunião marcada com os professores da EAFI pela carta aberta anteontem postada em matéria abaixo.

quinta-feira, 9 de novembro de 2006

Carta aberta aos ilustríssimos Srs. Professores da atual EAFI, ex-EAVM

Foto: pedra em local cogitado para sediar o IDEEHIA junto à curso d'água em vertente formadora do Rio Mogi Guaçú, pela margem direita:. Local de nascença, inspirador do projeto situada em ponto de coordenadas geográficas correspondentes a 22º 18’ 32,4” (S) e, 46º 20’ 4,6” (W)

Sobre o Projeto Ambiental de Inconfidentes

Convite para reunião preliminar


Sr(as) Professores (as)

Na qualidade de ex-aluno dessa instituição (1962) da qual ainda, in memorian, meu pai foi diretor (1958 –1970) a romper grilhões educacionais do passado, gravados, desde então, pela força da última palavra a qual se junta o pleno conhecimento do potencial dessa Escola; configurações biológicas, ecológicas, humanas e materiais em próprios da União – disponíveis, pendentes de melhor aproveitamento (ver carta aberta ao Ministério Público - clique aqui); eis quanto permito exprimir sem desejar interferir em vosso processo renovador interno ao qual estimo o maior sucesso – ao considerar a vocação profunda dessa instituição. Aliás, voltada à educação desde 1918 – conforme documentos históricos candentes. Para compreende-la, mais uma vez, disposta a vencer mazelas do presente; capaz, portanto, de promover a mais profunda reciclagem de valores, usos costumes - contribuição local e generosa ao próprio desenvolvimento da espécie (humana) na Terra. Para incisivamente, nesse contexto propor, não só em favor do Brasil, mas para o mundo global das relações - profundas revisões – desde teorias de valor vigentes e pedagogia aplicada, sem contar criatividade e potencialidade tecnológica agregada ao próprio ensino e pesquisa. E torna-las indutora de inflexões a se intentar por sobre a curvatura histórica - considerada no bojo teoria do desenvolvimento a compor projeto. E pelo conjunto agregado às universidades como matéria a tratar, contribuir objetivamente para firmar o destino transcendente da humanidade. Ou seja, ousar, prospectar, projetar e estabelecer novo patamar de civilização a se instalar sobre a Terra – sob crítica ao presente.

Nesse contexto e, também com o objetivo de remover patologias culturais como parte da práxis revisora estruturalmente aplicada, situam-se como de imediato aproveitamento potencialidades educacionais virtualmente ociosas ou desprezadas na EAFI – capazes, porém, de contribuir em busca da transcendência proposta; da qual serão reflexo alunos e ex-alunos a exemplo de quantos desde o início aqui já passaram. Dentre os quais, homens de expressão valorada em ciência e saber, dispostos a proporcionar o melhor proveito ao atuar em favor da coletividade - especialmente na administração pública e no ensino, como tantos já o fizeram. Pois trazem como marca o espírito original - firmeza e correção - aprendido nessa Escola desde os tempos do Patronato Agrícola Visconde de Mauá. Certamente, em cada época haverão motivações pelas quais os professores sempre serão testemunhas.

Pois diante do quadro presente, tenho o prazer de convidar para expor aos interessados o Projeto Ambiental de Inconfidentes, no bojo do qual se insere o embrião de “universidade especializada por campo de saber” (LDB - Art. 52, Inciso III – Parágrafo Único) estruturada operativamente em cruzamento de organogramas do SISNAMA – Sistema Nacional do Meio Ambiente, para com os do MEC e outros ministérios no interesse da Gestão Econômica e Ambiental. E pela política pública aplicada, acresce projeto em educação e tecnologia emancipadora: também, pelo campo extenso, considerada em contribuição à própria reforma universitária e da educação.

Ao início, referem-se tais estudos à projeto (esboço preliminar) para curso de Engenharia Ambiental na forma então solicitada pelo Prof. Gabriel Vilas Boas (1994) a partir do ementário inicial instituído pela Portaria MEC Nº 1.693 de 5/12/94 e Resolução Nº 48/76 – CFE, aos quais foram acrescidas as demandas inspiradoras do Parecer Nº 226 referente à Educação Ambiental pelo então CFE e, as bases da realidade política, social, econômica e ambiental formuladas pela Secretaria do Meio Ambiente/MMA (1995) a propósito dos “Ecossistemas Brasileiros e os Principais Macrovetores de Desenvolvimento”. Estudo esse a conter o desafio da PNMA – Política nacional do Meio Ambiente estabelecida pela Lei Federal N° 6.938, de 31 de agosto de 1981. Cujo projeto nesse âmbito instrumental se completa como estrutura para cumprir objetivos do Art. 4º dessa lei. E cujas conclusões aos dias de hoje, permeadas pelo devido amadurecimento estão firmadas pelo documento encaminhado ao Prof. Gabriel em homenagem - ao vencer como último óbice a indisposição manifestada pela direção ora finda. Sendo resto, a implantação do projeto a ser publicamente exposto em busca do consenso ao qual se propõe.

Poderá o Prof. Gabriel atestar a intensidade da força propulsora - inicial e renovada – a atuar sempre no campo da esfera pública, disposta ao debate aberto onde viceja a verdade capaz sem subterfúgios. E atestará na nascença do projeto o recurso saneador hoje havido junto à autoridade competente para reconduzir a EAFI aos melhores destinos - fato último - a remover óbices de menor expressão. Potencializa cumprir, em conseqüência, ação educacional renovadora e melhor aproveitar estruturas disponíveis. Motivo esse pelo qual hoje, vencidas dificuldades locais e gratificado pela possibilidade, convido professores da atual EAFI para encontro em reunião preliminar destinada à exposição de teses e documentos de interesse agregado.

De outra parte, já como ação instrumental no contexto da teoria do desenvolvimento tida como intenção, educação para o poder, planejamento instrumental, ciência e tecnologia aplicada, estender convite para audiência (já solicitada) à Reitoria da UNICAMP. Objetiva essa audiência tanto conferir minuta dos Estatutos do IDEEHIA, Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental nos termos de Carta Aberta protocolada por último em 26/10/2005 – instituição considerada embrião dessa futura universidade - como solicitar, sob custódia, guarda e conserva de documentos destinados ao acervo inicial [Decretos D. Pedro II (1858 e 1862) selos do império e demais documentos – termos de doação encaminhados à SPU – Secretaria do Patrimônio da União (audiência Pública – Inconfidentes, 17/04/2006)]

Assim formulo o convite para reunião destinada aos professores interessados, marcada inicialmente para as 20 hs do dia 18 de novembro próximo, onde disponho de pequeno auditório com capacidade para 20 cadeiras. Chá e café serão servidos à Av. Alvarenga Peixoto, 193. Até a véspera, solicita-se confirmar presença pelo e-mail: ideehia@hardonline.com.br
Inconfidentes, 07 de novembro de 2006.
Raul Ferreira Bártholo

ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.