ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

Pedra fundamental requerida. IDEEHIA. Centro de Estudos
Local(GPS): 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)

e-mail: exemplodeinconfidentes@gmail.com
Sempre serão bem-vindas toda correção, crítica e aperfeiçoamento.

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segunda-feira, 23 de julho de 2007

Depois de passar por Carmo e Borda da Mata, Bastião Bento chegou a Inconfidentes. Sem perceber quanta "modernidade" ilumina a Bolsa de Nova Yorque




A conta de luz em Campinas (SP) é 85% mais barata do que em Inconfidentes (MG)! E sem nem entrar na conta as de Borda da Mata, as quais ainda sem tempopara nada Bastião Bentoaindadeixoude verificar. Mas, Porque tãomais caras? Não pode escapar-lhe a pergunta.

















Capítulo I - Bastião Bento se queixa aos deuses






Pois Bastião Bento quedou-se de ver, admirado. E mais abestado ainda estava com essa "modernidade" tecnológica ao preço da agonia disfarçada ao balanço de cada enxada na roça ao quanto se lembrava. E tudo saído da musculatura também a cavar nas Minas Gerais o outro valor da terra. Tudo ferro, riqueza e mineral em prosa e verso cantados pelo poeta desde Itabirito.








Pois abaixo dessa inspiração para chegar à transpiração pela escravidão ao vil metal, e ao medir o sacrifício dessa musculatura para tanto e para nada a cada por de sol como restos a contemplar, Bastião Bento sempre teimoso e renovado na esperança vã concluiu: jamais se nivelarão por baixo montanhas e águas de de Minas Gerais.











E montanhas acima ficou ao contemplar as contas que lhe chegavam: sempre aumentadas ao valor de cada enxada - a mais, sem outro tanto pela mesma energia em luz, poder e calor equivalente: sem entender esse novo apagão financeiro sob os fios da CEMIG. Chegou a cogitar se o caso seria pedir para a CPFL dar um jeito de esticar os fios por aqui...








Pois assim pensava se melhor seria viver na capital. Até para ser mais barato, se melhor não fosse por querença morar na Roça. Para de novo querer nascer. E por onde possa depender de si. E ter, da natureza para viver, o direito básico. Por sua força, bastar querer plantar, cuidar, colher e capinar. Primeiro direito assegurado desde o tempo das terras comunais a qualquer habitante da Terra, lembrou de já ter ouvido falar em algum lugar.

(Ah, sim: bom dia Dr. Smith - se de bom tamanho lhe é o figurino, pelo testemunho isento aqui aproveitado pela lembrança. E principalmente a quem designa a força pobre como direito natural para melhor se prover na vida. E o trabalho como direito natural. E a quantidade, a medida do valor - primário).





Cada ser, pela natureza. Assim pensava, Bastião Bento. lá pelos idos de 1950 lá em Carmo da Mata, na Fazenda das Araras entre prendas do Bispado local - também local de pequena reforma agrária exemplar, do qual se lembrava Bastião Bento ao percorrer o oeste mineiro à bordo de suas lendas entre justiça e prazer: pela terra, capital e trabalho. Pois Bastião Bento imaginava comosempre imaginou o mundo de outra maneira. E ao contemplar a "civilização" pelo progresso alcançado, ficou sem conseguir entender, afinal, porque teria de ser sugado pelas contas de Luz da CEMIG - se nascera livre, para morar em Minas Gerais e, não era escravo de ninguém.





Pois lá em Carmo da Mata, quando ia a cidade, a luz era do gerador da prefeitura. E sete da noite a gente já ia pra cama ou acendia o lampeão -para ajudar a iluminar o tomate vermelho que era a lâmpada naquele tempo. Pois alí, a chegada da CEMIG foi um progresso. Vinha a conta, mas tava certo. Tinha luz.





Mas agora chegou a Inconfidentes... Tem conta... Mas não tem Luz! Vai pra iluminar a torre de Nova Yorque de uns "dotô" engravatado e de sorriso iluminado - me desculpem a expressão; pois Bastião Bento nem em sonhos ofenderia qualquer pessoa em si - senãpo pela função pública exercida. Pois o que Bastião Bento não suportava, era o parasita social ede sorriso enfeitado na Bolsa. E aindamais no caso, pois veria o cume da ficção financeira tomar como tributo retido na fonte o arrecadado pela CEMIG sem outra explicação. E ainda mais por uma empresa Estatal de carater monopolista sobre bem difuso energético, essencial ao progresso geral. E era isso pensado no trajeto quanto Bastião Bento tinha na cabeça enquanto atravessa vale do Jequitinhonha. A ao invés ainda via o resto da miséria ali plantada. e o surrupio do produto da renda extorquido até na conta do homem rural.


E a CEMIG, a agir como "soberana" absoluta, senhora da vida e da morte sobre povos montanhas acima e abaixo. Como se cobrasse a taxa pela iluminação dos deuses contada no trabalho: martelo namão, batida na bigorna a torcer oferro -arte e ciência aplicada ao trabalho capaz de organizar a vida e promover nova colheita. Pelo menos, ao quanto aprendeu, pelo o uso dito "racional dos recursos da natureza'". E para pelo menos com ele, promover o bem comum como arte e ciencia aplicada - já que pensar e planejar o que fazer com o recurso público arrecadado seria sempre necessário. E assim entendida essa doutrina posta e reposta sobre a humanidade desde quando descemos das árvores, ensinaram-nos os Arapexes, povos primitivos da história.





Quando concebiam o mundo como um "jardim". E o importante era as crianças, osporcos e o inhame medrarem, em respeito carinho e continuação da vida pela Terra, lugar apropriado aoqual chegáramos. e era a pensar nessa mudança em concepções de caminhos, que Bastião Bento desfilava seu rosário. Enquanto isso, todos acreditavam: conversava com os deuses.





Mas na verdade, hoje todos tinham uma certeza: estava a queixar-se das taxas de luz e das contas da CEMIG.





E aí resolveu começar a escrever a Carta ao Governador.








Mero preambulo introdutório à Carta ao Sr. Governador.


E depois, pela razão exposta a partir do"Exemplo de Inconfidentes"


E publicado em local descrito sob chancela da editoria: "Para o Povo Saber"





Pois Sr. Govenador,





É a gente. De novo agora, a ter de escolher: será melhor acender o Lampeão em Inconfidentes ?? Pois olha... Seria Inconfidentes s 8ª maravilha a comemorar o futuro turistico -pelo uso e pela volta ao lampeão prazeiroso. Restaurado o espírito antigo da cidade época marcada no tempo. Ganharíamos todos a partir desse primeiro projeto de iluminação e prazer -deliberado, escolhido pelo povo iluminado. À luz de lampeão. Mais economia. Mais prazer.


E pelos fios da CEMIG que melhor porveito o façam as maritacas pelo excedente do balanceio sob carga aliviada pelo lucro redistribuido, retornadode Nova Yorque por pédido de auditoria que Bastião Bento cogitava fazer em futuro, se por mais tempo houvesse, após chegar a Inconfidentes e tropeçar nas contas da CEMIG.





Pois antes, láem Carmoda Mata, era só ir à cidade para comprar: sal e querosene.


Melhor, mais saudável e mais barato, tudo ficava pelo escambo. E Bastião Bento resolveu que deveria mesmo fazer um relatório ao governador. Aliás, antes que viesse o rapaz da CEMIG cortar a luz.











Pois da Fazenda das Araras, como se lembrava ao montar para ir à venda na cidade, Bastião ainda levaria a farinha de milho amarrada ao lombo do cavalo. Um saco de cada lado, sempre levava.. E ainda sobra troco para comprar "morim" e "chitão".











Pois que do resto, era só buscar no fundo do quintal e aprender a repartir as abóboras.


E sarado das dúvidas sobre as injustiças, irem à missa, pedir perdão ao padre e para jurar que não cometeriam mais - arrependidos, para começarem a ser perdoados... Assim também doi comose instalou até o Don Camilo e seu modo de pensar por sobre os privilégios da Corte onde Pepone embora destronado deixara fitas gravadas para serem tocadas depois nos alto falantes da igreja. E depois, aqui se perguntar: alguém tem mais alguma coisa a acrescentar?





O Sr. Governador certamente costará de ler o romance do Sr. Giovani Guareschi.


E verá, que se Inconfidentes apagar as luzes e voltar a abrir portas e janelas dadas para as ruas, com aberturas em postigos para serem contempladas suas salas das ruas e até cobrariam taxa de ingresso para conservação do Estado Patrimonial pela convivência prazerosa.





E turisticamente teriam construido o próprio teatro - prática educacional demonstrada em urbanismo e projeto como"sonho" pormelhor utopia - diante da realidade presente.


Pois aqui Bastião Bento tropeçava o pincel do arquiteto por sobre a paisagem da realidade.


E chegoua conclusão de que eram dispensáveis os modernos postes da CEMIG. Bastariam os velhos postes de trilhos da antiga Cia. Sul Mineira de Eletricidade mostrados na foto aí abaixo. E a Internet funcionaria do mesmo jeito nos lugares ditos "reservados" dos antigos botecos da vivencia local - valorizada.



E hoje está aí a CEMIG, de poste moderno e fio trançado, cheio de conta para pagar -sem nada melhorar do que já estava desde a velha CSME onde o Seu Luíz garantia sempre a entrega de 127 Volts a cada conumidor. E jamais se desarmavam tantos postes faisquentos como agora; ou seja, com descargas elétricas adicionais dos raios ajudados pela produção local do Bradesco -se os raios vierem do sudeste para o oeste graças aos pára-raios desse banco associado aos propósitos de mais explorar o filão da energia elétrica às custas do povo de Inconfidentes; onde ficam pára-raios do Bradesco escondidos atrás dos fios da CEMIG - também decerto cobradas na conta - festejada em Nova Yorque.


* * * * *

Pois... Após contemplar as modernas maritacas, as únicas atentas ao quanto acontece acima dos fios da CEMIG, a tanto nunca imaginara chegar Bastião Bento. Ou seja, a esse deserto de justificativas. E ficava a perguntar: onde foram se esconder esse pessoal do Bradesco? Até agora não colocaram a logomarca junto ao tal "pára-raios" - para ser fotografada. Assim como a CEMIG pega com a mão na massa ou com boca na botija: depois de conferida por esse Blog, rapidinho tirou do "site" a notícia da "entrada" na Bolsa de Nova Yorque. E tudo - depois de publicar o lucro de 407 milhões no balanço do 1º trimestre desse ano.




Pois desde o principio, é como dizia o finado Dr. João: "Filho feio, não tem pai" para quem se esconde da palavra asssinada - pelo dito em público.
E para Bastião Bento agora volta tudo a se clarear: na conta de Luz da CEMIG.
E pela régua de cálculo sobre a qual nunca duvidou da exatidão da conta pelo resultado demonstrado, portanto matemática final provada e a provar, restaurado o valor preponderante da palavra na história; cultura e tradição do lugar, cultivada a poder da verdade. E clareada a poder ede lampeão. ailuminar a régua de cálculo - só para ver fugir computador. E ver pela sobras dos postes da Antiga CSME a fantasia a chegar a Nova Yorque.


E isso era oque ensinavam os professores da Escola Agrícolao pensar nisso Bastião Bento ria-se intimamente das agonias de hoje se alguém perguntasse se "estaria ruim" ou se éramos algo infelizes... só porque não haveria celular e outras hoje bobagens sequer então necessárias para melhor se viver com saúde e poesia. Pois para economizar pernada, daqui de Inconfidentes e para ir a Ouro Fino, bastava a Jardineira do Irineu. E acompanharia pela estrada os fios era da antiga CSME - Cia sul Mineira de Eletricidade sumir atrás do espigão. E para atender Inconfidentes, o eletricista era o Luís. Quem levava pelo ombro enorme escada. De bicicleta.





E ninguém reclamava da conta porque achava justo o salário do Seu Luís, quem bastava chamar onde estivesse a andar, pela avenida principal : capacete e alicate na cintura.Só que o lampeão fica bonitona poesia, da conta mais cara do Brasil. E pelo que Bastião Bento viu, ou não viu ou deduziu... atôa. Pois acima disso em Minas Gerais, só as maritacas estão atentas ao que acontece acima dos fios da CEMIG,assim observouBastião Bento ao desfolhar as primeiras imagens sob céus de núvens toldadas. E pior: sem perspectivas - senão a de aumentar - como se aus deuses faltassem profetas para anunciar novas cores. Pois Bastião Bento enfadou-se de ouvir desculpas e finalmente desligoua TV Senado - já pensando nos egundo motivo das fotografias da CEMIG nas Bolsas de Nova Yorque. E abestado Bastião Bento lia as primeiasnotícias: Lucro da CEMIG noprimeiro trimestre de 2007, novinho em folha: 407 milhões.





Uai... Mas se a mesma CEMIG ainda diz ter só 6 milhões unidades consumidoras, isso não dána média R$ 68,00 reais rapinado sobre o consumidor a todo quadrimestre. Oumelhor ainda, todo mês, acrescidos às contas R$ 17 Reais à cada conta de luz. Lucro puro, como se diz. Ou como diz a matéria postada no Site de CEMIG, para satisfazer interesses de "acionistas minoritários" -lá em Nova Yorque. Aí ao saber disso, Bastião Bento enfautuou-se. Preferiu voltar às fotografias das maritacas. E invejava as maritacas a só usarem fios para melhor pousar.





E antes de voltar para a cidade, para Bastião Bento ainda ficou mais essa outra dúvida: se os fios da CEMIG só servirem daqui pra frente para pousar maritacas no limite do apagão mineiro, quem sabe, a agente viver muito mais feliz... Porque não? Melhor e mais poético o lampeão.





E aí Bastião Bento saiu para o terreiro, pois ainda haveria de aproveitar a luz da lua antes que a CEMIG a incluisse na conta de "perdas" de arrecadação por iluminação pública. E os deuses, envergonhados de tamanho mau uso dos recursos da natureza para melhor prove-los, decerto iriam esconderem-se atrás das nuvens. Haveriam de preferir não ver as contas da CEMIG, decerto. Mas o problema é que se os deuses inventaram a matemática, os homens inventaram a régua de cálculo. E aí pela verdade matemática já não haveria mais escapatória. Ou os deuses teriam de se explicar, ou delegariam essa competência prara o Dr. Aécio.





E Bastião Bento resolveu escrever uma carta. E perguntaria para o Dr. Aécio: Afinal, que negócio é esse?





E como antes até já tinha apendido a extrair raiz quadrada na Escola Agrícola com o Zé Rodinha e depois aprendeu a mexer com régua de cálculo "pra modi" fazer a conta certa, resolveu bater o pé. Queria explicação. E o Dr. Aécio teria de dar. Nada de mudar de Minas Gerais pra outro estado onde a energia elétrica fica 85% mais barata na conta.


Pois querer ia saber se era mesmo pra voltar pro lampeão e desligar de vez a TV Senado.











* * * * *








Com esse texto inaugura-se primeiro capítulo no Blog do Bastião Bento - "link" ao lado. Na verdade Bastião Bento - o iluminado dos deuses, condenado a viver nessa Terra começa por contar suas desventuras quando resolveu interrogar filósofos e melhor entender as coisas desse mundo.

quinta-feira, 12 de julho de 2007

A conta de luz em Campinas (SP) é 85% mais barata do que em Inconfidentes (MG)! Porque?

Eis a nova "perspectiva" firmada pela CEMIG: apagar a luz, voltar ao lampeão. E à geladeira a querosene. Como antigamente.


E todos irão dormir mais cedo. Será mais saudável. E a propósito, por melhores sonhos quanto ao futuro, a CEMIG recomendará acertar os relógios, "uma hora" atrasados - na Terra.

Ou vez por outra adiantados à vontade - se qualquer sonhar vale o esquecer a conta de luz manhã.


Pois à tarde, enviadas pelo correio chegarão as contas de outros "sonhos" financeiros de iluminados senhores - diretores da CEMIG postados na Bolsa de Nova Yorque. Azar do povo de Inconfidentes - só maritacas estão atentas, concluiu Bastião Bento de sopetão enquanto pelas linhas da Telemar tentava falar com os deuses ao vê-los cercados por demoníacos adoradores do "bezerro de ouro" e de outros parasitas sociais a mais querer iludi-los para cobrar tributo embutido nas contas. Pois até no valor, dos deuses ofuscados por tanta e feérica iluminação provinda de Nova Yorque lançam (para o povo pagar) o adicional verificado pela régua de cálculo dos homens: + 85% na conta de cada um. E no mais, aos deuses, na paz celestial dos céus, relógios dispensados. Homens na Terra, prazo para pagar aluguel.



Mas azar tiveram os deuses ao inventar a matemática. Pois os homens, inventaram a régua de cálculo. Essa mesma, mostrada: infalível ante os deuses por sua lógica. E depois, conferidora de valores contábeis dos homens: para ver se os deuses não erraram em seus cálculos. Pela justiça ou injustiça marcada e a sanar.


Pois na Terra, compudadores de números alados podem enganar.
Mas no céu, as réguas de cálculo conferem. É só chamar o aedo matemático pela verdade logarítmica. E calam a boca de qualquer computador.

Pois nelas, na infalibilidade delas - fica exposta ante omundo a conta de Luz da CEMIG contra a conta da CPFL (marcados: valores do KW cobrado).

Onde abaixo da fotografia, sabe-se, conta pública exposta, tudo falece diante da verdade matemática dos "1, 85" assinalados - sem haver quem possa contesta-los. Pois os deuses melhor agora acordados sobre as tarefas das réguas de cálculo nesse mundo a melhor conduzir destinos da humanidade, contas feitas em público pela régua de cálculo manejada pelos homens e entendida pelos deuses por sua verdade, forma composta, nenhum sofisma depois, nenhuma inverdade irá porsperar. Nada será possível por números diferentes - se marcados cada número em cada lugar. Pois pela régua de cálculo, nenhuma mentira prospera oculta. Só a verdade matemática prospera.



Pode o homem contestar verdade de deuses, se expressa por computador.
Jamais poderão os deuses contestar verdade dos homens: se por régua de cálculo. Entre métricas e ritmos. A verdade - matemática.


Jamais homens e deuses terão outra verdade a aceitar, conferida, senão a expressa pela conta na régua mostrada: posição exata, configurada - juízo de valor. A prova mostrada. E daí a prática dos homens. Pela teoria dos deuses. E anotada a necessidade original (verdade matemática) ser o segundo invento dos deuses descoberto pelos homens. Pois o primeiro foi substituir a fé pela razão própria calcada na verdade necessária - compartilhada.

E para melhor usarem como convém. Principalmente em Inconfidentes.
E aos moradores em baixo dos fios da CEMIG

E agora conferem: a tragédia de deuses. A comédia de homens. E Bastião Bento apagou a luz para dormir.


[Pois nem nos sonhos Zé Rodinha, o velho professor de matemática nada lhe deixava esquecer.

Desde o segundo teorema da humanidade: as leis da física, serem decorrencias de observações. E aí a matemática à priori cuidadapelo Sr. Kant, varria o empirismo do Velho Humme. depois assentado ao banquete. Ou seja, postado entre as discussões com os deuses, todos insatisfeitos com a vida na Terra, enquanto Cronos continuava a corrigir a história pela óptica e observaçãoda ciência. Aassim terminavam asaulas do Zé Rodinha,quandoqueria chegar ao finaldo Teorema relatoivoaoaprendizadoda humanidade e, depois para montar acurva representativa doprogresso. Para terminar pelo ensaioda história como estatística e projeção. Tal como por sua vez sonhava o velho mestre enquanto Basti Bento lhe decorava o teorema de Thales entre versos e orações prestadas para depois, dar conta de tudo desdearaiz quadrada como poema matemático do primeiro algorítmo matamético jamais visto comtamanho espanto. E tudo,para prestar contas depois na lousa. E começou por esse mundo de sonhos as estatísticas são anotadas. E assim o homem descobre o segredo dos deuses. Tal como lhe ensinara do velho mestre as falas do filósofo Lord Humme ao discorrer sobre matéria alada. Como se o mundo fosse povoado de contas empíricas por sonhos apagados para não entender a razão de ter de pagar as contas de luz da CEMIG. E aí, posse apensarnashabilidades dovelhomestre para ensinar ahumanidade a camihar pelos próprios pés como esninava Aristóteles, ao desejar por na Terra quanto o velho Platão ponha nas núvens. E no Céu de Inconfidentes, nenhuma maritaca sentia falta de fios da CEMIG. Pois tudo era de graça. E a natureza defilava sua paz - antes da chegada desse predador, agora gigante explorador da economia popular a expor suafilosofia na Bolsa de Nova Yorque].

Pois desde Inconfidentes, computadores de responsabilidade matemática alada e destinados ao poder da palavra suprema a romper barreiras da potencia e poder da verdade, tiveram procastinada essa intenção. Pois depois do misticismo ao qual se devotaram, foram derrotados pela régua de cálculo - E depois por ela, sejam acordadas novas alianças comos deuses após comemorarem hecatombes perfeitas: Homens, libados e ilibados reunidos. Pés pela Terra. Libados pelos deuses. Mãos, pelo céu. Melhor seriam se não erguidas pelas tarifas da CEMIG.
Pois elevariam o resto. A imaginação. Potência poética. Governo capaz. Computadores conferidos.


Pois as réguas de cálculo são suficientes para determinar tensões nos cabos e nos fios da CEMIG, sem desconsiderar a potencia dissipada pelas maritacas

Pelo menos agora em visão menos poética mas pela tecnologia libertária, ciencia política e poder aplicado, Eros na administração pública supera Tanatos na presidencia do Banco Central. Nova posse. Nova Terra. Prazerosa até pela revisão, a potencia diretiva aplicada (política) social capaz.

Bastião Bento acordou hoje meio indisposto. Sentiu a potencia libertária nos sonhos da noite, luz apagada. Tomada desligada, nem ligou a TV-Senado. Alí, deu na INTERNET chegada na roça: Tanatos na luz das cidades, dissipa em 85% dos mineiros a potencia paulista melhor aplicada por Eros em outros prazeres na Terra - como soe demonstrado.

Engenharia Política e Arquitetura Social


A conversa comos deuses







Bastião Bento levantou. Foi atender ao telefone.



Pequena conversa com os deuses, acrescentou.






E pensar que poderíamos nos juntar ao banquete - marcados no encontro



Apolo e Dionísio, Bastião Bento - pensou - logo tão assentou-se entre eles.



Novos homens na Terra. Vossa civilização. Assentada. Ao banquete, lado aos deuses. A combinar sonhos entre vapores e eflúvios emanados de taças estendidas por Dionísio - enquanto Apolo guarda a espada, recosta e repousa para ver e ouvir vosso bailado político - agora fluido ao prazer econômico: energia social conservada, hedonista. Passos e gestos por homens na Tera, coreografia combinadas sobre energias distendidas pela vida a prazer. Assentes, vos ouvir e discutir sobre o restante. Os planetas. Os animais. Enquanto Bastião Bento trabalhava a Terra.






E pensar que o mundo poderia ser projeto



E construção. Vontade e poder.



Projeto e educação.






Vossa arquitetura - vossa curva. Vosso espaço.


Vosso mapa. Vosso esboço.



Vosso futuro. Dionísio, entre vós



Assentado. Pelo descanso de Apolo.



Vosso Engenho - Arquitetado por vosso querer.



E por caminho - domínio assente da palava em linguagem expressa.



Espelho social pelo justo espelhar.



Expor. E de novo criar - escolher.






Mas porque, daí peguntaríamos aos deuses: porque nos deste uma CEMIG para vos contentar em culto ao "bezerro de ouro" lá la Bolsa de Nova Yorque? Seria o castigo da humanidade pela idolatria? Desperdiçar energia em trabalho inútil? Porque condenados pela fantasia do vil metal sobreposta à vossa própria potencia dos deuses alienada ao menor valor? E tudo pela "bio" tornada submissa, à espada de Apolo. Vossa dor em trabalho sem prazer. Auto condenados. Pois eis, diriam os deuses, eis o peso de vossa ficção Por onde Tanatos supera a potencia de Eros. E cinge vossa biologia à inércia do mineral.




Pois assim pensou Bastião Bento enquanto cavava a Terra para pagar tributo ao mineral - desperdício de (bio) energia exigido por Tanatos. Tributo ao valor fixado na inércia. Enquanto Bastião fazia a primeira revisão sobre teorias e valores. Pois mais potente e tributável seria poder biológico. Primeira moeda natural. Potencia de Eros - aplicada à economia. Moeda e valor trocado pelo esforço equivalente. E pela liberação de Eros ao confinamento mineral de Tanatos aoqual se prendiam os sonhos de Bastião Bento, estabelecer-se-ia a nova moeda: a troca em unidades de energia.
Pois Bastião estava a nisso pensar para tudorecomeçar nesse munbdo. Pelo restabelecimento do valor de troca (justa e social) o qual poderia induzir novos comportamentos sobre a Terra. E a economia se tornaria prazeroso bailado. Haveria a compor pela arquitetura, a coreografia dos sonhos de Dionísio. Enquanto recostado ao lado Apolo recolheria a espada. E se afastaria para descansar nos aposentos emprestados aos reis - onde apenas ficaria atento de reclamos dos convivas - para nada faltar.


E desde os Arapeches instalados na Terra, Dionísio voltaria a servir o novo prazer e existir. E ergueria a taça jamais enfastiada pela energia alcançada a compor tecidos pelos sonhos da humanidade. E enquanto Apolo descansa, a arquitetura dionisíaca esboça a curva da história à qual propõe caminho melhor a escolher.
* * * * *
Pois agastado Bastião Bento desligou o telefone. Pediu aos deuses que a Telemar pelo menos pusesse um "atendente" em carne e osso, voz e inteligência audível. Pois tudo quanto ouvia era uma gravação dizer: "não entendi". E depois repetir, exaustiva: "não entendi". Sem que Bastião Bento pudesse também entender quanto a voz gravada queria dizer: "diga o que deseja". Para apenas depois repetir: "não entendi". E exasperar os deuses por um simples interurbano apenas limitado ao exame de tarifas sem outras explicações.




Bastião Bento, enfadado não conseguiu falar com os deuses, dessa vez. Ficou de esperar a Telemar colocar de novo a voz capaz de entender e explicar oquedesejam os homens na Terra. Enquanto isso, desligou a TV Senado.



Pois seja visto nos postes da CEMIG a realidade que espanta aumentar a dor schopenhauriana sobre as costas do povo. Para tudo ao fim não chegar a nada (senão ao quanto vos representa em Brasília o Sr. Renan Calheiros - a vos melhor acreditar ao povo de Inconfidentes a pagar a conta do banquete - em baixo dos fios da CEMIG)






Pois eis quais valores vos governam - por vossa crença no valor mineral.


Ao quanto vossa estátua em ouro será disputada a tapas. Enquanto vós mesmos por também acreditar maior esse dourado valor - mineral ao lado disputado a tapas - mais ainda sereis desprezados. Pois nem os deuses, menos enfadados com a biologia capaz vos elevar o olhar - mais vos olharão. Pricipalmente pelo quanto em tributo à ficção admitís, medido e vendido, vosso valor. Vossa existência derrisada na Terra - tostão a tostão - na Bolsa de Nova Yorque.



Senão fantasia juntada. Vosso peso (biológico) em carne, potência e saber, Conjunto auto expansivo - gradiente dos deuses - despresado.



Onde até reincorporado pela contabilidade vos resture o maná - antigo dividendo social. Valor primitivo da espécie na Terra -haveria "almoço grátis" para a humanidade junto ao banquete dos deuses.





Pois eis vossa matéria unitária menor valorada. Eros cingido em sua potencia (biológica) mediante o cinzel (mineralógico) de Tanatos. Enfim a vossa "mais valia" existencial dissipada.








Pois seja na curva da maturidade da espécie, Platão - lembrado agora ao nos contar histórias sobre deslumbrados escravos postados em cavernas. E sobre bailados de luzes e sombras de fogueiras teconlógicas - telas e paredes acesas, sombras e luzes da TV-Senado nos rincões da República. Pois menos afeito às sombras, sair da caverna onde Bastião Bento tanto penetrou e voltou espantado pela dúvida sobre as contas de luz, e ao preferir a realidade da luz solar preferiu assentar-se sobre a pedra filosofal de Inconfidentes onde arde o sol do grande meio dia. Lugar escolhido pelos deuses para futuras assembléias depois do Sr. Aritóteles, mais prático proferir abominações àfalta de virtude dos fios da CEMIG. Onde ficava demonstrado, juros pagos em Inconfidentes rendiam tributo ao "bezerro de ouro" em Nova Yorque. Porém sabe-se, agastado, sem mais se manifestar sobre as tarifas de Inconfidentes e os preços do monopólio do azeite em Milet, apenas preferiu poupar-se das sandices circundantes dos discursos no Senado. Também desligou a TV. Voltou para Euba. E com isso poupou os athenienses de novo atentado à filosofia - política e ecômica aplicada.






E deuses ao fim, também agastados com as dificuldades de comuniação que a Telemar colocava para desbloquear telefones onde nada se entendia do que se falava, marcaram nova reunião com Bastião Bento em Varginha para decidir os destinos da CEMIG. E combinar com a humanidade nova Engenharia política e nova arquitetura social para o restante da economia. E libertos da ficção, desfeita a idolatria, depois da assembléia libaram os deuses o desprezo dos homens pelas tarifas ditas "sociais" - sem engenharia economica. E sem arquitetura ambiental.

sábado, 30 de junho de 2007

Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG

TV-SENADO: Desligada. Até segunda ordem.

Leitura de agora: A atualidade conforme Montesquieu - nada mais atual.

Fotos e Realidade Virtual - palavras e letras transcritas

De: Inconfidentes globalizado. Para: o Brasil globalizado.
De: Inconfidentes: Para: o Mundo globalizado.

De: - Foto 1 - Nova Yorque.






]
Desconhecidos diretores da CEMIG - circundados por desconhecido parasita social - entre mensaleiros, sanguessugas ou ilustres senhores representantes da arqui-famigerada turma do Sr. Renan. Ou de outras turmas em vigor no País.



Para: - Foto 2 - Inconfidentes.
Bastião Bento desligou a TV-Senado. Só as maritacas estão atentas.
Eis: Nova Yorque.
Eis Bolsa de Valores
Nela eis:os ilustres senhores, festivos.
E à volta ilustres gaiteiros no sentido literário do termo, circunvidados.
Enquanto circuncidados, outros gaiteiros - ou dito gateiros estruturais.
Enfim, embasbacados diante do parasitismo global, elegante, uniformizados, todos engravatados.

E eis Inconfidentes. Eis Minas Gerais.
Roça mineira, fios esticados. E nela, atentos só matritacas.
Eis os fios da CEMIG. Pacatas, ainda, são as núvens.
Mas eis o Brasil de hoje. Nuvens no ar.
Empacotados, invernos e trovoadas.

Perdão, senhores. Aqui na roça Bastião Bento desligou a TV-Senado. Aqui iniciamos a Transvaloração de Todos os Valores; e réguas de cálculo melhor ensinadas vos acompanharão.

Aliás, permita-me: eis aplicada à conferência do parasitismo social a vos acompanhar, o instrumento de trabalho da matemática mais transpárente. E eis o exemplo prático da aplicação da Régua de Cálculo mostrado abaixo.


No local em "verde" consta o Preço do Kw -Na conta da Cemig: R$ 0,668717
- Na conta da CPFL: R$ 0,372103

Taxas de iluminação pública: CEMIG: R$ 13,00 (por 117 Kw consumidos)
CPFL R$ 3,37 (por 611 Kw consumidos)

Posicionada a regua: na linha do cursor, os dois valores (preço do Kw), um embaixo, outro em cima. E abaixo do nº "um" da escala superior, lê-se o resultado: 1,85

Não há quem possa desmentir a leitura dessa régua.

Ou seja: o Kw da CEMIG é 85% mais caro do que o da vizinha CPFL.

E a taxa de luz não tem comparação - principalmente pelos valores consumidos: em proporção inversa dispensam qualquer comentário.


E no "site" da CEMIG: Inconfidentes em baixo dos fios


Dispensemos palavras. Enquanto o emblemático Sr. Renan Calheiros lá nos altos da presidência do Senado Federal festeja seu último sucesso após haver "chegado lá" - ajudado bovinamente por legiões de famintos e desesperados atrás do "fome zero". Pois chegaram lá. E lá estavam, cercados de tanto sucesso como nunca - nesse País. Pois eis, sem aqui sem tê-los identificado, pois escondidos atrás de rostos tão sorridentes, cercados, os píncaros do parasitismo social a premiar alguns "acionistas minoritários" - outros privilegiados senhores sem o País e nem os moradores de Inconfidentes em baixo dos fios da CEMIG saberem quais são. Além de outros desconhecidas expressões, porém figuras de proa; senhores, talvez exelências à força de protocolo. Onde? Postados à volta com diretores da CEMIG. Onde? Em Nova Yorque.
Eis as fotos acima! Faziam o que? Todos sorrisos, só foto?
Festejavam tanto o sucesso a si - "empresarial".



E o que tinha ou tem essa foto? Qual "pano de fundo"? A Bolsa de Valores de Nova York.

E o que faziam esses ilustres senhores, junto com a alta direção da CEMIG?

Festejavam a entrada da CEMIG na Bolsa de Nova Yorque, sob perspectivas pelas quais não “estamos” carecas; mas sim, "somos” as próprias “carecas do jegue" agora mais expostas à luz do sol e aos frio da noite - pelo quanto com isso importa reconhecer motivos e finalidades dessa "entrada". Afinal, são empresas públicas, prestadoras de serviços públicos “entrar(?)” nas tais “Bolsas”. Tudo sabido, para rapinar sob chancela oficial. E depois, com desculpas para tudo, “levar vantagem” e ainda especular sobre o resto. Pois depois nas contas de Luz de Inconfidentes, ninguém mais precisar sair atabalhoadamente para explicar alguma origem de arrecadação. Pois noite afora, a cidade dorme. E de dia a dentro, atentas, só as maritacas de Inconfidentes! Pois haveremos de conferir. Embora protocolar, delicadamente foi enviado à CEMIG o seguinte pedido de explicação (e-mail abaixo):



Prezados Senhores

Sou estudioso em estruturas de tarifas públicas, interessado em conhecer o modelo matemático aplicado pela CEMIG aos consumidores das categorias residencial, comercial, industrial pública e outras se houverem. Também há interesse especial em conhecer as estruturas de cobrança das taxas de iluminação pública com os índices respectivos para as várias cidades.

Como no Site da CEMIG tais informações não estão disponíveis ou não foram encontradas solicito especial atenção para o presente pedido, pelo quanto desde já quero manifestar meus agradecimentos.

Atenciosamente

Raul Ferreira Bártholo
Consumidor

Av. Alvarenga Peixoto, 193
Inconfidentes (MG)

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Pois aqui em Inconfidentes, matemática, eu aprendi com o Zé Rodinha.








Lá na louza, ele quiz que eu extraísse raiz quadrada. Fazer aquele algorítmo.








Claro, hoje ´so me lembro é de como se fazia o sinal., com aquela chave. Mas depois ficoumais fácil. Virei engenheiro. E alí achar raiz quadrada não tinha problema: era só ajustar o curson na escala de cima, para ver, na escala de baixo, leitura direta, o resultado.








Depois era só reparar: na escla de cima, havia, duas escalas iguais, repartindo o mesmo espaço de toda a escala de baixo. aliás , podia até tirar a lingueta para fora. Porque a leitura ficava direta de uma para outra: da de cima, para a de baixo. Era só tomar o cuidado de ver: aqueles números (pares de número> ex: 624 é um número "impar", pois são só tres os algarismos (de números. Da mesma forma, 3157 é um número "par" denúmeros, porque só tem quatro algarismos) Assim, se fosse "impar" de número o radicando, esse, na escala de cima ficaria no lado esquerdo da régua. Era só ajustar o cursos em cima desse numero (fosse qual fosse) e, em baixo da linha do cursor ler na escala inferior o resultado.








Do mesmo modo, se fosse "par" de números, passaria a ser na escalinha menor (a de cima) pela direita. E de novo, ajustando o cursos sobre o número em cima desejado, ler, embaixo na escala única de antes, o resultado. E saber que a resposta seria a metade no "número de Algarismos" do que havia acima e somar "mais um". Enquanto se a resposta fossse da de um número "par" de números lidos na escala superior à dieita, a reposta seria só a metade e nada mais. Dali, ambém era só fazer o inverso, se quisesse elevalar algum número ao quadrado.








O curioso, era notar que as escalas eram de "um a dez". E curiosamente os intervalos iam-se estreitando a medida em que os números vão-se tornando mais altos pelos intervalos da escala. Essse fato mostra a variação logarítima a representar o intervalo como "espaço" entre númeos da escada. Assim, era de chamar a a atenção o grande intervalo entre o número "um" e o número "dois" ir-se esteritanto para os intervalos seguintes,pela escla acima até chegar ao menor espaço de intervalos. Pois tal fato ocorria entre os níumeros "nove" e "dez'.








Isso refletia a popriedade logarítmica em escala direta. Pois todo estudante de matemática sabe que dois números ao se multiplicarem, "somam" seus respectivos logarítmos. Assim, se criam réguas justapostas de iguais dimensões e tamanhos entre esscalas lineares - escoregadias uma em relação à outra - ambas sempre justapostas nesse "escorregar" relativo da direita para a esquerda ou se para a direita. E isso facilita o resto pois com esses movimentos de uma régua em relação à outra, pudesse-se "somar" ou "subtrair" intervalos entre números a marcar o fim de cada intervalo - cujos intervalos reflitem a "soma" de intervalos, na verdade estaria a somar os logarítmos desses números. Então (geoméricamente) fica tudo muito fácil: a resposta a ser obtida entre multiplicando e multiplicador sera igual a soma dos respectivos intervalos (com a correspondencia logarítimica) transporados aos números da escala. No processo de multiplicação, por exemplo, basta manter a escala de baixo imóvel, segura pelos dedos e, com a outra mão puxar a lingueta quecontém a escala superior de modo a ajustar o "um" dessa escada exatamente sobre o número que representar o multiplicando na escala inferior. Isso feito, será deslocar o cursor (linha de referencia móvel -comum às duas escalas de cor vermelha, vertical) para fazê-lo assinalar na escala da "lingueta" superior, o número que representar o "multiplicador". A resposta, estará de novo na escala inferior. Basta fazer a leitura exatamente no nùmero assinalado pela linha vermelha do cursor, coincidente com o assinalado acima.








Para finalizar a multiplicação e saber em função dos números em algarismos, a qual acima o exemplo se referia somente há de se tomar o seguinte cuidado: se a "lingueta" correr para a direita, o número de algarismos da resposta, será a soma dos números de algarismos (somados os do multiplicando e do multiplicador) somados dos dois números, "menos um". Se a lingueta escorrer para a esquerda, aí não. Os algarismos da reposta serão a soma direta dos algarismos dos dois números (multiplicando e multiplicador)








Então, Depois do Prof. Zé Rodinha ficou fácil extrair raiz quadrada na Régua de modo direto. Dá pra fazer engenharia. Calcular prédio, arrumar o mundo, ajeitar a planície e, literalmente, fazer chover no tomate pelo cálculo dos encanamentos. Porque até haviam réguas para coisas específicas. Por exemplo, para hidráulica. Haviam réguas a expressar a Fórmula de Hazen Williams (eram coisa comum naquele tempo - não sei onde foi parar a minha!) E aí ficou fácil projetar Estações de Tratamento de Água [só para lembrar: homenagem ao Azevedão, quem me presenteou com a história do Saneamento Básico em Campinas a qual a publico em desagravo o próprio texto -- original datilografado (in:- "Campinas e o Saneamento Básico no Brasil" - Prof. José Martiniano de Azevedo Netto/ Livro autografado: 4ª Ed. Manual de Hidráulica. Homenagem póstuma pelo quanto obrigou decorar: V = 0,355. C. D(**0,63). J(**0,54)]. Claro, também são úteis também para verificar superfaturamentos, desvios, falcatruas em "curvas de custos", ajustes de tarifas, etc. etc. Também haviam as réguas de cálculo para "Concreto Armado". Sempre preferi a Régua comum do cálculo limpo e direto. E detestava as "log-Log" muito mais cheias de recursos Não sei se o Zé rodinha teria também muita paciência. Mas por causa dele, aparece fotografia currículum e a história da matemática com as coisas que estão lá de pé pela ordem dos critério: funcional - seguro - econômico e, pela estética - ajustado a paisagem, . (Tá lá, bonito -pode ver). Pelo menos valeu o esforço do Zé Rodinha.















Vai daí, ainda estou a espera da resposta da CEMIG ao e-mail onde havoa pedido o "modelo Matemático" das tarifas cobradas do povão. Resta aguardar.















Certamente resposta-se vai ter.








Isso não oferece dificuldade aos senhores de terno e gravata às portas da Bolsa de NY a festejarem o sucesso das arrecadações sobre o Povo morador em baixo dos fios da CEMIG, quando a taxa de iluminação pública em Inconfidentes "rende" por kilômetro quadrado de densidade média equivalente - quatro vezes mais do que em Campinas.



Pois agora, em assunto tratado por modelos matemáticos, teses e demonstrações, muito mais importa, agora em favor da teoria do desenvolvimento e, com objetivos muito mais dionisíacos do que apolíneos, lavar a alma do povo através do dinheiro arrecadado sob os fios da CEMIG . Para alguns ilustres senhores servirem-se, alegres, em festas regadas - por uma empresa pública, agora descaradamente disposta a mais lucrar: quanto possa. E a tudo sugar. Sem sequer precisar explicitar o "modelo matemático" nas suas páginas da WEB. Tudo secreto. Tarifa? Curvas de custo? Só cochichado.





Pois além das maritacas atentas, ainda existem, mesmo como exceção numérica mais reduzida, outras espécies são também capazes de verificar vida e inteligência na Terra a partir dos fios da CEMIG.Mas aqui no Grotão, aqui em Inconfidentes, é o Povo quem faz brotar da alma pacífica e submissa tão decantada, a energia presa ao suor e trabalho. E com muito menos alegria do que em Nova Yorque, mas sim, debaixo dos fios da CEMIG tenta sobreviver ao apocalipse - enquanto paga e continuará a pagar contas em Inconfidentes. Aliás, continuarão a pagar muito mais Costureiras, Lavadeiras, Passadeiras de Roupa; medir-se-ão muito mais suores de empregada por metro quadrado de chão do que em Nova Yorque.E onde para produzir o mesmo e miraculoso "efeito" geral não medido, não se precisam esticar tantos fios. E o resto é só desculpa e brincadeira.



Pois a tantos fios esticados, agora se vê, importam lucros! E para comemora-los, eis is senhores nas fotos. Enquanto em Inconfidentes, atentas, só maritacas.



E no mais no grotão, “tá tudo dominado”, como hoje em termos vulgares se transcrevem em outros textos publicados no Diário Oficial da República. Volts vão, dólares vem. Todos pertencentes à mesma idolatria. O mesmo culto ao "bezerro dourado" - pelo imaginário de vossa ficção econômica. através da qual medis vossa biologia pela métrica da mineralogia. sequer para ver, como em tantas maritacas, o compasso alterado. E a liberdade? reduzida à escravidão.

Vossa moeda? Eis vosso servil metal.

E vós, agora a morar embaixo dos fios da CEMIG. Por onde biologias vão, e mineralogias vem. Basta morar debaixo dos dios da CEMIG. E vossos sacerdotes, em fotos. A festejar entradas no antro (Bolsa de NY) onde mineralogia vale mais do que biologia. Pois mais vos vale? Vos vale a inércia do ferro. Ovalor pelo qual vos despresais. E vos demitis, dos sonhos dos deuses. Biologia derissada.

E depois vos quixais pela lei de fero dos salários. Pela biologia em arrocho comprimida. Por acreditar. Pela crença. Pelo mineral. Pela ficção.
Pois os fios da CEMIG vos trazem o castigo pelo fetiche.

Pois a vida se reduz à teimosia. À vontade de viver.
E por vossa economia, vossos tapumes. Para não ver sonhos da humanidade esvairem-se em fumaças ao sabor de vossas crenças. Eis que sois guiados pelas falsidades do vil metal - mera patologia a vos fazer acreditar que sois menores desde a raiz de vossos sonhos. E assim ninfas no céu teceriam novos fios para fazer descansar apolo, repousado sob os sonhos onde Dionísio espreguiça seu gesto. Tudo em equações matemáticas. Gráficos. Exercícios de saber e ciencia acumuladas a inspirar-lhes os novos movimentos.

Pois teria a humanidade alcançado tal sicologismo social. E os deuses, melhor aquinhoados para ver as coisas aqui da Terra tornaram-se enfadados de ver tantos homens deixazrem de acreditarem-se como matéria biológica a valer menos, em arrobas peso, do que seu peso em mineral - fosse qual fosse. Mas desnudar as teorias do Sr. Leon Walrás onde as matemáticas das curvas de custos tinham serventias múlçtiplas, até para descrever os movimentos dessa humana coreografia. E estabelecer pelo estado de consicencia coletiva mover-se politica, economica em ocupação ambientalsobre os meios da Terra, sim, poderiam os deuses te-los poupados do equivoco da alienação fundamental aí estabelecida. E a tal "raridade", conceituação então firmada pelo Sr. Leon nos encômios da economia ainda hoje disposta em prateleiras das mais elogiosas entre clássicos da humanidade estudiosos das curvas de custos e modelos matemáticos de aferição. Pois lá na França, ao princípio do século passado, sua crítica estabeleceu o primado da "raridade" como suprema concepção de valor econômico - valor por valor em si.

Delicadamente, segundo alegava, ponto de vista também partilhado pelo Sr. Burlemaqui e seu pai. Concepção essa hoje, porém, melhor questionada pela crítica ambientalista ao reafirmar o primado da "vitalidade".

Nesse contexto, a crítica do Sr. Walrás, nunca será demais lembrar, referia-se às concepções de valor em tempos de hitória e objetivos firmados. Tempos nos quais movia-se e moveu-se o gigante humano sobre a terra. Gestos e coreografia traduzida pela própria razão motora e operosa do valor. E efeitos considerados no inteior de um sistema em contexto de capital constante (ao qual se refere o Dr. Belluzo - mestre laureado outros tempos no IE/UNICAMP ao admitir em livro anterior à última publicação da obra de Walrás (1983) a "utilidade" como valor superior ao "trabalho". Pois sem haver menção à "raridade" walrasiana, provavelmente pela defasagem no tempo entre as duas publicações, sustentou o ilustre prof. Belluzzo, L. G. M. sua tese a propósito de teorias de valor (in:-"valor e capitalismo" - um ensaio sobre economia e política - UNICAMP- 1998). E sem nessa obra mencionar a raridade walrasiana, fixou-se junto com os respeitáveis senhores conhecidos por Say e Condillac a ele agora relacionados pelo próprio Walrás em sua crítica anterior: por exatamente proclamarem a "utilidade", como aquilo que haveria de conferir valor a algum todos esses senhores acreditarem na mesma coisa. E daí, portas à fora por decorrência, pelo mundo compor-se-ia o bailado da humanidade.

Pois apenas para terminar as referências iniciais em teorias de valor, o Sr. Walrás ainda hierarquizava para baixo da "utilidade" a concepção anterior devalor calcado na quantidade de "trabalho" ao qual se relacionam ilustres nomes do Sr. Marx, K. somados aos testemunhos insuspeitos do Sr. Adam Smith e Ricardo - mencionados aqui pela melhor memória entre filósofos profanos da humanidade; entre outros e mais recente, o Sr. Arno Peters em seu discorrer último sobre o "fim do capitalismo global" - o novo projeto histórico (São Paulo. Xamã - 1998) - entre outros instrumentos de hierarquização. E pelo qual considera a força do trabalho como potência aplicada (unidade biolóogica ressalvada) em unidade de medida pela potência realizadora.

Pois para inferiorizar o "trabalho" alegava o Sr. Walrás o exemplo da montanha de pedras empilhadas; montanhas pelas quais ninguém nada pagaria por mais trabalho quanto tivesse - se não, para elas, houvesse alguma utilidade. Pois do contrário, seriam apenas inúteis. E trabalho (potência unitária com propriedade biológica, auto-expansividade e criação ressalvadas), energia dissipada. Enquanto por fim, calcado por sobre todos os valores encimados aos quais lhes eram superpostos, ao "trabalho" encimava-se a "utildade", enquanto sobre essa rendia-se culto ao valor da "raridade"; pois é bom aqui lembrar, assim se despedia o Sr. Walrás em suas considerações sobre esse assunto, ao qual apenas lhe voltaremos pela crítica o dever de em revisão, hoje pela critica ambientalista o mundo mais amadurecidamente ver-se compelido a considerar a "vitalidade" matéria de maior valor. Aliás, supremo na hierarquia econômica em novo patamar para a civilização - assunto esse porém, a ser tratado já dentro da teoria do desenvolvimento. Assunto para a qual hoje, em Inconfidentes mesmo abaixo dos fios da CEMIG se permitam acender as lâmpadas do Insituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental. para cumprir os intentos da mais profunda revisão em teorias, valores e fatores de indução. E desenvolver em módulos de planejamento, contextos alternativos valorados pelo valor emergente correspondenta ao arranjo global sob a mais valorada "vitalidade" - monetariamente, aliás, traduzida em potencia econômica em unidades de troca a mover a economia: a própria moeda real em trânsito.

Como aliás a humanidade já teve. A qual até incorporava o "almoço gratis" da moeda potencia traduzida em natural - mais isso já é capítulo à parte pois corresponde ao "maná" havido na economia adiabática a mover-se por 40 anos na travessia do deserto. Local onde a mais valia espelhava seu maior valor de troca e progresso: a "vitalidade". Potencia biológica aplicada à mover economia com sucesso durante gerações sucessivas nesse modelo onde o "bezerro de ouro" nada mais oferecia a não ser o brilho da ilusão e o fetiche social da usura, cobiça, inveja e avareza como sub produtomentério a corromper valores, ciência política e aplicação.

Pois bastará, para restaurarem-se as energias vitais do povo e do País, o povo mover-se para recuperar os valores da "vitalidade", traduzidas em moeda de troca, e agora significativamente sugadas pelos fios da CEMIG cultora do "bezerro de ouro" e cercada de sacerdotes desse culto na Bolsa de NY. No entanto a conter a tecnologia útil e necessária para outros fins destinados a prover o banquete mais hedonistico da humanidade enquanto Apolo descansa e Dionísio eleva suas libações de prazer existencial econômico difuso e satisfeito. Pois basta, no modelo aplicado, depois da transvaloração de todos os valores, dispor como por inversão de correntes nos fios da CEMIG sobre os quais só as maritacas de Inconfidentes, prestam atenção - a considerar, a ser considerado tal fato quando a humanidade melhor iluminada pelos fios da CEMIG deixar de se esbulhar pelos sonhos pelos ilustres senhores a povoarem fotos em NY; e sorridentes comemorar valores da "raridade" mineralógica ali chegados sob sangue súor e sacrifícios de Apolo exausto após derrotar Priamo - encarnada pela serpente de anéis mineralógicos a cingir sonhos e energias expansivas da humanidade - sugadora e redutora da "vitalidade" - desvalorada desde direitos e concepções e alienada na foto desses ilustres senhores frente à Bolsa em NY, enquanto Priamo descansa e apolo repousa em baixo dos fios da CEMIG. Os mesmos sobre os quais agora Dionísio pretende juntar oprazer contemplatio da das maritacas: as únicas por enquanto a se preocuparem com os fios da CEMIG por wsua função mais útil no sentidode prover prazer e promover a "vitalidade" a bem dizer, melhor valorada agora desde Kioto traduzida em gráficos e modelos matemáticos tão úteis quanto aos prewtendidos para se sabem em que direção melhor se dirigem os amperer nos fios da CEMIG: se de Inconfidentes para Nova Yorque esticados por Apolo ou, mais satisfatoriamente o conterário se para melhor gelar a cerveja boliviana aqui trazida para libações ao Dionísio.



Pois hoje, do outro lado dos fios da CEMIG sorridentes senhores

Pois para sarar de tantas patologias culturais e estruturais instaladas, a humanidade terá agora de se superpor à "raridade" da mineralogia. Basta do outro lado, ver a vitalidade dissipada sob os fios da CEMIG, postados à margem do "pára-raios" do Bradesco postado na esquina com sua "boca de espera" eletrônica através da qual mais ainda a vitalidade humana se submete à mineralogia da máquina a ao resultado de uns números por ela impressos -folha e papeis quais quer. E eis na raiz de vossas crenças, instalada em Inconfidentes, debaixo dos fios da CEMIG a máquina de arrecadar do Bradesco à guisa de sucursal de Nova Yorque. reponsavel na raiz palo equivoco. Eis no modelo todo o sistema junto. O sorvedouro idolátrico a transitar pelo deserto a capturar a energia. Para o culto a Nova Yorque.

Pois cansaram-se os deuses. E decidiram vos castigar pela raiz de vossas crenças -despresadas vossas noções de ciencia e capacidade de crítica em valor. E decidiram providenciar logo mais uma hecatombe perfeita para vossa economia - sem juízo e sem valor. A mesma que anos atrás vos reunia em fogueiras aladas a reunir vosso gado e vossos bezerros. Para atravessar vosso deserto. Biologia aplicada, ciencia política e econômica capaz de prover, matemáticamente, sustentabilidade social em meio à travessia do deserto por gerações sucessivas.

Pois cansaram-se os deuses. Ensinaram-lhes economia. Até como atribuir maior valor aoagente biológico como moeda de troca - por ciencia de valor. E por representar omineral do bezerro dourado a menos valia -pelo menor significado em ptencia provedora de sua própria demanda -par e passo ajustada aoritmo da natureza. Pelo pulsar biológico transmitido junto ao equivalente em unidade de potência a mover o pulsar de sua própria economia. Pois seria o orfanato dessa Terra depois de vossa emancipação dos deuses o meio adiabático hoje global (visto pelo modelo reduzido. Bíblico, no caso como um fato econômico e biológico onde a economia moveu-se pela crença no valor transcendente: biológico. Moeda de maior valor).

E era ao pensar nisso que Bastião Bento se punha, enquanto umdia sentado junto à pedra o Seu Toninho, matador de formiga subindo a trilha pela grota que dava ao fundo do quintal dessa casa mostrada na foto amarela no cabeçalho desse Blog. Pois ainda trazia a enxada, a qual, depois parada servia de anteparo para o queixo enquanto parava para conversar com Bastião.

Mas Bastião estava tão encantado com seus pensamentos nas conversas dos deuses que a grota inteira parecia ali juntar-se para ouvir os ecos das conversas com os deuses sintonizadas pela pedra sobre a qual se assentara Bastião. Pois as borboletas pousavam sobre o chapéu do seuToninho, outras no ombro, enquanto conversavam.
a enxada, já quatro da tarde

Alí o vil metal era desprezado pela nulidade do prazer sensível como moeda de troca ambiental. Nenhumabiologia nada lhe acrescentaria à contabilidade da vida como prazer e valor existeêncial. ali moeda de troca entr pedra, homem, borboleta e a nascente de água a depois se esparramar por oceanos e contribuir para elevar o nível do oceano atlântico. Pois era dali que a agua vertia em pequena fonte, onde ambos conversabam. E sequer, sem sentir qualquer necessidade de submissão biológica à ficção mineral nenhuma.

Pobre raíz de tantos males. Vossa erótica biologia, derriçada. Atrás da inércia de um simples mineral. Pobre valor mineral ao quanto vos reduzís -diriam poetas menos sinceros. E repetiriam psicanalistas sociais mais sinceros.




Mas eis o Balaio de Gatos instalado em Inconfidentes!

É só deixar escorrer pelos fios meio de arrecadar. Basta comar também um pouco de prudência e cautela para não exagerar em "cima do freguês" segundo recomendam os gateiros mais experientes. Pois o “gato” não pode dar problema. Se fizer malfeito, deixar goteira e etc, vai transbordar... e na conta, melhor verificada, vai aparecer.

E seguem-se pela rotina: dólares arrecadados de um lado (sabe-se a para quem), e de outro, escoado: Sangue de trabalhador, suor de lavadeira, passadeira, arrumadeira, dona de casa e empregada. Tudo medido. Tudo “turbinado” e cobrado no relógio. A moderna “minas de ouro”. Um achado geral. E eis: Tostão por tosão. Pingado, suado, mais chegado. Só resta exclamar: "quanta honra vê-los chegar à Nova Yorque"!

De Inconfidentes, para Nova Yorque? Falar nisso: afinal não era isso o quanto mais se discutia lá na prefeitura dias atrás - empresárias e costureiras - como"novas formas de se chegar ao primeiro mundo"? Uai... então é isso?



* * * * *


Pois tudo ocorre nesse mundo escondido. Tudo atrás de tapumes. E em Inconfidentes já se ergueu o primeiro, mais cortezmente simbólico - pois às janelas da frente foram deixados puxadores para quem quiser abrir a ver, pelo quanto quiserem ver, entronizado, o sofá penhorado. Sendo resto, em dignidade jurídica do País agora assentada sobre os rasgos do meu último Sofá. Pois fica sobre êsse, postado, o parecer da assessoria jurídica da prefeitura de Inconfidentes a tudo sustentar em Juízo. Até, pela falta de juízo, em afirmar que jurisprudência do STF aqui não se aplica - se contrariar sua opinião, duas virgulas depois, escondida natrás dos tapumes logo abaixo. Pois agora cabe em juízo e agora ao povo explicar: Como não se aplica? Porque é "isolada e equivocada", ESCREVEU. E DEPOIS, NADA MAIS DISSE. E sequer mais lhe foi perguntado em Juízo em brilhante aula passada pelo Prof. Nelson Fraga, emérito professor de direito tributário na FDSM da vizinha Pouso Alegre. Pois didaticamente, recusou-se a responder a quaisquer outras impugnações ao embargo original de sua lavra. Para desprezar entre outras provas e documentos, os termos continuados sob outros tapumes ou alegações postadas na tentativqa vã dedesviar o assunto das considerações do Mérito ja feitas e assentadas com suficiente clareza pelo STF. Como se coubesse alí contesta-las em esforço inútil diante de qualquer outra razão aventada - desde o valor da aposentadoria daqueles que moram embaixo dos fios da CEMIG e, se dispoemde umou mais sofás parfa serem penhorados.

Pois aqui em Inconfidentes o STF só diz bobagem, segundo assim compreende a assessoria jurídica da Prefeitura Municipal - ansiosa nos feitos vingativos dessa política interiorana dos grotões. Onde extorquir imposto presumivelmente cabível, (porém no caso inteiramente indevido) servir, aplicado, como exemplar "castigo " ante o mundo circundante. Pedagogia de submissão a ser aplicada contra potenciais críticos e recalcitrantes encontradiçoes me mais afastadas ideologias a poluir as mentes locais ou enfeiar as ruas com chapéus estranhos abaixo dos fios da CEMIG. Pois aqui em Inconfidentes, depois de não se publicarem elis e esconeder aquelas solicitadas em certidões, ainda acha-se indevida indevida a intromissão do STF nas lides forenses de modo até a se cogitar em "extinguir o embargo" como medida cabível para assim livrarem-se de ter de ler oprocesso e julgar pelo que aliestá escrito.

E assim "la nave vá" guada pela esperteza política a sucitar no judiciario caminhos de fuga para não responderem a que escrevem e depois renegam até para apresentar como válidas e motivadoras de suas pretenções: justamente leis confessadamente revogadas em expediente anterior. Reavivadas por um simples carimbo aduzido emxeros para dispensar por outras ainda pendentes de publicação. Certamente o Dr. Nelson Fraga agora consultado em saber se "haveria interesse em manter o embargo" - pois diante da ausência de manifestação posterior diante de quem considera "equivocada e isolada" jurisprudencia do STF para logo em seguida desviar a discussão para outros assentos, a ausência de manifestação por sobre esses outros assunto trazidos a guiza de tapumes paa encher páginas de processos, seria, tal agastada leitura presumida o cogitado "desinteresse" e, pelo assim justificado, "extinto o embargo". Pois ora... Certamente, o Dr. Nelson não haverá de se furtar a atender ao pedido para em confirmando o interesse, solicitar, também o interesse da outra parte pela leitura atenta do processo - conteúdo pelo mérito - dispensadas mais provas e, afastadas as demais pretensões e esconderijos de linguagem - senão a preservação do Estado de Direito e, manutenção do ordenamento e, pelo Direito Positivo, a Engenharia Jurídica aplicada em política, economia e administração no País - no contexto das teorias do desenvolvimento como ciência prospectiva e consenso aplicado.

Pois eis como, em Inconfidentes vivem e sobrevivem quantos moram abaixo dos fios da CEMIG tanta extorção e desvio havidos em finalidades políticas, econômicas, sociais, estéticas e administrativas na urbe, pelo onde se basta a tese da suficiencia da jurisprudência por ele aduzida.

[Aliás, ainda lembro o troar um dia pronunciado no Fórum na tentativa de se contrapor aos primeiros artigos que escrevi, logo após constatar os primeiros desmandos administrtativos locais. E quanto aos desvios de recursos públicos entre capitulações do Código Penal explícitadas em desvirtuamentos de festas religiosas, tida como desculpa para tantos desvios, era assim que esse ilustre senhor assessor juhriídico da prefeitura enunciava seu troar irado ao lembrar do artigo que primeiro escrevi sob o título: "Os Fariseus serão mais sinceros?". Pois sem outro mais a confrontar, troava: "ele não tem trava na lingua!". Em comum, nessa discussão, temos apenas o fato de vivermos sob os mesmos fios da CEMIG e eu, ainda tenho o sofá penhorado. E ele, com as Normas sobre Armazenamento de Lixo Toxico que lhe havia presenteado - para pelo menos assim melhor cuidar do "lixão" de Inconfidentes. Onde também não por acaso para cá vinham sob recomendações em envelopes sepadaros e de cors diferentes. E com instrução, de "caso algum guarda parar nea estrada", apresentar esse - dirigido ao prefeito - segudno consta tomado a termo em BO sobre o assunto como explicação dada pelo motorista. Mas isso é para se avaliar o peso de quanta lingua se trava wquando esse mesmo assessur jurídico ainda proclama que jurispruidencia do STF, só se ele concordar. Senão, é "isolada" e "equivocada". Para logo em seguida acrescentar o ponto final em mais travamentos de lingua. Mas isso já é assunto paralelo fica para outra análise - depois.]

Mas de qual administração pública Inconfidentes se toma por exemplo, enquanto os fios da CEMIG fazem a colheita de tarifas consideradas escorchantes e, as "bocas de caixa" do Bradesco logo se apressam em colocar "pára-raios" abaixo de suas linhas para depois falsificar noções em seguros a vender até contra riscos de incêndios? Certamente foram-se escafeder. Fugiram para trás dos tapumes, localde costume onde abrigam-se intenções sem jamais apresentar explicações.

Pois de trás dos tapumes, fica um outro Brasil agora estampado em faces sorridentes nas fotos trazidas de Nova Yorque. Mundo do qual só pretendo explicação sobre porque não postam no mural da frente o modelo matemático requerido. Ou então explicar os motivos pelos quais não posso fazer contas sobre estranhas contas e sobre estranhas tarifas. Aliás, contas sobre as mesmas tarifas tomadas na "fonte"; as quais, contabilizadas, tanto agradam a esses ilustres senhores da foto. Todo todo santo mês, porém, enviadas a todos quantos moram em baixo dos fios da CEMIG. Ás quais agora também se juntam indignadas mais outras constatações - desta vez quanto à taxa de iluminação pública - jogadas também nas costas do mesmo "freguês" da CEMIG. (Aliás, para bem lembrar - onde após verificar, em Campinas esse valor: pois tal "iluminação pública" não ultrapassou a modestos R$ 3,00 reiais, perto dos cobrados pela CEMIG sob o mesmo título; tudo, aliás, numa conta onde o preço da tarifa aplicada ainda é a metade da cobrada pela CEMIG em Minas Gerais).

Claro, tudo isso fica atrás dos tapumes. Pois agora vivemos no País dos tapumes. E Bastião Bento desistiu. Não aguentou. E mais uma vez desligou a TV-Senado.

Ma ficou por conta com a Telemar. Enquanto nos céus os deuses perguntavam porque tanto fedor vinha da Terra. E principalmente se levantassem

Não havia jeito de completar a ligação. E os deuses ficaram esperando, enquanto Bastião Bento se debatia com a gravação que insistia em perguntar: "fale oque o Sr. deseja"! E Bastião Bento mais uma vez repetia: "Quero falar com Deus"! E a gravação de novo voltava: "não entendi".' Pois com essa modernidade da Telemar, acabou-se a comunicação dom os deuses em Inconfidentes pois ninguém mais poderia imaginar tamanho disparate na Terra: Bastião Bento ficar a dicutir com uma máquina que lhe dizia "não entendi", após Bastião Bento ouvir a gravação perguntar: "fale o que o Sr. deseja"... querer ligar para reclamar das tarifas da CEMIG.

Seria a Telemar um "tapume" telefônico por ondeas vozes do Bastião Bento não alcançariam os céus para reclamar da CEMIG? Pois certamente, concluiu Bastião, nada adiantava reclamar ao Governador que tanto confiava nessa gente chegada às Bolsas de Nova Yorque - as custas da vida do povo de Inconfidentes, onde só as maritacas estão atentas
aos modelos matemáticos assentadas nos fios. Certamente o Governador faria ouvidos moucos, pensou. O jeito era mesmo tentar os deuses pelos fios da TELEMAR e aproveitar o cartão da Oi para falar de graça enquanto durasse a "promoção".

Mas fica a pergunta: porque a CEMIG não traz para fora do tapume o seu modelo matemático da estrutura tarifária? Dá para entender?E por muito mais útil seria traze-lo para a frente do tapume. Para fazer, enfim, o povo conhecer o modelo (matemáticos) dessas formas de arrecadação. E daí para conferir contas, lucros e tarifas. Pois nada se vê em lugar algum. Pois nem na WEB, nada consta. Aliás, local onde nada custaria publicar. Pois, obscuridão total, nada se encontra no "site” da CEMIG". Que coisa mais lamentável!



Pois se ali estivesse oferecido ao público o conhecimento do "modelo matemático", tudo seria um ato normal. Jamais seria ter a coragem de exprimir para vê-lo exposto - reproduzido no mural público em Inconfidentes -onde se escrevem coisas para o"Povo Saber" e a comunicação pelos postes da vizinhança já virou meio de comunicação comercialmente mais disputado, valorizado, concorrido.

E tornou-se local tão frequantado pelo interesse em se conhecer "novidades" quanto antigas fadas da frivolidade social avançavam sob lâmpadas e postes por onde hoje escorrem os fios da CEMIG; por onde ilustres senhores, Mônicas ou “Neides Aparecidas” encontradiças nos salões ornamentados e festejadas por colunistas da mais mundana pretensão. Pois tudo ao final, expressa ou expressava "voz dos manguezais" da qual tanto nos fala a colaboradora "Neide Flávia", correspondente existencial em Guaratinguetá sob asas a
da Aeronáutica - em seu primeiro relatório de conclusões sobre significado das borboletas, entre expressões libertárias de sonhos amores e documentos do maior talento cósmico. Tudo, também no mesmpo afã de recolher tostões para pagar as contas - nesse país de felizes senhores no Senado Federal cercados de felizes empreiteiras destinadas a felizes empreitadas sociais, segundo consta, associadas depois à turbinagem - também de eleitoral - entre babas e pensões às ninfas. Tudo às custas do povo.

Claro, conclui-se: fora dos romances policiais onde o presente se transveste em passado simultâneo ao futuro, esse País - só é levado à sério apenas quando se fala a linguagem dos Arapeches.

Entretanto, para o Povo Saber, nesse mural e nos postes onde as Neides também atentas às maritacas escrevem seus poemas alexandrinos, onde com muita honra poderia estar exposto ao público o "modelo matemático" das tarifas cobradas pela CEMIG. Seria por essa grande causa devidamente assinalado em economia política e prática de controle social com mesma responsabilidade pela fé pública. E pelo caráter emprestado a documento oficial para trazer ao conhecimento público os demais atos de gestão praticados “nesse País”. Mas qual!



E agora ?

Só por curiosidade: pela falta de explicações, onde foi se esconder a CEMIG em Inconfidentes vista nos fios esticados acima, junto ao "pára-raios" do Bradesco -onde o raio chega primeiro no fio para "dar segurança" à máquina da boca do "caixa"?


Certamente vai passar longe e se fingir de morta para não ver também o “pára-raios” do Bradesco colocado ali, abaixo de seus fios. Postado na esquina apenas para melhor proteger o instrumento de arrecadação posto na “boca de espera” bem ali em baixo no nível da calçada? Ah,sim, deve-se desculpar. Até agora, o Bradesco ainda não colocou a sua logomarca. Decerto sua ideologia financeira ficaria manchada pelo escâncaro da função escandalosa agregada ao próprio "pára-raios" – esse também feito às escondidas de seus melhores técnicos.

Pois fosse diferente, tudo estaria aí, público e razo - escrito, "Para o Povo Saber".

E tudo, mesmo circundado pelas expressões alexandrinas de métrica e rima pobre das Neides Aparecidas - sempre poéticamente postadas em postes de iluminação local abaixo dos fios da CEMIG a refletir outros sonhos da humanidade, sempre esse mural manter-se-ia fiel ao valor do documento público. Ou ao transcritos. Ou a medir o valor da palavra oficial exposta em documento público, oficial. Nesse mesmo local, por exemplo estariam entre outros, documentos a conter denúncias ao Ministério Público. E exigências de melhor procedimento administrativo por sobre o interesse público tão apenas. Pois alé, nesse mural, também afixar-se-iam, até para assim o povo saber sobre paradeiros de auditorias desaparecidas em processos anteriores - vinculados por outros modelos a outros sistemas de tarifas como a dos que vivem sob os fios mais bem comportados da CPFL, em melhor exemplo, mas sofrem atrás dos canos d'agua no modelo similar da cidade de Campinas, aqui tão perto dessa Grota, quanto equidistante de Nova Yorque - em pequeno exemplo de difusão e aplicação de costumes em métricas de política social e poder aplicado lembradas em recortes de jornais providencialmente juntados ao modelo de Inconfidentes: pela pedagogia econômica aplicada.

Pois ali o povo de Inconfidentes nada haveria de estranhar. pois nesse mural, sempre foram publicadas coisas de interesse público e a respeito de processos em andamento. E ali sempre, será provada cada vírgula sobre quanto ali se escreva justamente Para o Povo Saber - pois consagradamente o conselho editorial desse Mural e desse Blog sempre atuou e atuará longe da patologia anônima das históricas "Neides do Mangue" com cartazes próprios e linguagem de escol a impregnar vapor em postes antigos versos alexandrinos de melhores rimas. Menos distraídas e embora sempre confirmem presenças, dali sempre se contemplam as maritacas. Os seres viventes mais atentos aos níveis dos fios da CEMIG.

Pois será lamentável, para o Povo de Inconfidentes e para todos quanto moramos em baixo dos fios da CEMIG, deixar de ter exposto no mural "Para o Povo Saber" - o modelo matemático da cobrança de tarifas pela CEMIG - requerido pelo e-mail acima.

Pois apenas vistos pelas maritacas mais atentas postadas acima dos fios da CEMIG: "quanto levavam" e o que faziam ilustres senhores em Nova Yor - vistos a festejar? Enquanto Inconfidentes, agora quer-se saber: "quanta" gota de suor foi arrecadado em baixo do fio ? Quanto rende cada milímetro de fio esticado pela CEMIG em Inconfidentes? Porque não vale o mesmo para Ouro Fino?Virou a CEMIG virtual "máquina caçadora" de níquel? E o Bradesco postado na esquina como mostrado na foto daí de cima: virou a “boca de espera” eletrônica?

Pois esses ilustres senhores agora tomam avião às custas das tarifas. Vão a Nova Yorque e ainda festejam sobre tanto sucesso em lucros obtidos agora na Bolsa de NY: a tarifa arrecadada no grotão. Eis Inconfidentes a participar do (ou no) "primeiro mundo" - em favor de alguns acionistas: ditos "menores".Desconheço nomes e não identifico ninguém entre esses ilustres e festivos senhores saudados nessa foto (extraída do próprio "site" da CEMIG - in:- situação descrita).


* * * * *

Pois moramos em baixo dos fios da CEMIG. E aqui, ostensivamente, só o "pára raios" do Bradesco é quem tenta ficar em cima pois prefere prefere raios em campo aberto onde não tenha perdas porfios elétricos da CEMIG postados acima para roubar-lhes mais esse troco emboa eletricidade para quem melhor puder aproveitar -visto não haver ainda como armazená-la em pilhas para descargas futuras em outros lugares. Certamente algum outro candidato ao novo posto jeca-tatu postado lá na gerência do Bradesco na coidade próxima de Ouro fino ainda achará "bom" o lucro dessa "caixa" ser melhor repartido pelo produto das contas da CEMIG enquanto o milharal do bom Deus continuar a frutificar. E alegará que o “excedente” em matéria circulante irá percorrer de volta os fios da CEMIG em caminho inverso ao das casas por onde chegar. Pois relâmpago e trovoada perdida no espaço ainda será lucro cessante – potência infelizmente ainda distribuída de graça para casas da vizinhança. Mas um dia também haverá tarifas para isso e, seguros de vida a mais para vender como “proteção de famílias” contra raios e trovões invasores pelas “redes” sob os fios da CEMIG. E alguns outros aposentados ainda farão mais alguns empréstimos consignados - para pagar a conta.


* * * * *

Pois só restam duas alternativas: ou continuaremos a ser esse “povo gado, povo marcado” do qual menos poeticamente tanto nos fala o Sr. Zé Ramalho em suas camnções, ou será necessário começar um movimento em Inconfidentes: Mostrar em Público as contas de Luz. E claro, pedir explicações.

Pois em Inconfidentes, nesse "Grotão" tão amado de Inconfidentes, tão à vontade estava a CEMIG que arrecada (ou arrecadava) até seis vezes mais no valor da tarifa do que por sobre os fios esticados sobre os moradores de Ouro Fino. Dá para entender? Se alguém estranhar, pode-se até aventar a hipótese mais coerente de nessa cidade as coisas ainda serem melhor administradas. Pois lá o povo até já se ofendeu uma vez por chamarem Ouro Fino de "Grotão". Pois fique bem claro uma coisa: Inconfidentes gosta. Aliás, com muito orgulho. E a assim chamada "Grota" até já tem marca - registrada com esse nome.

Porém para mais sofrer tudo a padecer perdas para deixar contentes os senhores vistos nas fotos frente à Bolsa de Nova Yorque - ligada pelos próprios fios da CEMIG; gateiros sistêmicos, profissionais engravatados a penetrar sorridentes por portas de bancos. Local de adoração ao “bezerro de ouro”. E local, onde depois mais se lhes esticam tapetes vermelhos entre rendas e homenagens. E local, onde depois, gatos pingados irão também trazer sua contribuição como fazem os eletricistas mais pobres em "gatos" feitos diretamente sobre taboas em “by-pass” aos fios da CEMIG. Tudo feito de modo mais simples – Mas tudo serve. Basta aumentar o tal lucro.


* * * * *

Mas como justificar tal disparidade de tarifas ente cidades vizinhas como Inconfidentes e Ouro fino – ambas servidas a pouca distância pelos mesmos fios da mesma concessionária? Só dá para entender se o Prefeito de Ouro Fino resolver chamar a CEMIG num canto e na linguagem dos Arapeches pedir para ela, CEMIG, ver se dá um jeito de aumentar os "elétrons" do "nêutron" ourofinense sem provocar descarga e conservando a massa dos "prótons" mantidos na grota. Ou então, só se a cidade de Ouro fino (10 Km), é quem estivesse a chamar um bando de gaiteiros mais bem engravatados para fazer um imenso "gato" tarifário - capaz de poupar energia e tudo ainda ficar mais barato!

Nãoseria mais fácil se houvesse alguma "vantagem" escondida nas contas de POurofino que as mesmas informções fossem pyblicadas em todas as contas para todomundosaber porque num lugar pode enooutronão pode? E se assim ficar sabendo ir procurar o modo do "porque pode", para tambémficar "podendo"? Ou porque tudo tem de ficar escondido, secreto? Onde nas contas de Inconfidentes as informações que aparecem nas contas de Ouro Fino são diferentes?

Problema de comunnicação, pensou Bastião Bento. Interessa manter o povo desinformado, concluiu. Se a Telemar bloqueia as ligações com Deus, porque põe uma gravação idiota que só é capaz de perguntar "diga oque o Sr. deseja", a CEMIG, por sua vez não publica as mesmas informações nas contas para todos os consumidores para discriminar mais a vontade ou decerto esconder privilégios de ecionistas minoritários nas Bolsas de Nova Yorque.

Pois não adianta escrever contas em linguagem dos Arapexes para disfarçar. Pois juntadas aas contas de duas cidades vizinhas, tudo ainda agora aparece a mais, cobrado com + 85% do que no Estado de São Paulo se cobra qualquer "tarifa social". E cansado detanas explicações dos homens, Bastião Bento concluiu por hoje: do caixa do Bradesco sobe, contabilizado, transladado pelos próprios fios da CEMIG - afinal, tarifariamente cúmplice ou participante em algum "esquema" como fica desnudado. Afinal, sabe-se: Grotão não reclama. Basta mandar "cesta básica". Daí, volts vão, lucro vem.

Desliguei a TV-SENADO. E até por isso a CEMIG lucrou! Na conta e na TV que nós aqui pagamos. Nós. Os moradores. Os "em baixos do fio" - pela CEMIG.


Com a palvra o Sr. Governador Aécio Neves.
(transcritos em relatórios, telegramas governamentais anteriores sobre desvios em administração pública relativos a assuntos correlatos compõem-lhe anexos e demonstrativos).







Inconfidentes no presente: terra onde leis e normas técnicas não importam. E onde povo só paga conta, sofre e nada vê - acima dos fios da CEMIG

Pergunta-se: qual "esquema" ainda haverá por atrás de tudo isso?



Até o momento o Bradesco ainda se finge de morto com seu falsificado "pára-raios" sem outra finalidade senão mais acrescentar custos sociais. E idem a CEMIG com sua rede onde também suga as energias do povo.

Pois duvido que o BRADESCO tenha coragem de colocar a "Logomarca" naquele suporte, bem juntinho alí do "pára-raios" na esquina, embaixo dos fios da CEMIG!

Seria a foto mais original que esse BLOG poderia publicar nesse "mais um exemplo" de Inconfidentes - "para o Brasil e para o mundo". Será que as diretorias do BRADESCO e da CEMIG iriam gostar de ver o "trabalho" desses gerentezinhos que se acham "donos" do Banco e a agir como "donos" em nome de vil tracados do vil metal - e por lucro a querer demonstrar na conta para o patrão, só para pagar despesa escondida a quem não sagbe o que está fazendo senão acrescentar mais risco à população de Inconfidentes? Porque desprezaram a própria engenharia interna do Bradesco - onde quer que ela estivesse - para impedir esse mal feito?
E depois desprezar vida e inteligência em Inconfidentes a troco de tostão?
E pensar que o Sr. Zé Ramalho ainda pode voltar a Inconfidentes para cantar aquela "musiquinha" onde fala de um tal "povo gado... povo marcado"... Pois é. Depois dessa, só falta uma dessas "Brasílias" parar num canto da praça, abrir a tampa do porta mala, colocar caixas de som na calçadae abrir o som "tecno" ...
Taí tudo tudo vira gado "marcado". Primeiro, pelo desprezo de um: do Bradesco. E depois do outro: pelas contas da CEMIG. Aliás, onde ninguém vê nada! Nada vê enquanto paga tarifa: seis vezes mais cara do que o povo de Ouro Fino!!!
Pode? Tem gente que acha pouco...

quinta-feira, 3 de maio de 2007

Que o digam: Bradesco e CEMIG sobre "pára-raios" e etc.

Sobre um malsinado "pára-raios"


Inconfidentes tem "novo" pára-raios. Ora veja só!

Poderia ser mais um progresso. Mas, ao contrário demos mais um passo para trás. Aliás, mais um absurdo entre tantos a ser observado aqui em nossa terra, quando a Técnica e a Engenharia é desprezada como coisa menor.

Evidentemente sou engenheiro e, como os deuses deram-me olhos e obrigações de consciência a cumprir, não poderia me omitir diante dos riscos introduzidos por mais essa atividade leiga - a expor de modo grave, populações a situações de risco: sem nenhuma necessidade.



Aliás, trata-se de pára-raios absolutamente desnecessário como soe demonstrado - para as condições presentes.



A respeito desse assunto e de outros, no Blog "Engenharia Indignada" (clique aqui para ver) acrescentei comentário a propósito; assim como cópia do e-mail encaminhado ao CREA-MG junto ao o pedido de providências ao Ministério Público para se obter a mais imediata retirada desse malsinado equipamento.

Embora fosse - antecipadamente - Bradesco por si mesmo.

E depois, arrependido, busque o caminho da redenção: e venha se matricular como aluno interessado em curso de administração pública a ser criado com aproveitamento da estrutura pública disponível em Inconfidentes - com aproveitamento àmelhor prática do sistema bancário - alternativo - sob revisões em teorias de valor. E indução comportamental correspondente para firmar projeto diretor agregado às teorias de desenvolvimento. E pela arquitetura em economia e política pelo engenho correspondente aplicado sob crítica da razão política, econômica e ambiental. Pois se convida o Badesco. Será modo de se redimir em Inconfidentes: ao atuar em favor do Projeto Ambiental de Inconfidentes - não ao contrário como agora.



De outra parte, após provocado pela desfaçatez desse laicismo pretencioso - responsável por tantos males já causados à humanidade e ao próprio progresso de Inconfidentes - como se vê no intento (politico) afastado da ética inerente à técnica expressa em Códigos explícitos - ditados em nome da sociedade. Para pretender pelo laicismo desqualificar quem lhe oponha. E no intento traduzido induz em favor do desconhecimento consignado em documento oficial a duvidosa asserção: "se diz engenheiro".

Ora pois! Quanto indignado mais esteja ou estiver o mundo, mais cumpre esclarecer: se diz, não. Sou engenheiro. E não esqueci a ética vinculada.

Pois olha o tamanho do desaforo ante fato desproposital juntado à documentação pública a resteito. Pois tudo quanto tenho da dizer na esfera pública - melhor âmbito pelo interesse público - como determina o Código Ético, publico como sempre publiquei - razões inerentes à responsabilidade técnica. E até para como agora invalidar pretenso laudo técnico - impossível de ser assim reconhecido pelo sistema CONFEA-CREAs desde a irresponsabilidade técnica final confirmada - em processos a respeito de vícios estruturais pela preponderância do laicismo instalado administração pública. Jamais técnico algum da CEMIG subscreveria tal laudo "técnico" - apenas firmado por um "gerente" comercial - incapaz de entender a gravidade da displicência técnica assinada.

Pois para se redimir, deverá a CEMIG juntamente com o Bradesco enviar representante a Inconfidentes para começar a contribuir para a instalação do ProjetoAmbiental dee Inconfidentes onde ensinam-se melhores modos de se connduzir a adminnistração pública e por ela secundado, o melhor ajuste do interesse privado em âmbito próprio de natureza empreiteira no contexto da teoria do desenvolvimento como matéria a ser tratada. para tratar de

Mas não que venham aom despreso à Engenharia, capaz de conceber sistema e estabelecer arquiteturas - métodos desenvolvimentistas aos quais se apliquem processos sob crítica da razão prática. E pela potência da razão criadora de destinos.

Mas dizia-se em documento oficial: ele "se diz engenheiro".

Pois se à crítica da razão pura se "escafederam" o Bradesco e a CEMIG de expor sua logomarca ao nível do pára-raios em Inconfidentes e, se a CEMIG até hoje não tomou conhecimento por nenhum "fiscal de linha" haver passado para ver tão estranha combinaçaõ de risco à população - eis comomatéria científica a ser ensinada emuniversidades a nova modalidade de gestão alí introdizida.

Não fosse irônico, talvez fossemos saudar essa experiencia pioneira -para ensinarem-se novos métodos de governar estruturas públicas. E depois impor ajustes de conduta ao interesse privado. Arquitetura disposta em Currículum para escola de Aministração públic.


Falar nisso, ao juntar no Blog "Engenharia Indignada" meu próprio curriculum alí, publicado espero haver contribuido para repelir mais esse descaso administrativo contumaz no Brasil; e restaurar, a partir de Inconfidentes, o respeito pela Técnica e pelos técnicos brasileiros. Especialmente aos comprometidos com o progresso e bem estar da coletividade. Exatamente, para bem lembrar, conforme assim estabelece Código Ético desses profissionais. Aliás, para conhecimento público pelo dever de ofício e fiscalização complementar, orgulhosamente também divulgados na INTERNET para conhecimento da sociedade. Pois não me "digo" engenheiro: sou engenheiro. Aliás, aqui está meu currículum. E estou indignado com o que vejo e assisto - pela engenharia menospresada. Para ver, em lugar dela, só descaminhos em arquitetura social. E política econômica.



E sobre a engenharia menosprezada na CEMIG


E para melhor representar os técnicos oprimidos nesse Brasil impedidos de exprimir a potência da boa técnica, seja feita hoje homenagem especial aos técnicos da CEMIG - diante de outra situação reinante em Inconfidentes - quanto à técnica menosprezada.




Rendo homenagem aos engenheiros de Inconfidentes e região, inclusive aos técnicos da CEMIG, os quais jamais subscreveriam o laudo a mim chegado - cópia disponível para o Sr. Governador do Estado de Minas Gerais, Dr. Aécio Neves conferir - inclusive como parte de preocupações expressas em telegrama também anexo. Pois trata-se de pretenso "laudo técnico" à margem das exigencias da Lei Nº 5.194 de 24 de dezembro de 1966 e, de seu Código Ético - agregado.


Pois foi produzido escrito lamentável, firmado em nome dos técnicos da CEMIG - por sub-gerência comercial; no caso, tecnicamente desqualificada para responder - como agora - se perquirida sobre métodos e processos. Pois falece o valor desse "laudo" - ficção administrativa - quando encerra sua última frase (irresponsabilidade firmada), sem acrescentar a vírgula no caso indispensável. Tudo, para em seguida acrescentar a expressão: "conforme laudo técnico em anexo". Pois caberia mencionar e incorporar às próprias palavras, o laudo técnico de reconhecido valor - conforme exige a Lei. E tudo como devido: firmado por técnico responsável. Jamais, porém, substituí-lo por assinatura leiga - sob presunção de suficiência (própria) ou ignorância (alheia). Tudo, mais uma vez, para firmar expressão incabível: ante a qual bastam simples fotos; dessas a mais dispensar legendas para contradita-la. Assim, requerer-se-á ao CREA exame quanto ao mérito e aspecto ético desse "laudo" sem de valor perante a Engenharia. O Sr. Governador tenho certeza exigirá maior respeito à própria Engenharia interna pelos atos de Governo e agora, especialmente, aos técnicos da CEMIG.



E deve-se lamentar, porém não apenas o fato. Mas também sua abrangência pelo risco difuso instalado: pelo modelo da CEMIG (a exemplo de outras estatais) também se estender, administração pública afora. Tudo, sob risco difuso e ampliado para a sociedade. Pois no caso houve o amadorismo (irresponsável), exatamente visto em sua resposta: pela pétulância de avocar responsabilidade indevida. Ou seja, para firmar e aceitar como "boa" instalação elétrica comprovadamente mal feita em áreas de sua jurisdição pela conformidade técnica. E pior: instalação de má fé e serventia duvidosa. Pois avulta, implícita, a permissão ao aceitar riscos à sociedade: desde falhas em técnicas de verificação como podem comprovar documentos em contrário - sob conferência do CREA/CONFEA.



E no mais, rendo homenagem a todo técnico nesse Brasil - também desconsiderado por suas atribuições - como soe demonstrado. Tudo, enquanto sua ética sucumbe e, povo e País afunda - atôa, como se vê.


Ah, sim. Para quem quiser duvidar: aqui nesse Blog se prova o que se diz. Toda crítica e comentário será publicado pela razão que tiver.


De imediato, espera-se o Governador Aécio venha a corrigir essa pequena situação para a CEMIG voltar a ser respeitada como empresa séria da qual tanto se espera: administrativa e, não apenas, tecnicamente exemplar.

terça-feira, 27 de março de 2007

Homenagem à uma pessoa honesta e trabalhadora

Em meio aos percalços de ordem sociológica pelos quais passa Inconfidentes no presente - dominada pela ignorância, desconhecimento e desprezo à Leis e Normas Técnicas sobre os mais diversos assuntos (para transformar-se em virtual "Balaio de Gatos"), cumpre estabelecer um hiato para mostrar o potencial restaurador de esperanças a partir de exemplos de honestidade pessoal dos próprios cidadãos.

Evidentemente e para tantas mazelas, resta nesse meio lamentar o papel indutor (equivocado), promovido a partir da própria administração pública: justamente a responsável maior pelo atraso político, econômico e educacional. Aliás, administração pública disposta a perseguir e afrontar a inteligência dos cidadãos como o faz em escandaloso processo na justiça. Pois ali ao lado da arrogancia e presunção manifesta, se exalta a própria incompetencia técnica e administrativa singularmente demonstrada a partir de escritos da própria assessoria jurídica. Como esse Blog ira demonstrar, tudo em desperdícios de palavras, tempo e dinheiro do contribuinte.

Evidentemente e, muito diferente das patologias do anonimato destinadas apenas a perpetuar mazelas entre costumes locais, para reversão de expectativas esse Blog como sempre irá publicar provas e documentos e por em fuga palavras irresponsáveis. Pretenderá contribuir para a mais profunda catarse política e social ao promover revisões sobre teorias e valores de modo a superar a moderna "intransparência" da qual nos fala o nosso filósofo contemporâneo Jurgen Habermas (ver artigo aqui postado nesse Blog para reflexões). Evidentemente, mais uma vez, no intento de melhor se estabelecer a vida comum na "urbe" em ambiente de paz e prosperidade geral sob a crítica da razão.

No momento porém, onde primam falsos valores, presunção e desonestidade (principalmente intelectual), cumpre estabelecer esse breve hiato e, aproveitar para homenagear pessoas honestas e trabalhadoras - como as mostradas na foto - capazes de contribuir para restaurarem-se esperanças pelo melhor dos exemplos. Claro, como se espera, tudo em favor de um mundo melhor a partir dos habitantes de Inconfidentes e região.

Assim esse Blog hoje homenageia em "Pessoas Conhecidas - Fotos" um trabalhador honesto, simples e do povo como o mostrado entre colegas na foto, tomado como o melhor exemplo para os dias de hoje (clique aqui para ver) onde a honestidade pessoal mais íntima se torna artigo raro na região. Espera-se que esse pequeno exemplo prospere.

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(Xi... E agora?
Vamos sumir?)

quinta-feira, 15 de março de 2007

Para o Povo Saber: palavras reafirmadas

Inconfidentes não pode continuar a ser um "Balaio de Gatos"
A foto ao lado dispensa legendas.
Publicadas no Mural "Para o Povo Saber" as palavras de Fernando Bártholo, são próprias de quem sempre escreve responsavelmente e, assina o que diz. Seus detratores jamais poderão dizer a mesma coisa!
(O texto reafirmado corresponde ao publicado nesse Blog e matéria com os dizeres postados aí embaixo).

segunda-feira, 5 de março de 2007

Breve testemunho sobre o que era Inconfidentes: comentário acrescido por Fernando Bártholo


Comentário a propósito da espantosa verificação sociológica postada em materia anterior (abaixo)

"Raul
Realmente é de se ficar pasmo com tais acontecimentos. Tristes acontecimentos. Certamente a sociologia não explicará, pois ela não trata de psicopatia, mas a psicologia tem respostas pertinentes, assim como a justiça, ao julgar atos criminosos como esses.Foi-se o tempo em que, aquela inocente “esperteza” do povo de Inconfidentes, carinhosamente chamada de Colônia, era apreciada pelas “saídas” inteligentes e honestas, tão bem expressa nas homenagens da coluna “Pessoas conhecidas – Fotos” deste blog. Lamento o “perder” de alguns membros dessa atual geração diante de tantos exemplos de dignidade dada pelos mais antigos. Lamento a transformação dessa legítima e inocente “esperteza” em fanfarronice arrogante e criminosa pelos grupos dominantes, que há tempos permeia as relações sociais, políticas e econômicas. Lamento o individualismo e o egoísmo predominante. Inconfidentes não era assim. O povo de Inconfidentes não é assim. Há que se resgatar a dignidade. Afinal, Inconfidentes não pode ser um “balaio de gato”.Grande abraço e admiração. Do irmão, Fernando Bartholo" - (Quarta-feira, 28 Fevereiro, 2007. )

ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.