ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

Pedra fundamental requerida. IDEEHIA. Centro de Estudos
Local(GPS): 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)

e-mail: exemplodeinconfidentes@gmail.com
Sempre serão bem-vindas toda correção, crítica e aperfeiçoamento.

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quinta-feira, 24 de setembro de 2009

Concurso Público, Recursos & Resultados . . . IFET - Campus Inconfidentes (MG)




Excelentíssimo Sr. Diretor do Instituto Federal de Educação, Ciência e Tecnologia

IFET – Campus Inconfidentes





Ref. Interposição de recurso final



Sr. Diretor



O candidato Nº 803 ao concurso público regido pelo Edital N 13/2009, qualificado para efeitos de reconhecimento neste Instituto (IFET) pelo currículum vitae constante nos 5 volumes apresentados a conter os comprovantes - exigidos em conformidade com o referido Edital - rende homenagem ao candidato vencedor e, reconhece que sua aula não foi das melhores pelo estado de tensão a provocar lapso instantâneo de memória quanto a determinada palavra. Não obstante e, diante do resultado sabidamente esperado de antemão quanto ao próprio concurso, mui respeitosamente e na intenção de contribuir para o aperfeiçoamento institucional do próprio IFET, pede vênia para requerer anulação da parte relativa ao Meio Ambiente desse concurso pelas razões de direito; ou revisão saneadora para procedimentos futuros ante as motivações administrativas havidas, exemplarmente consignadas e a seguir expostas:



1     Em termos históricos, anexa a manifestação - singularmente havida no bojo do Ofício Nº 02/2004/PROJU/EAFI datado em 08/10/2004. Evidencia o teor pretensamente intimidativo próprio de procurador jurídico até o presente incapaz de responder em público ao repto por atos subseqüentes contrários à lei e à moralidade pública. A manifestação do Ofício supramencionado, hoje e, pelas motivações vinculadas à pessoalidade, serve para caracterizar com suficiência o prosseguimento de atos subalternos e continuados em desfavor do requerente. Aliás, tornados corriqueiros no interior do IFET - Campus Inconfidentes, todos a descumprir o Art. 37 da Constituição Federal. Especialmente ferem a moralidade administrativa também exigível.  Em acréscimo, são fartos os exemplos referentes à publicidade e legalidade também ferida. A título de paradigma, cumulam até a desfaçatez de recusar certidão a propósito de atos administrativos motivados – requerida na forma da Lei – tal como demonstra o Proc. 23000.084634/2008-78.


2     Marcadamente, a continuidade desses atos subalternos (lesivamente estendidos em sucessão pelo tempo), desta vez serve para tornar patente a presente suspeição quanto à comissão responsável pela realização do referido concurso - segundo comprova a própria documentação anexa: plena de subterfúgios e linguagem omissiva. Acumula expedientes de caráter escuso ao tentar enganar ou iludir o próprio diretor quanto ao teor de recursos e demais obrigações de ofício: para mesquinhamente e, segundo os fatos comprovam, negar ou obstar pleitos do requerente.


3    De longa data, comprovado está, na instituição antes denominada EAFI, atual IFET, até por meios à margem da lei e da moralidade pública (editais adrede preparados) se tentou impedir o ingresso do referido candidato; quer como aluno (ex: Proc. 23000.084656/2008-38), quer como professor; ou por qualquer outra qualificação onde tivesse acesso ao debate interno; porquanto sempre e por motivos certamente inconfessáveis, a patologia interna (cultura autocrática) sempre considerou indesejável o candidato – requerente. Exatamente, pela crítica histórica e altaneira formulada em revisão de teorias e valores. Aliás ressalte-se, crítica pertinente à exação administrativa e educacional faltante, a espera de outra e melhor resposta: senão fuga ao debate por todos os meios.


4     Principalmente há de se crer, o requerente tornou-se indesejável pelo empenho consabido em viabilizar a criação do Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica Histórica - IDEEHIA e, pelo decorrente e evidenciado temor (patológico) de possível "sombreamento". Ou seja, afetar a pretensa "culminância" local da EAFI/IFET em matéria de ensino e pesquisa agregada. Esta como resta concluir, satisfeita com o diminuto alcance e serventia institucional.


5     Assim, para remover óbices até então levantados pela diretoria anterior por motivos incompatíveis, sabidamente inconfessáveis e, culminados por alegações de evidente má fé (estampadas em documento oficial) sob timbre da República, em 17/02/2009 tornou-se necessário encaminhar à Polícia Federal o Relatório Nº 1 em atendimento ao Aerograma PF/IPL 1.069/2006; cuja cópia, para conhecimento e eventuais providências, foi também entregue pessoalmente ao atual Diretor em 26/06/2009 - sob testemunho ocasional da Sra. Prefeita municipal então presente.


6     Apenas para conferir, o referido Relatório Nº 1 composto em volume encadernado ainda a ser publicado, foi acrescido à relação de livros do requerente (Ed. Autor) encaminhados à comissão organizadora em atendimento ao item 11.2 do mencionado Edital Nº 13/2009 - conforme documento emitido pela própria comissão (relação anexa).


7     Quanto ao requerente e para mais esclarecer, embora não estejam relacionados nesse supramencionado Relatório Nº 1 - por constituírem fatos posteriores à razão mencionada no item 3 acima - enumeram-se, no entanto, demais fatos correspondentes à tentativa subalterna de iludir ou enganar o atual diretor; como acima afirmado, visaram sempre impedir ingresso do requerente: quer como aluno, quer como professor. Pois o requerente, independente como livre pensador, sabidamente questionaria mazelas administrativas - sobejamente conhecidas "interna corporis" tanto quanto "externa corporis" - exigiu respeito administrativo e dignidade pessoal em publicações da EAFI  a propósito de listas de caráter difamatório no site da internet. Exatamente, em atendimento ao Art. 3º Constitucional (Processo 23000.084655/2008-93).



8     De outra parte e a toda evidência, o requerente ainda envidaria esforços, contribuiria com trabalhos, novas doações além das já feitas à biblioteca do IFET e, procuraria induzir alunos, colegas, funcionários e professores à reflexões rumo à transcendência: pois haveria de promover debate a propósito de temas e insistiria, como sempre insistirá, pela criação do IDEEHIA mencionado no item 4 acima; agora porém, em atendimento ao Ofício Nº 1009/DIGEP/GRPU/MG da SPU  na fase e contexto do Relatório Nº 2. Cumpre observar: instituto esse até então concebido como embrião de universidade especializada por campo de saber (LDB, Art. 52, Inciso III, Parágrafo Único). Aliás, agora assunto reiterado, assinaladamente sob propósito complementar à mesma motivação expressa no bojo de Carta Aberta aos professores da EAFI (2006). A título de intenções declaradas e assim consignadas, essa carta foi devidamente inserida no Relatório Nº 1 acima mencionado.


9    Como registro histórico, cumpre ressaltar, a mencionada Carta demonstra pelos antecedentes relativos à EAFI a transição de propósitos ao próprio IFET - nascido enfim sob o mesmo dispositivo dessa Lei quanto à anunciada "especialização por campo de saber". Lamentavelmente no entanto, nasceu como arremedo institucional, caracteristicamente limitado diante do próprio potencial - pelo quanto se observa. No caso, essa Carta Aberta demonstra a anterioridade do propósito facultado pela lei, o tempo decorrido e, o evidente aproveitamento de idéias havido como se original fosse: sem mencionar fontes e origens.


10     Em relação ao passado resta consignar a contribuição do requerente no sentido de sanear e removerem-se patologias culturais (administrativas) e de poder no interior da EAFI; assim como a falsidade ideológica historicamente havida no intento de obstar participação interna do requerente; exemplarmente, as introduzidas em processos seletivos (vestibulares) como por exemplo no item 3.1.6 do Edital Nº 3 – COPS/EAFI - prenhe de artimanhas. No caso, devidamente denunciadas pela internet no Blog "Perspectivas: o exemplo de Inconfidentes" em http://exemplodeinconfidentes.blogspot.com/ .


11     No entanto, em relação ao presente e, pelo paradigma tomado a propósito do presente concurso, resta aproveitar quanto significou o passado e, rever o procedimento verdadeiramente comprometedor da comissão encarregada da realização do atual concurso. Exatamente pelo quanto seu modo de agir significou continuidade aos mesmos intentos [ocultos] no sentido de impedir participação interna do requerente – tal como os fatos demonstram. Basta lembrar [desde a primeira ameaça] quanto o antigo procurador federal já o fez; e [depois] imbuído do propósito de enganar ou iludir o atual Diretor para induzi-lo a erro. Pois em documento anexo e de modo semelhante, a comissão deixou de apresentar resposta verdadeira ao Sr. Diretor a exemplo da inverdade (ver assinalado em documento anexo) quanto a haverem "tomado todas as providencias possíveis para assegurar direito ao candidato". Fato esse longe de corresponder à verdade.


12     Na verdade, a comissão se omitiu ao dever de diligenciar como competia, por dever funcional. E assim deixou de exigir resposta completa segundo foi requerido pelo recurso - forma e conteúdo. Cuja omissão ao final acresceu o prejuízo ao requerente, sob dolo; somente [tal omissão] seria compreensível caso o referido recurso deixasse de ser escrito de forma clara e em língua portuguesa de modo a impedir leitura e compreensão quanto ao conteúdo. Pois sob esperado nível de alfabetização no interior da EAFI/IFET e capacidade de compreensão, exatamente o requerido fora a manifestação dos autores de livro a propósito do mau uso. Ou seja, pela interpretação incorreta e não autorizada de sua obra. Exatamente obra mencionada pela firma terceirizada, para surpreendentemente negar provimento ao recurso. Obra espertamente utilizada - para de modo pueril formular questões da prova, como se verificou; e se verifica (ver matéria assinalada em documento anexo). Texto [assim verificado] sobre o qual houve desvirtuamento sob menor responsabilidade; para ao fim, atribuir levianamente aos autores afirmação que jamais fizeram. Exatamente, quanto a ser "incorreta" a alternativa exposta na questão Nº 32 da prova – tal como formulada. E para enfim tornar o IFET instituição [responsável] acolhedora de heresia conceitual; a qual envergonha a própria instituição diante desse acolhimento [havido] intelectualmente irresponsável. Fato [subalterno] compreensível apenas se para causar prejuízo doloso ao requerente.


13    Resta lamentar a atitude comprometedora tomada pela comissão ao deixar de exigir resposta completa aos termos do recurso - conforme requerido. Pois seria dever a ser exercido com exação e competência funcional em atenção ao recurso impetrado pelo Candidato 803 signatário, ao invés de apenas tergiversar e tentar iludir ou enganar o Diretor em pseudo "esclarecimento" como se observa pelo teor do documento anexo. Exatamente para esconder a omissão proposital havida. Exatamente, ao estender-se apenas e disfarçadamente sobre assunto de menor importância como "tempestividades", na verdade assunto pretérito e fora de questão.


14     Além das respostas escritas pacientemente colecionadas [pelo candidato] como aulas de inépcia associada à má vontade para "assegurar [sic] direito do requerente" - conforme inversamente expressaram os fatos, também respostas verbais, ao final constituíram tentativas "espertas" para iludir [candidato] incauto. Fato à margem da lei e Código Ético do servidor público . Exemplarmente, cumpre assinalar a última, relativa aos "prazos" para recursos: quando na informação prestada pelo agente público, novamente se transgrediram disposições do Código Ético e princípios constitucionais do Art. 37 (CF). Exatamente, os atinentes à publicidade e referentes à legalidade. No caso, seja por dolo ou inépcia caracterizada, a resposta verbal (sempre palavra oficial) dada quanto ao início de "prazos" desconsiderou a existência do Art. 132 do Código Civil Brasileiro {irresponsabilidade e/ou ignorância [tida] sob evidente presunção de "suficiência" funcional ou, em ambos os casos, dolo próprio de quem por todos os meios intenta ou intentou obstar melhor elaboração de recursos}; exatamente, assim ocorreu, ao informar que a publicação dos resultados no quadro de avisos  ocorrera no "período da manhã" do dia 18 último - como se tal fato fosse relevante naquele dia; portanto, segundo essa alegação, o prazo de 48 horas já estaria a correr sob responsabilidade da presuposta "desatenção" do requerente. Ou seja, quando pela tarde tomou conhecimento e, naquele momento foi solicitar documentos referentes à "pontuação" para subsidiar recurso; assim conforme alegado, restaria apenas anotar essa nova "aula" em matéria de gestão arbitrária [a propósito de prazos]; pois somente restaria  ao correspondente o período do outro dia [segundo a "lição"]. No caso porém, tratou-se de mesquinha e subalterna tentativa  de "encurtar" o prazo de 48 horas - concedido pelo Edital (item 12.3) para recurso - em prejuízo do requerente.


15     Em continuidade, nesse mesmo momento e para mais postergar entrega desse subsídio indispensável ao recurso, acresce exigência (virtualmente absurda) feita nesse momento na sala da comissão de "fazer por escrito" o pedido referente aos documentos solicitados.


16    Em decorrência da exigência quanto ao item acima, ao invés deste estar disponível ainda no dia 18 último (sexta feira, e sendo suficiente apenas tirar "xerox"), tais documentos somente foram entregues às 8: 02 hs do dia 21 (segunda feira) – horário no recinto fotograficamente documentado para preservação de direito.



17  Para [melhor] assinalar a aula de cinismo ministrada pela Sra. Presidente da comissão, ainda teve o requerente de sentar, assistir e esperar mais essa acintosa "preparação": pelo quanto, como alegado, tal material ainda não "estava pronto". Por [somar] esse tempo verdadeiramente inútil e ocioso, propositalmente subtraído à custa do prazo facultado pelo item 12.3 do Edital. E mais padeceu o requerente por comprovar abuso de poder ou inépcia funcional, dolo e/ou má fé somados. Todos, havidos na pressuposição de estultícia do requerente a ser aproveitada; ou seja: tudo após ainda insinuar para fazer acreditar em informação propositalmente incorreta quanto à validade desse "horário matinal" da publicação, o falso "início" da contagem de tempo, segundo o. Intento (doloso) da Sra. Presidente da Comissão. Tudo imaginado mesquinhamente sob o claro propósito de dificultar preparação de recurso. Após tal tentativa eivada de cinismo, delicadamente o candidato 803, solicitou à Sra. Presidente da Comissão que fizesse o favor de ler o Art. 132 do Código Civil, e assim tomasse conhecimento quanto ao ali disposto: a contagem de prazo tem início à partir do dia seguinte ao da publicação. Restou ouvir a ainda cínica e lacônica resposta - eivada de irresponsabilidade: ..."ah... sim... então está bem". Aliás, frase desacompanhada de qualquer expressão de reconhecimento ou mero pedido de desculpas.


18 Há de se registrar: a Sra. Presidente da Comissão claramente feriu o Código de Ética do Servidor Público. Exatamente ao servir-se de falsidade enganosa para intentar dificultar recursos e/ou suprimir prazo em prejuízo do requerente. Também soma-se o outro descumprimento ético: o fato (anterior) de deixar de informar corretamente à direção da instituição sobre providência então requerida e deixada de cumprir na área de sua competência. E depois, dissimular omissão pelo não atendimento.



19  Ainda em continuada aula de desprezo ético, negou-se a devolver os 5 volumes encadernados correspondentes ao currículum vitae apresentado pelo candidato. E o fez sob o argumento de que os mesmos permaneceriam internalizados no IFET como "parte do processo"; permanência essa somente compreensível se for propósito utilizar para fins menos éticos, preventivos: sempre em desfavor do (indesejado) requerente do como soe depreender.

 

20     Finalmente após a manifestação do procurador jurídico referido ao início e aqui relembrada, o Of. Nº 02/2004/PROJU/EAFI datado em 08/10/2004 hoje tornou-se útil para evidenciar e caracterizar os demais atos subalternos, subseqüentes, tornados corriqueiros no interior do IFET. Todos, havidos pelas motivações de sempre, vinculadas à pessoalidade. Constitui, pois, o presente recurso a constatação do quanto e por todos os meios, também nessa oportunidade outra vez intentou-se prejudicar  o requerente - sem nada mais haver-se a estranhar. No presente caso, auxiliado pela indisposição da banca em fazer perguntas [quando não convém]; dessa forma, para configurar a "insuficiência" classificatória presumida, deixou-se, finalmente, de proceder ao exame do currículum vitae (referido pelo item 11.2 – encadernado em 5 volumes) – pois quanto ao mérito e pelo assunto questionável, fora apresentado caso concreto e exemplar - a envolver atuação em empresa estatal. Resta, de outra parte conferir e consignar: o mesmo currículum (na internet - http://raulferreirabartholo.blogspot.com/), em oportunidade anterior foi considerado "superabundante" pelo mesmo procurador federal [desta vez quando convém] e, utilizado de modo inverso: exatamente, para negar ingresso como aluno em curso de administração - então pretendido pelo candidato na forma facultada em lei (Proc. 23000.084656/2008-38).



21     Quanto ao mencionado Currículum vitae – agora retido por ato discricionário da Sra. Presidente da Comissão pelo quanto preza guardar comprovantes alheios sob propósito oculto, o requerente nada teme. Aliás trata-se de material honroso; lamentavelmente porém e, como se vê, sequer foi examinado pelo mérito para o requerente tornar-se professor. A toda evidência, os atos da comissão assinalam interesse e preocupação contrária ao exame pelo mérito (curricular) e pontuação correspondente. Conferem suspeição até para supor o intento (no caso bem sucedido), quanto ao empenho em reduzir-se pontuação relativamente à notas atribuídas pela banca. Aliás, fato verificado pela flagrante injustiça, "coincidente" e duvidosa avaliação - mérito à parte. O requerente, no entanto, apesar de reconhecer suas próprias falhas (devido ao estado de tensão e momentâneo lapso de memória em relação à palavra fugidia), documentou (Power Point) sua aula em forma, conteúdo; e permanece a espera que a banca ainda venha completar o trabalho faltante em revisão também pública e aperfeiçoadora para a qual estará convidada. Pois em contribuição aos interessados publicará suas aulas no Blog http://engenhariaaplicada.blogspot.com/ e no painel público "Para o Povo Saber", assim como gratuitamente as disponibilizará ao próprio IFET - tanto quanto já doou trabalhos e projeto anterior; aliás, quanto a "aula" do concurso, de antemão e virtualmente sabedor do resultado final, desinteressadamente e, por requerimento, disponibilizou-a como apresentação (prévia) aos demais candidatos por vontade própria. E assim requereu para quanto proveito, correção e acréscimo pudesse haver. Resta lamentar a falta de grandeza, desprendimento, entendimento e generosidade da Comissão para negar ao requerente até mesmo esse pequeno gesto (documento anexo).



22 Finalmente, resta lamentar a incapacidade técnica e científica revelada pela firma terceirizada. Incapaz de discernir pelo quanto escreve em adulteração de texto (alheio) ao formular questões de prova. Assim como lamentar que no "site" da internet mais ainda revele desconhecimento de termos próprios, científicos. Pois sequer expressa a grafia cientificamente correta (escreve repetidamente "ótica" no lugar de "óptica"). Evidencia, portanto, displicência técnica e, desconhecer quanto ao prefixo "oti" (sem o "PE") se referir à audição (ex: otite = inflamação de ouvidos, enquanto aparelho "otico" = aparelho de surdez, etc); enquanto "opti" (com "PE") significa visão (aparelho óptico = óculos, etc). Lamenta-se o fato do IFET assim alienar seu próprio acervo intelectual, técnico e científico - para finalmente contratar acolher equívocos dessa firma incapaz de elaborar corretamente questões como a de Nº 32 da prova; onde, finalmente, sob irresponsabilidade da comissão (incapaz de distinguir condição necessária de condição suficiente), reste consignado em nome do IFET o "ensinamento" final do concurso: segundo o qual, para ser professor nessa instituição deve-se enunciar submissamente que "é incorreto considerar a sustentabilidade como vinculada à economia e meio ambiente".


* * * * *

Tendo exposto, por dever de consciência o candidato 803 mui respeitosamente e em contribuição ao saneamento das patologias reveladas pelos próprios atos administrativos requer a anulação do presente concurso na parte relativa ao Meio Ambiente - para jamais serem repetidas. Ou em alternativa se revisem práticas e procedimentos mesquinhamente impróprios como os revelados pelo presente recurso. Inconfidentes, 22 de setembro de 2009.



Pede deferimento

quarta-feira, 9 de setembro de 2009

CONVITE PÚBLICO

Aula sobre Meio Ambiente.



O IFET - Instituto Federal - Campus Inconfidentes abriu concurso para docência - Meio Ambiente (Edital Nº 13/2009 - clicar aqui ).

Haverá uma Aula expositiva sobre tema ainda a ser sorteado às 08 hs. do dia 15/09/09.
A data da realização está marcada para ocorrer em seguida entre os dias dezesseis e dezessete .

O Candidato Nº 803 afirma: sentir-se-á honrado pela presença dos interessados e autoridades convidadas - tal como restou requerido.
Notas de aula, a partir do exemplo concreto de Inconfidentes (MG) estarão postadas e disponíveis para prosseguimento e aplicação em http://engenhariaaplicada.blogspot.com/ .


E pelo direito de petição a se exercer

Assunto tempestivo: na forma requerida, estender-se-á convite à autoridadedes.
Também requer-se convite a representantes das entidades UNICAMP, CETESB, SANASA, METRO-SP, CREA/CONFEA, IFET e Ministério Público - mencionadas em capa no Relatório Nº 1 - referente ao Projeto Ambiental de Inconfidentes (Ref: - PF/IPL 1.069/2006 - 17/02/2009).

(E sob a mais atenciosa menção em convite expresso, público e aberto, requerer-se-á ao IFET tornar regra a exceção. Requerer-se-á acrescentar adendo ao edital. Facultativamente abrir permissão e, transmitir convite especial aos demais candidatos.
Seja pois o requerido feito como manifestação pública de apreço, carinho, solidariedade e atenção especial ).

terça-feira, 18 de agosto de 2009

Pela palavra restante


Se alguém tem de se envergonhar de alguma coisa em relação ao quanto disse, fez ou escreveu, certamente não será o editor desse Blog.

sábado, 8 de agosto de 2009

Sobre concurso público

Demorou mas aconteceu.

O IFET, enfim parece retomar caminhos. Deve-se reconhecer: o Edital Nº 13/2009, referente ao concurso aberto no IFET para prover cargos de docência deu um passo significativo quanto a cumprirem-se preceitos do Art. 37 da constituição... referentes à impessoalidade, moralidade, publicidade. Certamente agora e, de modo mais apropriado, o IFET começará a incrementar o devido quinhão de
eficiência em favor do País. Pelo menos, espera-se, agora ao agir como potência educacional e, de modo mais apropriado, contribuirá para reverter as expectativas desanimadoras do passado recente; pelas quais dispensam-se maiores comentários.

Em termos de comparação porém, o Edital Nº 13/2009 do IFET até se aproximou benéficamente do agora paradigma - quanto a elaboração e alcance pretendido. Exatamente, o concurso havido no Senado para cargos de consultor, analista de orçamentos.

Deve-se notar, o concurso do Senado da República foi preparado pela FGV - Fundação Getúlio Vargas, nascida ato de Governo (Decreto Lei 6.693 - 14/07/1944), cujo estatuto ressalva não constituir instituição benemerente (embora sem finalidade lucrativa). E trata-se de instituição suficientemente reconhecida pelo mérito acadêmico.

Enquanto no concurso do IFET, verifica-se, desconsiderou quanto além da FGV, também outras instituições como a UNB também realizam esse mesmo serviço; no caso, sem haver dúvida pela idoneidade (técnica) e suficência referente aos preparadores das questões. Pois optou por terceirizar. E contratou a "Objetiva - Concursos Ltda". Entidade até então desconhecida, cujo mérito foi precisamente explicitar o texto da fonte bibliográfica utilizada e, a adulteração introduzida em relação ao original. Pois dewmonstrou o "método" empregado para formular a questão (32) referente à signficância da "sustentabilidade" - sob equivocada concepção numérica. Fato esse a evidenciar amadorismo primário dessa entidade - no caso a examinadora, exemplarmente impugnada quanto ao próprio exame.

No entanto, constrangia os candidatos sobre o assunto tão anulável pelo mérito (equivocado) quanto sob constrangimento o foi a questão (1ª) do Senado - honrosamente cancelada pela FGV.

Porém eis, pelos recursos impetrados quanto uma reconhece pelo mérito. En quanto outra evidencia desconhecer essência em matemática. Evidentemente os recursos refletem o inesperado.

Sendo resto, aproveitar ementas à cada matéria a publicar.

Torna-se interessante a comparação entre essas entidades "operadoras" dos concursos mencionados.

Evidentemente ao concurso do Senado a crítica principal será pelo constrangimento causado pela 1ª questão da prova. Exatamente, ao envolver o ministro Gilmar Mendes, presidente do STF. No caso, exposto em artigo (laudatório) escrito por ilustre advogado. Evidentemente nenhuma objeção haveria quanto ao referido artigo em jornal. Porém, no bojo de concurso público constrangeu os candidatos obrigados a demonstrar "compreensão" pelo quanto o texto advogava. Certamente suscitou questionamento de foro íntimo a quantos entendessem de modo diverso o fulcro da questão. E no caso, compelidos a escolher apenas entre as alternativas ali apresentadas. Evidentemente houve recurso. E ainda bem: a questão foi anulada. E certamente o momento da prova esteve prenhe de outras deficiências, como também brilhantes ou deficientes foram os candidatos. E homenageado seja o vencedor.

Eis porém a quantos participaram, quanto restou de positivo desse último concurso ao Senado da República: o ementário. A amplidão sistematizada dos assuntos feita pelos luminares da FGV, hoje úteis para compor cursos e estruturas curriculares de aplicação em nova Escola de Administração Pública, como o pretendido no bojo do Projeto Ambiental de Inconfidentes ao qual se agrega. Pois eis: pauta de conferencias e assuntos previamente catalogados. Ementário apropriado.

Técnica administrativa. Pedagogia aplicada.

Eis o saldo desse concurso: a excelência do ementário e lições potenciais oferecidas pelos mestres e consultores da FGV. Evidentemente a nota da FGV para depois se justificar ao Senado por deficiências de menor monta havidas, dispensava o recurso de recorrer à história e tradição dessa entidade.

E agora, enfim, o IFET produz um edital meritório, comparável em espírito ao paradigma.

Resta verificar quanto o Edital Nº 13/2009 contrasta com a tibieza e melancolia dos editais pelos quais a EAFI evitava ingresso de candidatos (indesejáveis) e suportados por pareceres infelizes de procurador federal, hoje (quiçá) substituído - após filtrar interesse e fraudar o mandamento constitucional acima lembrado (Art. 37). Fatos esses, como fartamente esse Blog publicou em matérias de passado ainda recente.

Será pois um avanço o presente concurso.

Pelo menos em partes o edital do IFET se aproxima do modelo do Senado - exemplar, no caso, pela suficiência e concisão. E depois, pela feitura respeitosa e democrática.

quarta-feira, 1 de julho de 2009

Criado há dois anos, esse Blog comemora seus 18.000 acessos.
E agradece pelos comentários e testemunhos de época deixados por leitores.

sexta-feira, 19 de junho de 2009

Para acontecer










Micro Conferência Intermunicipal de Educação
Enfim, será bem-vinda a abertura à discussão que acontece em Inconfidentes.
E não era sem tempo, em que pesem os louvores ao passado.




Mas Inconfidentes tem história. Será continuar. E melhor preserva-la.
Temas para Discussão
Propostas para o próximo encontro (26/06/2009):




domingo, 14 de junho de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Da antiga EAVM... ao IFEF atual: a história recontada

Da antiga Guerra de Poder à Decadencia atual
(E fita gravada para ser ouvida pela torre da igreja)

Para ler: clicar duas vezes sobre a imagem

terça-feira, 19 de maio de 2009

Qual moral diretora da EAVM/EAFI/IFET deve ser reposta?

A de quem manteve e matém palavra?
Livre e independente, expunha razão?
Escrevia e assinava quanto dizia?

Ou a de quem se esconde?
E no restante corrompe até a verdade matemática [ex: erro grosseiro, proposital em editais e repete no PDDI que ostenta ( http://www.eafi.gov.br/documentos/pdi_eafi.pdf )]!
E depois pretende o resto ensinar...

Governa a moral quem omite até o próprio nome ?
Ou a de quem até se nega responder - pelo que faz??

sexta-feira, 15 de maio de 2009

História recontada. O inacreditável acontece. E em Minas Gerais. Pois sim? ...Pois não.

História e assombrações de um velho Casarão Federal
Época, psicologia social. Valor. Patrimônio exaltado.
Inconfidentes. Retrato local


Nesse casarão
autoridades se hospedavam
quando vinham a Inconfidentes


Costumes marcavam-se pela TFM (tradicional família mineira)
Ancestralidade. Anos dourados. Famílias se reuniam.


Há 50 anos atrás. Festejavam e discutiam seus assuntos


Havia altar

Entre convidados, vinham bispos. Festejavam e rezavam missa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Inconfidentes... do casarão histórico ao pardieiro oficial.

Residência funcional do diretor da EAVM(A propósito: clique na foto para ler o romance "O cortiço" de Aluísio Azevedo")

No entanto, eis o cortiço atual a espelhar a vida real em Inconfidetes (imóvel federal, oficial).
O antigo casarão foi subdividido em três residências. Verdadeira aberração . A parte principal, dividida em duas. A desfuncionalidade dessa subdivisão reflete, pela história, a própria mediocrização local (primeiro arquitetônica e depois cultural) numa cidade onde até por atos administrativos eivados de vaidade psiquica aflorante - nome e obra realizada, nome perpetuado - placa lustrosa afirmada, pró tempore - isenta de crítica, se ensina a desprezar a própria história. E a obra revela desconhecimento histórico. Depois falta de imaginação e, evidencia a limitada noção funcional administrativa - posterior. E pelo resto acresce a mazela social do costume - inversamente pedagógico. Tudo, evidentemente decorre de ânsia de poder - imatura. E depois, do despreparo evidente.

E eis, a dispensar legendas a guerra de poder local - vista entre Peponne e Don Camilo, personagens [secretos] locais, como no romance de Guareschi. E a disputa de poder se representa pela história dos 50 anos seguintes à série de fotos de reunião ali travada (Documentos: Gravações. Fotos oficiais).


Pois eis o poder hoje desmemoriado e sem história - refletido sobre o presente [mesquinho].
O espelho do IFET. lamentável.

De camarote

Em fotos (oficiais), o que faziam esses senhores fotografados por Peponne nessa reunião ?


LocaL: casarão acima. Antiga residência (funcional) do diretor da EAVM.

Alguém pode explicar reunião e decadência atual?

sábado, 9 de maio de 2009

A história, pelo recomeço

(Assunto público, autoridades 1)

Peponne ainda pergunta:

Porque assombrados?


Porque resposta típica... "não tenho mãos" ?

Vistos depois, pelo camarote.


(para ampliar a foto e reconhecer personagens: clicar duas vezes) Diretor da EAVM ao lêr discurso.


Presente, meu pai ao lado.

E por trás, reconheço cabelos de minha mãe.

Fita [gravada] repõe verdade em discursos dos presentes.
Seria bom ouvi-las tocadas pelos alto falantes da Igreja!

Pois ali trovejavam personagens como Dom Camilo, face esquerda [oculta] acima da batina, reversa pelo presente tanto quanto versada, braços cruzados, sapatos à vista. Agora, no aguardo da palavra... emocionada, despedida marcada pelo espírito de Peponne --- fita gravada--- ao pronunciar seu último discurso. Eis in transcrito a cristalina disputa pelo poder. E constrangimento geral de Peponne a registrar o espírito encarnado em pessoa por antigo diretor também traído fisionômicamente. Eis por si e assessores, depois, o que havia. E o que restou. Estando Pepone presente, desconhece-se a presença ou o espírito de Don Camilo nessa reunião, se algo ali havia que o representasse. Presenças também registradas em foto e voz gravada.
[Peponne, lembrado, personagem do romance "Dom Camilo e seu pequeno Mundo" / Giovani Guareschi - sinopse: clicar aqui].

Eis, enfim, olhares vitoriosos... Triunfantes...

Pois entre santos virtuais invocados nos pensamentos de Don Camilo a propósito de Peponne, presentes no amarelado da foto e, pela eternidade depois juntada entre desaforos recíprocos, 50 anos depois ainda e melhor redistribuidos pela roda, seria de se ver quantos, depois, também sob outros cochichos trairam ou trairiam as próprias palavras - por atos solenes em fotos históricas seguintes. Pois longe de qualquer educação para o poder em disputa e, em fuga de razões para não mais serem incomodados ou inquiridos, como de costume foram esconder razões. E tudo entre misticismos, cruzes e sacrifícios! Tudo inutilmente à tentar esconder a verdade. Para depois às escondidas, transferir valores escusos, corromper educação e premiar subserviência.

Torna-los a falsa moral imposta ao vencido entre prêmios e castigos aos recalcitrantes, em aulas de corrupção de costumes admistrativo. Eis, depois, incapazes de expor razão - suficiente - se perquiridos à luz do dia: para clarear história. Ou recompo-la, contada em versos possíveis.

[Pois a propósito de guerras... Homero, lembrado. Eis modos, motivos e versos - razão e potencia dos deuses e demais senhores por hábitos reversos assentarem-se em assembléias - enquanto na Terra se decidiam guerras... Pelo menos, salvas pelos versos de Homero as motivações guerreiras seriam moralmente muito mais divinas. E pela ética unificadora dos contrários, certamente muito mais justificáveis aos olhos dos homens. Ao menos as guerras eram helênicas e tinham a poesia da beleza de uma mulher a melhor justifica-las].


Mas onde está a beleza da guerra de fundo dessa reunião?

Enquanto depois assentados como se ao invés de formarem altivas Escolas de Governo, onde segundo suas últimas convicções pudessem ensinar métodos de melhor governar o País, e exigissem o direito de implementa-los - formassem arremedos e limitassem o programa ao de tornarem-se simples e subserviente "escolas do governo" na Terra. E depois, pela falta de fibra educacional, permitir ao País: prosseguir desgovernado. Ou guiados por interesse mesquinho - incapaz de declarar suas verdadeiras intenções - como o mostram documentos recentes. Para assim permanecerem - sem outra moral e razão senão pelas quantas desalojariam e tomariam para si a ermida - onde residia o poder - ambicionado; tal como ali se faziam em sala de visita oficial, disposta na Terra em libações aos deuses, deliberação e comemorações dos presentes. Pois eis a seguir, hecatombes perfeitas e prestações de contas purgativas, como nos versos de Homero.

Claro, desde quando avós diziam o repetido refrão - retumbante aos idos da juventude e por gerações - segundo o qual "luta fraca não é para homens fortes". E por assim estabalecer civilizações. Era quanto pela Terra Pepone encarnava seu personagem em evento público. E por ele se dirigia nessa vida por convicções íntimas e razões declaradas. E pelas quais o mundo ao redor vivenciou sua dose de energia.

Nas paredes da sala anterior, nota-se, haviam quadros - Coração de Jesus à parede, artes da avó fervorosa. E depois no mais ao redor em outras fotos, ver-se-ão também crucifixos em madeira trabalhada. E de outro lado descobrem-se nas prateleiras, livros reveladores. Entre os quais, o "Cavaleiro da Esperança" - do Sr. Plínio Salgado, a quem [Peppone] era seguidor. Pois diferentemente do romance de Guareschi, é nesse detalhe em Inconfidentes que divergiam os figurinos [Pepone original, norte da Itália, comunista], do Pepone mineiro [Inconfidentes, integralista quatro costados], poder temporal pelo simétrico na Terra . Pois nesse imóvel, antes e em dependências anexas, também hospedara por anos e ao início, o próprio espírito reverso de Don Camilo [poder do Padre Eterno, mais integralista ainda]; depois ambos emprestaram-se os livros; e a tudo, depois viveram os personagens dispostos em divisões de território e poder. Estes, marcados por fanfarras, passeatas e pompas circunvagantes, procissões luminosas, missas e rezas, assentaram cada um o domínio restante à grei [circundante] pelos serviços de alto falantes. Ou na torre da igreja, aos quatro ventos. Ou paradas de 7 de setembro. Ou Tiradentes. Sua ausência em fotos dessa reunião [Don Camilo], na verdade e muito ao contrário não significava deixar de saber quanto alí alto e bom som se ouvia, registrava e gravava - pois muito mais ouvia depois pelos confessionários.

E assim na residência [próprio local, ofical] onde o espírito de Peponne exerceu o mais absoluto poder sobre vozes circundantes, as mesmas paredes sucederam-se no tempo. E desde suas reminiscências temporais, Pepone qual espírito ainda presente pregunta aos incréus: porque sucessores de menor envergadura sequer tiveram coragem [razão íntima] para habitar a mesma residência? Local onde sem melhor postura ou expressão com eco pelas paredes, soçobraram, remanescentes, as mesmas indagações ou afirmações do espírito de Peponne - em fita gravada? Pois para melhor se acomodar a pequenez ou, ajustarem-se espíritos menores, só mesmo após redução dos significados do antigo casarão; para ao fim restar no presente, subdividido, o pardieiro - oficial. E hoje na mesma sala, desfigurada, reverberar apenas a mediocridade restante - marca arquitetônica - visível, circundante. Pois jamais restritos aposentos, convertidos em salas de novas residências, seriam equivalentes à do casarão - histórico. Residência oficial onde quiseram silenciar ecos de paredes: local histórico onde sem outro constrangimento o poder da palavra - debatia - alto e bom som.

Claro, entre testemunhos ainda vivos, outras fotos mostrarão figuras presentes. E noutras, assessores menores: ajustados à nova situação - depois de se alimentarem de benesses e favores antes mendigados. Pois, eis!

Depois da fala do ex-diretor, a curiosidade: eis ainda gravado o discurso subserviente. E na voz desse autor desmemoriado, marcado pelas próprias palavras para recompor história e lugar, restou agradecer ao pirralho. Antigo aluno atrevido, lembrou-se Pepone.



Depois do casarão: a desfiguração do restante

O restante da antiga EAVM - Pró-memória [Documentos e História ].

Pois eis desmemoriado, aberrante... o resultado estendido no tempo !

Além do complexo de inferioridade revelado, letras garrafais ainda refletem a grosseria total (não só arquitetônica). Falta de imaginação, presunção de suficiência somada à incompeteência, vaidade e desrespeito. Desconhecimento e descaso para com partimônmio histórico

Mas qual,

E tudo depois, à exaustão, foi quanto se viu a seguir: atrás da fachada instalada vicejou a patologia de poder [autocracia] - portanto reveladora de administração despreparada, repressora e avessa à palavra franca. E depois o modo esquivo, insincero. O agir próprio dos incapazes de em boa fé sustentar convicção [palavra] em público. A incapacidade de expor matéria disposta ao debate e estabelecer consenso - sem ser pelo temor. E depois suficiência crítica, razão e comando administrativo. Então pergunta-se: queriam poder para o que mesmo?


Só para isso? Esse arremedo? Esse "tico" educacional de pouca coisa?

Até para incorporar erros grosseiros [desconhecimento matemático] revelado nos chamados "PDDIs" de hoje?


Pois fizeram de tudo depois dessa constrangedora reunião, para afastar justamente o poder da palavra altiva - capaz como sempre foi de expor razão presente e futura à luz do dia.

Sendo resto, o histórico dos 50 anos passados.

E o que se sufocou, em Inconfidentes em prédios assombrados pelas lembranças de Peponne? Subtaiu-se a palavra aberta, altiva, disposta, capaz ainda de reverter pela crítica das imagens expostas o quadro de mazelas do presente: onde falseia-se a educação. E tornam suas estruturas meras "escolas do governo" visivelmente amesquinhadas sob interesse menor.

Pois melhor seria, Escola de Governo.

Pois em contrapartida à catarze histórica das fotos, há de se propor o aproveitamento generoso para a pedagogia dos documentos, provas, experiências, habilidades, técnicas e vivências do passado - assim se espera. Especialmente em se tratando da coisa pública e métodos de educação. Até para prevenir desvios. Ou seja, capaz de estabelecer política pública libertária firmada em palavra [final] pela moral dirigente respectiva: razão pública, virtuosa, aberta. Educacionalmente firmada e aplicada sob exigência de moralidade educacional, administrativa. E capaz de estabelecer técnicas de controle e instrumentos de transparência. E preparados em Escolas de Governo, melhor se educar o País.

Porém, eis inversamente o resultado educacional [escolas do governo] derivado da subversão de valores mostradas nas fotos. Eis a refletirem outras reuniões em Brasília ou em locais incertos pelo País e pela história . E hoje restar a tentativa das falsidades ideológicas continuarema corromper e ganharem campo entre costumes [nacionais] sobrepostos ao poder, 50 anos depois: eis educacionalmente enquistadas às próprias estruturas de educação para hoje, e pelas subservientes e modernosos EAFI/IFETs-Inconfidentes da vida, acharem-se "normal" a negativa de instalações de CPIs moralizadoras no País (ex: ONGS, empreiteiras, Petrobrás, etc, etc). Pois educacionalmente ensinou-se o contrário. E nada mais se precisaria dizer para ver, depois, a quanto se reduziu o País: entre interesses, palavras obliteradas, negativas em expedir certidões, subterfúgios e razões ocultas. Pois eis, desde o exemplo (des)educacional de Inconfidentes, o resultado: A histórica e inglória tentativa da razão nanica, oculta, usurpar poder. O comando apenas intentado, disputado. E hoje, ao visto de tudo afinal pergunta-se: "para que mesmo"? Só para isso?

Certamente tais matéria ocorrertiam simultaneamente aos pensamentos de Don Camilo e Peponne sentados em lados opostos [foto].

Muito mais, porém, o interesse agora será questionar - pedagógico, didático - no exemplo entre expressões corporais na foto. Enfim, pergunta-se: "poder"... para que mesmo?

Pois desde então ante tão mesquinhos resultados, sucederam-se discursos e tentaram esquecer o passado já por meio século . Como se ele não exisisse. Porém, entre eles [gravado] até sob registro está a do então orador oficial. Este, aliás, ausente na foto. E hoje estaria convidado sob aclamos gerais para nova - foto atual - renovada. Seria presenteado Por Pepone com cópia do discurso gravado. Se quisesse, Don Camilo imploraria aos céus para ser atendido o desejo de ouvi-los pelos altofalantes. Certamente mais generoso e reconhecido [fotos], Pepone ao fim tudo perdoaria. E certamente Don Camilo também abençoaria os recalcitrantes arrependidos. Notou-se na reunião aluno pretencioso presente, decerto insatisfeito com nota. Ora veja só!

E viva-voz, para confimar pelo confronto, o gravado durante a solenidade [foto]. Pepone, porém já sabe: os pirralhos, mais de uma vez irão se escafeder segundo se entende, pelo verbo alheio apropriado.

* * * * *

Não terão coragem de ouvirem-se pelo falsete revelado pela própria voz. Antes, eis pedagógicamente aproveitada; ver-se-á discursar: a falsidade [ideológica] permear atos e palavras contrária - espelhada pela retórica. Eis versos sabujos, exaustivos, primários; coisa própria de aluno e aprendiz mal educado. E pouco agradecido.

Certamente, aos estudiosos em teorias da comunicação os fonemas mostrarão tônica e falseios de voz: eis, palavra por palavra, a pura arte. O falsete trair o verbo no próprio verso. Pois certamente autores de versos traidores tudo hoje fariam: para não verem transcritas seus próprios versejos de antanho. E por ela a tragédia escrita, palavra - antiga e verdade traída. Pois aos incréus e desavisados incautos: palavras caridosamente gravadas. Fitas, vozes audíveis -pela tecnologia da época; porém fiéis, reproduzidas. E pelo timbre, voz certamente reconhecível ou reconhecida.

E outra há, emocionada a também se ouvir. Pois eis palavra - sempre pública - capaz, sempre reafirmada a a se reafirmar nos alto falantes. Replicadas, desafiadoras, redivivas, na torre da Igreja: 50 anos depois.

Pois eis! Verdades e expressões de alma até emocionada para quem quiser ouvir.

E depois será ver-se comparado a palavra sabuja, escorregadia. A forma melíflua, sugadora ou sorvedoura de energia [poder] alheia - a forma pirralha espera da migalha de um favor. Pois eis! Até para verem-se repetidas - meio século depois! E quem sabe até transcritas em folhetim, distribuidas e publicadas "Para o Povo Saber". E de outra parte ? Decerto apenas restará ouvirem-se palavras sem outra envergadura; sem a mesma empostação de voz, potência e poder saciado; todos traidores [eis presente no espírito - atual - marcado entre sucessores] idemtificados pela voz prefeririam o esquecimento. A falta de história. Reduzidos à sombras e silencio assim permaneceriam - avessos à verdade - decerto - como a tudo e por sobejamente já demonstraram. Sequer pela postura, fora do foco principal.

Enfim, sedentos de poder e cerdados de pela mediocridade e pela voz subserviente circundante, merecem enfim a piedade e comiseração deivida aos incapazes - pois como sucessores revelaram-se nanicos demais para expor idéias próprias. E sem estar no seu feudo a repetir, apenas as suserano mais poderoso. E até sem atentar para a reduzida capacidade presente se comparado à potência funcional de Peponne, para estabelecer a competente morada singular, representação oficial - timbre da República - marcada no tempo e no espaço.

E o resto, desdeducativo, depois, o cortiço educacional. Teto oficial achatado, arremedo humilde, representação de história destelhada.

Pois eis, reduzido o poder simbólico correspondente a refugiar-se escondido em morada no atual pardieiro - oficial. Local no entanto onde Peponne recepcionava autoridades em visita. Ou hospedagem local; Pois eis a quanto se reduziu, amesquinhado, sem memória histórica e representação, o degenerado padrão oficial em crise - habitacional - representação local - reveladora da pequenez - percepção cabível - cabível. Transformado em cortiçooficial pela subdicvisão do imóvel em tres. Melhor expresso como "muquifo" - representado pelas modernas "salas" serem aposentos em áreas íntimas (funcionalidades justaposta à antiga moradia). Pois sequer conseque fazer-se estabelecer sob concepções de poder, legalidade,moralidade e plenitude em representação funcional - diretiva, local.

Pois eis. Mesmo arremedos tomados como rudimentos em arquitetura, jamais, tamanho desconhecimento ou despropósito se viu em desprezo à racionalidade e funcionalidade da habitação. Pois como prática local, eis passxado empúblico o mau exemplo arquitetônico, cultural, educacional. E afinal, desprezo indizudo, local, à própria história da cidade como fato. Pois jamais se cogitaria tornarem-se "salas de residencias oficiais" os então humildes aposentos de Peponne. Pois hei-los equivalerem, hoje, à antiga "salas de visitas". Aliás, proposito funcional - cabível em representação [pública] do poder local; era para isso assim entendido a antiga residencia oficial de Peponne onde fotos [históricas] mostram reuniões e significados - locais.

Local onde reuniam-se convivas, arcebispos celebravam missas. E ainda hospedavam-se autoridades. Até mesmo nos primeiros tempos Don Camilo aqui chegado desfrutou desse apartamento anexo - funcional, ofical - por anos seguidos]. Pois sem a mesma estatura, Peponne os veria satisfazerem-se em morar em cortiço - oficial. Tragicômico destino local, eis onde se acomoda hoje, sem espelho no timbre da foto, o poder sem memória; o desconhecimento dos significados. Eis, porém o valor da representação oficial reduzida desde a "proporção" filosófica e razão geométrica e estética do antigo aposento também tornado hoje sem sol e insalubre: transformado em minúscula "sala" no pardieiro ora ocupado, dividido em três. E somados aos parvenus possíveis: o mero "ladrilho".

* * * * *

Pois assim, até pelos soalhos de madeira e nobreza desprezada, nas fotos pelos remendos e com Don Camilo ainda presente [visto no palco em lado oposto à Peponne. Visto pela calça e restante das batinas], viveu-se em Inconfidentes um pequeno percalço pela história marcada de Peppone - vivida também em fita gravada durante solenidade. Pois eis, hoje, gravado e guardado para si, o quão pouco incomodado estava ao ver correr o tempo em que se lhe dera - restar ali [foto].

E hoje, secretamente festejar sua vitória - local; Restaurar a moral pública a ser exigida; matéria administrativa - sustentada alto e bom som no tempo; Peponne relido de novo. Qual estrofe de verso presente, palavra altaneira aberta.

Enquanto isso, o Prof. Gilberto Henriques lia seu discurso - apreciado por Peponne.


terça-feira, 21 de abril de 2009

Qual futuro ou esperança pode haver, Sr. Ministro?

[Sr. Diretor Geral - não vejo no requerimento apresentado razões que justifiquem qualquer providencia da administração em relação aos seus servidores. Apenas para evitar constrangimento, deve-se determinar a retirada do site da internet a "lista de candidados eliminados". Após, arquive-se. Inconfidentes, 22/12/08 - (a) Procurador Federal] Patologia educacional aplicada: aula de irresponsabilidade exemplar e menosprezo à exigência de dignidade (Art. 3º da Constituição)



Então é "só para não causar constrangimento"?






Pelos jornais chegam mais notícias sobre atos de indignidade em administração da coisa pública - sabida e acentuadamente cultivadas no Brasil dos últimos tempos. Exemplarmente, a propósito, Brasília produz nova safra de escândalos - quando entre cínicos lamentavelmente enquistados nos poderes da República, agora parlamentares em listagem extensa se locupletam desavergonhadamente às custas da patuléia. E sem renunciar, reconhecer erro, devolver dinheiro e pedir perdão, tornam os crápulas merecedores de maior respeito. Entretanto, vê-se: retroalimentadas pelo cultivo difuso da indignidade - inculcada - desde práticas escolares, novas fornadas de outros pulhas são e serão preparadas sob auspícios do próprio MEC; no caso do exemplo acima ("fac-simile" - Processo 23000.084655/2008-93), traído ao patrocinar idiotização para massas em processo de formação. Tudo sob displicência funcional de responsáveis e, como se vê em termos de educação deformadora, também estrutural.



Entretanto, ressalvem-se intenções contrárias do ministro Fernando Hadad. No caso, reconhecido pelo esforço e, evidentemente, solapado pela ação subalterna em distantes instituições de ensino à toda evidência deformadas. Aliás, cumpre lembrar, algumas outrora respeitáveis como a antiga EAVM entre outras.

E assim sob sucessão de escândalos e, sem outra perspectiva saneadora - senão pela denúncia da situação presente, formar-se-ão novas gerações onde vale ser o "esperto" na vida para "se dar bem" e/ou, participar de alguma sinecura. O importante é "chegar lá" seja como for.









* * * * *
Lamentavelmente, mais uma vez se vê, em escala reduzida e, incapazes da menor auto crítica e indispostos a qualquer revisão em postura, verdadeiros falsários da educação (responsáveis pelos dizeres testemunhados pelo próprio exemplo acima) reuniram-se na EAFI/IFET-Inconfidentes sob propósitos reduzidos em torno do poder interno - local - tristemente assomado.


Em decorrência, tornaram essa antiga e modelar instituição, virtual castradora do espírito crítico libertário. E do potencial emancipador correspondente. E visivelmente promoveram até incutir esquecimento à sociedade quanto ao próprio direito constitucional à dignidade (Art. 3º); eis quando se observa: ao final, após anos e, pela prática repetida sem crítica ou contestação capaz, aceitou-se local e generalizadamente sem mais ser notada, essa prática - tida como "normal". Ou seja, o vilipêndio público como trato em matéria oficial - escolar. No caso e, por anos a fio, estampavam-se "listas de reprovados" para satisfação do "ego" tirânico e poderoso a patologicamente promover "castigos" - equivalentes, decerto, ao narcisismo das pequenas diferenças. E tudo como esperado em matéria de submissão circundante: em descaso e sem ninguém mais responsável notar. Ou haver quem (estruturalmente intimidado) tivesse coragem para reclamar quanto ao abuso do poder deformador e desvirtuado.







* * * *



Pois eis... houve quem finalmente notasse e reclamasse. Porém instado a rever (sob força da exigência constitucional reclamada), administrativamente e, pela displicência visível desde o exemplo estampado acima, eis pedagogicamente aplicada a aula de cinismo e irresponsabilidade funcional exposta às escâncaras.





Porém e, como se não fosse nada, eis a minimização quanto a importância da dignidade - ferida entre costumes pelo próprio trato - insensibilizador, escolar. E basta para aquilatar a degeneração verificar o significado desse pormenor: onde antes, e pelo pressuposto da própria Lei de diretrizes e Bases da Educação, pelo menos deveria haver seriedade, aplicação e, maior cuidado pedagógico quanto ao papel dignificador e educativo no trato dos próprios "educandos" nessa instituição quase secular. Lamentável.










De outra parte, em termos de "papel" tido sob dimensões reduzidas ao extemo - alcançado pela prática repressora - dominante - após a qual tudo passa a ser aceito, este, vê-se, hoje reduzido simbolicamente pela própria coordenação pedagógica às preocupações (disciplinares e regulamentadoras) quanto uso dos "higiênicos". Ora Sr. Ministro, essa exemplar e mesquinha preocupação (assim admitida e passivamente aceita) como "disciplina" escolar exigida sob permissão para "uso" educacionalmente policiado, torna-se, enfim, prática formadora de povo a ser depois espertamente tangido como gado. E em matéria de submissão continuada, nada mais será de estranhar se após tanto vivenciar e cultivar indignidade, a pedagogia desse "treino" restar inclulcada a passividade bovina pelo restante das atividades e demais concepções do "educando" - vida afora.






Quanto ao mais e a bem notar, resta o jogo de aparências e a ilusão cultivada pelo falso educador avesso à crítica entre discursos auto laudatórios, placas ostensivas e "obras" pífias de duvidosa necessidade. Por fim, apenas banalizam a restante corrupção da esperteza rasteira, miúda, a mais estabelecer silêncios, intimidar recalcitrantes e, por fim, desperdiçar recursos públicos. Tudo, educacionalmente vê-se, torna corriqueiro o desvio de finalidade e abuso de poder. Escândalo em Brasília, afinal, também é consequência.


Quo vadis, ò EAFI/IFET?
Visão simbolica: imitação e incompetência.
Sequer mantem simetria com passado: grosseria matriz. propositura - desvio geométrico. matéria aberrante, mediocridade espelhada e arremedo educacional e arquitetônico final.
E displicente, o aleijão educacional chega até aos editais que publica; eis a porta do poder autocrático a julgar que "tudo pode". Ou pela aula de irresponsabilidade, achar que "qualquer coisa" serve.

Pois eis... além do desprezo à exigência constitucional de dignidade, eis a pujança das patologias estruturais adrede cultivadas em meio a esse "caldo de cultura" a continuar mazelas de passado autoritário ainda recente. Pois tão à vontade sentem-se hoje os falsos educadores enquistados ao redor do poder, que após requeridos ou admoestados pelo quanto se escreve nesse Blog, ainda e sem pejo fazem questão de teimar. E assim repetem as mesmas sandices da ex-EAFI a exemplo do Edital 05/2009 - correspondente ao "processo seletivo" ainda em curso - pouco antes disfarçadamente publicado apenas em "resumo" [agora após lembrada a nulidade, publicado com as aberrações teimosamente mantidas].

Aliás, frise-se, as mesmas pelas quais se recusaram dar explicação públicável. As quais esse Blog jamais se negaria publicar - fosse qual fosse. Pois até o presente eis... nova aula de irresponsabildade. Pois quando requeridos a certificar sobre motivos de atos administrativos, simplesmente se negaram a explicitar. Tudo em contrário ao ensinamento do jurista Hely Lopes Meirelles acima citado - entre outros mestres - também espezinhados.

Então pergunta-se, Sr. Ministro: qual futuro pode haver para o País - onde exemplarmente, desde Inconfidentes, a insensibilidade social decorrente da educação visivelmente desvirtuada pelo convívio forçado com a indignidade [difusamente aplicada e assimilada] se destina retroalimentar e produzir novos escândalos em Brasília?

domingo, 12 de abril de 2009

Estágio de evolução presente


Depois do Sr. Charles Darwin (1809 - 1882) ter-nos reconhecido quando a humanidade ainda rastejava, réptil e, do Sr. Julian Huxley ( 1894 -1963) outro estudioso sobre a evolução das espécies ter-nos asseverado que a humanidade [biologicamente] mal atravessou a juventude eis, portanto, quanto ainda em administração pública permanecemos atrasados, verdadeiros primatas no campo social, político e econômico.

Eis vosso mundo, vossas crenças e vosso presente.

Enquanto considerados pela psique coletiva, eis a infantilidade global [política e social] ainda refletida nessa etapa - onde meninos do "quarteirão" de cima em afirmação de "poder" ainda fazem guerrinhas de mamona contra os de baixo (Bom dia Srs. Bush, Sadan Housein, Berlusconi, Tony Blair, etc). Pois pelo psiquismo e, no estágio assinalado, reproduzem quanto o Dr. Sigmund Freud (1856 - 1939) também afirmou: no processo evolutivo da espécie, esta, coletivamente reproduz [ampliada no tempo] em escala maior as mesmas etapas [intermediárias] do modelo unitário [indivíduo]: da infância à maturidade [coletiva].

Então eis: biológicamente e, pela psique coletiva, ainda somos jovens nesse imenso orfanato da Terra. Pois como se vê, mal sabemos organizar a vida no planeta; psiquicamente imaturos e assoberbados no "poder", nos comportamos como infantes avessos ou alheios à crítica; e pelo restante da sociedade [consumista], permanecemos submissos e guiados passivamente pela mídia ainda infantilizadora - aduladora, beneficiária e servil ao discurso dos "donos" do poder.

Pois não faltam pequenos exemplos desse poder despreparado, imaturo, pelos caminhos ao redor de Inconfidentes. Mais uma vez, como amostra dessa postura infantil de não querer dar o "braço a torcer" ante pertinência da própria crítica, os meninos do DER/MG atacam de novo na MG 290; teimosos, intentam exibir e testar outra vez o próprio "poder" local, administrativo, ante a patuléia. Certamente já esqueceram o puxão de orelhas havido e merecido há menos de um ano - também pelos serviços técnica e estruturalmente mal feitos e, principalmente, onde pelo menos seria desnecessário refazer trabalhos. Porém, vê-se, o despreparo continua. E eleitoralmente, sem saberem mais o que fazer, planejar ou imaginar, novamente põem-se a remendar "buracos futuros" ao invés de melhor aproveitar recursos públicos para utiliza-los onde mais se precisa (pistas auxiliares em subidas, etc). E assim voltam a gastar tinta branca apenas para assinalar novos "remendos". Marcas eleitoralmente visíveis - para o eleitor-otário ver quanto "estão trabalhando". Ou seja dispêndios desnecessários, eleitorais. E mais uma vez enchem a extensão da estrada com marcas de buracos [invisíveis] a tapar.
Ao fim, refestelados, "poderosos" e encastelados nos gabinetes das regionais do DER/MG, ao invés de terem humildade para perguntar aos mestres sobre como agir com a devida proficiência, testam mais uma vez paciência e submissão de contribuinte-eleitor - daqui a pouco forçado a padecer novas "esperas" pelas não menos irritantes interrupções de tráfego nas estradas. Tal como se quisessem dizer aos néscios: "esperem aí atôa... sintam o meu poder". Tudo, apenas para essa gurizada "poderosa" brincar de administrador e "mostrar serviço". Claro... no mais, sem ser pelos buracos crônicos postos de lado, o resto é tudo atôa não é?

No entanto o mundo se move. E a humanidade amadurece no "tranco".

Certamente a crise de valores do presente será proveitosa. Firmar-se-á na Terra o amadurecimento destinado a consolidar nova etapa em civilização: haverá ciência governativa. E ao educar-se o poder se destinará a cumprir teorias de desenvolvimento, estabelecer comunicação e promover o valor - indutor - aplicado.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Sobre Educação Para o Poder

Em Obras
(Texto em elaboração -sujeito a revisões)

Sobre patologias de poder

Qual seria a característica do subdesenvolvimento político, econômico, local, e da patologia do poder autocrático, cultural, a qual pudesse ser expressa numa simples frase como essa:



"Aqui é assim. Cada um que chega quer o poder. Toma. E depois fica sem saber o que mais fazer... lá dentro... no palácio".



E lógico, para completar, também patologicamente presunçoso e arrogante, se acha suficiente. E cada qual, seu palácio.

Resta cada um repetir quanto já houve para confirmar "ser agora" sua vez... deslumbrar, mudar móveis, repintar paredes.



Ora, acontece que a potência do "Poder Sobre", essencialmente político torna-se patológica se despida da componente técnica, correspondente ao "Poder Para"; ambos são parcelas do poder humano em atividade, organizado em núcleo triangular com vértice encimado pela razão suficiente sobre tema administrativo preexistente desde quando a humanidade desceu das árvores. E depois passou a prover as necessidades sobre a face da Terra - sob potência própria, solidariedade, valor de troca [padrão monetário], poder acumulado correspondente. Valor medido em poder organizativo ["sobre"] somado ao poder realizador ["para"]. Eis Poder traduzido em moeda primitiva corrente, realizadora, simbólica. Eis comandado pela razão necessária e suficiente a prática social difusa e valor econômico produzido e retransmitido. Valor energético contabilizado. E eis, derivado, o poder da razão posta ao pódio por onde transita o valor negocial comum [eis o efeito poderoso dessa moeda com impulsão biológica - valor em poder somado] . E será do "poder para" a componente técnica desse poder exercido sob comando de razão comum [prevalecente] o complemento de poder indispensável para fazer-se o mover da coletividade. O tema da razão objetivada em ação pelas componentes do poder será assunto tratado escola de administração pública como função indutora e diretora de projeto histórico a cumprir sob planejamentos sucessivos. Eis pelos vértices o poder nucleado em componentes e finalidades, encimado nessa etapa da civilização pelo poder definitivo da razão [pura]; esta, entendida como a "ultima rátio" a expressar comando. E cumprir no agir comunicativo - proselitista - a razão do próprio poder. Para também depois, voz de comando e poder indutor de tendências e inflexões pela curvatura da história orientar ou reorientar os vetores do desenvolvimento. Tal assunto evidentemente será estudado no bojo das teorias de comunicação tratadas em escolas de administração pública para sanear patologias.

Nesse núcleo de poder assim entendido, o poder da razão suficiente, diretora, sobrepor-se-á às componentes do poder "para" e do poder "sobre" como vértices do núcleo triangular formado; onde na base contemplam-se os outros vértices: as componentes do "poder para" de um lado e "poder sobre" pelo outro, assim ladeados e, a acumularem em si a razão necessária. Enquanto ao vértice superior, localiza-se o poder da razão [suficiente]. Resta pois á sociedade prover projeto criador e história engenhada. E eis a administração pública a conduzir pela própria razão de ser o processo histórico correspondente.


O Sr. Platão em suas concepções de mundo achava que os filósofos é quem deveriam governar. Pois nada será mais necessário ascender ao governo senão a crítica sistemática, revisora, e a razão. E depois, para te-la capaz de se expor, inteira, pura.

Em atos de administração, o Sr. Hely Meirelles já deixou marcada [acima] em epígrafe no preâmbulo deste Blog, quanto essa razão necessariamente deve ser justificável no âmbito público. Assim como gestos e razões administrativas, sempre seriam expressões justificáveis.


Porém eis a patologia. A ânsia da componente política ["poder sobre"]. Poder "sobre" coisas e pessoas, limitado, não contiver, em dose equivalente, justa e necessária, a competência técnica ajustada ao comando da razão [dialógica, consenso do Sr. Habermas, suficiência do Sr. Kant] aqui lembrados entre outros colegas de "métier" do Sr. Platão. Evidentemente esses assuntos constituem matéria a ser tratada em Escolas de Administração Pública.


Pois eis, minorada a potência do poder realizador, total quando a ânsia política e despreparada ou insuficiente razão pela razão ética e potência inerente à técnica assoma ao vértice da razão superior. Rompe o equilíbrio dos poderes dispostos sob razão suficiente. E torna serva a componente ética original do "Poder Para", incapaz, porém de assumir a componente original dessa parcela do Poder. Incapaz da mesma objetividade. E ao ser menor [inferioridade em potência de razão capaz] quanto à potência materializadora e ["poder para"] poder disponível, circundante - sufocado no interior do triangulo original sob razão excedente, disponível. E ética inerente, razão do poder.


E não faltam exemplos para conferir quanto o ente patológico ansioso pelo poder despreza a necessidade da técnica - pelo quanto desconhece. E no entanto, apesar da insuficiência própria, se crê suficiente. E autoritário se dispõe pelo "cume" da razão.
Evidentemente o triângulo se torna deformado. E a razão antes localizada no vértice superior se abate em altura.

E a ex-razão [suficiente] se torna insuficiente para se justificar. Eis o faltante. O "déficit" da ex-razão suficiente anterior.

E o "poder sobre", perdida em objetividade a parcela [inicial] preenchida pelo "poder para", reduz a potencia original, disponível do poder.

E o torna ineficiente [Eis no Brasil: contraria o Art. 37 constitucional].


No limite, perdida a potência [técnica] construtiva do "poder para", o poder "sobre" [político], se torna ao fim poder "para nada". Fim em si mesmo. E a perpetuação se torna meta administrativa a ser intentada contra o "poder para" resiliente. Eis [potência] poder dissipado. E dissipar essa parcela [inerente à razão suprimida ou reduzida] via de regra se torna obsessão perpétua do ente poderoso imaturo, inseguro [porém autocrático]. E será meta administrativa íntima, patológica, secreta [pois não há razão suficiente]. Eis a finalidade em si mesma perder-se em desvios, corrupções, sigilos e poder tirânico desabusado ao ponto de negar certidão sobre ato administrativo motivado. Exemplarmente, em contrário ensinado pelo Prof. Meirelles em seu livro [Direito Administrativo Brasileiro]. Evidentemente em Escola de Administração pública, firmam-se tais exemplos como indispensáveis ao saneamento das estruturas do poder no interior dos processos de educação. E principalmente quando ao poder se atribuem propósitos de emancipação da própria humanidade e, a realização das utopias como atos administrativos e metas de governos sob propósitos libertários.

Pois nesse modelo de poder e desenvolvimento emancipador, haverá a superposição da razão ao vértice do triângulo das relações internas do poder total, amadurecido no tempo e na história [humana] pela própria experiência e, de outra parte, pelo desmanche de ficções e alienações de valor. Onde por sinal acima das "mãos invisíveis" se instale a "cabeça pensante", organizadora e planejadora. Cabeça portadora da razão permeada pela crítica necessária, estabelecida, dialógica, suficiente, posta desta vez ao comando das tais "mãos invisíveis". Estas, no caso, localizadas pelo agir comunicativo e operacional das duas componentes: poder "sobre" {necessidade sistêmica correspondente à organização social e política} e, poder "para" {necessidade também sistêmica correspondente ao desenvolvimento social e econômico}.

Pode-se considerar o chamado "poder sobre" coisas e pessoas. Ou seja uma espécie de poder [disputado] pela ambição, e cobiça política pela organização [estrutura] para dar mobilidade ao corpo social circundante. E de outro lado pode-se considerar o "poder para" . Ou seja, o poder para cumprir o objetivo pela técnica [inerente] aplicada. A soma dessas duas componentes do poder, por fim resultam no poder humano capaz ou incapaz de organizar a vida, conforme haja a preliminar de consenso sobre planejamento. Este lapidado pelo preparo [educação para o poder] e legitimidade original, para haver cumprimento ético. E haver a nobreza em propósito e aplicação inerente ao próprio poder. E deste por fim, sobreleva-se a consciência amadurecida, histórica e, a heurística do próprio poder. Assim a humanidade firma-se por sua experiência e acúmulos [históricos] em ciência, filosofia e tecnologia cumulada pela arte.

Esse seria na soma das intenções colocada sob crítica e auto crítica ao próprio poder.
E no caso restrito da administração pública ou âmbito privadas, serem o espelho da legitimidade sob o à priori do mundo circundante. Onde afinal existe estabelecido o Estado. E Poder de Estado.

Então, restaria a esse poder, desde quando alguém se elege sob forma legitimada, cumprir programa de compromisso anterior. Expor e conferir o planejamento. Conferir o potencial da organização. E da disponibilidade [humana e material] para cumprir objetivo, além do conhecimento tecnológico e ética vinculada. Pois eis, isso é assunto a ser tratado em Escola de Administração pública.

E Inconfidentes é lugar ideal para fundar-se a segunda Escola de Governo no Estado de Minas Gerais. Onde se pretende, o poder se aprende. Ensina e educa.

Porque, no caso existe a necessidade de haver nova escola onde a Educação Para o Poder seja matéria objetiva e identificadora do que, enfim, seja legítimo ou ilegítimo. Portanto eis o código Ético, no caso dos funcionários públicos. Aliás, acessível pelo link [direto] da Presidência da República a propósito desse assunto [ética] encontrável na coluna ao lado abaixo título "Links Selecionados" (confere-se portanto razão oficial e motivção pública).

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Para o mundo em transformação enfim mover-se, será indispensável ao conjunto social circundante que o "poder sobre" seja capaz de estabelecer a rede de comandos como organismo materializador pela massa movente comandada, submissa à razão [suficiente] tida a priori.

E é indispensável que exista simultaneamente ao "poder sobre", o "poder para" para enfim conferir finalidade ao "Poder". Os nossos psicanalistas sociais, o Dr. Fromm entre os mais lembrados pelo assunto, já diagnosticaram: a forma mais perversa de exercício de poder, ocorre quando o "poder sobre" [essencialmente político] se sobrepuja e anula o "poder para" [essencialmente técnico]. E assim permanece a satisfazer-se, perdido de sua finalidade legítima, para tornar-se ociosa finalidade em si mesma. Apenas o poder pelo poder. E geralmente também observado, quanto mais perverso e danoso se torna o ente poderoso, quanto mais se arroga à suficiência se ignorante e presunçoso.

Pois eis na paisagem comum do poder imaturo situar-se o pretenso iluminado na Terra. Enquanto lá fora enquanto por achar por bem, a mediocridade impera pelos resultados difusos alcançados em cultura social e estrutural subserviente. Pois enquanto o "poder sobre" [político] apenas se limita a coisas e pessoas, é da técnica e pela essência o "poder para" criar, "poder para" organizar... "poder para" planejar... "poder para" construir...

Então a administração pública terá de estabelecer planejamento. Exercer a componente do "poder para" e, por ele ajustar o corpo administrativo à necessidade materializadora, quando o "poder sobre" atende à demanda do "Poder para" planejar.

Enão se pergunta, por exemplo: como será Inconfidentes daqui a 30 anos?
Pode continuar como está?
Pode crescer de qualquer jeito?

Onde está o planejamento de Inconfidentes?

Então, por esse motivo Inconfidentes se torna local ideal para aproveitar o modelo reduzido e, em Escolas de Administração Pública ensinarem e tornarem-se didáticas ações locais em planejamento e organização.

Então será preciso educar-se o poder pelo corretivo da crítica e autocrítica sob o pleno da democracia. E aí, finalmente, o poder e o agir comunicativo precisam conferir ética e discurso.



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Em Escola de Administração pública, esses assuntos serão abordados em forma concepções de poder, no caso o livro do Prof. Hely Lopes Meirelles deve tornar-se "livro de cabeceira" do administrador público.

Pelo menos para não ter-se de novo de perguntar: qual característica melhor expressa a patologia de poder numa Escola pública? Onde se faz concurso público à portas fechadas.
Não é para manipular para escolher o candidato mais "ajustado", solícito e subserviente ao exercício do "poder sobre"?

E não é por esse motivo que se inaugura a insegurança se a cada dois anos pode ser "descartado", se não for servo obediente? E isso é política educacional que se apresente ou é patologia a ser identificada - agora em proveito pedagógico?

Pois o Prof. Meirelles chama isso desvio de finalidade e abuso de poder - adrede fixado em edital.
Como pode uma escola ser saudável se a crítica mesmo potencial é banida? E o resto é o "poder sobre", incapaz de sobrelevar seu próprio "poder para" tornar-se inseguro ante o potencial do maior "poder para" alheio. E estruturalmente ir-se esconder através de manifestações ostensivas destinadas a intimidar o crítico recalcitrante.

Como a crise de poder e a catarse são positivas para amadurecimento do próprio ente "poderoso", no reverso [ausência de "crises"] a mediocrização estrutural decorrente da subordinação à margem da crítica será assunto também a ser discorrido em curso de administração pública em análise e prospecção histórica.



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Como campo de estudos, a vantagem do modelo local é o teatro reduzido municipal e federal aqui observado à olho nu.

sábado, 4 de abril de 2009

Afinal, o que acontece em Inconfidentes?







Porque Inconfidentes não tem tratamento de Esgotos ?


Existe projeto. Foi doado.
[Assunto pertinente desde 29/10/2008 a ser incluído no Relatório Nº 2].

ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.