ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

Pedra fundamental requerida. IDEEHIA. Centro de Estudos
Local(GPS): 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)

e-mail: exemplodeinconfidentes@gmail.com
Sempre serão bem-vindas toda correção, crítica e aperfeiçoamento.

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sexta-feira, 19 de junho de 2009

Para acontecer










Micro Conferência Intermunicipal de Educação
Enfim, será bem-vinda a abertura à discussão que acontece em Inconfidentes.
E não era sem tempo, em que pesem os louvores ao passado.




Mas Inconfidentes tem história. Será continuar. E melhor preserva-la.
Temas para Discussão
Propostas para o próximo encontro (26/06/2009):




domingo, 14 de junho de 2009

quarta-feira, 27 de maio de 2009

Da antiga EAVM... ao IFEF atual: a história recontada

Da antiga Guerra de Poder à Decadencia atual
(E fita gravada para ser ouvida pela torre da igreja)

Para ler: clicar duas vezes sobre a imagem

terça-feira, 19 de maio de 2009

Qual moral diretora da EAVM/EAFI/IFET deve ser reposta?

A de quem manteve e matém palavra?
Livre e independente, expunha razão?
Escrevia e assinava quanto dizia?

Ou a de quem se esconde?
E no restante corrompe até a verdade matemática [ex: erro grosseiro, proposital em editais e repete no PDDI que ostenta ( http://www.eafi.gov.br/documentos/pdi_eafi.pdf )]!
E depois pretende o resto ensinar...

Governa a moral quem omite até o próprio nome ?
Ou a de quem até se nega responder - pelo que faz??

sexta-feira, 15 de maio de 2009

História recontada. O inacreditável acontece. E em Minas Gerais. Pois sim? ...Pois não.

História e assombrações de um velho Casarão Federal
Época, psicologia social. Valor. Patrimônio exaltado.
Inconfidentes. Retrato local


Nesse casarão
autoridades se hospedavam
quando vinham a Inconfidentes


Costumes marcavam-se pela TFM (tradicional família mineira)
Ancestralidade. Anos dourados. Famílias se reuniam.


Há 50 anos atrás. Festejavam e discutiam seus assuntos


Havia altar

Entre convidados, vinham bispos. Festejavam e rezavam missa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Inconfidentes... do casarão histórico ao pardieiro oficial.

Residência funcional do diretor da EAVM(A propósito: clique na foto para ler o romance "O cortiço" de Aluísio Azevedo")

No entanto, eis o cortiço atual a espelhar a vida real em Inconfidetes (imóvel federal, oficial).
O antigo casarão foi subdividido em três residências. Verdadeira aberração . A parte principal, dividida em duas. A desfuncionalidade dessa subdivisão reflete, pela história, a própria mediocrização local (primeiro arquitetônica e depois cultural) numa cidade onde até por atos administrativos eivados de vaidade psiquica aflorante - nome e obra realizada, nome perpetuado - placa lustrosa afirmada, pró tempore - isenta de crítica, se ensina a desprezar a própria história. E a obra revela desconhecimento histórico. Depois falta de imaginação e, evidencia a limitada noção funcional administrativa - posterior. E pelo resto acresce a mazela social do costume - inversamente pedagógico. Tudo, evidentemente decorre de ânsia de poder - imatura. E depois, do despreparo evidente.

E eis, a dispensar legendas a guerra de poder local - vista entre Peponne e Don Camilo, personagens [secretos] locais, como no romance de Guareschi. E a disputa de poder se representa pela história dos 50 anos seguintes à série de fotos de reunião ali travada (Documentos: Gravações. Fotos oficiais).


Pois eis o poder hoje desmemoriado e sem história - refletido sobre o presente [mesquinho].
O espelho do IFET. lamentável.

De camarote

Em fotos (oficiais), o que faziam esses senhores fotografados por Peponne nessa reunião ?


LocaL: casarão acima. Antiga residência (funcional) do diretor da EAVM.

Alguém pode explicar reunião e decadência atual?

sábado, 9 de maio de 2009

A história, pelo recomeço

(Assunto público, autoridades 1)

Peponne ainda pergunta:

Porque assombrados?


Porque resposta típica... "não tenho mãos" ?

Vistos depois, pelo camarote.


(para ampliar a foto e reconhecer personagens: clicar duas vezes) Diretor da EAVM ao lêr discurso.


Presente, meu pai ao lado.

E por trás, reconheço cabelos de minha mãe.

Fita [gravada] repõe verdade em discursos dos presentes.
Seria bom ouvi-las tocadas pelos alto falantes da Igreja!

Pois ali trovejavam personagens como Dom Camilo, face esquerda [oculta] acima da batina, reversa pelo presente tanto quanto versada, braços cruzados, sapatos à vista. Agora, no aguardo da palavra... emocionada, despedida marcada pelo espírito de Peponne --- fita gravada--- ao pronunciar seu último discurso. Eis in transcrito a cristalina disputa pelo poder. E constrangimento geral de Peponne a registrar o espírito encarnado em pessoa por antigo diretor também traído fisionômicamente. Eis por si e assessores, depois, o que havia. E o que restou. Estando Pepone presente, desconhece-se a presença ou o espírito de Don Camilo nessa reunião, se algo ali havia que o representasse. Presenças também registradas em foto e voz gravada.
[Peponne, lembrado, personagem do romance "Dom Camilo e seu pequeno Mundo" / Giovani Guareschi - sinopse: clicar aqui].

Eis, enfim, olhares vitoriosos... Triunfantes...

Pois entre santos virtuais invocados nos pensamentos de Don Camilo a propósito de Peponne, presentes no amarelado da foto e, pela eternidade depois juntada entre desaforos recíprocos, 50 anos depois ainda e melhor redistribuidos pela roda, seria de se ver quantos, depois, também sob outros cochichos trairam ou trairiam as próprias palavras - por atos solenes em fotos históricas seguintes. Pois longe de qualquer educação para o poder em disputa e, em fuga de razões para não mais serem incomodados ou inquiridos, como de costume foram esconder razões. E tudo entre misticismos, cruzes e sacrifícios! Tudo inutilmente à tentar esconder a verdade. Para depois às escondidas, transferir valores escusos, corromper educação e premiar subserviência.

Torna-los a falsa moral imposta ao vencido entre prêmios e castigos aos recalcitrantes, em aulas de corrupção de costumes admistrativo. Eis, depois, incapazes de expor razão - suficiente - se perquiridos à luz do dia: para clarear história. Ou recompo-la, contada em versos possíveis.

[Pois a propósito de guerras... Homero, lembrado. Eis modos, motivos e versos - razão e potencia dos deuses e demais senhores por hábitos reversos assentarem-se em assembléias - enquanto na Terra se decidiam guerras... Pelo menos, salvas pelos versos de Homero as motivações guerreiras seriam moralmente muito mais divinas. E pela ética unificadora dos contrários, certamente muito mais justificáveis aos olhos dos homens. Ao menos as guerras eram helênicas e tinham a poesia da beleza de uma mulher a melhor justifica-las].


Mas onde está a beleza da guerra de fundo dessa reunião?

Enquanto depois assentados como se ao invés de formarem altivas Escolas de Governo, onde segundo suas últimas convicções pudessem ensinar métodos de melhor governar o País, e exigissem o direito de implementa-los - formassem arremedos e limitassem o programa ao de tornarem-se simples e subserviente "escolas do governo" na Terra. E depois, pela falta de fibra educacional, permitir ao País: prosseguir desgovernado. Ou guiados por interesse mesquinho - incapaz de declarar suas verdadeiras intenções - como o mostram documentos recentes. Para assim permanecerem - sem outra moral e razão senão pelas quantas desalojariam e tomariam para si a ermida - onde residia o poder - ambicionado; tal como ali se faziam em sala de visita oficial, disposta na Terra em libações aos deuses, deliberação e comemorações dos presentes. Pois eis a seguir, hecatombes perfeitas e prestações de contas purgativas, como nos versos de Homero.

Claro, desde quando avós diziam o repetido refrão - retumbante aos idos da juventude e por gerações - segundo o qual "luta fraca não é para homens fortes". E por assim estabalecer civilizações. Era quanto pela Terra Pepone encarnava seu personagem em evento público. E por ele se dirigia nessa vida por convicções íntimas e razões declaradas. E pelas quais o mundo ao redor vivenciou sua dose de energia.

Nas paredes da sala anterior, nota-se, haviam quadros - Coração de Jesus à parede, artes da avó fervorosa. E depois no mais ao redor em outras fotos, ver-se-ão também crucifixos em madeira trabalhada. E de outro lado descobrem-se nas prateleiras, livros reveladores. Entre os quais, o "Cavaleiro da Esperança" - do Sr. Plínio Salgado, a quem [Peppone] era seguidor. Pois diferentemente do romance de Guareschi, é nesse detalhe em Inconfidentes que divergiam os figurinos [Pepone original, norte da Itália, comunista], do Pepone mineiro [Inconfidentes, integralista quatro costados], poder temporal pelo simétrico na Terra . Pois nesse imóvel, antes e em dependências anexas, também hospedara por anos e ao início, o próprio espírito reverso de Don Camilo [poder do Padre Eterno, mais integralista ainda]; depois ambos emprestaram-se os livros; e a tudo, depois viveram os personagens dispostos em divisões de território e poder. Estes, marcados por fanfarras, passeatas e pompas circunvagantes, procissões luminosas, missas e rezas, assentaram cada um o domínio restante à grei [circundante] pelos serviços de alto falantes. Ou na torre da igreja, aos quatro ventos. Ou paradas de 7 de setembro. Ou Tiradentes. Sua ausência em fotos dessa reunião [Don Camilo], na verdade e muito ao contrário não significava deixar de saber quanto alí alto e bom som se ouvia, registrava e gravava - pois muito mais ouvia depois pelos confessionários.

E assim na residência [próprio local, ofical] onde o espírito de Peponne exerceu o mais absoluto poder sobre vozes circundantes, as mesmas paredes sucederam-se no tempo. E desde suas reminiscências temporais, Pepone qual espírito ainda presente pregunta aos incréus: porque sucessores de menor envergadura sequer tiveram coragem [razão íntima] para habitar a mesma residência? Local onde sem melhor postura ou expressão com eco pelas paredes, soçobraram, remanescentes, as mesmas indagações ou afirmações do espírito de Peponne - em fita gravada? Pois para melhor se acomodar a pequenez ou, ajustarem-se espíritos menores, só mesmo após redução dos significados do antigo casarão; para ao fim restar no presente, subdividido, o pardieiro - oficial. E hoje na mesma sala, desfigurada, reverberar apenas a mediocridade restante - marca arquitetônica - visível, circundante. Pois jamais restritos aposentos, convertidos em salas de novas residências, seriam equivalentes à do casarão - histórico. Residência oficial onde quiseram silenciar ecos de paredes: local histórico onde sem outro constrangimento o poder da palavra - debatia - alto e bom som.

Claro, entre testemunhos ainda vivos, outras fotos mostrarão figuras presentes. E noutras, assessores menores: ajustados à nova situação - depois de se alimentarem de benesses e favores antes mendigados. Pois, eis!

Depois da fala do ex-diretor, a curiosidade: eis ainda gravado o discurso subserviente. E na voz desse autor desmemoriado, marcado pelas próprias palavras para recompor história e lugar, restou agradecer ao pirralho. Antigo aluno atrevido, lembrou-se Pepone.



Depois do casarão: a desfiguração do restante

O restante da antiga EAVM - Pró-memória [Documentos e História ].

Pois eis desmemoriado, aberrante... o resultado estendido no tempo !

Além do complexo de inferioridade revelado, letras garrafais ainda refletem a grosseria total (não só arquitetônica). Falta de imaginação, presunção de suficiência somada à incompeteência, vaidade e desrespeito. Desconhecimento e descaso para com partimônmio histórico

Mas qual,

E tudo depois, à exaustão, foi quanto se viu a seguir: atrás da fachada instalada vicejou a patologia de poder [autocracia] - portanto reveladora de administração despreparada, repressora e avessa à palavra franca. E depois o modo esquivo, insincero. O agir próprio dos incapazes de em boa fé sustentar convicção [palavra] em público. A incapacidade de expor matéria disposta ao debate e estabelecer consenso - sem ser pelo temor. E depois suficiência crítica, razão e comando administrativo. Então pergunta-se: queriam poder para o que mesmo?


Só para isso? Esse arremedo? Esse "tico" educacional de pouca coisa?

Até para incorporar erros grosseiros [desconhecimento matemático] revelado nos chamados "PDDIs" de hoje?


Pois fizeram de tudo depois dessa constrangedora reunião, para afastar justamente o poder da palavra altiva - capaz como sempre foi de expor razão presente e futura à luz do dia.

Sendo resto, o histórico dos 50 anos passados.

E o que se sufocou, em Inconfidentes em prédios assombrados pelas lembranças de Peponne? Subtaiu-se a palavra aberta, altiva, disposta, capaz ainda de reverter pela crítica das imagens expostas o quadro de mazelas do presente: onde falseia-se a educação. E tornam suas estruturas meras "escolas do governo" visivelmente amesquinhadas sob interesse menor.

Pois melhor seria, Escola de Governo.

Pois em contrapartida à catarze histórica das fotos, há de se propor o aproveitamento generoso para a pedagogia dos documentos, provas, experiências, habilidades, técnicas e vivências do passado - assim se espera. Especialmente em se tratando da coisa pública e métodos de educação. Até para prevenir desvios. Ou seja, capaz de estabelecer política pública libertária firmada em palavra [final] pela moral dirigente respectiva: razão pública, virtuosa, aberta. Educacionalmente firmada e aplicada sob exigência de moralidade educacional, administrativa. E capaz de estabelecer técnicas de controle e instrumentos de transparência. E preparados em Escolas de Governo, melhor se educar o País.

Porém, eis inversamente o resultado educacional [escolas do governo] derivado da subversão de valores mostradas nas fotos. Eis a refletirem outras reuniões em Brasília ou em locais incertos pelo País e pela história . E hoje restar a tentativa das falsidades ideológicas continuarema corromper e ganharem campo entre costumes [nacionais] sobrepostos ao poder, 50 anos depois: eis educacionalmente enquistadas às próprias estruturas de educação para hoje, e pelas subservientes e modernosos EAFI/IFETs-Inconfidentes da vida, acharem-se "normal" a negativa de instalações de CPIs moralizadoras no País (ex: ONGS, empreiteiras, Petrobrás, etc, etc). Pois educacionalmente ensinou-se o contrário. E nada mais se precisaria dizer para ver, depois, a quanto se reduziu o País: entre interesses, palavras obliteradas, negativas em expedir certidões, subterfúgios e razões ocultas. Pois eis, desde o exemplo (des)educacional de Inconfidentes, o resultado: A histórica e inglória tentativa da razão nanica, oculta, usurpar poder. O comando apenas intentado, disputado. E hoje, ao visto de tudo afinal pergunta-se: "para que mesmo"? Só para isso?

Certamente tais matéria ocorrertiam simultaneamente aos pensamentos de Don Camilo e Peponne sentados em lados opostos [foto].

Muito mais, porém, o interesse agora será questionar - pedagógico, didático - no exemplo entre expressões corporais na foto. Enfim, pergunta-se: "poder"... para que mesmo?

Pois desde então ante tão mesquinhos resultados, sucederam-se discursos e tentaram esquecer o passado já por meio século . Como se ele não exisisse. Porém, entre eles [gravado] até sob registro está a do então orador oficial. Este, aliás, ausente na foto. E hoje estaria convidado sob aclamos gerais para nova - foto atual - renovada. Seria presenteado Por Pepone com cópia do discurso gravado. Se quisesse, Don Camilo imploraria aos céus para ser atendido o desejo de ouvi-los pelos altofalantes. Certamente mais generoso e reconhecido [fotos], Pepone ao fim tudo perdoaria. E certamente Don Camilo também abençoaria os recalcitrantes arrependidos. Notou-se na reunião aluno pretencioso presente, decerto insatisfeito com nota. Ora veja só!

E viva-voz, para confimar pelo confronto, o gravado durante a solenidade [foto]. Pepone, porém já sabe: os pirralhos, mais de uma vez irão se escafeder segundo se entende, pelo verbo alheio apropriado.

* * * * *

Não terão coragem de ouvirem-se pelo falsete revelado pela própria voz. Antes, eis pedagógicamente aproveitada; ver-se-á discursar: a falsidade [ideológica] permear atos e palavras contrária - espelhada pela retórica. Eis versos sabujos, exaustivos, primários; coisa própria de aluno e aprendiz mal educado. E pouco agradecido.

Certamente, aos estudiosos em teorias da comunicação os fonemas mostrarão tônica e falseios de voz: eis, palavra por palavra, a pura arte. O falsete trair o verbo no próprio verso. Pois certamente autores de versos traidores tudo hoje fariam: para não verem transcritas seus próprios versejos de antanho. E por ela a tragédia escrita, palavra - antiga e verdade traída. Pois aos incréus e desavisados incautos: palavras caridosamente gravadas. Fitas, vozes audíveis -pela tecnologia da época; porém fiéis, reproduzidas. E pelo timbre, voz certamente reconhecível ou reconhecida.

E outra há, emocionada a também se ouvir. Pois eis palavra - sempre pública - capaz, sempre reafirmada a a se reafirmar nos alto falantes. Replicadas, desafiadoras, redivivas, na torre da Igreja: 50 anos depois.

Pois eis! Verdades e expressões de alma até emocionada para quem quiser ouvir.

E depois será ver-se comparado a palavra sabuja, escorregadia. A forma melíflua, sugadora ou sorvedoura de energia [poder] alheia - a forma pirralha espera da migalha de um favor. Pois eis! Até para verem-se repetidas - meio século depois! E quem sabe até transcritas em folhetim, distribuidas e publicadas "Para o Povo Saber". E de outra parte ? Decerto apenas restará ouvirem-se palavras sem outra envergadura; sem a mesma empostação de voz, potência e poder saciado; todos traidores [eis presente no espírito - atual - marcado entre sucessores] idemtificados pela voz prefeririam o esquecimento. A falta de história. Reduzidos à sombras e silencio assim permaneceriam - avessos à verdade - decerto - como a tudo e por sobejamente já demonstraram. Sequer pela postura, fora do foco principal.

Enfim, sedentos de poder e cerdados de pela mediocridade e pela voz subserviente circundante, merecem enfim a piedade e comiseração deivida aos incapazes - pois como sucessores revelaram-se nanicos demais para expor idéias próprias. E sem estar no seu feudo a repetir, apenas as suserano mais poderoso. E até sem atentar para a reduzida capacidade presente se comparado à potência funcional de Peponne, para estabelecer a competente morada singular, representação oficial - timbre da República - marcada no tempo e no espaço.

E o resto, desdeducativo, depois, o cortiço educacional. Teto oficial achatado, arremedo humilde, representação de história destelhada.

Pois eis, reduzido o poder simbólico correspondente a refugiar-se escondido em morada no atual pardieiro - oficial. Local no entanto onde Peponne recepcionava autoridades em visita. Ou hospedagem local; Pois eis a quanto se reduziu, amesquinhado, sem memória histórica e representação, o degenerado padrão oficial em crise - habitacional - representação local - reveladora da pequenez - percepção cabível - cabível. Transformado em cortiçooficial pela subdicvisão do imóvel em tres. Melhor expresso como "muquifo" - representado pelas modernas "salas" serem aposentos em áreas íntimas (funcionalidades justaposta à antiga moradia). Pois sequer conseque fazer-se estabelecer sob concepções de poder, legalidade,moralidade e plenitude em representação funcional - diretiva, local.

Pois eis. Mesmo arremedos tomados como rudimentos em arquitetura, jamais, tamanho desconhecimento ou despropósito se viu em desprezo à racionalidade e funcionalidade da habitação. Pois como prática local, eis passxado empúblico o mau exemplo arquitetônico, cultural, educacional. E afinal, desprezo indizudo, local, à própria história da cidade como fato. Pois jamais se cogitaria tornarem-se "salas de residencias oficiais" os então humildes aposentos de Peponne. Pois hei-los equivalerem, hoje, à antiga "salas de visitas". Aliás, proposito funcional - cabível em representação [pública] do poder local; era para isso assim entendido a antiga residencia oficial de Peponne onde fotos [históricas] mostram reuniões e significados - locais.

Local onde reuniam-se convivas, arcebispos celebravam missas. E ainda hospedavam-se autoridades. Até mesmo nos primeiros tempos Don Camilo aqui chegado desfrutou desse apartamento anexo - funcional, ofical - por anos seguidos]. Pois sem a mesma estatura, Peponne os veria satisfazerem-se em morar em cortiço - oficial. Tragicômico destino local, eis onde se acomoda hoje, sem espelho no timbre da foto, o poder sem memória; o desconhecimento dos significados. Eis, porém o valor da representação oficial reduzida desde a "proporção" filosófica e razão geométrica e estética do antigo aposento também tornado hoje sem sol e insalubre: transformado em minúscula "sala" no pardieiro ora ocupado, dividido em três. E somados aos parvenus possíveis: o mero "ladrilho".

* * * * *

Pois assim, até pelos soalhos de madeira e nobreza desprezada, nas fotos pelos remendos e com Don Camilo ainda presente [visto no palco em lado oposto à Peponne. Visto pela calça e restante das batinas], viveu-se em Inconfidentes um pequeno percalço pela história marcada de Peppone - vivida também em fita gravada durante solenidade. Pois eis, hoje, gravado e guardado para si, o quão pouco incomodado estava ao ver correr o tempo em que se lhe dera - restar ali [foto].

E hoje, secretamente festejar sua vitória - local; Restaurar a moral pública a ser exigida; matéria administrativa - sustentada alto e bom som no tempo; Peponne relido de novo. Qual estrofe de verso presente, palavra altaneira aberta.

Enquanto isso, o Prof. Gilberto Henriques lia seu discurso - apreciado por Peponne.


terça-feira, 21 de abril de 2009

Qual futuro ou esperança pode haver, Sr. Ministro?

[Sr. Diretor Geral - não vejo no requerimento apresentado razões que justifiquem qualquer providencia da administração em relação aos seus servidores. Apenas para evitar constrangimento, deve-se determinar a retirada do site da internet a "lista de candidados eliminados". Após, arquive-se. Inconfidentes, 22/12/08 - (a) Procurador Federal] Patologia educacional aplicada: aula de irresponsabilidade exemplar e menosprezo à exigência de dignidade (Art. 3º da Constituição)



Então é "só para não causar constrangimento"?






Pelos jornais chegam mais notícias sobre atos de indignidade em administração da coisa pública - sabida e acentuadamente cultivadas no Brasil dos últimos tempos. Exemplarmente, a propósito, Brasília produz nova safra de escândalos - quando entre cínicos lamentavelmente enquistados nos poderes da República, agora parlamentares em listagem extensa se locupletam desavergonhadamente às custas da patuléia. E sem renunciar, reconhecer erro, devolver dinheiro e pedir perdão, tornam os crápulas merecedores de maior respeito. Entretanto, vê-se: retroalimentadas pelo cultivo difuso da indignidade - inculcada - desde práticas escolares, novas fornadas de outros pulhas são e serão preparadas sob auspícios do próprio MEC; no caso do exemplo acima ("fac-simile" - Processo 23000.084655/2008-93), traído ao patrocinar idiotização para massas em processo de formação. Tudo sob displicência funcional de responsáveis e, como se vê em termos de educação deformadora, também estrutural.



Entretanto, ressalvem-se intenções contrárias do ministro Fernando Hadad. No caso, reconhecido pelo esforço e, evidentemente, solapado pela ação subalterna em distantes instituições de ensino à toda evidência deformadas. Aliás, cumpre lembrar, algumas outrora respeitáveis como a antiga EAVM entre outras.

E assim sob sucessão de escândalos e, sem outra perspectiva saneadora - senão pela denúncia da situação presente, formar-se-ão novas gerações onde vale ser o "esperto" na vida para "se dar bem" e/ou, participar de alguma sinecura. O importante é "chegar lá" seja como for.









* * * * *
Lamentavelmente, mais uma vez se vê, em escala reduzida e, incapazes da menor auto crítica e indispostos a qualquer revisão em postura, verdadeiros falsários da educação (responsáveis pelos dizeres testemunhados pelo próprio exemplo acima) reuniram-se na EAFI/IFET-Inconfidentes sob propósitos reduzidos em torno do poder interno - local - tristemente assomado.


Em decorrência, tornaram essa antiga e modelar instituição, virtual castradora do espírito crítico libertário. E do potencial emancipador correspondente. E visivelmente promoveram até incutir esquecimento à sociedade quanto ao próprio direito constitucional à dignidade (Art. 3º); eis quando se observa: ao final, após anos e, pela prática repetida sem crítica ou contestação capaz, aceitou-se local e generalizadamente sem mais ser notada, essa prática - tida como "normal". Ou seja, o vilipêndio público como trato em matéria oficial - escolar. No caso e, por anos a fio, estampavam-se "listas de reprovados" para satisfação do "ego" tirânico e poderoso a patologicamente promover "castigos" - equivalentes, decerto, ao narcisismo das pequenas diferenças. E tudo como esperado em matéria de submissão circundante: em descaso e sem ninguém mais responsável notar. Ou haver quem (estruturalmente intimidado) tivesse coragem para reclamar quanto ao abuso do poder deformador e desvirtuado.







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Pois eis... houve quem finalmente notasse e reclamasse. Porém instado a rever (sob força da exigência constitucional reclamada), administrativamente e, pela displicência visível desde o exemplo estampado acima, eis pedagogicamente aplicada a aula de cinismo e irresponsabilidade funcional exposta às escâncaras.





Porém e, como se não fosse nada, eis a minimização quanto a importância da dignidade - ferida entre costumes pelo próprio trato - insensibilizador, escolar. E basta para aquilatar a degeneração verificar o significado desse pormenor: onde antes, e pelo pressuposto da própria Lei de diretrizes e Bases da Educação, pelo menos deveria haver seriedade, aplicação e, maior cuidado pedagógico quanto ao papel dignificador e educativo no trato dos próprios "educandos" nessa instituição quase secular. Lamentável.










De outra parte, em termos de "papel" tido sob dimensões reduzidas ao extemo - alcançado pela prática repressora - dominante - após a qual tudo passa a ser aceito, este, vê-se, hoje reduzido simbolicamente pela própria coordenação pedagógica às preocupações (disciplinares e regulamentadoras) quanto uso dos "higiênicos". Ora Sr. Ministro, essa exemplar e mesquinha preocupação (assim admitida e passivamente aceita) como "disciplina" escolar exigida sob permissão para "uso" educacionalmente policiado, torna-se, enfim, prática formadora de povo a ser depois espertamente tangido como gado. E em matéria de submissão continuada, nada mais será de estranhar se após tanto vivenciar e cultivar indignidade, a pedagogia desse "treino" restar inclulcada a passividade bovina pelo restante das atividades e demais concepções do "educando" - vida afora.






Quanto ao mais e a bem notar, resta o jogo de aparências e a ilusão cultivada pelo falso educador avesso à crítica entre discursos auto laudatórios, placas ostensivas e "obras" pífias de duvidosa necessidade. Por fim, apenas banalizam a restante corrupção da esperteza rasteira, miúda, a mais estabelecer silêncios, intimidar recalcitrantes e, por fim, desperdiçar recursos públicos. Tudo, educacionalmente vê-se, torna corriqueiro o desvio de finalidade e abuso de poder. Escândalo em Brasília, afinal, também é consequência.


Quo vadis, ò EAFI/IFET?
Visão simbolica: imitação e incompetência.
Sequer mantem simetria com passado: grosseria matriz. propositura - desvio geométrico. matéria aberrante, mediocridade espelhada e arremedo educacional e arquitetônico final.
E displicente, o aleijão educacional chega até aos editais que publica; eis a porta do poder autocrático a julgar que "tudo pode". Ou pela aula de irresponsabilidade, achar que "qualquer coisa" serve.

Pois eis... além do desprezo à exigência constitucional de dignidade, eis a pujança das patologias estruturais adrede cultivadas em meio a esse "caldo de cultura" a continuar mazelas de passado autoritário ainda recente. Pois tão à vontade sentem-se hoje os falsos educadores enquistados ao redor do poder, que após requeridos ou admoestados pelo quanto se escreve nesse Blog, ainda e sem pejo fazem questão de teimar. E assim repetem as mesmas sandices da ex-EAFI a exemplo do Edital 05/2009 - correspondente ao "processo seletivo" ainda em curso - pouco antes disfarçadamente publicado apenas em "resumo" [agora após lembrada a nulidade, publicado com as aberrações teimosamente mantidas].

Aliás, frise-se, as mesmas pelas quais se recusaram dar explicação públicável. As quais esse Blog jamais se negaria publicar - fosse qual fosse. Pois até o presente eis... nova aula de irresponsabildade. Pois quando requeridos a certificar sobre motivos de atos administrativos, simplesmente se negaram a explicitar. Tudo em contrário ao ensinamento do jurista Hely Lopes Meirelles acima citado - entre outros mestres - também espezinhados.

Então pergunta-se, Sr. Ministro: qual futuro pode haver para o País - onde exemplarmente, desde Inconfidentes, a insensibilidade social decorrente da educação visivelmente desvirtuada pelo convívio forçado com a indignidade [difusamente aplicada e assimilada] se destina retroalimentar e produzir novos escândalos em Brasília?

domingo, 12 de abril de 2009

Estágio de evolução presente


Depois do Sr. Charles Darwin (1809 - 1882) ter-nos reconhecido quando a humanidade ainda rastejava, réptil e, do Sr. Julian Huxley ( 1894 -1963) outro estudioso sobre a evolução das espécies ter-nos asseverado que a humanidade [biologicamente] mal atravessou a juventude eis, portanto, quanto ainda em administração pública permanecemos atrasados, verdadeiros primatas no campo social, político e econômico.

Eis vosso mundo, vossas crenças e vosso presente.

Enquanto considerados pela psique coletiva, eis a infantilidade global [política e social] ainda refletida nessa etapa - onde meninos do "quarteirão" de cima em afirmação de "poder" ainda fazem guerrinhas de mamona contra os de baixo (Bom dia Srs. Bush, Sadan Housein, Berlusconi, Tony Blair, etc). Pois pelo psiquismo e, no estágio assinalado, reproduzem quanto o Dr. Sigmund Freud (1856 - 1939) também afirmou: no processo evolutivo da espécie, esta, coletivamente reproduz [ampliada no tempo] em escala maior as mesmas etapas [intermediárias] do modelo unitário [indivíduo]: da infância à maturidade [coletiva].

Então eis: biológicamente e, pela psique coletiva, ainda somos jovens nesse imenso orfanato da Terra. Pois como se vê, mal sabemos organizar a vida no planeta; psiquicamente imaturos e assoberbados no "poder", nos comportamos como infantes avessos ou alheios à crítica; e pelo restante da sociedade [consumista], permanecemos submissos e guiados passivamente pela mídia ainda infantilizadora - aduladora, beneficiária e servil ao discurso dos "donos" do poder.

Pois não faltam pequenos exemplos desse poder despreparado, imaturo, pelos caminhos ao redor de Inconfidentes. Mais uma vez, como amostra dessa postura infantil de não querer dar o "braço a torcer" ante pertinência da própria crítica, os meninos do DER/MG atacam de novo na MG 290; teimosos, intentam exibir e testar outra vez o próprio "poder" local, administrativo, ante a patuléia. Certamente já esqueceram o puxão de orelhas havido e merecido há menos de um ano - também pelos serviços técnica e estruturalmente mal feitos e, principalmente, onde pelo menos seria desnecessário refazer trabalhos. Porém, vê-se, o despreparo continua. E eleitoralmente, sem saberem mais o que fazer, planejar ou imaginar, novamente põem-se a remendar "buracos futuros" ao invés de melhor aproveitar recursos públicos para utiliza-los onde mais se precisa (pistas auxiliares em subidas, etc). E assim voltam a gastar tinta branca apenas para assinalar novos "remendos". Marcas eleitoralmente visíveis - para o eleitor-otário ver quanto "estão trabalhando". Ou seja dispêndios desnecessários, eleitorais. E mais uma vez enchem a extensão da estrada com marcas de buracos [invisíveis] a tapar.
Ao fim, refestelados, "poderosos" e encastelados nos gabinetes das regionais do DER/MG, ao invés de terem humildade para perguntar aos mestres sobre como agir com a devida proficiência, testam mais uma vez paciência e submissão de contribuinte-eleitor - daqui a pouco forçado a padecer novas "esperas" pelas não menos irritantes interrupções de tráfego nas estradas. Tal como se quisessem dizer aos néscios: "esperem aí atôa... sintam o meu poder". Tudo, apenas para essa gurizada "poderosa" brincar de administrador e "mostrar serviço". Claro... no mais, sem ser pelos buracos crônicos postos de lado, o resto é tudo atôa não é?

No entanto o mundo se move. E a humanidade amadurece no "tranco".

Certamente a crise de valores do presente será proveitosa. Firmar-se-á na Terra o amadurecimento destinado a consolidar nova etapa em civilização: haverá ciência governativa. E ao educar-se o poder se destinará a cumprir teorias de desenvolvimento, estabelecer comunicação e promover o valor - indutor - aplicado.

quinta-feira, 9 de abril de 2009

Sobre Educação Para o Poder

Em Obras
(Texto em elaboração -sujeito a revisões)

Sobre patologias de poder

Qual seria a característica do subdesenvolvimento político, econômico, local, e da patologia do poder autocrático, cultural, a qual pudesse ser expressa numa simples frase como essa:



"Aqui é assim. Cada um que chega quer o poder. Toma. E depois fica sem saber o que mais fazer... lá dentro... no palácio".



E lógico, para completar, também patologicamente presunçoso e arrogante, se acha suficiente. E cada qual, seu palácio.

Resta cada um repetir quanto já houve para confirmar "ser agora" sua vez... deslumbrar, mudar móveis, repintar paredes.



Ora, acontece que a potência do "Poder Sobre", essencialmente político torna-se patológica se despida da componente técnica, correspondente ao "Poder Para"; ambos são parcelas do poder humano em atividade, organizado em núcleo triangular com vértice encimado pela razão suficiente sobre tema administrativo preexistente desde quando a humanidade desceu das árvores. E depois passou a prover as necessidades sobre a face da Terra - sob potência própria, solidariedade, valor de troca [padrão monetário], poder acumulado correspondente. Valor medido em poder organizativo ["sobre"] somado ao poder realizador ["para"]. Eis Poder traduzido em moeda primitiva corrente, realizadora, simbólica. Eis comandado pela razão necessária e suficiente a prática social difusa e valor econômico produzido e retransmitido. Valor energético contabilizado. E eis, derivado, o poder da razão posta ao pódio por onde transita o valor negocial comum [eis o efeito poderoso dessa moeda com impulsão biológica - valor em poder somado] . E será do "poder para" a componente técnica desse poder exercido sob comando de razão comum [prevalecente] o complemento de poder indispensável para fazer-se o mover da coletividade. O tema da razão objetivada em ação pelas componentes do poder será assunto tratado escola de administração pública como função indutora e diretora de projeto histórico a cumprir sob planejamentos sucessivos. Eis pelos vértices o poder nucleado em componentes e finalidades, encimado nessa etapa da civilização pelo poder definitivo da razão [pura]; esta, entendida como a "ultima rátio" a expressar comando. E cumprir no agir comunicativo - proselitista - a razão do próprio poder. Para também depois, voz de comando e poder indutor de tendências e inflexões pela curvatura da história orientar ou reorientar os vetores do desenvolvimento. Tal assunto evidentemente será estudado no bojo das teorias de comunicação tratadas em escolas de administração pública para sanear patologias.

Nesse núcleo de poder assim entendido, o poder da razão suficiente, diretora, sobrepor-se-á às componentes do poder "para" e do poder "sobre" como vértices do núcleo triangular formado; onde na base contemplam-se os outros vértices: as componentes do "poder para" de um lado e "poder sobre" pelo outro, assim ladeados e, a acumularem em si a razão necessária. Enquanto ao vértice superior, localiza-se o poder da razão [suficiente]. Resta pois á sociedade prover projeto criador e história engenhada. E eis a administração pública a conduzir pela própria razão de ser o processo histórico correspondente.


O Sr. Platão em suas concepções de mundo achava que os filósofos é quem deveriam governar. Pois nada será mais necessário ascender ao governo senão a crítica sistemática, revisora, e a razão. E depois, para te-la capaz de se expor, inteira, pura.

Em atos de administração, o Sr. Hely Meirelles já deixou marcada [acima] em epígrafe no preâmbulo deste Blog, quanto essa razão necessariamente deve ser justificável no âmbito público. Assim como gestos e razões administrativas, sempre seriam expressões justificáveis.


Porém eis a patologia. A ânsia da componente política ["poder sobre"]. Poder "sobre" coisas e pessoas, limitado, não contiver, em dose equivalente, justa e necessária, a competência técnica ajustada ao comando da razão [dialógica, consenso do Sr. Habermas, suficiência do Sr. Kant] aqui lembrados entre outros colegas de "métier" do Sr. Platão. Evidentemente esses assuntos constituem matéria a ser tratada em Escolas de Administração Pública.


Pois eis, minorada a potência do poder realizador, total quando a ânsia política e despreparada ou insuficiente razão pela razão ética e potência inerente à técnica assoma ao vértice da razão superior. Rompe o equilíbrio dos poderes dispostos sob razão suficiente. E torna serva a componente ética original do "Poder Para", incapaz, porém de assumir a componente original dessa parcela do Poder. Incapaz da mesma objetividade. E ao ser menor [inferioridade em potência de razão capaz] quanto à potência materializadora e ["poder para"] poder disponível, circundante - sufocado no interior do triangulo original sob razão excedente, disponível. E ética inerente, razão do poder.


E não faltam exemplos para conferir quanto o ente patológico ansioso pelo poder despreza a necessidade da técnica - pelo quanto desconhece. E no entanto, apesar da insuficiência própria, se crê suficiente. E autoritário se dispõe pelo "cume" da razão.
Evidentemente o triângulo se torna deformado. E a razão antes localizada no vértice superior se abate em altura.

E a ex-razão [suficiente] se torna insuficiente para se justificar. Eis o faltante. O "déficit" da ex-razão suficiente anterior.

E o "poder sobre", perdida em objetividade a parcela [inicial] preenchida pelo "poder para", reduz a potencia original, disponível do poder.

E o torna ineficiente [Eis no Brasil: contraria o Art. 37 constitucional].


No limite, perdida a potência [técnica] construtiva do "poder para", o poder "sobre" [político], se torna ao fim poder "para nada". Fim em si mesmo. E a perpetuação se torna meta administrativa a ser intentada contra o "poder para" resiliente. Eis [potência] poder dissipado. E dissipar essa parcela [inerente à razão suprimida ou reduzida] via de regra se torna obsessão perpétua do ente poderoso imaturo, inseguro [porém autocrático]. E será meta administrativa íntima, patológica, secreta [pois não há razão suficiente]. Eis a finalidade em si mesma perder-se em desvios, corrupções, sigilos e poder tirânico desabusado ao ponto de negar certidão sobre ato administrativo motivado. Exemplarmente, em contrário ensinado pelo Prof. Meirelles em seu livro [Direito Administrativo Brasileiro]. Evidentemente em Escola de Administração pública, firmam-se tais exemplos como indispensáveis ao saneamento das estruturas do poder no interior dos processos de educação. E principalmente quando ao poder se atribuem propósitos de emancipação da própria humanidade e, a realização das utopias como atos administrativos e metas de governos sob propósitos libertários.

Pois nesse modelo de poder e desenvolvimento emancipador, haverá a superposição da razão ao vértice do triângulo das relações internas do poder total, amadurecido no tempo e na história [humana] pela própria experiência e, de outra parte, pelo desmanche de ficções e alienações de valor. Onde por sinal acima das "mãos invisíveis" se instale a "cabeça pensante", organizadora e planejadora. Cabeça portadora da razão permeada pela crítica necessária, estabelecida, dialógica, suficiente, posta desta vez ao comando das tais "mãos invisíveis". Estas, no caso, localizadas pelo agir comunicativo e operacional das duas componentes: poder "sobre" {necessidade sistêmica correspondente à organização social e política} e, poder "para" {necessidade também sistêmica correspondente ao desenvolvimento social e econômico}.

Pode-se considerar o chamado "poder sobre" coisas e pessoas. Ou seja uma espécie de poder [disputado] pela ambição, e cobiça política pela organização [estrutura] para dar mobilidade ao corpo social circundante. E de outro lado pode-se considerar o "poder para" . Ou seja, o poder para cumprir o objetivo pela técnica [inerente] aplicada. A soma dessas duas componentes do poder, por fim resultam no poder humano capaz ou incapaz de organizar a vida, conforme haja a preliminar de consenso sobre planejamento. Este lapidado pelo preparo [educação para o poder] e legitimidade original, para haver cumprimento ético. E haver a nobreza em propósito e aplicação inerente ao próprio poder. E deste por fim, sobreleva-se a consciência amadurecida, histórica e, a heurística do próprio poder. Assim a humanidade firma-se por sua experiência e acúmulos [históricos] em ciência, filosofia e tecnologia cumulada pela arte.

Esse seria na soma das intenções colocada sob crítica e auto crítica ao próprio poder.
E no caso restrito da administração pública ou âmbito privadas, serem o espelho da legitimidade sob o à priori do mundo circundante. Onde afinal existe estabelecido o Estado. E Poder de Estado.

Então, restaria a esse poder, desde quando alguém se elege sob forma legitimada, cumprir programa de compromisso anterior. Expor e conferir o planejamento. Conferir o potencial da organização. E da disponibilidade [humana e material] para cumprir objetivo, além do conhecimento tecnológico e ética vinculada. Pois eis, isso é assunto a ser tratado em Escola de Administração pública.

E Inconfidentes é lugar ideal para fundar-se a segunda Escola de Governo no Estado de Minas Gerais. Onde se pretende, o poder se aprende. Ensina e educa.

Porque, no caso existe a necessidade de haver nova escola onde a Educação Para o Poder seja matéria objetiva e identificadora do que, enfim, seja legítimo ou ilegítimo. Portanto eis o código Ético, no caso dos funcionários públicos. Aliás, acessível pelo link [direto] da Presidência da República a propósito desse assunto [ética] encontrável na coluna ao lado abaixo título "Links Selecionados" (confere-se portanto razão oficial e motivção pública).

* * * * *

Para o mundo em transformação enfim mover-se, será indispensável ao conjunto social circundante que o "poder sobre" seja capaz de estabelecer a rede de comandos como organismo materializador pela massa movente comandada, submissa à razão [suficiente] tida a priori.

E é indispensável que exista simultaneamente ao "poder sobre", o "poder para" para enfim conferir finalidade ao "Poder". Os nossos psicanalistas sociais, o Dr. Fromm entre os mais lembrados pelo assunto, já diagnosticaram: a forma mais perversa de exercício de poder, ocorre quando o "poder sobre" [essencialmente político] se sobrepuja e anula o "poder para" [essencialmente técnico]. E assim permanece a satisfazer-se, perdido de sua finalidade legítima, para tornar-se ociosa finalidade em si mesma. Apenas o poder pelo poder. E geralmente também observado, quanto mais perverso e danoso se torna o ente poderoso, quanto mais se arroga à suficiência se ignorante e presunçoso.

Pois eis na paisagem comum do poder imaturo situar-se o pretenso iluminado na Terra. Enquanto lá fora enquanto por achar por bem, a mediocridade impera pelos resultados difusos alcançados em cultura social e estrutural subserviente. Pois enquanto o "poder sobre" [político] apenas se limita a coisas e pessoas, é da técnica e pela essência o "poder para" criar, "poder para" organizar... "poder para" planejar... "poder para" construir...

Então a administração pública terá de estabelecer planejamento. Exercer a componente do "poder para" e, por ele ajustar o corpo administrativo à necessidade materializadora, quando o "poder sobre" atende à demanda do "Poder para" planejar.

Enão se pergunta, por exemplo: como será Inconfidentes daqui a 30 anos?
Pode continuar como está?
Pode crescer de qualquer jeito?

Onde está o planejamento de Inconfidentes?

Então, por esse motivo Inconfidentes se torna local ideal para aproveitar o modelo reduzido e, em Escolas de Administração Pública ensinarem e tornarem-se didáticas ações locais em planejamento e organização.

Então será preciso educar-se o poder pelo corretivo da crítica e autocrítica sob o pleno da democracia. E aí, finalmente, o poder e o agir comunicativo precisam conferir ética e discurso.



* * * * *



Em Escola de Administração pública, esses assuntos serão abordados em forma concepções de poder, no caso o livro do Prof. Hely Lopes Meirelles deve tornar-se "livro de cabeceira" do administrador público.

Pelo menos para não ter-se de novo de perguntar: qual característica melhor expressa a patologia de poder numa Escola pública? Onde se faz concurso público à portas fechadas.
Não é para manipular para escolher o candidato mais "ajustado", solícito e subserviente ao exercício do "poder sobre"?

E não é por esse motivo que se inaugura a insegurança se a cada dois anos pode ser "descartado", se não for servo obediente? E isso é política educacional que se apresente ou é patologia a ser identificada - agora em proveito pedagógico?

Pois o Prof. Meirelles chama isso desvio de finalidade e abuso de poder - adrede fixado em edital.
Como pode uma escola ser saudável se a crítica mesmo potencial é banida? E o resto é o "poder sobre", incapaz de sobrelevar seu próprio "poder para" tornar-se inseguro ante o potencial do maior "poder para" alheio. E estruturalmente ir-se esconder através de manifestações ostensivas destinadas a intimidar o crítico recalcitrante.

Como a crise de poder e a catarse são positivas para amadurecimento do próprio ente "poderoso", no reverso [ausência de "crises"] a mediocrização estrutural decorrente da subordinação à margem da crítica será assunto também a ser discorrido em curso de administração pública em análise e prospecção histórica.



* * * * *



Como campo de estudos, a vantagem do modelo local é o teatro reduzido municipal e federal aqui observado à olho nu.

sábado, 4 de abril de 2009

Afinal, o que acontece em Inconfidentes?







Porque Inconfidentes não tem tratamento de Esgotos ?


Existe projeto. Foi doado.
[Assunto pertinente desde 29/10/2008 a ser incluído no Relatório Nº 2].

sexta-feira, 27 de março de 2009

Sobre doação de imóveis pela União

(in memorian. Assentamento definitivo. Registro e História: breve extrato de parte do Relatório Nº 1 / Polícia Federal, 17/02/2009 - Ref. Aerograma IPL 1069/2006 - Varginha, MG.)

"Documento Anexo - 06"

"Do imóvel requerido para sediar o IDEEHIA "

"Requerimento à SPU. Em decorrência dos fatos verificados acima [Relatados em representação ao Ministério Público 20/02/2006] , foi encaminhada solicitação diretamente Secretaria do Patrimônio da União - SPU/MG durante audiência pública havida em 17/04/2006 - protocolo de recebimento (próprio punho) passado pela Gerência Regional da SPU/MG, visto o referido imóvel estar localizado em próprios da União. Em contrapartida o requerente consignou para acervo em doação: memória de projetos, documentos, biblioteca pessoal e pergaminhos históricos" (Decretos Imperiais, D. Pedro II, 1858 e 1862)



O imóvel então desocupado foi requerido tempestivamente em 17/04/2006. Notar na foto: fundos situados em APP devastada


Referências:


Devastação: Representação ao Ministério Público em 20/02/2006 - Documento Anexo 05


Resposta da SPU: Of. Nº 1009/DIGEP/GRPU/MG. - Documento Anexo 07



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Breve Comentário


Diante dos óbices encontrados conforme o Relatório Nº 1 acima, esse breve extrato foi matéria lembrada durante cerimônia de entrega de títulos de propriedade a 133 moradores de Inconfidentes em 27/03/2009 ocorrido no Ginásio Esportivo. Trouxera para entrega à SPU em envelope o renovado empenho pela solução de requerimento para instalar o Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econõmica, Histórica e Ambiental. Trata-se de imovel requerido até por ser local exato de nascimento, mas não para uso pessoal. Mas sim, para as finalidedes de ali instalar o referido Instituto como embrião de Universidade especializada por campo de saber (LDB, Art. 52, Incoso III, Parágrafo Único).

E para ali instalar-se a Escola de Governo requerida nos termos constitucionais referidos em especial pelo Art. 30, Parágrafo 6º da Constituição do Estado de Minas Gerais. Para em propósitos agregar em solo mineiro a prática exemplar e a pedagogia da administração pública como matéria e didática ministrada sob interesse do Art. 37 constitucional. Ao qual, por requerido, soma-se em acréscimos o Art. 13 da Constituição do Estado de Minas Gerais. Centro de conferencias em matéria de governo como arte, política, ciencia e projeto educacional aplicado.



E pelo acréscimo


(Documento esclarecedor à SPU - Solenidade de entrega de Imóveis, Ginásio Esportivo Georgino F. A. Paiva, 27/03/2009)

Ao chegar, perguntei ao Marcelo, assim por todos o reconhecido e homenageado secretário executivo da Câmara Municipal se, haveria palavra aberta. Assegurou-me: não. Perguntei-lhe então se o Rogério (Veiga Aranha, Gerente Regional da SPU/MG) já haveria chegado. Desta vez, assegurou-me... sim... mas, porém, estaria "perdido" por aí... pois não sabia onde estava exatamente.

Logo ao entrar ofereceram-me assento na terceira fila.


Ali assisti, gratificado, ao coral das crianças a entoar o Hino Nacional. E mais gratificado ainda fiquei ao ter ao lado a companheira Edinéia (Bolão). Aliás, companheira do PT. Pessoa amiga de especial predileção, carinho e afeto pessoal.
Lamento minha dificuldade de audição. Pouco pude entender senão por rápidas passagens, dada a acústica local dificultada pela aparelhagem do som a acentuar estridências e a sufocar pelos graves ressonantes o restante das palavras.

Fiquei a pensar nisso, enquanto os discursos aconteciam interrompidos por aplausos.
Enquanto isso, para minha companheira ao lado (Edinéia) assegurei que iria aceitar o convite dela para participar da "Comunidade do PT" em Inconfidentes - por ela criada no Orkut.


Evidentemente esclareci que embora participando, jamais omitiria pelo PCB ou pelo PCdoB - opção pela história. E assim participaria caso ali os companheiros aceitassem a palavra aberta e, claro, sempre leal e sincera.

Então... seja em Inconfidentes inaugurado o "Fórum do PT" disposto ao debate público, aberto.

Por falar em sinceridade e, pela eloquência como discurso, de longe trocamos ligeiro aceno de mãos com a prefeita Rosângela (Maria Dantas). Na verdade a prefeita corria atarefada em meio aos preparativos e arrumações de última hora, diande da quantidade de prefeitos que chegavam além de deputados (estaduais e federais) presentes. Ah, sim.. os deputados do "castelo" nem apareceram. Mandaram apenas um telegrama e não se ouviram aplausos. O Bolão (vice prefeito) vestia camisa cor de rosa, enquanto a seu lado a camiseta amarelada da representante da União dos moradores em terras da União dava o tom de luta popular que o evento merecia.

Em meio ao discurso, a Secretária do Patrimônio da União ali confessava : lá na SPU, agora a comemorar 150 anos, nunca (antes) houvera passado pela cabeça de ninguém priorizar a questão social - como agora acontecia. Momentos depois, em pé, os 133 moradores contemplados com escrituras agitavam as pastas de documentos levantadas para o ar.



* * * * *



Documento entregue


Num dado momento, antes do início da solenidade, ainda procurava o Rogério (Veiga Aranha). Fui perguntar para as recepcionistas, junto à entrada. Apontaram-me a direção onde ele dava entrevista para a TV-Globo.

Precisava entregar-lhe um envelope, já que não haveria palavra aberta, para dar conhecimento do andamento do Projeto Ambiental de Incofidentes - em continuação ao processo de liberação do imóvel mostrado na foto acima para sediar o IDEEHIA (Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental), até então obstado administrativamente no âmbito da EAFI... enquanto a SPU ficava a espera de documentação complementar então requerida.

Dada a pressa do entrevistado, tão logo terminou rapidamente deslocou-se para início da solenidade. Indicou sua assessora, substituta, quem recebeu o documento reproduzido abaixo.


Evidentemente, o dia 27 de março de 2009 foi um dia muito importante para Inconfidentes e para seu futuro. Oxalá.

Para consignar registro


(Clicar duas vezes para ler)

quinta-feira, 26 de março de 2009

Data importante para Inconfidentes. Convite. Registro Público.

Convite (Fac-simile)
Formulado pela Prefeita Rosângela Maria Dantas
(Registro Datado - 26/09/2009)
Acompanha


Folder Especial segundo o qual ...."o Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão e a Secretaria do Patrimônio da União/MG tem a satisfação de convida-lo(a) para a solenidade de entrega de Títulos de doação de imóveis de propriedade da União no município de Inconfidenters em Minas Gerais".




Deformado no IE

terça-feira, 24 de março de 2009

Salve! Eis a linguagem da página (o branco) do atual IFET


Oxalá prospere!
Pois em Inconfidentes ressurge a velha EAVM.

Eis a novidade! O primeiro reflexo!
Eis de novo no "ar" o site do IFET como nova página da velha EAFI agora sumida.
Vê-se: limpou a sujeira. E purificada agora no tempo, aparece em "branco".
A nova bandeira. Certamente terá brancura renovada. Nova alma. Novos escritos.
A firmarem-se na Terra.
Bom sinal, eis... pode-se entender!

Enfim, registrado e anotado: há uma semana o "site" da EAFI/IFET em http://www.eafi.gov.br/ esteve "fora do ar". Sumiu. Retornou ontem. Eis... a página. O branco.

Seria purgação pelo pré-existencial do antigo endereço eletrônico - carente de credibilidade - ainda mantido - tornar visível a matéria comunicativa cabível nessa altura; pois será vencida a fase do Relatório Nº 1 referente ao Projeto Ambiental de Inconfidentes. E se no Site da EAFI/IFET nada houvesse melhor a apresentar, registrar, então, salve o "branco" repentino. Aliás, linguisticamente fato também esperado em modo correto de se exprimir e purgar pela história; necessidade existencial: catarze relativa ao poder e terapia comunicativa para se modificar em ética e discurso - a busca de consenso.

Pois fica o convite para esse "site" agora renovado redimir-se. E nele, como exemplo restar o mérito de tornar didática e pedagógica a prática subversiva do interesse oculto desviar finalidade - educacional e administrativa.

Pois será saudável aparecer essa cor "branca", exposta ao tempo - onde antes havia mácula. Será possível redimir sob nova orientação. Pois seja saudada pela forma de manifestação essa página (branca) inicial, agora sob restos a preencher.

Pois que doravante seja - não só a página; mas sim, todo o restante futuro do novel IFET/ex-EAFI. E que ali se funde pelo novo exemplo administrativo a ética libertária. A educação progressista. Política Oficial. Para ali fundar-se nova Escola de Governo e, prática educacional.

E melhor se apliquem energias do País por renovadas disposições em ambiente educacional saneado pelo debate aberto, valor educacional público: a se exigir e implantar.

E principalmente: doravante que a todo ato motivado - as intenções sejam declaradas em público e certificadas na forma da lei e da moral pública, administrativa [prática tornada exemplar].
E pelas páginas do IFET agora, por elas se editem atos adminisatrativos sob fé pública assegurada. E o sejam pelas expressões o retrato da palavra oficial - segundo normas para linguagem, a sempre exigível em organismos da administração pública - atenta pois ao Manual de Redação da Presidência da República. E seja útil instrumento de comunicação até pela contribuição [acessória] como matéria a ser difundida. E depois aproveitada em verdadeira Escola de Administração Pública - integrada.



* * * * *

Convida-se a escrever o Relatório Nº 2 - referente ao desenvolvimento do Projeto.
Ajudaria instituir um "fórum público" oficial como página de debate aberto a qualquer interessado.
E sem que jamais em suas páginas a falsidade do passado volte a encontrar abrigo, seja retormado o espírito da velha EAVM: para novamente tornar-se escola crítica, destinada a educar. Treinar poder e liberdade. Formar homens livres para exercerem poder com sapiência e moderação.

terça-feira, 17 de março de 2009

Outro testemunho sobre a antiga EAVM

Desta vez, pelo ex-aluno Antônio César Pádua chega a esse Blogs mais um testemunho também carregado de emoção. Eis, abaixo reproduzida:

"Prezado amigo Raul".

"Navegando na busca de noticias arraigadas ao bendito/maldito saudosismo, fui à velha "Colonha" "duns pars deis ou mais" e li A Vida, o Romance de Inconfidentes, e além dos aspectos jurídicos e politicos abordados de forma incisiva e real, deliciei-me com o historico recheado de figuras extraordinárias que conosco coviveram, com destaque para o Sô Chico, Onibus do Irineu, Eneas, etc".


"Fica a nossa sugestão para que condense os dados e histórias em um livro, onde possam figurar o Sr. Fritz, o Guilherme Stach, Maria Economia, Toninho Sabiá, o barbeiro que moiá, mamuth, Idelfonso, Calvino, Solon, Chiquito e muitos outros, além de "causos" e molecagens dos alunos".

"Estudei na EAVM em 1956 e retornei em 1958 até 1961 quando conclui os cursos de iniciação e mestria agrícola. Tive como diretor o Dr. Paulo, homem carrancudo, rigoroso além dos limites e inacessível aos alunos. O seu pai, saudoso dr. João, ao assumir a direção em 1958, proporcionou uma grande abertura, estabelecendo o diálogo com os alunos, o que até então nem se pensava. No bojo da abertura houve maior liberdade individual, conteve-se os excessos cruéis dos trotes aos calouros, incentivou o esporte e melhorou as relações alunos/professores/funcionários".


"Na oprtunidade voce e o Gabriel tornaram-se nossos colegas.
Lembro-me perfeitamente de toda a sua familia: Gabriel (com quem sempre encontro) você, Bosco, Jaime, Kiko e Lucia, mas acho que voce não se lembra de mim. Sou irmão do Carlos que jogava futebol no time da escola e lá permaneceu após a minha saída, ate ir para Muzambinho fazer o curso tecninio e alí casando.Atualmente reside em Lavras com a família".


"Quanto ao ancião subscrevente, formou-se em direito e atualmente responde pela Secretaria Municipal de obras de Lavras, possue extensa prole de 05 filhos (1M e 4F) e 03 netos. Sexagenário confesso, em franca atividade, por não incluir-se nas benesses (?????????) e tornar-se vitima da injusta carga tributária que nos pune por haver contribuído por mais de 37 anos com a previdencia e ser abocanhado pelo insaciável leão".

"Entretando nada tem haver uma coisa com outra, pois não vamos tirar o cristo da cruz.
Chega de bla bla blá, e obrigado pela oportunidade de reencontrá-lo.
Um aperto de mão, um abraço e um feliz ano novo
".

Antônio César de Pádua

segunda-feira, 9 de março de 2009

Sobre temas abordados em Tribuna Livre (09/03/2009)

Apresentação de acréscimo ao Código Tributário Municipal e do Relatório Nº 1 sobre o Projeto Ambiental de Inconfidentes em Tribuna Livre.


Na forma regimental foi requerido uso de palavra em Tribuna Livre durante o tempo de 15 minutos
na Câmara Municipal de Inconfidentes (MG) e, sucintamente, foram abordados dois temas. O primeiro, diz respeito à necessidade de remover "brechas para ilicitudes" no Código Tribuitário Municipal (CTM). O segundo se refere ao Projeto Ambiental de Inconfidentes, abordado em continuação ao assunto tratado em 27/10/2008 nessa mesma Tribuna Livre



Sobre o Código Tributário Municipal

Relativamente ao tema, foi apresentada a jurisprudência emanada pelo Tribunal de Justiça do Estado de Minas Gerais (TJ/MG) como contribuição destinada a corrigir interpretação equivocada sobre Código Tributário Municipal (CTM) a propósito da cobrança de imposto relativo ao ISSQN (Imposto Sobre Serviços de Qualquer Natureza). Devido a pouca clareza, a legislação municipal ensejou abusos de poder e desvios de finalidade; no caso, exemplarmente, ocorreram dois processos de "Execução Fiscal" - mesquinhamente movidos pela municipalidade a título de "vingança política" contra desafetos ou adversários - sob pretexto de não haverem "dado baixa na inscrição do cadastro municipal".

Segundo foi exposto, em um dispositivo de confusa redação (CTM, Art. 62), a tal "baixa" de inscrição apenas será requerida - quando, em definitivo, o contribuinte resolver encerar sua atividade.
(Aliás, curiosamente observado: tal artigo situa-se na parte do CTM revogada pela Lei Nº 949/2003. Esta, também jamais publicada - pode?)
Entretanto, nada vincula o imposto à mera inscrição - como restou demonstrado - além da distorção havida; e da flagrante ilegalidade em pretender cobrar imposto com base nesse dispositivo de lei. Pois de forma incontroversa, o fato gerador do ISSQN ao invés de ser a mera inscrição, exatamente é a atividade exercida durante o período fiscal correspondente à anualidade. Portanto após a última atividade pela qual o contribuinte tenha recolhido o imposto devido, pode depois permanecer inscrito e inativo durante anos (sucessivos) sem haver obrigação de pagar o referido imposto - diante da ausência de "fato gerador" nesse período subsequente. Para dirimir dúvida foi lida em plenário a jurisprudência do TJ/MG, aliás jamais contestada, segundo a qual ...“A mera inscrição do profissional no cadastro municipal não constitui fato gerador do ISSQN, tampouco autoriza a cobrança do dito imposto”.

Evidentememente, o município de Inconfidentes ainda deve desagravar o insulto gratuito e eivado de má fé havido ao TJ/MG: desde quando a infeliz procuradoria - municipal - atrevidamente classificou de "equivocada" essa jurisprudência - sem depois sequer ter a hombridade de dizer o "porquê". Ou mesmo balbuciar qualquer outra razão contraria em juízo. Porém foi atrevimento suficiente para conduzir o município à triste situação de "município réu" - situação essa a perdurar até hoje, sob (dois) embargos na Justiça. Assim para evitar repetição futura, foi enfatizada aos senhores vereadores a necessidade de constar no Código Tributário o teor dessa ementa; no caso, a ser inserida (artigo ou parágrafo) na parte correspondente. Espera-se, pois, que a litigância de má fé nunca mais volte a prosperar em Inconfidentes; ou venha encontrar na legisalação campo aberto para conduzir o município a novo desmerecimento - por ato tão lamentável. Ao fim, para a administração pública tristemente silenciada, apenas restou conferida a mesquinhez administrativa e, exposto o propósito inconfesso.


Sobre o Projeto Ambiental de Inconfidentes


Pelo documento acima EAFI/IFET foi informada sobre o andamento do Relatório Nº 1 encaminhado à Polícia Federal em 13/02/2009
(para ler: clicar 2 vezes sobre a figura)


Também foi apresentado à Câmara Municipal o Relatório Nº 1 referente ao Projeto Ambiental de Inconfidentes. Esse relatório primeiramente se refere aos óbices encontrados para implantar o projeto, os quais vão da simples má vontade e incompreensão administrativa à falsidade ideológica (CP, Art. 299). Esta aliás e, pelo agravante, expressa e configurada em papel sob timbre oficialda República. Diante dessa espécie de entrave, foram enviados à Polícia Federal os documentos referidos pelo BO Nº 407/2006 na oportunidade lavrado na Delegacia de Ouro Fino (MG) e, solicitados pelo Aerograma IPL 1069/2006. Demonstram esses documentos a má fé incorrida pela direção anterior da EAFI para obstar andamento ao projeto.
De outra parte e, para continuação, nesse mesmo relatório foram acrescidos documentos solicitados pela SPU/MG a propósito do imóvel associado ao projeto, por sinal anteriormente desocupado e requerido em audiência pública. Esclarecem sobre atividades científicas, tecnológicas, didáticas e pedagógicas a serem realizadas pelo IDEEHIA -Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental; entre os quais e, pelo escopo, cartas relativas às tratativas junto ao Secretário de Estado do Meio Ambiente do Estado de São Paulo referente às intenções desse projeto em agregações ao SISNAMA (Sistema Nacional do Meio Ambiente), assim como a apresentação feita pela CETESB para credenciamento junto à EAFI. Ao relatório ainda foram juntados documentos relacionados às ações de saneamento básico, planejamento e controle ambiental historiadas e, a serem continuadas entre atos de gestão administrativa; inclusive pela demanda à autoridade superior da República (telegrama presidencial -1995).
Em continuação, foi requerida verbalmente a realização de audiência [pública] em data oportuna para apresentação desse relatório [cuja cópia para conhecimento oficial e público estará disponível aos interessados na Papelaria do Adauto]. Nessa primeira fase, o relatório considera colaboração e participação ativa das entidades mencionadas mencionadas em capa (EAFI, UNICAMP, SANASA, CETESB, Ministério Público) além de autoridades da República.

Em seguida, para o andamento do projeto propôs-se ser iniciada a fase do Relatório Nº 2.
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Nota: Para a exposição nessa Tribuna Livre foi encaminhado convite à Prefeita Municipal, ao diretor do IFET, ao Diretor da EEFS e à Diretora do CEMAB.

ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.