ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!
Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...
Pedra fundamental requerida. IDEEHIA. Centro de Estudos
Local(GPS): 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)
e-mail: exemplodeinconfidentes@gmail.com
Sempre serão bem-vindas toda correção, crítica e aperfeiçoamento.
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segunda-feira, 30 de novembro de 2009
20 mil acessos
domingo, 29 de novembro de 2009
Sobre advogados do Banco do Brasil
Porque será?
O bravo colunista Élio Gaspari (FSP - 29/11/2009) escreveu a nota reproduzida abaixo.
No caso, imperdível para os leitores desse Blog.
Eis: ( http://www1.folha.uol.com.br/fsp/brasil/fc2911200907.htm )
"ADVOGADOS DO CAPETA"
"Pelas suas virtudes, a Diretoria Jurídica do Banco do Brasil está debaixo de chumbo. Rompendo a tradição, ela começou a auditar os processos em que o banco perdeu causas com valores superiores a R$ 200 mil. Foi como se descesse a um porão.
Numa amostra de 40 processos que envolviam empresas, a auditoria revelou que em oito ocasiões o banco foi mal defendido. Coisas assim:
Num caso o BB cobrou R$ 8 milhões de uma companhia que nada devia. Seus advogados perderam o prazo para se explicar e o banco teve que pagar R$ 1,2 milhão de honorários ao escritório que defendeu a empresa. (Esse tipo de erro aconteceu em pelo menos duas outras ocasiões.)
Noutro processo, o banco estava num litígio de R$ 500 mil que dependia de uma perícia. Os quesitos apresentados pelo BB foram impugnados pela outra parte e o juiz os indeferiu. O banco não recorreu, o caso seguiu seu curso e a sonolência acabou custando R$ 35 milhões".
E Bastião Bento não poderia deixar de achar engraçada a "contestação" do BB... que nada contestava! Onde no "calhamaço" apresentado em sua "defesa" só a primeira folha era a respeito do Bastião. Porque a segunda e as seguintes do "calhamaço" eram relativas à outro cliente... por sinal da Agência de Poços de Caldas...
sexta-feira, 27 de novembro de 2009
Ao Banco do Brasil S.A.
Curso Básico: Pedreiro, encanador, eletricista e mestre de obras.
Que tal?... Poderia começar (já) pelos cursos
Resistência dos Materiais
Estabilidade das Construções
Prática Laboratorial - "in situ".
Seria demais pedir para deixar sem rebocar uma parte do muro para estudos e verificação - didática aplicada?? Exemplo de aplicação? Conferência de Norma Técnica?
Pois eis quanto vale a foto toldada - abaixo, literalmente - pelo quanto pode (pedagogicamente) ensinar - verificada a ausência de responsabilidade técnica definida (Leis 5.194/66 - Atr 16 e, Lei 6.496/73 - Art. 1º).
Obra fiscalizada - CREA-MG - Protocolo Nº 3.271
in
terça-feira, 24 de novembro de 2009
O proposto ao Banco do Brasil: o IFET-Inconfidentes, a experiencia aplicada. Estado de Minas Gerais
Eis a experiência expressa pela matéria. E a coincidência oportuna em propósitos firmados junto ao Banco do Brasil. Tudo, agora, aos melhores cuidados do pedreiro incrédulo, Bastião Bento.
E junto a isso, eis matéria agora aos cuidados do IFET, como assunto administativo requerido.
E por feliz conicidênica, eis, em resumo, onde se insere a proposta feita ao Banco do Brasil [relativa ao melhor aproveitamento de sua agência - ora em contrução].
Com a palavra, o Banco do Brasil.
Falou Bastião Bento, atual pedreiro.
Ainda incrédulo.
Pois eis, primeira opção -início imediato:
Curso [inicial] proposto: Noções básicas. Resistência dos Materiais e Estabilidade das Construções. Desenho técnico. Laboratório de aplicação. Métodos de ensaios. Normas da ABNT. Códigos Éticos.
Nota: em Inconfidentes (MG), poder-se-á iniciar de imediato. Será de maior proveito o exemplo do presente.
Com a palavra, pois, o Banco do Brasil. Segue a matéria tal como publicada: FSP/UOL - http://www1.folha.uol.com.br/folha/cotidiano/ult95u656595.shtml :
São Paulo, terça-feira, 24 de novembro de 2009
EMPREGO
Pedreiro e pescador poderão receber certificado de aptidão
DA SUCURSAL DE BRASÍLIA
Trabalhadores como pedreiros e pescadores que não tiverem formação específica para o seu ofício poderão receber um certificado oficial atestando sua aptidão para exercer a atividade.
Um programa dos ministérios da Educação e do Trabalho prevê que os institutos federais de educação, ciência e tecnologia, que oferecem ensino técnico, avaliem e atestem o aprendizado não formal.
Para isso, o trabalhador teria que ser aprovado por um exame. A partir da portaria que foi publicada ontem no "Diário Oficial da União", deverão ser criados parâmetros nacionais de avaliação.
Caso o profissional tenha alguma deficiência em sua formação -se ele for analfabeto, por exemplo-, o governo poderia oferecer a ele cursos complementares antes de entregar o certificado.
O objetivo do programa é validar a experiência anterior do profissional e facilitar a sua contratação.
Como muitas vezes trabalhadores de áreas como a construção civil não têm carteira assinada, eles acabam não tendo como comprovar as suas habilidades e experiências anteriores na hora de procurar emprego.
Programa piloto
Em quatro Estados, a experiência já começou como um programa piloto em convênio com as prefeituras.
São eles Mato Grosso, Rio Grande do Norte, Santa Catarina e São Paulo.
A ideia agora é que, no máximo até o ano que vem, todos os institutos façam a sua adesão ao programa de certificação, afirma Luiz Caldas, diretor de políticas da Secretaria de Educação Profissional e Tecnológica do Ministério da Educação.
Segundo ele, a ideia é que todas as áreas tecnológicas que hoje são ensinadas e pesquisadas pelos institutos federais sejam certificadas.
A princípio, devem ser priorizados os ofícios relacionados à construção civil, à pesca, ao turismo e à área metal mecânica (que envolve conhecimentos de metalurgia e siderurgia).
Futuramente, outras profissões, como a de cozinheiro e costureiro, também deverão ser contempladas.
O processo de certificação será gratuito e não deverá haver limite de vagas.
segunda-feira, 23 de novembro de 2009
Com a palavra, o Banco do Brasil S.A.
Cópia confirmativa
Nota: ver texto integral postado abaixo.
Titulo: saída honrosa
domingo, 22 de novembro de 2009
Saída honrosa
Ministério Público
Prefeitura Municipal
E o Banco do Brasil mantém ativa a restante biblioteca - utilitária, disponível - desde Inconfidentes.
Propositura:
Entre acervo técnico e documentos históricos a preservar, trata-se de material já consignado em doação à SPU (Audiência Pública. Inconfidentes, 17/04/2006) nos termos de criação do Instituto para Desenvolvimento da Engenharia Econômica, Histórica e Ambiental - IDEEHIA até então obstado [Relatório Nº1 à Polícia Federal - Aerograma IPL -1.069/06 - (17/02/2009)]. Removidos os óbices administrativos, o Projeto Ambiental de Inconfidentes objetivamente e, sob patrocínio do Banco do Brasil, começaria por estabelecer um curso preparatório (dedicado à construção civil). E em local apropriado, onde mais se nota insegurança pela Engenharia faltante do próprio BB: exatamente, em sua agência bancária local - sui gêneris, exemplar. E ao invés de prosseguir pelas mazelas do presente [agravo à crise social], passaria a formar mão de obra qualificada; enquanto próximo dalí, "caixas" e outros funcionários contabilizam numerários de capital manipulados ao quanto baste pela suficiência trabalhadora remunerada.
De início formar-se-iam mestres em engenharia. Aliás em Inconfidentes, terra onde outrora se formaram - mestres agrícolas, outros agora se formarão. Hoje, certamente, sob chancela curricular do atual IFET.
E formar-se-ão também mestres em sociologia, pelo justo e esperado [melhor] aproveitamento econômico da agência local do BB - também tornada paradigma para cursos de Administração do Sistema Econômico e Financeiro. No caso, para aulas "in loco". Construção tornada laboratório do pedreiro e do mestre dedicado à análise estrutural. à Engenharia do concreto armado. E local onde prover-se-ia o ensino da Resistência dos Materiais - ciência aplicada às Artes, à Arquitetura. Às ciências e técnicas da Engenharia humana. E às curvas de custos e ética aplicada.
Pois espera-se, o Projeto Ambiental de Inconfidentes haverá de ser desenvolvido e patrocinado - financeiramente justamente pela instituição bancária envolvida. Refletiria a revisão original cabível pela crítica filosófica, econômica e social. Justamente matéria revisada e a se renovar por novas aplicações desde o sentido pedagógico acrescido à revisões sobre teorias e valores. No caso e, por propósito, social e economicamente assimiláveis; haveria o crescer do progresso difuso medido à valores de capital, pedreiro à pedreiro. Haveria o pedreiro prático, formado. E o mestre teórico, motivado. Haveria valor reformulado. Saber profissionalizado. Haveria melhor pensar. Melhor saber e construir.
Pois Bastião Bento acha que para o Banco do Brasil S.A. começar a se redimir perante povo de Inconfidentes - antes afrontado pelo desprezo - decerto (re)financiará o debate aberto em relação às verbas municipais (R$ 145 mil) - apropriadas em demérito pelo passivo social ao lucro do BB (2 bilhões/3º tri). E manterá intacto o local do debate onde tudo começou. Ou seja: Painel onde Bastião Bento se expressa "Para o Povo Saber" [local: Av. Alvarenga Peixoto, 193 -Inconfidentes (MG)]. Justo, atravessada a rua, frente à sua Agência em Inconfidentes. Local onde sempre Bastião publicará (fac-simile) qualquer resposta oriunda do Banco do Brasil. Sob Carta Aberta à Unicamp (IE/Reitoria, Nov. 2004) será processo continuado destinado à revisão sobre teorias e valores (no caso bancários, econômicos e sociais).
Pois será um bom começo: Caso o Banco do Brasil ao invés do papel triste e feio feito até agora, aceite a doação. E contricto pelo desvio da finalidade social, para começar a se redimir, financie em contrapartida a instalação da primeira Escola Técnica Municipal em Inconfidentes - Técnica em Edificações. Curso profissionalizante a formar pedreiros, encanadores, eletricistas e "mestres de obras" - para depois evoluir pela Engenharia aplicada. Tudo em local simbólico: justo no mesmo espaço. Pelo interesse do Capital redimido e do Trabalho alforriado compartilharem como destino a sua primeira Agência do BB. No caso, tudo consagrado pelo MEC, seria talvez o melhor exemplo desde Inconfidentes, para o Brasil e Para o Mundo o pequeno exemplo em prática educacional e de redenção. Exemplo em pedagogia e didática funcional e profissionalizante aplicada.
Com a palavra o Banco do Brasil
Inconfidentes, 23 de novembro de 2009
[a] Raul Ferreira Bártholo
Editor - Perspectivas: o exemplo de Inconfidentes
http://exemplodeinconfidentes.blogspot.com – fotos,documentos.
Reg. Nº 12.303 - Títulos e Documentos - OF/16/06/09
Matéria para averbação.
sexta-feira, 20 de novembro de 2009
Retificação
Será mantida a homenagem ao Pedreiro. E a justificativa da criação, em lei do feriado municipal em homenagem aos pedreiros de Inconfidentes.Na forma, concidente sempre com um final de semana para cumprirem-se os festejos correspondentes.
E será proposta a criação da Escola Técnica de Edificações, em aproveitamento aos acontecimentos do presente, para formação e elevação profissional. Novas gerações de pedreiros. Profissionais especializados. Aqui formados.
Propõe-se o nome do pedreiro homenageado como patrono dessa nova escola.
Restará ao Banco do Brasil
aprender a lição.
O temário para o qual seriam convidadas as autoridades ficará marcada para as próximas sessões em função dos prazos de agendamento. Mantido o temário como assunto requerido.
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
Convite
Dia 23 de novembro - segunda feira - próxima.
Camara Municipal - 19 hs. 15 min. Palavra aberta. Tribuna Livre.
Será prestada homenagem ao pedreiro. Figura símbolo.
Arte e respeito. Engenharia. Ciência praticada.
Haverá proposta (honrosa) ao Banco do Brasil quanto ao melhor destino a partir de sua sede - Agência - na cidade de Inconfidentes (MG).
E da reforma circundante - materializadora denovos costumes e novas construções. Ciência aplicada. Engenho econômico aplicado. Pedreiro a pedreiro praticado.
Serão abordados assuntos relativos à Resistencia dos Materiais como ciência básica à qual se vinculam os pedreiros homenageados e, aos coeficientes de segurança estruturais definidos pela Engenharia aplicada.
Pedreiro Símbolo - homenageado (Jamir Jamberg - 17/02/2010, In memoriam)
Estarão convidados:
Conselheiros, Reitor, Diretores dos IFETs, CREA/CONFEA e comunidade acadêmica interessada.
Ministério Público. Prefeita municipal. Banco do Brasil S/A, Imprensa, e interessados.
(Requereu-se uso de pequena lousa)
quarta-feira, 18 de novembro de 2009
PANORAMA não quiz publicar
Louve-se roteiro. Mérito pela transparência. Matéria do jornalista Sérgio Coutiy .
De outra parte, já contida a indignação e, para dirimir dúvidas sobre a insegurança da obra relativa ao Banco do Brasil/Inconfidentes, será requerida palavra na Câmara Municipal - Tribuna Livre.
O requerente explicará razões referentes à Resistencia dos Materiais.
Convidará povo, imprensa e autoridades.
Fotos serão expostas.
Será requerida pequena lousa.
terça-feira, 17 de novembro de 2009
Bastião Bento, o incrédulo. Do registro oficial à ciência ao Banco do Brasil
Os termos são suficientes.
sexta-feira, 13 de novembro de 2009
Bastião Bento agora pede licença.
E ante as razões expostas em público, restou o modelo econômico (nada virtual) incapaz de se explicar em juízo ou fora dele - por modos de "ser e agir" mral e economicamente reprováveis, pelo quanto até agra tentou sem conseguir convencer. Bastião Bento quer entender a moral do sistema bancário.
E questiona finalidade e serventia. Para isso seus escritos em continuação e na linguagem apropriada pro "Nho" Fernando Henrique Cardoso entender ao perguntar (boquiaberto) "para onde vamos"... (Link: Instituto IFHC . clicar aqui ) e pro carrancudo lulista "Nho" Candido Mendes dizer "pra modi" onde "não iremos" (Link: UCAM - clicar aqui)... tudo ao fim sem mais acrescentar, sem chegar ao "DNA" d problema e atinar com a inflexão da curvatura do prcesso histórico como ato de Engenharia Econômica e Arquitetura Ambiental aplicada. Coisa que aqui em
Inconfidentes a gente está cansada de falar: tudo pela raiz. A partir do desmonte da ficção financeira. E da eleição de "novo" Tótem. Bastião Bento cansou da mineralogia. Basião Bento é biológico.
Bastião Bento pede licença, depois de reler o "nho" Paul Samuelson dizer na sua "Introdução à Análise Econômica" -1955/Nobel-1982) que "unico sistema bancário honesto seria aquele que mantivesse suas "reservas proporcinais" de caixa igual a 100%. Pois bastião Bento concluiu que o índice de desonestidade bancária é de 98%". Pra modi que mantém a 1ª bolha da ficção só com 2%.
"Adispois", o resto é tudo senvergonhice e malandragem vestida de tern e gravata.
E o resto é afanar da sociedade.
O Banco do Brasil foi flagrado. Pilhado no pulo
como máquina de arrecadar dos "piquinininhos"
Pra modi deixar contente com s "lucros" (R$ 2 bilhões/3º tri)
os tais parasitas sociais. Os tais "investidores", matéria engravatgada dispensável ao restante da sociedade.
Em Inconfidentes o Banco do Brasil esfola até a prefeitura, subserviente (uma coitada).
Pois Em Inconfidentes, o Banco do Brasil se quiser se redimir por sustentar o debate à altura, poderá ceder parte de sua futura Agência.
Para ali sediar Escola destinada a ensinar sobre caminhos em Administração Pública. E junto com as instituições aproveitáveis do lugar conferir quanto Bastião Bento escrever no mural: Para o Povo Saber.
"Nho" Fernando Herrique Cardoso falou em telegrama que agora vai ser públicado no Painel "para o Povo Saber - Av. Alvarenga peixoto, 193 - Inconfidentes(MG)... dizia que tava preocupado com os ""pobrema" e não tinha "tempo de estudar". Mas pra modi dizer pra onde poderemos ir... a gente escreve. Tira foto do que está escrito e vamo perguntar pra ele se ele quer conferir desde quando "nho" Samuelson tocou no assunt.
E pra modi conferir se dá pra aproveitar o que tá aí.... a gente engata "Exemplo de Inconfidentes" no contexto da inflexão da curvatura do prcesso histórico. Arquitetura ambiental e Engenharia Econômica é o que nã falta, uai!
Manifesto da incredulidade mineira
Essa é pro Gabeira... conferir
No artigo de hoje (FSP, 13/11/09) o Gabeira fala nas "montanhas de Minas Gerais". Lamenta e diz: "desapareceram"... E junta com isso a dificuldade de convencer o "povo" a amar o oceâno. Pois é um gênio de observação do nosso amado Gabeira. Aliás,genio de inspiração.
Pois olha... Cabe um reparo. Apesar de "desaparecerem"... uma coisa é certa: Ninguém nivela por baixo as montanhas de Minas Gerais. Pois Bastião Bento, o incrédulo vivente na Terra e descrente da honestidade do sistema bancário falou e disse. E mais comprova pelo "Exemplo de Inconfidentes". Para quem quiser conferir, tudo publicado em http://exemplodeinconfidentes.blogspot.com/
Bastião Bento, representante da incredulidade mineira, depois de reler o "Nho" Paul Samuelson (in: - "Introdução à Análise Econômica" - 1955 - Prêmio Nobel/1988), põe em dúvida mérito, utilidade e finalidade do sistema bancário. E propõe revisão. E pra "modi" conferir, "ponhou" o Banco do Brasil no banco do Réu [virtual] . "Pra modi" que agora o BB vai ter de se explicar. Bastião Bento quer explicação. Não aceita "explicassão". Tudo aberto. "Explicassã, por explicaçãn."
Pois ninguém nivela por baixo as montanhas de Minas Gerais!
O BB já tentou "responder" por duas vezes. Tentou. Mas não deu certo.
Bastião Bento pagou pra "modi" agora ver.
[ver & conferir]
Bártholo, Raul Ferreira
Coordenadas na Terra 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)
Fincadas montanhas. MG. BR.
Vida inteligente circundante.
Terra. Simbolos. Códigos. Sinais
História. Civilizações. Poder aplicado. Curvatura do processo histórico.
Relatório de Conclusões Nº 01 - 2009
[ Matéria aplicada e análise in:- "Perspectivas: o exemplo de Inconfidentes" ]
( http://exemplodeinconfidentes.blogspot.com/ )
quinta-feira, 12 de novembro de 2009
A segunda manifestação do Banco do Brasil
Cáspite!
Então... porque a partir da primorosa organização do BB agora Bastião Bento recebe "cartinhas" provindas de agências de cobrança como essa aí embaixo datadas em 30/10/2009? ... e ainda querendo convencer o "otário" do Bastião Bento a "limpar o nome" ? Ora! Quem precisa de "limpeza"?
Não é a diretoria do respeitável BB quem agora mais ainda "suja" o nome/imagem do BB perante Bastião Bento?
E porque o grandioso BB não consegue contestar os documentos de sua própria autoria - simplesmente juntados por Bastião Bento ao processo? Afinal, qual é a moral econômica do sistema bancário agora exemplarmente representado pelo BB visto a se locupletar abusivamente às custas da sociedade (Ve matéria: UOL/12/11/2009 - 08h45 - "Lucro do BB sobe 6% e atinge quase R$ 2 bi no trimestre" em http://economia.uol.com.br/ultimas-noticias/reuters/2009/11/12/lucro-do-bb-sobe-6-e-atinge-quase-r-2-bi-no-trimestre.jhtm )? E para isso, como se vê, até junta os caraminguás do Bastião Bento, os da Prefeitura de Inconfidentes e mais outras prefeituricas perdidas nos sertões por aí afora ?? E agora sobre isso nem consegue se explicar sobre os caraminhgás surrupiados do Bastião Bento?
Então a cartinha daí de baixo diz que o BB não retirou Bastião Bento do SERASA???
Ótimo! Então... resta calcular: do dia 25/09/2009 até o dia de hoje, 12/11/2009 lá se foram 48 dias...
Logo: 48 x R$ 400,00 = R$ 19.200,00 (multa a ser requerida, uai!)
Pois é... Se o Banco do Brasil precisar de "saída honrosa" para deixar de fazer esse papel feio, bancando o "espertalhão" por conta dessa diretoria - Bastião Bento pode oferecer, uai!
É só o próprio Banco do Brasil se manifestar de forma decente e responsável e, reconhecer seu próprio desvirtuamento. Exatamente, desde quando se colocou ao serviço do parasitismo social, uai! Pois eis... tudo está demonstado pelos fatos. Tudo, à partir do "Exemplo de Inconfidentes", local histórico e de fatos marcantes, como demonstra a coluna ao lado - sob título "A primeira manifestação do BB". Porque, ao invés o Banco do Brasil não procura se regenerar para poder responder em praça pública sobre seu mdo de "ser e agir"?
Se quiser, Bastião Bento pode ajudar, uai!
[Bastião Bento cansou de reler a análise do "nhô" Paul Samuelson, prêmio Nobel de Econmia - 1982 (in:- Introdução à Análise Econômica - 1955), para se tornar o "representante da incdredulidade mineira a propósito da hmnestidade do sistema bancário. Com essas atitudes e "respostas" que o BB apresentou até agora, só faz reforçar essa convicção]
sábado, 7 de novembro de 2009
Pedreiros homenageados
Pois assim homenageados, frente à obra do Banco do Brasil onde tanto tem-se a aprender em relação à segurança das edificações... então, para sucitar as porimeiras respostas...que mal então pergunte aos pedreiros de Inconfidentes homenageados "igual" ao quanto hoje faria ao mestre Jamil... como ontem:
Qual será a carga de flambagem para cada posição no conjunto (treliçado) da armadura na forma empregada?
Qual o índice de flambagem (lateral) haveria para o "conjunto" formado pela "parede" [espessuara: meio tijolo. (relação comprimento x altura = membrana delgada)] ?
Qual seria o "nucleo central de inércia" - projeto aplicado - para garantir apenas tensões de compressão na coluna?
Qual será o "coeficeinte de segurança" adotado para flambagem e flexo-compressão?
* * * * *
Pois recordar é viver. E tudo seria perguntado diante do "esquema" da obra tornada exemplar do Banco do Brasil de Inconfidentes.
Seria um curso de Edificações. Um novo cursoprofissionalizante, certamente financiado pelo BB.
Objetivo: formar pedreiros e construtores em Inconfidentes
Que agora como modelo para pedreiro assim chamada: Escola de Pedreiro. Curso Técnico de Edificações. Partonos: Joel e Jamil Jamberg.
E alí monta-se um verdadeiro curso de Edificações. Matéria a partir do básico e elementar.
E patrono para a matemática aplicada, assim chamada: Escola de Matemática do Zé Rodinha.
E pelos quantos quiserem cntinuar chamam-se os interessados em estudar Resistencia dos Materiais.
Pode-se começa com isso. E o Banco do Brasil assim começará a se redimir de seus pecado [econômico] e desvio [social] em Inconfidentes.
E pela prática pedagógica, certamente o Banco do Brasil será uma excelente patrocinador pela amostra: para se arrepender da voragem, reconhecer. Aprender novo modo de agir. E ensinar.
* * * * *
Sem dúvida e com o maior proveito durante o curso pergunta sobre a NB-1/ABNT e se analisa a obra do Banco do Brasil:
...Serão essas... as colunas da foto?
Pois cabe perguntar: qual a carga deflambagem lateral?
Como se clacula a carga de flambagem ?
Pois então, melhor, parar a obra.
Para resultado prático, vamos esperar o CREA.
E aí nós vamos combinar como é que vamos fazer para aproveitar o que já está feito.
Mas com consciência do resultado.
* * * * *
Então será propor: fundar a nva Escola nesse contexto e, paralelamente ao fucionamento do Banco do Brasil, juntar a primeira Escola de Administração Pública. Esta, especializada em técnicas e administração para Política Bancária. Assunto aliás somar-se às ptencialidades do IFET - Inconfidentes e as temas do IDEEHIA. Tratados como projeto aplicado. Arquitetura social, engenharia política, ciência e economia aplicada.
Tudo, tijolo à tijolo assentado.
E para homenagear essa ciência aplicada vamos homenagear um pedreiro de Inconfidentes.
E ao fundar a Escola vamos dar o nome simbólico do Homenageado na foto.
Então esse pedreiro da foto foi quem me explicou pela primeira vez na osignificado da posição do ferro "negativo". E foi quando contruia a casa do Ico. Fazia a laje da varanda. Marquise do supermercado.
Pois o "negativo" ficava por cima, ensinou.
Para depoois concluir: o reto fica por conta da carga sobre "ferro tracionado".
Então junto com a primeira Escola de Administração Pública, ali requerida com financiameno do Banco do Brasil.
Será lugar onde os Bastião Bento vão querer estudar e aprender junto com os alunos do roeja quequiserem.
E pra isso vamos fundar o primeiro curso de Resistência dos Materiais - matéria elementar oficialmente requerida a/c UNICAMP/Carta Aberta/Reitoria/2004 (3º Prot/05) - para estudantes em cursos de Engenharia e Economia aplicada. Para assunto continuado e legalmente requerido.
E na entrada agente coloca a foto daquele que já foi no nosso (vice) prefeito
Pedreiros responsáveis que aqui simbolizam quantos sabem distinguir
E ensinar: onde ficam os ferros negativos.
E aprender a economizar para nãodesperdiçar
Onde não precisa. E deixar de aproveitar
Onde faz falta.
A construir seguro.
E mais barato. Tijolo, por tijolo.
Ciencia econômica, tijolo aplicado.
Construção segura. Política aplicada.
Escola de profissões financiada pelo Banco dio Brasil.
Sob purgativa do juro.
No caso requerido por direito.
Purga e penitência sob juros a cobrar pela inadimplência pela parte culpada pelo atrazo final - DNA - do Brasil.
quinta-feira, 5 de novembro de 2009
Eleições no Conselho Superior do IFET: ressurge o espírito progressista e generoso da velha e altaneira EAVM
domingo, 1 de novembro de 2009
Porque o Banco do Brasil ainda somaria ao lucro verbas da Prefeitura de Inconfidentes?
Ora! Eis em conclusão a surpreendente notícia (eivada de candura administrativa pela subserviência) agora publicada no "site" da Prefeitura!
Pois se lê: "A construção da agência do Banco do Brasil em Inconfidentes está adiantada. A fase de edificação das paredes foi concluída e agora os pedreiros trabalham com a instalação das lajes para iniciarem o revestimento interno e externo. A previsão é que a obra termine dentro de 3 meses, quando começa a fase de instalação dos equipamentos da agência – trabalho exclusivo do BB" (http://www.inconfidentes.mg.gov.br/)
Cáspite!
Como assim "exclusivo"?
Então a obra inteira não é "exclusiva"?
Como entender essa notícia?
[publicada - JI]
Resta a dúvida: além da obra insegura em si ["lucro" de 2ª ordem]... a prefeitura ainda gasta dinheiro do povo [imposto suado] nessa obra arriscada e depois mais ainda... "lucrativa-parasitária"? ...
Tudo só para beneficiar o "pobre coitado" do Banco do Brasil ?
Cáspite! Será isso mesmo???
[ Decerto a diretoria do Banco do Brasil se "orgulhará" de tudo somar ao lucro verdadeiramente escandaloso... Qual justificativa teria? (R$ 3 bilhões - 1º trimestre/2009)]
E somará além dos "caraminguás" tomados dos Bastiãos Bentos... mais ainda as "merrecas" orçamentárias de "prefeituricas" pelos sertões do Brasil!
[ Tudo só para depois distribuir a montanha do lucro arrecadado aos tais "investidores" (parasitas sociais) ? Enquanto isso, a Prefeitura de Inconfidentes... alienada, subserviente... "acha confortável" e joga fora (+) recursos públicos? ]
Será possível isso? O Exemplo de Inconfidentes mostra que sim!!!
Notas:
1- Pelo menos o vice prefeito (Bolão) teve a hombridade de admitir que foi ele quem propôs essa "parte" do acordo com o BB (aceitou a crítica merecida).
2 - Com a palavra a Sra. Prefeita pela teimosia injustificável sob responsabilidade institucional pela obra insegura restante. E multas pelo CREA-MG.
3 - E aqui chamados à responsabilidade faltante, pelos vereadores que submissamente tenham aprovado em "lei" tal desperdício de dinheiro público - faltante para outras prioridades.
quinta-feira, 29 de outubro de 2009
Banco do Brasil em Inconfidentes: o munumento à irresponsabilidade técnica
Para a prefeita Rosângela Dantas, “até o primeiro semestre de 2010, a população começará a ser atendida na nova agência o que vai garantir conforto para todos que precisarem dos serviços bancários” (http://www.inconfidentes.mg.gov.br/)
1 - O para-raios do Bradesco
Para o Bradesco a sua "antena" é mais importante do que resto da população em volta. E para o poder público municipal isso não tem importância. Pois apenas para proteger seu interesse (antena) e "economizar tostões" para mais lucrar, nessa ganância desprezou ciência (Engenharia, Lei 5.194/66 e Lei 6.496/73) e Normas técnicas (ABNT - NBR 5.419/2001) . E como se vê, chamou um eletricista "picareta" para instalar seu para-ráios.
Eis o resultado: para-ráios absurdamente próximo e abaixo da rede elétrica. Esta situa-se em nível acima e, lateralmente, a envolve-lo pela claçada. Pois a "picaretagem" irresponsável do Bradesco construiu enfim um ilusório "para-ráios" cercado pelos três quadrantes. E o resto da população que se dane. Ou seja: a rede elétrica só não seria primeiro atravessada... se o "raio" apenas for vertical e, vier por um só dos quatro quadrantes!
Característica: Obra leiga & Irresponsabilidade técnica agregada
(Quanto ao resto e pelo falso "aterramento": risco à população lindeira introduzido - sem necessidade:
contraria a máxima segundo a qual, "se para-ráios serve para "atrair faísca"... então é preferivel não haver para-raios nenhum do que um mal instalado")
3 - Desmonte de terra irresponsável
Até hoje área de risco, degradada: livre acesso e sem interdição
(As fotos dispensam legendas)
(demonstra ignorância sistêmica de norma técnica e desprezo à engenharia)
11 - Enchentes, imprevisão urbana, poluição atmosférica (odores de pocilgas)
segunda-feira, 26 de outubro de 2009
Concurso público. Uma ferramenta democrática subutilizada
Desde que o rei perdeu, ou cedeu, o direito pleno de nomear seus nepotes para os cargos públicos, ventos democráticos se espraiam em alguns governos, permitindo, no dizer do Art. 6º da Declaração de Direitos do Homem e do Cidadão (França, 26 de agosto de 1789), que para a admissão a todas as dignidades, lugares e empregos públicos prevaleça a igualdade e o princípio da capacidade, e, em torno de tal escolha, outra distinção não haja senão a das virtudes e dos talentos dos indivíduos.
As resistências, até mesmo dos notáveis da Era Napoleônica, que, temendo ser vencidos por anônimos estudiosos, produziam teses contra a novel forma de ingresso na Administração, foram em vão. Ao menos em teoria, predomina o concurso público como o método mais indicado, consagrando-se em quase todo o mundo democrático. Em alguns países com regras rígidas, protegendo-se o instituto contra tentativas de burla; em outros, onde o amadurecimento político já alcançou nível mais elevado, com maior campo de liberdade para os gestores e, conseqüentemente, com mais flexibilidade para decisões em favor do interesse público, necessárias diante de eventuais imprevistos.
No Brasil, terra de caudilhos, coronéis, chefetes, clientelismo, enxada e voto encabrestado, os dispositivos constitucionais, nem sempre levados em consideração pelas normas inferiores, são rigorosos de forma talvez sem par em outra nação. Restar-nos-ia, pois, aos brasileiros, munidos de tão poderosa arma em favor da democratização e da qualificação do serviço público, questionar as razões que impedem que tenhamos maior qualidade nesse setor. Estariam nosso obus e nosso colete sendo devidamente utilizados?
Não há como negar, nada obstante o esforço de algumas Administrações que primam pelo respeito aos princípios constitucionais pertinentes, que o instituto do concurso público não tem cumprido a sua missão em nosso País.
É certo que se trata do melhor meio de seleção de pessoas para comporem os quadros do serviço público, mas os benefícios que ele nos tem trazido estão muito aquém das suas possibilidades, se levarmos em consideração a má qualidade dos servidores de alguns setores públicos em relação ao nível dos potenciais interessados na ocupação das centenas de vagas que surgem diariamente nas três esferas de governo e sua administração indireta.
O cuidado na análise dos fundamentos da idéia aqui apresentada permitirá ao leitor compreender exatamente a amplitude da opinião, e perceber, em cada caso, de quem é a responsabilidade.
A primeira das razões, sem dúvida alguma, é a disparidade entre os vencimentos percebidos pelos servidores públicos e seus correlatos na iniciativa privada, fator que ocasiona grande êxodo de profissionais capacitados. O exemplo das carreiras jurídicas é bastante ilustrativo, e dispensa maiores detalhamentos, até mesmo para que não se perca de vista o objetivo deste artigo.
Outra questão, de efeitos devastadores e extremamente lesivos à sociedade, é a fraude. Essa vergonhosa enfermidade administrativa, endêmica, mas não generalizadamente, em nosso País, ao mesmo tempo em que afasta, em gravíssima injustiça, os mais esforçados ou preparados, submete os administrados, o povo, a péssimos serviços, mormente em áreas de grande sensibilidade. E tão vulturina é a sua natureza que por vezes se disfarça em privilégios aparentemente lícitos, como no caso dos administradores que, antes de fixarem os requisitos para o acesso aos cargos públicos ou de estabelecerem a pontuação nas provas de títulos, dão, invariavelmente, uma olhada nada inocente no currículo dos seus apaniguados.
Também maléfico ao instituto do concurso público é a pouca importância que os gestores dão à sua divulgação antecipada. No mais das vezes, o público interessado somente toma conhecimento de que a Administração irá selecionar pessoas quando muito pouco falta para a realização das provas, ou seja, por ocasião da publicação do edital de convocação para as inscrições, o que configura fator de desestímulo, notadamente para os mais responsáveis, o que faz com que sejam beneficiados com a numérica e qualitativamente baixa concorrência os aventureiros e despreparados.
Mesmo no caso em que a lisura e a boa-fé dos administradores imperam, vários outros fatores, que merecem a atenção da Administração, podem ser citados, já que ao seu alcance, como nos casos mencionados, está a solução: o excesso de exigências para a inscrição nos certames, a inapropriação de algumas provas ou sua má formulação, o injustificadamente elevado valor da taxa de inscrição e o descrédito do órgão ou da instituição encarregada de dirigir o concurso, circunstância que sugere a ocorrência de fraudes.
Também nas mãos dos candidatos, ou de potenciais interessados, está a solução do problema. Muitos, lesados por normas ou decisões insconstitucionais ou injustas, deixam de recorrer ao Judiciário, preferindo prejulgar esse Poder, como se ele fosse composto de um único homem, dirigindo-lhe descrença. Sequer o Ministério Público é provocado pelos candidatos para que promova, como é seu dever, medidas para sanar, preventiva ou repressivamente, irregularidades que atingem não somente os candidatos, mas toda a sociedade, pelo resultado que se pode esperar de um concurso fraudulento ou dirigido sem respeito ao princípio da impessoalidade. A cômoda e descabida desculpa de que não é útil recorrer ao Judiciário mantém os maus administradores no erro, incentivando-lhes, inclusive, à prática de outros desmandos, além de desamparar o caso concreto, que se omite da Justiça. Em verdade percebe-se que o povo já se acostumou com certas arbitrariedades, especialmente nesta triste Bahia, e atingiu um vergonhoso nível de tolerância.
Há ainda, também por culpa do povo, um último fator merecedor de menção: o desconhecimento do próprio potencial, ou a indolência em desenvolvê-lo, o que priva o serviço público de grandes valores.
Não se pode negar, a par de tudo quanto dito, que não há melhor meio de seleção para o serviço público que o concurso. Com todas as suas mazelas, é o garantidor, embora não de modo pleno, do direito de que todos os que atendam às exigências legais possam ingressar nos quadros da Administração. Cabe-nos, então, diante dos pontos aqui aligeiradamente abordados, chamar à responsabilidade os envolvidos na questão – gestores, candidatos, Ministério Público e a população em geral, convidando-os a uma reflexão, com vistas a que encontrem ou implementem as conhecidas soluções para o aperfeiçoamento da seleção por meio de concursos públicos, com o quê, inegavelmente, muito ganhará a democracia.
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Waldir Santos é Advogado da União. Conselheiro da OAB. Professor. Palestrante. Autor do livro “Concurso público: estratégias e atitudes”.
terça-feira, 20 de outubro de 2009
Sobre irresponsabilidade (técnica) exemplar
(Obra pública lamentável. O exemplo da anti-engenharia)
Integra do requerimento:
Ref. Interdição de obra pública insegura
Requer e subscreve
Motivos
Observações gerais:
Ausência completa de responsabilidade técnica: Lei Nº 6.496/73.
Fato 1: Desobediência à lei Nº 5.194/66
Fato 2: Desconhecimento da Norma Técnica da ABNT (NB1/62 e sucedâneas)
Verificações estruturais:
Anti-engenharia aplicada & Inconsequências
Desperdícios de material (uso incorreto)
Risco de desabamentos oferecidos à população.
Aberrações (detalhe aparente):
Paredes construídas sobre muros.
Armaduras & colunas: imprevisão de esforços e insuficiência estrutural.
Construtiva: o "cofre fraco" (basta pequena marreta)
As fotos abaixo dispensam legendas.



Incrível. Ainda para acreditar: Então ainda estariam a demolir as colunas internas de tijolo só para "ficar planinho"..."planinho"...?) Como imaginar outra coisa, sem o documentado como experiencia aleatória sobre pilhas de tijolos assemntados no tempoena história.

Local da Futura Agência do Banco do Brasil. Foto marcante pela anti-engenharia documentada. Supressão de colunas, como ciencia e desconstrução de partes "excedêntes". Potencialmente, ante profundas revisões em teorias e valores, será local onde em escavações futuras, os arquélogos da humanidade haverão de deduzir: "aqui seria, por popósito, uma agência bancária". Pois aqui se empilhavam tijolos e demoliam colunas. Removidas como registram as fotos, na base da picareta e respectiva marreta como ferramenta e intenção aplicada. Picaretagem literalo e verdadeira, inversamente empenhada em dotar o muro de alto coeficiente de segurança, resistente aos esforços múltiplos ainda possíveis.
O surrealismo da foto é documento como fato histórico,etapa da civilização. E mais documenta visualmente o conceito atribuíodo a esse comentário, feito sob a mais justa observação metódica. Fato significativo, capturado pelo momento e aproveitado pela crítica (necessária) ressalvada outra ação de Engenharia houvesse ou se pudesse expressar em Placa eslarecedora (aliás, obrigatória: Lei Nº 5.194/66, Art. 16).
Eis a foto abaixo:


ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!
Epílogo às postagens acima
No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).
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Descritores
A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.
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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.
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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.
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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.
E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.
Breves ensaios.
Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.
Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.
{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.
A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.
Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]
Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.
Mote educacional: "diga não ao chefe".
Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.
[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]
E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.
Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.
Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.
Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.
E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.
Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.
Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.
Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.
Vence povo. Vence país.
O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.
Claro, antes de representar ao superior...
se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.
Sinta esse prazer em trabalhar.
[corolário didático e pedagógico a cumprir]
Elementos de formação. A probidade administrativa
Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.
Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.
E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:
..."o direito não socorre quem dorme".
Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:
...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.
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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }
Matéria letiva - requerida
Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08
Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.

































