ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

Pedra fundamental requerida. IDEEHIA. Centro de Estudos
Local(GPS): 22º 18,540' (S) e 46º 20,142' (W)

e-mail: exemplodeinconfidentes@gmail.com
Sempre serão bem-vindas toda correção, crítica e aperfeiçoamento.

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quarta-feira, 27 de maio de 2009

terça-feira, 19 de maio de 2009

Qual moral diretora da EAVM/EAFI/IFET deve ser reposta?

A de quem manteve e matém palavra?
Livre e independente, expunha razão?
Escrevia e assinava quanto dizia?

Ou a de quem se esconde?
E no restante corrompe até a verdade matemática [ex: erro grosseiro, proposital em editais e repete no PDDI que ostenta ( http://www.eafi.gov.br/documentos/pdi_eafi.pdf )]!
E depois pretende o resto ensinar...

Governa a moral quem omite até o próprio nome ?
Ou a de quem até se nega responder - pelo que faz??

sexta-feira, 15 de maio de 2009

História recontada. O inacreditável acontece. E em Minas Gerais. Pois sim? ...Pois não.

História e assombrações de um velho Casarão Federal
Época, psicologia social. Valor. Patrimônio exaltado.
Inconfidentes. Retrato local


Nesse casarão
autoridades se hospedavam
quando vinham a Inconfidentes


Costumes marcavam-se pela TFM (tradicional família mineira)
Ancestralidade. Anos dourados. Famílias se reuniam.


Há 50 anos atrás. Festejavam e discutiam seus assuntos


Havia altar

Entre convidados, vinham bispos. Festejavam e rezavam missa.

quinta-feira, 14 de maio de 2009

Inconfidentes... do casarão histórico ao pardieiro oficial.

Residência funcional do diretor da EAVM(A propósito: clique na foto para ler o romance "O cortiço" de Aluísio Azevedo")

No entanto, eis o cortiço atual a espelhar a vida real em Inconfidetes (imóvel federal, oficial).
O antigo casarão foi subdividido em três residências. Verdadeira aberração . A parte principal, dividida em duas. A desfuncionalidade dessa subdivisão reflete, pela história, a própria mediocrização local (primeiro arquitetônica e depois cultural) numa cidade onde até por atos administrativos eivados de vaidade psiquica aflorante - nome e obra realizada, nome perpetuado - placa lustrosa afirmada, pró tempore - isenta de crítica, se ensina a desprezar a própria história. E a obra revela desconhecimento histórico. Depois falta de imaginação e, evidencia a limitada noção funcional administrativa - posterior. E pelo resto acresce a mazela social do costume - inversamente pedagógico. Tudo, evidentemente decorre de ânsia de poder - imatura. E depois, do despreparo evidente.

E eis, a dispensar legendas a guerra de poder local - vista entre Peponne e Don Camilo, personagens [secretos] locais, como no romance de Guareschi. E a disputa de poder se representa pela história dos 50 anos seguintes à série de fotos de reunião ali travada (Documentos: Gravações. Fotos oficiais).


Pois eis o poder hoje desmemoriado e sem história - refletido sobre o presente [mesquinho].
O espelho do IFET. lamentável.

De camarote

Em fotos (oficiais), o que faziam esses senhores fotografados por Peponne nessa reunião ?


LocaL: casarão acima. Antiga residência (funcional) do diretor da EAVM.

Alguém pode explicar reunião e decadência atual?

sábado, 9 de maio de 2009

A história, pelo recomeço

(Assunto público, autoridades 1)

Peponne ainda pergunta:

Porque assombrados?


Porque resposta típica... "não tenho mãos" ?

Vistos depois, pelo camarote.


(para ampliar a foto e reconhecer personagens: clicar duas vezes) Diretor da EAVM ao lêr discurso.


Presente, meu pai ao lado.

E por trás, reconheço cabelos de minha mãe.

Fita [gravada] repõe verdade em discursos dos presentes.
Seria bom ouvi-las tocadas pelos alto falantes da Igreja!

Pois ali trovejavam personagens como Dom Camilo, face esquerda [oculta] acima da batina, reversa pelo presente tanto quanto versada, braços cruzados, sapatos à vista. Agora, no aguardo da palavra... emocionada, despedida marcada pelo espírito de Peponne --- fita gravada--- ao pronunciar seu último discurso. Eis in transcrito a cristalina disputa pelo poder. E constrangimento geral de Peponne a registrar o espírito encarnado em pessoa por antigo diretor também traído fisionômicamente. Eis por si e assessores, depois, o que havia. E o que restou. Estando Pepone presente, desconhece-se a presença ou o espírito de Don Camilo nessa reunião, se algo ali havia que o representasse. Presenças também registradas em foto e voz gravada.
[Peponne, lembrado, personagem do romance "Dom Camilo e seu pequeno Mundo" / Giovani Guareschi - sinopse: clicar aqui].

Eis, enfim, olhares vitoriosos... Triunfantes...

Pois entre santos virtuais invocados nos pensamentos de Don Camilo a propósito de Peponne, presentes no amarelado da foto e, pela eternidade depois juntada entre desaforos recíprocos, 50 anos depois ainda e melhor redistribuidos pela roda, seria de se ver quantos, depois, também sob outros cochichos trairam ou trairiam as próprias palavras - por atos solenes em fotos históricas seguintes. Pois longe de qualquer educação para o poder em disputa e, em fuga de razões para não mais serem incomodados ou inquiridos, como de costume foram esconder razões. E tudo entre misticismos, cruzes e sacrifícios! Tudo inutilmente à tentar esconder a verdade. Para depois às escondidas, transferir valores escusos, corromper educação e premiar subserviência.

Torna-los a falsa moral imposta ao vencido entre prêmios e castigos aos recalcitrantes, em aulas de corrupção de costumes admistrativo. Eis, depois, incapazes de expor razão - suficiente - se perquiridos à luz do dia: para clarear história. Ou recompo-la, contada em versos possíveis.

[Pois a propósito de guerras... Homero, lembrado. Eis modos, motivos e versos - razão e potencia dos deuses e demais senhores por hábitos reversos assentarem-se em assembléias - enquanto na Terra se decidiam guerras... Pelo menos, salvas pelos versos de Homero as motivações guerreiras seriam moralmente muito mais divinas. E pela ética unificadora dos contrários, certamente muito mais justificáveis aos olhos dos homens. Ao menos as guerras eram helênicas e tinham a poesia da beleza de uma mulher a melhor justifica-las].


Mas onde está a beleza da guerra de fundo dessa reunião?

Enquanto depois assentados como se ao invés de formarem altivas Escolas de Governo, onde segundo suas últimas convicções pudessem ensinar métodos de melhor governar o País, e exigissem o direito de implementa-los - formassem arremedos e limitassem o programa ao de tornarem-se simples e subserviente "escolas do governo" na Terra. E depois, pela falta de fibra educacional, permitir ao País: prosseguir desgovernado. Ou guiados por interesse mesquinho - incapaz de declarar suas verdadeiras intenções - como o mostram documentos recentes. Para assim permanecerem - sem outra moral e razão senão pelas quantas desalojariam e tomariam para si a ermida - onde residia o poder - ambicionado; tal como ali se faziam em sala de visita oficial, disposta na Terra em libações aos deuses, deliberação e comemorações dos presentes. Pois eis a seguir, hecatombes perfeitas e prestações de contas purgativas, como nos versos de Homero.

Claro, desde quando avós diziam o repetido refrão - retumbante aos idos da juventude e por gerações - segundo o qual "luta fraca não é para homens fortes". E por assim estabalecer civilizações. Era quanto pela Terra Pepone encarnava seu personagem em evento público. E por ele se dirigia nessa vida por convicções íntimas e razões declaradas. E pelas quais o mundo ao redor vivenciou sua dose de energia.

Nas paredes da sala anterior, nota-se, haviam quadros - Coração de Jesus à parede, artes da avó fervorosa. E depois no mais ao redor em outras fotos, ver-se-ão também crucifixos em madeira trabalhada. E de outro lado descobrem-se nas prateleiras, livros reveladores. Entre os quais, o "Cavaleiro da Esperança" - do Sr. Plínio Salgado, a quem [Peppone] era seguidor. Pois diferentemente do romance de Guareschi, é nesse detalhe em Inconfidentes que divergiam os figurinos [Pepone original, norte da Itália, comunista], do Pepone mineiro [Inconfidentes, integralista quatro costados], poder temporal pelo simétrico na Terra . Pois nesse imóvel, antes e em dependências anexas, também hospedara por anos e ao início, o próprio espírito reverso de Don Camilo [poder do Padre Eterno, mais integralista ainda]; depois ambos emprestaram-se os livros; e a tudo, depois viveram os personagens dispostos em divisões de território e poder. Estes, marcados por fanfarras, passeatas e pompas circunvagantes, procissões luminosas, missas e rezas, assentaram cada um o domínio restante à grei [circundante] pelos serviços de alto falantes. Ou na torre da igreja, aos quatro ventos. Ou paradas de 7 de setembro. Ou Tiradentes. Sua ausência em fotos dessa reunião [Don Camilo], na verdade e muito ao contrário não significava deixar de saber quanto alí alto e bom som se ouvia, registrava e gravava - pois muito mais ouvia depois pelos confessionários.

E assim na residência [próprio local, ofical] onde o espírito de Peponne exerceu o mais absoluto poder sobre vozes circundantes, as mesmas paredes sucederam-se no tempo. E desde suas reminiscências temporais, Pepone qual espírito ainda presente pregunta aos incréus: porque sucessores de menor envergadura sequer tiveram coragem [razão íntima] para habitar a mesma residência? Local onde sem melhor postura ou expressão com eco pelas paredes, soçobraram, remanescentes, as mesmas indagações ou afirmações do espírito de Peponne - em fita gravada? Pois para melhor se acomodar a pequenez ou, ajustarem-se espíritos menores, só mesmo após redução dos significados do antigo casarão; para ao fim restar no presente, subdividido, o pardieiro - oficial. E hoje na mesma sala, desfigurada, reverberar apenas a mediocridade restante - marca arquitetônica - visível, circundante. Pois jamais restritos aposentos, convertidos em salas de novas residências, seriam equivalentes à do casarão - histórico. Residência oficial onde quiseram silenciar ecos de paredes: local histórico onde sem outro constrangimento o poder da palavra - debatia - alto e bom som.

Claro, entre testemunhos ainda vivos, outras fotos mostrarão figuras presentes. E noutras, assessores menores: ajustados à nova situação - depois de se alimentarem de benesses e favores antes mendigados. Pois, eis!

Depois da fala do ex-diretor, a curiosidade: eis ainda gravado o discurso subserviente. E na voz desse autor desmemoriado, marcado pelas próprias palavras para recompor história e lugar, restou agradecer ao pirralho. Antigo aluno atrevido, lembrou-se Pepone.



Depois do casarão: a desfiguração do restante

O restante da antiga EAVM - Pró-memória [Documentos e História ].

Pois eis desmemoriado, aberrante... o resultado estendido no tempo !

Além do complexo de inferioridade revelado, letras garrafais ainda refletem a grosseria total (não só arquitetônica). Falta de imaginação, presunção de suficiência somada à incompeteência, vaidade e desrespeito. Desconhecimento e descaso para com partimônmio histórico

Mas qual,

E tudo depois, à exaustão, foi quanto se viu a seguir: atrás da fachada instalada vicejou a patologia de poder [autocracia] - portanto reveladora de administração despreparada, repressora e avessa à palavra franca. E depois o modo esquivo, insincero. O agir próprio dos incapazes de em boa fé sustentar convicção [palavra] em público. A incapacidade de expor matéria disposta ao debate e estabelecer consenso - sem ser pelo temor. E depois suficiência crítica, razão e comando administrativo. Então pergunta-se: queriam poder para o que mesmo?


Só para isso? Esse arremedo? Esse "tico" educacional de pouca coisa?

Até para incorporar erros grosseiros [desconhecimento matemático] revelado nos chamados "PDDIs" de hoje?


Pois fizeram de tudo depois dessa constrangedora reunião, para afastar justamente o poder da palavra altiva - capaz como sempre foi de expor razão presente e futura à luz do dia.

Sendo resto, o histórico dos 50 anos passados.

E o que se sufocou, em Inconfidentes em prédios assombrados pelas lembranças de Peponne? Subtaiu-se a palavra aberta, altiva, disposta, capaz ainda de reverter pela crítica das imagens expostas o quadro de mazelas do presente: onde falseia-se a educação. E tornam suas estruturas meras "escolas do governo" visivelmente amesquinhadas sob interesse menor.

Pois melhor seria, Escola de Governo.

Pois em contrapartida à catarze histórica das fotos, há de se propor o aproveitamento generoso para a pedagogia dos documentos, provas, experiências, habilidades, técnicas e vivências do passado - assim se espera. Especialmente em se tratando da coisa pública e métodos de educação. Até para prevenir desvios. Ou seja, capaz de estabelecer política pública libertária firmada em palavra [final] pela moral dirigente respectiva: razão pública, virtuosa, aberta. Educacionalmente firmada e aplicada sob exigência de moralidade educacional, administrativa. E capaz de estabelecer técnicas de controle e instrumentos de transparência. E preparados em Escolas de Governo, melhor se educar o País.

Porém, eis inversamente o resultado educacional [escolas do governo] derivado da subversão de valores mostradas nas fotos. Eis a refletirem outras reuniões em Brasília ou em locais incertos pelo País e pela história . E hoje restar a tentativa das falsidades ideológicas continuarema corromper e ganharem campo entre costumes [nacionais] sobrepostos ao poder, 50 anos depois: eis educacionalmente enquistadas às próprias estruturas de educação para hoje, e pelas subservientes e modernosos EAFI/IFETs-Inconfidentes da vida, acharem-se "normal" a negativa de instalações de CPIs moralizadoras no País (ex: ONGS, empreiteiras, Petrobrás, etc, etc). Pois educacionalmente ensinou-se o contrário. E nada mais se precisaria dizer para ver, depois, a quanto se reduziu o País: entre interesses, palavras obliteradas, negativas em expedir certidões, subterfúgios e razões ocultas. Pois eis, desde o exemplo (des)educacional de Inconfidentes, o resultado: A histórica e inglória tentativa da razão nanica, oculta, usurpar poder. O comando apenas intentado, disputado. E hoje, ao visto de tudo afinal pergunta-se: "para que mesmo"? Só para isso?

Certamente tais matéria ocorrertiam simultaneamente aos pensamentos de Don Camilo e Peponne sentados em lados opostos [foto].

Muito mais, porém, o interesse agora será questionar - pedagógico, didático - no exemplo entre expressões corporais na foto. Enfim, pergunta-se: "poder"... para que mesmo?

Pois desde então ante tão mesquinhos resultados, sucederam-se discursos e tentaram esquecer o passado já por meio século . Como se ele não exisisse. Porém, entre eles [gravado] até sob registro está a do então orador oficial. Este, aliás, ausente na foto. E hoje estaria convidado sob aclamos gerais para nova - foto atual - renovada. Seria presenteado Por Pepone com cópia do discurso gravado. Se quisesse, Don Camilo imploraria aos céus para ser atendido o desejo de ouvi-los pelos altofalantes. Certamente mais generoso e reconhecido [fotos], Pepone ao fim tudo perdoaria. E certamente Don Camilo também abençoaria os recalcitrantes arrependidos. Notou-se na reunião aluno pretencioso presente, decerto insatisfeito com nota. Ora veja só!

E viva-voz, para confimar pelo confronto, o gravado durante a solenidade [foto]. Pepone, porém já sabe: os pirralhos, mais de uma vez irão se escafeder segundo se entende, pelo verbo alheio apropriado.

* * * * *

Não terão coragem de ouvirem-se pelo falsete revelado pela própria voz. Antes, eis pedagógicamente aproveitada; ver-se-á discursar: a falsidade [ideológica] permear atos e palavras contrária - espelhada pela retórica. Eis versos sabujos, exaustivos, primários; coisa própria de aluno e aprendiz mal educado. E pouco agradecido.

Certamente, aos estudiosos em teorias da comunicação os fonemas mostrarão tônica e falseios de voz: eis, palavra por palavra, a pura arte. O falsete trair o verbo no próprio verso. Pois certamente autores de versos traidores tudo hoje fariam: para não verem transcritas seus próprios versejos de antanho. E por ela a tragédia escrita, palavra - antiga e verdade traída. Pois aos incréus e desavisados incautos: palavras caridosamente gravadas. Fitas, vozes audíveis -pela tecnologia da época; porém fiéis, reproduzidas. E pelo timbre, voz certamente reconhecível ou reconhecida.

E outra há, emocionada a também se ouvir. Pois eis palavra - sempre pública - capaz, sempre reafirmada a a se reafirmar nos alto falantes. Replicadas, desafiadoras, redivivas, na torre da Igreja: 50 anos depois.

Pois eis! Verdades e expressões de alma até emocionada para quem quiser ouvir.

E depois será ver-se comparado a palavra sabuja, escorregadia. A forma melíflua, sugadora ou sorvedoura de energia [poder] alheia - a forma pirralha espera da migalha de um favor. Pois eis! Até para verem-se repetidas - meio século depois! E quem sabe até transcritas em folhetim, distribuidas e publicadas "Para o Povo Saber". E de outra parte ? Decerto apenas restará ouvirem-se palavras sem outra envergadura; sem a mesma empostação de voz, potência e poder saciado; todos traidores [eis presente no espírito - atual - marcado entre sucessores] idemtificados pela voz prefeririam o esquecimento. A falta de história. Reduzidos à sombras e silencio assim permaneceriam - avessos à verdade - decerto - como a tudo e por sobejamente já demonstraram. Sequer pela postura, fora do foco principal.

Enfim, sedentos de poder e cerdados de pela mediocridade e pela voz subserviente circundante, merecem enfim a piedade e comiseração deivida aos incapazes - pois como sucessores revelaram-se nanicos demais para expor idéias próprias. E sem estar no seu feudo a repetir, apenas as suserano mais poderoso. E até sem atentar para a reduzida capacidade presente se comparado à potência funcional de Peponne, para estabelecer a competente morada singular, representação oficial - timbre da República - marcada no tempo e no espaço.

E o resto, desdeducativo, depois, o cortiço educacional. Teto oficial achatado, arremedo humilde, representação de história destelhada.

Pois eis, reduzido o poder simbólico correspondente a refugiar-se escondido em morada no atual pardieiro - oficial. Local no entanto onde Peponne recepcionava autoridades em visita. Ou hospedagem local; Pois eis a quanto se reduziu, amesquinhado, sem memória histórica e representação, o degenerado padrão oficial em crise - habitacional - representação local - reveladora da pequenez - percepção cabível - cabível. Transformado em cortiçooficial pela subdicvisão do imóvel em tres. Melhor expresso como "muquifo" - representado pelas modernas "salas" serem aposentos em áreas íntimas (funcionalidades justaposta à antiga moradia). Pois sequer conseque fazer-se estabelecer sob concepções de poder, legalidade,moralidade e plenitude em representação funcional - diretiva, local.

Pois eis. Mesmo arremedos tomados como rudimentos em arquitetura, jamais, tamanho desconhecimento ou despropósito se viu em desprezo à racionalidade e funcionalidade da habitação. Pois como prática local, eis passxado empúblico o mau exemplo arquitetônico, cultural, educacional. E afinal, desprezo indizudo, local, à própria história da cidade como fato. Pois jamais se cogitaria tornarem-se "salas de residencias oficiais" os então humildes aposentos de Peponne. Pois hei-los equivalerem, hoje, à antiga "salas de visitas". Aliás, proposito funcional - cabível em representação [pública] do poder local; era para isso assim entendido a antiga residencia oficial de Peponne onde fotos [históricas] mostram reuniões e significados - locais.

Local onde reuniam-se convivas, arcebispos celebravam missas. E ainda hospedavam-se autoridades. Até mesmo nos primeiros tempos Don Camilo aqui chegado desfrutou desse apartamento anexo - funcional, ofical - por anos seguidos]. Pois sem a mesma estatura, Peponne os veria satisfazerem-se em morar em cortiço - oficial. Tragicômico destino local, eis onde se acomoda hoje, sem espelho no timbre da foto, o poder sem memória; o desconhecimento dos significados. Eis, porém o valor da representação oficial reduzida desde a "proporção" filosófica e razão geométrica e estética do antigo aposento também tornado hoje sem sol e insalubre: transformado em minúscula "sala" no pardieiro ora ocupado, dividido em três. E somados aos parvenus possíveis: o mero "ladrilho".

* * * * *

Pois assim, até pelos soalhos de madeira e nobreza desprezada, nas fotos pelos remendos e com Don Camilo ainda presente [visto no palco em lado oposto à Peponne. Visto pela calça e restante das batinas], viveu-se em Inconfidentes um pequeno percalço pela história marcada de Peppone - vivida também em fita gravada durante solenidade. Pois eis, hoje, gravado e guardado para si, o quão pouco incomodado estava ao ver correr o tempo em que se lhe dera - restar ali [foto].

E hoje, secretamente festejar sua vitória - local; Restaurar a moral pública a ser exigida; matéria administrativa - sustentada alto e bom som no tempo; Peponne relido de novo. Qual estrofe de verso presente, palavra altaneira aberta.

Enquanto isso, o Prof. Gilberto Henriques lia seu discurso - apreciado por Peponne.


ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.