ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

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terça-feira, 6 de outubro de 2009

Concurso público: da suspeição à comprovação

Análise sobre [triste] papel de banca examinadora em Concurso Público

Eis a suspeição:
"Notas" atribuídas pelo "Examinador – 1"
Notas atribuídas pelo "Examinador – 2"

Notas atribuídas pelo "Examinador – 3" Da suspeição à prova
Todos os examinadores apresentam o mesmo "formato". O gráfico abaixo demonstra à toda evidencia o conluio havido entre os examinadores participantes da "banca" para atribuir notas ao candidato. Matematicamente seria impossível haver tamanha "coincidência" entre três diferentes avaliações, caso suas observações fossem livres e independentes.


Eis comprovado, o conluio entre examinadores.
No gráfico: As notas combinadas.
Em relação aos (doutos) examinadores, resta conluir: quem combina a nota que vai dar, faz qualquer coisa!

Breve comentário: Como se vê pelo resultado das "notas"...  foi só por no gráfico! E logo tudo se ver.
Eis o flagrante. O conluio exposto à luz do dia. E nele, o (triste) papel de três examinadores (repetidos doutores, aliás) . Métodos a conferir. Eis no restante, a norma polida do Blog: a comiseração (funcional) peloagente público. E portanto a omissão do nome. Eis porém à parte, o fenômeno da impessoalidade, explicitar a mazela em função da tese. Nela exposta a patologia sistêmica. E no restante a se propor, pela terapia, a escolha. O padrão ético reafirmado.

Pois diferentemente dos avaliadores  [fechados em copas], cercados pela dúvida onde estiverem, o avaliado não será jamais quem cala, esconde, deixa (ou deixou) de firmar nome em obra [ex: Registro Nº 123413 - 12/07/1989 -1º CTD/Campinas,SP, imprensa e outros - contribuição ao Ministério Público]. Pois em deferência matéria obrada e noção pelo valor agregado, assim reputado: que sejam pois consultados. Consultados para se, de modo altivo, pretendem ver retirada a "tarja preta" que lhes encobre justamente o nome-sobmanutenção do restante publicado. Seria entãopublicado o nome daquele que no exercício da função de julgador, "combina a nota" que vai dar. Ente que "se" combina e recombina. E naturalmente atende interesse oculto.
Na verdade, faz "qualquer coisa". E não haverá porque duvidar, se atenderam, atenderiam (ou não) qualquer pedido. Eis pelo gráfico acima o mérito acrescido atornado o "exame". E logo apressado adendo ao Curriculum Lattes:  emérito examinador.

Porém... código ético à parte, eis... aluguel, serventia certamente. Somam-se patologias culturais à parte. E eis também somar funcionários não identificados [cultura subalterna]; tudo sem reafirmarem palavras e obras no âmbito da esfera pública.

Pois pela suficiência, eis a prova indesmentível através da qual "julgadores" agora terminam julgados: pois o gráfico acima dispensa maiores considerações sobre a "lisura acadêmica" dessa banca - evidentemente disposta a atender interesse (oculto) dessa Comissão - evidentemente capaz de tudo - como acima ficou demonstrado: até para agir (dolosamente) em desobediencia à determinação expressa da direção (ver documento). Pois a toda evidência e, sem afrontar inteligência alheia, graficamente fica comprovado: teriam atendido "encomenda" para eliminar candidato virtualmente indesejado nessa fase do concurso. Exatamente, antes de examinar comprovantes de seu currículum; como acreditar de outro modo?
Pois quem assim procede, invés de atribuir nota segundo sua própria e íntima convicção como seria dever (unica função) e procura se "ajustar" à formato de conscência alheia, sempre será pessoa capaz de fazer qualquer outra coisa. Tudo pode-se esperar. Até prestar-se ao triste papel que o gráfico denuncia por si mesmo. Resta lembrar aos ilustres doutores (examinadores) o enunciado famoso do Sr. Nelson Rodrigues - através do qual agora são examinados por seu currículum e obra restante: "toda unanimidade é burra".

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ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.