ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA! COM LICENÇA... DATA VÊNIA! OUTRO MUNDO PODE HAVER!

Editor

Raul Ferreira Bártholo
Inconfidentes, MG...

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quinta-feira, 12 de julho de 2007

Engenharia Política e Arquitetura Social


A conversa comos deuses







Bastião Bento levantou. Foi atender ao telefone.



Pequena conversa com os deuses, acrescentou.






E pensar que poderíamos nos juntar ao banquete - marcados no encontro



Apolo e Dionísio, Bastião Bento - pensou - logo tão assentou-se entre eles.



Novos homens na Terra. Vossa civilização. Assentada. Ao banquete, lado aos deuses. A combinar sonhos entre vapores e eflúvios emanados de taças estendidas por Dionísio - enquanto Apolo guarda a espada, recosta e repousa para ver e ouvir vosso bailado político - agora fluido ao prazer econômico: energia social conservada, hedonista. Passos e gestos por homens na Tera, coreografia combinadas sobre energias distendidas pela vida a prazer. Assentes, vos ouvir e discutir sobre o restante. Os planetas. Os animais. Enquanto Bastião Bento trabalhava a Terra.






E pensar que o mundo poderia ser projeto



E construção. Vontade e poder.



Projeto e educação.






Vossa arquitetura - vossa curva. Vosso espaço.


Vosso mapa. Vosso esboço.



Vosso futuro. Dionísio, entre vós



Assentado. Pelo descanso de Apolo.



Vosso Engenho - Arquitetado por vosso querer.



E por caminho - domínio assente da palava em linguagem expressa.



Espelho social pelo justo espelhar.



Expor. E de novo criar - escolher.






Mas porque, daí peguntaríamos aos deuses: porque nos deste uma CEMIG para vos contentar em culto ao "bezerro de ouro" lá la Bolsa de Nova Yorque? Seria o castigo da humanidade pela idolatria? Desperdiçar energia em trabalho inútil? Porque condenados pela fantasia do vil metal sobreposta à vossa própria potencia dos deuses alienada ao menor valor? E tudo pela "bio" tornada submissa, à espada de Apolo. Vossa dor em trabalho sem prazer. Auto condenados. Pois eis, diriam os deuses, eis o peso de vossa ficção Por onde Tanatos supera a potencia de Eros. E cinge vossa biologia à inércia do mineral.




Pois assim pensou Bastião Bento enquanto cavava a Terra para pagar tributo ao mineral - desperdício de (bio) energia exigido por Tanatos. Tributo ao valor fixado na inércia. Enquanto Bastião fazia a primeira revisão sobre teorias e valores. Pois mais potente e tributável seria poder biológico. Primeira moeda natural. Potencia de Eros - aplicada à economia. Moeda e valor trocado pelo esforço equivalente. E pela liberação de Eros ao confinamento mineral de Tanatos aoqual se prendiam os sonhos de Bastião Bento, estabelecer-se-ia a nova moeda: a troca em unidades de energia.
Pois Bastião estava a nisso pensar para tudorecomeçar nesse munbdo. Pelo restabelecimento do valor de troca (justa e social) o qual poderia induzir novos comportamentos sobre a Terra. E a economia se tornaria prazeroso bailado. Haveria a compor pela arquitetura, a coreografia dos sonhos de Dionísio. Enquanto recostado ao lado Apolo recolheria a espada. E se afastaria para descansar nos aposentos emprestados aos reis - onde apenas ficaria atento de reclamos dos convivas - para nada faltar.


E desde os Arapeches instalados na Terra, Dionísio voltaria a servir o novo prazer e existir. E ergueria a taça jamais enfastiada pela energia alcançada a compor tecidos pelos sonhos da humanidade. E enquanto Apolo descansa, a arquitetura dionisíaca esboça a curva da história à qual propõe caminho melhor a escolher.
* * * * *
Pois agastado Bastião Bento desligou o telefone. Pediu aos deuses que a Telemar pelo menos pusesse um "atendente" em carne e osso, voz e inteligência audível. Pois tudo quanto ouvia era uma gravação dizer: "não entendi". E depois repetir, exaustiva: "não entendi". Sem que Bastião Bento pudesse também entender quanto a voz gravada queria dizer: "diga o que deseja". Para apenas depois repetir: "não entendi". E exasperar os deuses por um simples interurbano apenas limitado ao exame de tarifas sem outras explicações.




Bastião Bento, enfadado não conseguiu falar com os deuses, dessa vez. Ficou de esperar a Telemar colocar de novo a voz capaz de entender e explicar oquedesejam os homens na Terra. Enquanto isso, desligou a TV Senado.



Pois seja visto nos postes da CEMIG a realidade que espanta aumentar a dor schopenhauriana sobre as costas do povo. Para tudo ao fim não chegar a nada (senão ao quanto vos representa em Brasília o Sr. Renan Calheiros - a vos melhor acreditar ao povo de Inconfidentes a pagar a conta do banquete - em baixo dos fios da CEMIG)






Pois eis quais valores vos governam - por vossa crença no valor mineral.


Ao quanto vossa estátua em ouro será disputada a tapas. Enquanto vós mesmos por também acreditar maior esse dourado valor - mineral ao lado disputado a tapas - mais ainda sereis desprezados. Pois nem os deuses, menos enfadados com a biologia capaz vos elevar o olhar - mais vos olharão. Pricipalmente pelo quanto em tributo à ficção admitís, medido e vendido, vosso valor. Vossa existência derrisada na Terra - tostão a tostão - na Bolsa de Nova Yorque.



Senão fantasia juntada. Vosso peso (biológico) em carne, potência e saber, Conjunto auto expansivo - gradiente dos deuses - despresado.



Onde até reincorporado pela contabilidade vos resture o maná - antigo dividendo social. Valor primitivo da espécie na Terra -haveria "almoço grátis" para a humanidade junto ao banquete dos deuses.





Pois eis vossa matéria unitária menor valorada. Eros cingido em sua potencia (biológica) mediante o cinzel (mineralógico) de Tanatos. Enfim a vossa "mais valia" existencial dissipada.








Pois seja na curva da maturidade da espécie, Platão - lembrado agora ao nos contar histórias sobre deslumbrados escravos postados em cavernas. E sobre bailados de luzes e sombras de fogueiras teconlógicas - telas e paredes acesas, sombras e luzes da TV-Senado nos rincões da República. Pois menos afeito às sombras, sair da caverna onde Bastião Bento tanto penetrou e voltou espantado pela dúvida sobre as contas de luz, e ao preferir a realidade da luz solar preferiu assentar-se sobre a pedra filosofal de Inconfidentes onde arde o sol do grande meio dia. Lugar escolhido pelos deuses para futuras assembléias depois do Sr. Aritóteles, mais prático proferir abominações àfalta de virtude dos fios da CEMIG. Onde ficava demonstrado, juros pagos em Inconfidentes rendiam tributo ao "bezerro de ouro" em Nova Yorque. Porém sabe-se, agastado, sem mais se manifestar sobre as tarifas de Inconfidentes e os preços do monopólio do azeite em Milet, apenas preferiu poupar-se das sandices circundantes dos discursos no Senado. Também desligou a TV. Voltou para Euba. E com isso poupou os athenienses de novo atentado à filosofia - política e ecômica aplicada.






E deuses ao fim, também agastados com as dificuldades de comuniação que a Telemar colocava para desbloquear telefones onde nada se entendia do que se falava, marcaram nova reunião com Bastião Bento em Varginha para decidir os destinos da CEMIG. E combinar com a humanidade nova Engenharia política e nova arquitetura social para o restante da economia. E libertos da ficção, desfeita a idolatria, depois da assembléia libaram os deuses o desprezo dos homens pelas tarifas ditas "sociais" - sem engenharia economica. E sem arquitetura ambiental.

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ETAPA DE CIVILIZAÇÃO VENCIDA. DATA VÊNIA... COM LICENÇA! OUTRO MUNDO SERÁ P0SSÍVEL!

Epílogo às postagens acima

No propósito de colecionar ementas sobre matérias de interesse à curvatura do processo histórico como ato a ser provido pela administração pública dotada de projeto e intencionalidade, as sínteses das observações e análises e revisões sobre educação, administração pública, técnica e ética aplicada são transferíveis e disponibilizadas como metodologia aplicada em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com (ainda em organização).

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Descritores

A curvatura do processo histórico. O plano diretor. Técnica e Ética aplicada. Poder. Patologias. A Escola de Governo.

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Conceitos. Relações. Método das aproximações sucessivas Abertura com textos introdutórios. Matéria coligida em aproveitamento vincula autor. Apropriados também para iniciar debate, narram visão, tempo e história (ver definição de termos - negrito - para clareza de termos empregáveis sobre vida e o viver - pela Terra. Meio Ambiente História. Técnica. Ciencia. Cosmovisão. Poder. Política.

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Totens e Tabus. Do outro lado da crise. Leia, confira. O outro mundo.

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Pois eis vossa crise, vosso mundo - contraditório. E eis a paisagem moral humana, final, circundante. Eis vasto mundo, vossas crenças. Vossos valores. Vossa civilização. Eis o Espelho Ambiental, o Panorama Social. E eis o Tapume Político, Econômico. E nele, exemplar, eis Inconfidentes (MG). Local histórico voltado à Educação, Arte e Ciência Aplicada. Vocacionado à revisão sobre teorias e valores sobre a Terra.

E eis vossa ancestralidade. E eis indignado o presente.

Breves ensaios.

Sobre dispensas da formalidade linguistica afeita ao Manual de Redação da Presidencia da República. Virtudes e mazelas em Administração Pública. Pois eis a paisagem linguística a se desvelar -pela palavra oficial. A Ética do Discurso. A crítica regeneradora. Conceitos administrativos. Revisões. Eis patologias a remover. A contrapartida do projeto organizativo.

Eis a cumprir: a nova Escola em Administração Pública.

{[Tema diretor e administrativo proposto a partir de escola de Governo em cumprimento ao Art. 39 da Constituição Federal referido ao sentido do Parágrafo dois, onde se ministrem técnicas de administração, organização e planejamento ambiental, social e econômico - permanente - em aditamento ao enuciado da aula Inaugural pronunciada no interior do IFSULDEMINAS ] Refere-se a mencionada aula a cursos à distância ministrados especificamente para cursos de administração pública sob propósito inicial reduzido - então oferecido à considerção do Conselho Superir. Empresta-se à presente aula inaugural e, ao trabalho realizado, o valor de contribuição - funcional e institucional finalística - adequada ao cumprimento dos Estatutos das instituições de trabalho, pensar e prospectar e ensinar.

A criar novo patamar de civilização, entre finalidades institucionais a cumprir (Estatuto/IFSULDEMINAS, Art. 24 }.

Aula inaugural - 1 [didática e mote educacional terapeutico]

Temática inicial: Poder e emancipação do subordinado.

Mote educacional: "diga não ao chefe".

Quando pode e deve. Impede corrupções, sanea estruturas. O instituto da Estabilidade como regra e observação. Finalidade didática: ementa em técnica administrativa e prática educacional libertária de povo e País. Implementa política pública - aplicada e aplicável também a município específico - estabelece regras a partir da qual Inconfidentes se propõe modelo e aplicação temática exemplar.

[ Pois torne seu ambiente um centro de excelência. E remova falsidade e fingimento. Ético, obedeça ao chefe. Mas, se melhor não, diga não também. Pleno dizer à praça pública e sincero falar, capaz, exercitado, verás como tudo muda ]

E mais, em contribuição à teoria do desenvolvimento tida como esboço, técnica e ciencia aplicada, à intencionalidade aplicada à curvatura do processo histórico, muito ainda acontecerá e se haverá de prover - sob demanda administrativa remanescente, saneadora de instituições.

Para tanto, sob o domínio da ética e da técnica inerente, ensinada e aplicada, o IFSULDEMINAS/IDEEHIA criado como Escola de Governo e Ciencia Aplicada, oferecerá à administração pública a correspondente contribuição planetária à curva mencionada do processo histórico; universidade especializada; embrionária, crítica, prospectiva e experimentalista (LDB, Art. 52; Parágrafo Único do Inciso III - "especializada por campo de saber"). Universidade instrumentalista aplicada à teoria do desenvolvimento arquitetado, planejado e engenhado -aplicadoà curvatura do processo histórico. Assunto a prosseguir - tema aberto, ambiental, político, econômico, social - requerido em contribuição ao debate atinente à curvatura ambiental arquitetada. Para se estabelecer a engenharia histórica e econômica correspondente. Metodo científico. aplicação.

Dizer não ao chefe quando pode e, quando deve, inverte direção de vetor. Amparado na lei, muda a administração publica. Muda povo. Muda pais.

Inverte vetor. Detentor da ética funcional inerente por seu código, o técnico pode dizer não à político desviado. Ao abuso de poder e desvio de finalidade.

E pedagogicamente haverá o subordinado de distinguir a ocasião sobre a possibilidade de dizer "não" ao chefe: será quando puder repetir em praça pública tudo quanto disse, escreveu e assinou antes e após dizer o "não" - livre por si, consciente.

Lição aprendida, força interna firmada, prazeroso, continue a executar suas atividades, tranquilo.

Será reconhecido. Possivelmente promovido por mérito e valor.

Vence o trabalho. Vence a Consciencia Libertária.

Vence povo. Vence país.

O instituto da ESTABILIDADE do servidor público garante esse direito de dizer não e inverter direção de vetor. Por certo promoverá. Estabelecerá Honra ao mérito.

Claro, antes de representar ao superior...

se precisar... tranquilo, diga não ao chefe.

Sinta esse prazer em trabalhar.

[corolário didático e pedagógico a cumprir]

Elementos de formação. A probidade administrativa

Em proveito da própria administração local e depois a expandir-se como modelo, retomam-se assuntos relativos à Educação e Administração Pública correspondente como ciência, ética e aplicação. Assim proposto, o jurista Hely Lopes Meirelles (in: - “Direito Administrativo Brasileiro” – 16ª Ed. – p.175) ainda por seus livros apropriadamente ensina, como se vê. E ao resto se soma matéria, prática e aplicação . Segue-lhe a didática objetiva. E a profilaxia quanto ao abuso de poder e desvio de finalidade. Restabelece o senso administrativo exigível. Conceitua matéria pública. A razão administrativa sob o pressuposto moral. Sobreleva o ato motivado, explicável em praça pública. O domínio público. A razão perquirida. A procedência, pressupostos. Princípios.

Pois eis vosso mundo onde o Estado se torna réu.

E eis, local, vossa crise moral-administrativa (razão per se questionável): eis vossos procuradores (municipal e federal), sucessivamente advogarem a Lei de Gerson. Por último, para sonegar certidão. Pois em nome da administração pública, sob cinismo (oficial), enunciaram:

..."o direito não socorre quem dorme".

Pois haverá de se regenerar o mundo desde a Nova Escola em Administração Pública. Pois, desde Inconfidentes, desagravado e homenageado em nova Escola - haver-se-á de repetir quanto ensinou e ainda ensina o mestre dos juristas ante o requerido:

...“o administrador público justifica a sua ação administrativa indicando os fatos que ensejaram o ato e, os preceitos jurídicos que autorizam a sua prática”.

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{OBS: a matéria acima tratada constitui "epílogo" comum às postagens relacionadas à Administração Pública neste Blog e em http://escoladegovernoeadministracaopublica.blogspot.com/ . }

Matéria letiva - requerida

Proc. 23000.084656/2008-38 - Edital N° 11/ EAFI, 26/11/08

Acima e ao lado, sob marcadores, acrescentam-se e prosseguem matérias a propósito. Conferir postagens e datas.